História Look At Us Now - Capítulo 10


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Colegial, Drama, Dylan O'brien, Justin Bieber, Romance
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Palavras 3.368
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi, era pra ter postado no fim de semana porém não foi possível
espero que gostem
boa leitura

Capítulo 10 - Camping (Part I)


Look at us now. Camping (Part I).

Brooke Hallinger's POV.

 

Depois de muitas reuniões estressantes, de comprar muitos suprimentos, e realizar um planejamento imenso, havia chegado a sexta feira do acampamento. Logo cedo pela manhã, era perceptível a agitação de todos os alunos do último ano em relação à isso. No almoço estava quase insuportável ficar na mesa com as garotas da equipe, considerando que a maioria das meninas ali eram seniores e ainda não havia sido feito o teste de seleção para novas garotas entrarem nas líderes de torcida nesse semestre.

— Eu tô é doida pra ver os abdomens de fora nesse acampamento. — Ouvi uma das garotas falar no meio da conversa e notei que ela olhava para a mesa de Justin e dos outros garotos do time de basquete.

— Ih, querida, o Bieber foi proibido de ir no acampamento por causa das briga de semana passada. — Nancy Holt disse revirando os olhos, fazendo a mesma observação que eu sobre a garota.

Enquanto ela automaticamente ficou vermelha, envergonhada, eu franzi o cenho e olhei para Bet, que apenas assentiu discretamente para mim. Como eu ainda não tinha conhecimento daquilo? Involuntariamente um pequeno sorriso surgiu no canto da minha boca mas ao mesmo tempo senti uma pontada no meu estômago, como se de decepção. NÃO! Meu cérebro automaticamente gritou pra mim mesma, era loucura, eu estava contente e aliviada com a notícia.

 

Por ser do comitê organizador, eu deveria ir para a praia logo ao fim do último período de aula, enquanto o restante dos alunos iria apenas perto do anoitecer. Assim que o sinal bateu dizendo que o dia letivo tinha acabado eu andei depressa até o meu armário para guardar os meus pertences, e esperar pelo Dean, que ia me encontrar ali. Não demorou mais do que 2 minutos até eu vê-lo andando até mim extremamente animado com o fim de semana que teríamos pela frente.

— Ok, minhas coisas já estão no carro, nós temos que ir até a sua casa pegar as suas coisas, e eu gostaria muito de poder tomar um banho antes de ir pra lá, pra não precisar usar o banheiro compartilhado ao menos hoje. — Ele ia falando enquanto andávamos abraçados até o estacionamento.

— Sem problemas, eu também prefiro já ir de banho tomado. — Disse, me separando dele para poder entrar no carro.

Fizemos o trajeto até em casa conversando sobre os detalhes do acampamento. Chegamos e ao passar pela cozinha vovó nos chamou para descer logo que ela faria sanduíches para nós. Agradecemos e fomos correndo até o meu quarto.

— Você quer ir primeiro? — Perguntei ao Dean enquanto separava a roupa que eu vestiria depois do banho.

— Como assim? Eu quero ir junto com você. — Ele respondeu com um sorriso cafajeste nos lábios.

— Você não presta. — Acabei rindo.

— Presto até demais. — Ele disse dando de ombros.

— E ainda por cima mente. — Falei mordendo de leve o lábio e me aproximando dele, passando meus braços pelos seus ombros e lhe dando um selinho.

— Se eu não prestasse, — Ele começou tirando meu cabelo pra apenas um lado e aproximando seu rosto da pele do meu pescoço agora descoberta. — eu te carregava pra esse chuveiro e te fazia gozar agora mesmo. — Ele completou passando uma das mãos nas minhas costas e me puxando com firmeza, colando nossos corpos e me fazendo arfar.

Ele afastou seu rosto alguns centímetros para poder me encarar com um sorriso safado e vitorioso. Foi minha vez de aproximar minha boca do seu ouvido, fazendo questão de deixar meus lábios rasparem no seu lóbulo.

— Eu adoraria comprovar, — Me afastei um pouco dele —  mas nós infelizmente temos pressa de chegar nessa praia, onde inclusive vamos ter um final de semana inteiro pra ver se algum de nós presta ou não. — Eu falava baixinho, e quando terminei deixei um selinho demorado no seu maxilar antes de me afastar do seu corpo. — Se você não quer ir primeiro, eu vou. — Conclui pegando minha toalha e andando até o banheiro, não sem parar na porta e olhar para ele, lançando uma piscada que o fez morder o lábio e balançar a cabeça negativamente.

