História Look At Me- Norminah G!P - Capítulo 36


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Norminah
Visualizações 120
Palavras 2.282
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Homossexualidade, Intersexualidade (G!P)
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 36 - 36: Touch


Touch - Little Mix

"You and I and nobody else, feeling feelings I never felt. The way you got me under your spell, don't you keep it all to yourself... So won't you take it, I feel like for the first time I am not faking. Fingers on my buttons and now you're playing master of anticipation. Don't you keep it all to yourself, jJust a touch of your love is enough to knock me off of my feet all week. Just a touch of your love is enough to take control of my whole body."

"Eu e você e ninguém mais, sentindo coisas que nunca senti. O jeito como me pegou por debaixo do seu feitiço, não mantenha isso tudo apenas para você. Então, você não vai pegar isso, sinto que pela primeira vez eu não estou fingindo. Dedos nos meus botões, e agora você está jogando, mestre da antecipação. Não mantenha isso tudo apenas para você, apenas um toque do seu amor é o suficiente para manter-me de pé toda semana. Apenas um toque do seu amor é o suficiente para ter o controle de todo meu corpo."


              Normani Point Of View.

Faltavam poucas horas para o fim do ano. Dois mil e dezesseis havia sido surpreende demais, por razões tão diversas, que era quase impossível reunir tanta informação em minha cabeça e fazer um levantamento de todas as coisas boas e ruins que me aconteceram. Mas o mais importante, estava ali, martelando em meu peito a cada batida do meu coração. Era Dinah. Minha namorada Dinah.

Pensar nela me fazia sorrir tão espontaneamente, que por um momento esqueci-me completamente de onde estava. Minha família gostava de passar o réveillon todos juntos como no natal. Eles falavam e conversavam animadamente com uma música aleatória tocando ao fundo. Eu também podia ouvir o som de garrafas e mais garrafas de espumante sendo abertas e algumas taças que ora ou outra eram chocadas umas contra as outras para brindar alguma conquista. Mas eu não estava mais presente ali. Ao menos, não em pensamentos. Eles estavam em Dinah, em inúmeros momentos que compartilhamos juntas no fim daquele delicioso ano.

Alguns dias atrás.

 
- Manz, me devolve! - Dinah fez um bico adorável, enquanto esticava os braços em minha direção, pedindo por Nala. Nala era um dos meus bichinhos de pelúcia favoritos, mas desde que começamos a nos envolver, Dinah havia praticamente se apossado da pequena leoa amarelada e felpuda. Neguei mais uma vez com a cabeça, acompanhando o ritmo em que meu dedo indicador se movia de um lado para o outro, dizendo que eu não a entregaria.

- Já falei, vai ter que vir pegar. - Ao dizer aquilo, fechei a pequena cortina que me escondia do lado de dentro de minha cama no ônibus e a ouvi bufar do outro lado, deitada na sua. Tive vontade de rir, mas prendi minha risada, sabendo que logo Dinah se daria por vencida e viria atrás de Nala.

Ela estava se "fazendo de difícil" para mim o dia todo, só porque "elogiei demais", segundo Dinah, uma das fãs que conhecemos no meet & greet daquela tarde. Que culpa eu tinha se a garota era dona de uma beleza realmente impressionante? Não são todos os dias que se encontra alguém assim. Mas tudo bem, agora minha namorada havia ficado brava comigo e me negou todos os beijos que tentei roubar durante toda a tarde.

- Normani... - Ouvi sua voz soar baixinha do outro lado da cortina e sorri. - Por favor. - Aquele tom choroso me comoveu, convencendo-me a abrir a cortina e encontrar uma Dinah toda manhosa do lado de fora.

Fiz um sinal com os dedos para que ela se aproximasse, e não demorou muito para que minha namorada se acomodasse ao meu corpo, deitando-se ao meu lado,com sua cabeça apoiada e escondida em meu pescoço. A respiração de Dinah era sempre calminha e quente, fazendo com que minha pele se arrepiasse automaticamente ao entrar em contato com ela. Uma de minhas mãos foi para o seu cabelo e deixei que meus dedos se misturassem com aquela enorme quantidade de fios louros que eu tanto amava.

- Você vai parar de birra e me dar um beijo, ou vou ter que te morder de novo? - Perguntei baixinho, ouvindo uma risada escapar por seus lábios, intensificando o arrepio em meu pescoço. Dinah não me respondeu, apenas se apertou mais contra mim e sussurrou alguma coisa que não fui capaz de entender. - Amor... - Chamei outra vez, virando o meu rosto da forma que podia para colar meus lábios em sua orelha. - Você não pode ficar de bico comigo pra sempre.

- Eu sei, mas você fica falando de outras garotas de uma forma que... Não sei. Eu não sou tão bonita quanto aquela menina. - Sua voz continuava em um tom choroso, o que me cortava o coração. Se Dinah soubesse o quão incrível e linda ela era, jamais pensaria naquele tipo de bobagem.

- Ei, olhe para mim. - Levei meus dedos até o seu queixo e de forma delicada, fui subindo seu rosto até que nossos olhares se encontrassem. Ela tinha os olhos levemente marejados, e um bico ainda maior do que antes. Beijei a ponta de seu nariz e depois seus olhos, um de cada vez, sentindo meus lábios ficarem úmidos por suas lágrimas prestes a cair. - Você é a garota mais linda que eu já vi. A mais especial, a única capaz de me fazer gostar de comer legumes sem reclamar. - Dinah riu pela primeira vez, deixando que uma lágrima teimosa rolasse por sua bochecha, que eu prontamente enxuguei com meu polegar, depositando um beijo estalado por cima. - Eu sequer me lembro o nome daquela garota, mas o seu, o seu nome é o meu favorito no mundo, Dinah Jane Milika Illaisaane Hansen Amasio. - Fiz uma pausa dramática para respirar, como se estivesse sem fôlego. - Perdi até o ar pra dizer ele todo. - Ela riu novamente, dando-me um tapinha no ombro.

Eu não precisei dizer mais nada, logo senti a mão de Dinah envolvendo minha nuca e nossos rostos sendo aproximados, bem devagar, daquele jeitinho que gostávamos de fazer para absorver cada detalhe do rosto uma da outra antes que nossos lábios se encontrassem, levando-nos para outra dimensão. Sua língua enroscava-se na minha de forma delicada, mas seus beijos eram quentes, causando diversas sensações por todo o meu corpo.

Não demorou muito para que ela estivesse deitada por cima de mim, minhas mãos um pouco abaixo de sua cintura e as suas em meu rosto. Nossas respirações ofegantes numa perfeita harmonia desalinhada. Nossos corpos movendo-se de forma quase automática, porém, sempre nos surpreendendo com o quanto podiam se encaixar, de maneiras diferentes, nos causando aqueles arrepios na pele quente. Mãos infiltrando-se lentamente por dentro da roupa, cabelos emaranhados e jogados para o lado, para que nossas bocas tivessem acesso às partes mais sensíveis. Beijei, mordi, lambi, devorei seu pescoço, garganta, nuca, clavícula. Dinah era deliciosa, seu cheiro me extasiava e o calor de sua pele era uma verdadeira tortura para o meu autocontrole.

Nós ainda estávamos cientes de onde estávamos. Sabíamos que qualquer barulho a mais que fizéssemos, seria ouvido e julgado da forma que as outras três pessoas presentes naquele ônibus quisessem. Mas não conseguíamos controlar aquela vontade crescente dentro de nós. Eu queria tê-la. Eu queria fazer amor com a minha namorada pela primeira vez.

- Manz... Aqui não. – Não contive minha risada quando Dinah disse aquilo. Eu já estava começando a me acostumar com aquela frase. Ela me olhou confusa enquanto eu ria, mas eu ignorei, voltando a descer minha boca pela pele sensível de seu pescoço, sabendo que aquele era um de seus pontos fracos. Sua mão se prendeu com força em meu cabelo, e quando eu pensei que ela fosse me afastar, a senti forçando mais meu rosto contra seu pescoço, o que me incentivou a beijá-la e mordê-la com mais vontade, recebendo um gemido satisfeito em recompensa.

- E aqui, pode? – Brinquei quando mordi um pouco abaixo da linha de seu maxilar, seguindo rumo a sua clavícula. – E aqui? – Agora minha boca estava a milímetros do vale de seus seios, e minha mão já subia por sua barriga, erguendo sua blusa até a altura de seu sutiã. – Gosto mais quando você usa aquelas roupas que não precisam de sutiã. – Dinah riu com minha confissão e me deu outro tapa no ombro.

- Fala mais alto que nem meu sutiã você vai ver, daqui a pouco Ally aparece aqui nos chamando para jogar uno a madrugada toda. – Revirei meus olhos só com aquela hipótese. Eu mataria Ally se ela sonhasse em aparecer ali naquele momento.

Fiz apenas um "shh" para Dinah, antes de beijá-la mais uma vez, aproveitando-me de minha posição abaixo dela para terminar de puxar sua blusa para fora de seu corpo. Estava escuro ali, mas eu podia enxergar parcialmente a peça de renda num tom de azul petróleo. Céus, aquilo ficava lindo em seu corpo. As curvas de Dinah eram perfeitas.