— Desgraçada. — Ele resmungou antes que eu fechasse a porta e entrasse no meu banho.

Saí do banheiro enrolada na toalha e sentindo Dean me comer com os olhos.

— Vai logo pro seu banho, Dean, a gente vai se atrasar. — Reclamei e ele me deu o dedo do meio, pegando suas coisas e entrando no banheiro.

Enquanto ele tomava banho eu me vesti, usando um shorts jeans e uma blusa rendada, só para dizer que eu tentei fazer o estilo praia, calcei um par de sandálias e passei uma maquiagem leve, com direito à base, rímel e blush. Eu terminava de guardar meu estojo de maquiagem na mala que eu estava levando para o acampamento quando Dean saiu do banheiro totalmente pelado, caminhando tranquilamente até a cama, onde tinha deixado suas roupas.

— Você é muito idiota. —Falei, secando sua bunda.

— Só achei melhor já deixar a toalha que eu usei no lugar das roupas sujas, ué. — Ele deu de ombros.

— Tudo bem. — Eu disse, fechando a mala e andando até a porta do quarto. — Eu vou te esperar lá embaixo, com a vovó, na cozinha.

— Ok. — Ele respondeu e eu saí do quarto, mas antes mesmo de fechar a porta completamente a abri outra vez.

— Psiu. — Chamei e ele me olhou por cima do ombro. Dei uma boa olhada de cima a baixo no seu corpo e pisquei um olho. — Gostoso. — Pude ouvir sua risada enquanto fechava a porta.

Desci as escadas e fui até a cozinha notando uns sanduíches com uma aparência fenomenal sobre a bancada, enquanto minha vó estava de frente pra pia, lavando alguma louça.

Ela parou por um segundo e então teve um forte ataque de tosse, e eu me aproximei rápido dela.

— Vó, a senhora tá bem? — Perguntei passando um braço nas suas costas e segurando sua mão com a mão que estava livre.

Ela tossiu mais algumas vezes antes de se estabilizar e me responder.

— É só uma irritação, querida, sinto como se a garganta tivesse coçando por dentro. — Ela deu um sorriso amarelo e se afastou, pegando os sanduíches e colocando sobre a mesa. — Cadê o Dean? — Ela perguntou, parecendo mais agitada que o normal.

— Ele teve que tomar um banho, tava se vestindo quando eu desci. — Respondi ainda desconfiada.

— Os sanduíches vão esfriar. — Ela disse, pegando uma jarra de suco da geladeira e colocando na minha frente.

— Estou sentindo um cheirinho maravilhoso de queijo quente da vovó! — Dean chegou animado na cozinha.

— Ele está te esperando, filho. — Vovó respondeu toda sorridente.

 

Depois de devorar os sanduíches eu e Dean saímos apressados de casa, já estávamos atrasados e a praia não era tão próxima da cidade, então levava um bom tempo para chegar até lá.

O carro saiu da rodovia para uma estrada de chão cercada por rochas e algumas folhagens, mas também era notável a areia no chão, indicando que estávamos próximos da beira do mar. Demorou cerca de 40 minutos para chegarmos até o lugar, mas assim que Dean estacionou o carro perto dos outros poucos que já haviam chegado, eu fiquei maravilhada com a paisagem que se estendia adiante.

— Uau! É linda. — Falei já abrindo a porta do carro, louca para por os pés na areia.

— Realmente. — Dean concordou, também saindo do carro. — Sabe, eu tava aqui fazendo uns cálculos, acho melhor a gente deixar pra montar a barraca depois. — Ele disse tirando algumas coisas do porta-malas.

— Mas depois vai encher de gente. — Constatei pegando uma caixa de comida para levar até o espaço coletivo.

— E nós vamos ter que infelizmente — Ele fez uma pausa dramática. — montar a nossa um pouco mais longe, porque não vai ter sobrado espaço.

Eu tive que dar risada.

— Você é muito otário. — Pestanejei. — Apesar de ser tentador, eu ainda acho melhor ficarmos perto de onde vai estar melhor iluminado, e com algum movimento, é menos perigoso.

— Alguém tá te pagando salário pra cortar toda a minha onda hoje? — Ele perguntou exaltado.