Pela terceira vez, beijei os lábios carnudos da loira teimosa, antes que ela resolvesse me interromper novamente. Com um cuidado que eu tinha apenas com ela, fui virando nossos corpos até inverter totalmente nossas posições, deixando-a deitada abaixo de mim, acomodando-me entre suas pernas. Minha ereção estava começando a me incomodar e Dinah sabia disso, provocando-me ainda mais, ela esfregava todo o seu corpo contra o meu de uma forma tão sensual, que eu poderia gozar só com aquilo. Eu estava louca para senti-la se apertando ao redor de meu membro. Mas eu não iria sair dali naquele momento em busca de um preservativo.

Não queria correr o risco de acordar alguém que pudesse nos atrapalhar, e muito menos esfriar o clima delicioso em que estávamos. Então me contentei em apenas descer minha mão direita por sua barriga, até sentir o cós do short larguinho de seu pijama em contato com meus dedos. Ultrapassei as barreiras do tecido e o adentrei, fazendo o mesmo com sua calcinha. A renda azulada deslizando por meus dedos, conforme eu começava a enfiá-los entre as dobras molhadas de Dinah. Suspirei pesadamente. Céus, ela estava muito molhada.

A loira gemeu baixinho contra minha orelha, e sem pensar duas vezes, comecei a circular dois de meus dedos sobre seu clitóris, fazendo círculos bem pequenos e apertados para deixá-la cada vez mais excitada. Dinah gemeu novamente em minha orelha, criando um ritmo lento em que seus lábios se entreabriam e um som manhoso escapava de lá, junto de sua respiração quente e ofegante, deixando-me totalmente extasiada. Aquilo era gostoso demais.

Ela passou a mover seu quadril acompanhando o ritmo em que meus dedos se moviam sobre seu ponto de prazer, praticamente empurrando o quadril em direção à minha mão. Eu sabia o que ela queria, mas provocava, deslizando apenas um de meus dedos entre os lábios melados e contornando a sua entrada.

- Manz, por favor... - Ela pediu, com o mesmo tom manhoso em que seus gemidos eram exalados contra minha orelha.

- Por favor, o quê? - Provoquei, deixando minha voz propositalmente mais rouca do que o normal, sabendo que ela gostava daquilo. A prova de que eu estava certa, era sua pele completamente arrepiada. Enquanto ela falava em minha orelha, nossas bochechas estavam coladas uma na outra, deixando-me sentir seu perfume e sua textura.

- Me fode. - Eu nunca havia ouvido algo tão vulgar saindo da boca de Dinah, e aquilo acabou comigo. Eu estava mais excitada do que jamais estive, e não pude controlar minha vontade de fodê-la. Deslizei os mesmos dois dedos que antes usava para estimular seu clitóris, direto para sua entrada, enfiando-os um de cada vez. Ela era tão apertada.

Dinah gemeu um pouco mais alto, e tive que pausar meus movimentos para que ela se desse conta de que não podia fazer aquilo, não estávamos sozinhas. Seus braços circularam meu pescoço e ela escondeu seu rosto com mais força contra o meu ombro, entreabrindo os lábios para me dar uma mordida. Aquilo parecia uma guerra, ela quase me fez gritar. Em compensação, voltei a movimentar meus dedos para dentro e para fora dela, de forma mais rápida e firme, sentindo-a rebolar com maestria em meus dedos a cada nova estocada que eu lhe dava.

Sua respiração estava cada vez mais ofegante e ela me beijava, mordia, contorcia-se toda abaixo de mim, tentando de todas as formas controlar os gemidos que queriam escapar por sua boca. Levei meus dedos até o final para dentro dela, alcançando seu ponto mais sensível. E então, sabendo o que estava por vir, intensifiquei meus movimentos e virei meu rosto para cobrir sua boca com a minha, num beijo rápido e pensado, engolindo o gemido eufórico que escapou por seus lábios assim que minha namorada atingiu seu orgasmo.

Eu sabia que aquilo havia sido intenso simplesmente pela forma que Dinah se agarrou à mim, jogando seu quadril para cima, ansiando por um contato mais fundo e preciso. Seu corpo todo tremia em minhas mãos e ela respirava com muita dificuldade. Agarrei-me à ela até que Dinah começasse a se acalmar. Seu corpo caiu de volta no pequeno colchão e ela arqueou sua cabeça para trás, respirando com força, e soltando o ar bem devagar. Aquela cena era tão linda.

Seus cabelos estavam completamente bagunçados e alguns fios grudavam em sua testa suada. Os lábios entreabertos enquanto sua respiração ia se tornando compassada, o peito subindo e descendo rapidamente. O sutiã azul-petróleo que mal tive tempo de tirar por completo, cobrindo o par de seios mais lindos que já tinha visto. Dinah-pós-orgasmo era definitivamente a minha coisa favorita para admirar, eu estava convencida disso. 



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