— Claro que não meu amor, me desculpa, é que eu tenho um pouco de medo. A gente está numa praia onde toda a população do fim de semana serão adolescentes alcoolizados e chapados, é melhor não correr riscos. — Peguei o celular no meu bolso e chequei-o. — E aqui não tem sinal de celular.

— Tudo bem, eu só espero que estar no meio de todo mundo não me atrapalhei em nada hoje à noite, porque eu vou ficar louco Brooke.

— Relaxa, eu não to falando pra gente ficar no meio de todos, tudo bem se a nossa for uma das últimas barracas, mas não quero ficar totalmente afastada. — Finalizei e ele assentiu.

Depois de descarregar tudo o que estava dentro do carro do Dean começamos a ajudar a organização.

— A gente devia chamar esse lugar de cornucópia. — Charles disse no meio de todo o trabalho. — Eu sei que jogos vorazes não é o maior clássico da história, mas acho que vão gostar da referência.

— Até mesmo porque jovens com hormônios vorazes é o que não vai faltar. — Alguém cuja voz eu não reconheci de primeira falou e todos deram risada.

Olhei para Dean que estava conversando com algumas pessoas a umas 4 mesas de distância e ele estava me encarando. Enviei-lhe um sorriso e voltei a mexer o molho que eu estava ajudando a fazer para o jantar daquela noite.

Charles estava se referindo ao lugar que seria uma espécie de abrigo para nós nesse acampamento. A cornucópia contava com um espaço principal que parecia um refeitório, com várias mesas e bancos. Logo atrás ficava a cozinha. À esquerda havia dois grandes banheiros coletivos, um masculino e outro feminino. Ao lado da cozinha tinha um corredor que levava a uma pequena enfermaria, além de mais duas salas que tinham apenas armários e um ar sinistro que fez nós decidirmos que usaríamos aquele espaço apenas para armazenamento ou para o caso de alguma emergência.

 

Já tínhamos deixado tudo pronto e estávamos sentados em uma roda de cadeiras apenas conversando quando ouvimos o barulho do ônibus e também toda a gritaria animada que vinha de dentro dele. O fim da tarde já estava bem próximo e o clima estava colaborando perfeitamente. Ficamos aguardando todos chegarem até a areia e demorou um pouco até que eu visse aqueles grandes olhos verdes me fitando empolgados enquanto se aproximavam.

— Ah, eu não via a hora de chegar aqui de uma vez e sair daquele ônibus fedorento. — Bet Disse largando uma mala e a sacola de barraca no chão para me dar um abraço.

— Hey! — Dean surgiu atrás de mim cumprimentando-a, ela foi abraçá-lo também.

— Muito bem, pessoal! — Ouvi a voz do professor a poucos metros de nós, tentando chamar a atenção de todos, mas se houve diferença no ruído após sua tentativa, mal dava para notar. — Eu preciso da atenção de vocês por um instante! — Ele tentou outra vez e as conversas diminuíram mais um pouco, mas ainda tinha gente te falando.

— PUTA QUE PARIU DÁ PRA VOCÊS FECHAREM A MERDA DAS BOCAS DE VOCÊS?!?! — Betsey gritou a plenos pulmões do meu lado, e eu tive que me afastar um passo dela e proteger meus ouvidos, porque se tinha algo que Bet podia fazer com uma potência absurda, isso era gritar.

— Apesar da escolha de palavras, obrigada senhorita Thompson. — O professor disse após ter se estabelecido um silêncio. Notei que havia dois homens desconhecidos uniformizados ao seu lado. — Boa tarde a todos. — Ele cumprimentou e a turma respondeu um uníssono “boa tarde” a ele. — Acredito que todos já estejam cientes da programação. Tudo o que for necessário, coletivamente falando, vocês encontrarão no espaço que conta com o refeitório, com os banheiros e enfermaria. — Ele anunciou apontando para a cornucópia. — As refeições serão anunciadas através do sino que fica próximo à entrada. É expressamente proibido se afastarem do grupo sem autorização, e cruzar o limite das rochas que vocês devem conseguir enxergar ao norte, a não ser para a atividade de amanhã, cujos limites já estão demarcados e sinalizados, e devem ser igualmente respeitados. — Ele explicava todo o conjunto de regras e dava para ver boa parte das pessoas sem ouvi-lo direito. Eu não queria nem imaginar a merda que podia dar se alguém se perdesse ou se machucasse fora dos limites. — Além disso, foram contratados dois escoteiros profissionais, que vão nos auxiliar e também me ajudar a tomar conta de vocês.

Então era por isso que aqueles caras estavam ali.

— Eu quero o da direita. — Bet me cutucou e eu apenas soltei um riso nasalado, ainda prestando atenção nas palavras do professor.

— Pois bem, comecem a montagem de barracas, escolham o lugar que preferirem nessa área próxima ao refeitório, e por favor, não arrumem confusão ainda, esperem pelo menos algumas horas pra me dar trabalho. — O professor mal terminara de falar e todos já estavam agitados tentando se apressar para ocupar o espaço que julgassem melhor para montar suas barracas.

Eu fui seguindo Dean e deixei que ele escolhesse o nosso lugar, afinal ele provavelmente entendia mais de acampamentos do que eu. Ele escolheu um lugar próximo a algumas rochas, onde caberia perfeitamente nossa barraca e a barraca da Betsey logo ao lado. Não estávamos exatamente no meio do maior movimento mas estávamos próximos o suficiente do resto da turma e da cornucópia.

Depois de algumas tentativas, dentro de uns 30 minutos conseguimos deixar nossa barraca impecável, e eu estava enchendo o colchão de ar para poder organizar todas as nossas coisas ali dentro.

— Quer ajuda? — Dean perguntou colocando a cabeça pra dentro da tenda.

— Quero. — Respondi sincera.

— Merda. — Ele retrucou em tom brincalhão e eu ri, lhe dando um tapa leve no braço.

Sentei ao lado do colchão enquanto meu namorado enchia ele até o fim.

— Já sabe que horas começa o lual? — Perguntei.

— Às 9 da noite, por que?

— Pra saber. E que horas são agora?

— 7:30. — Ele respondeu após checar no seu relógio de pulso.

— Isso quer dizer que a gente tem mais ou menos meia hora pra ficar de boa. — Conclui abrindo um sorriso.

— Bom demais. — Ele falou sorrindo de volta.

Assim que ele terminou de encher o colchão eu coloquei nossas malas em um espaço vazio dentro da barraca e nós deitamos. Eu sentia o movimento da sua respiração tranquila debaixo da minha cabeça que estava apoiada no seu peito.

— Se pudesse acho que eu viveria na praia, assim, na areia mesmo, pertinho do mar. — Falei aproveitando para inalar profundamente a brisa que soprava do oceano.

— Depois da faculdade em Nova York quem sabe a gente não se muda pra outro lugar com praia, ou volta pra LA? — Dean deu de ombros.

— Hm, acho que quando eu sair de LA não volto mais. — Resmunguei depois de pensar por um tempo.

— Por que não?

Sai de cima do seu peito e me virei, deitando de bruços sobre meus cotovelos para poder olhá-los.

— Acredito que quando eu sair daqui será um novo começo, e talvez eu esteja precisando de um. O que é importante estará comigo, o resto sinto que vai ser melhor se eu deixar pra trás.

— Até mesmo Bet? E até mesmo a mim, caso eu não entre na Universidade em NY? — Ele arqueou as sobrancelhas.

Revirei os olhos de leve. Bet infelizmente não iria para Nova York, mas ainda assim estaria perto, na Filadélfia, e caso Dean não fosse aceito na Universidade em NY teria de permanecer em LA por mais um ano, mas era algo muito improvável de se acontecer, ele era a estampa do West Coast High desde que botara seus pés na escola, e se tornou, se não o melhor, um dos melhores alunos de lá, não apenas de sua geração.

— Não seja ridículo, você sabe que vocês dois e minha avó são o que tenho de mais precioso, além disso, você não ser aceito não é uma possibilidade — Sorri e inclinei-me para deixar um selinho nos seus lábios. —, e Betsey estará a 150 quilômetros de Nova York, dá para vê-la sempre que quisermos.

— Estou te provocando. — Ele sorriu e eu tive vontade de tirar uma foto, mas logo seu semblante mudou. — Eu sei a que você está se referindo, e tem todo o meu apoio. — Ele estava falando de Bieber.

— Eu amo você. — Disse sem segurar um sorriso. Era verdade, eu o amava muito.

— Eu amo você. — Ele respondeu me puxando para um beijo caloroso, fazendo me rolar pelo colchão inflável, o que me fez rir por conta das instabilidade.

 

Eu e Dean estávamos matando o tempo deitados dentro da barraca após termos nos arrumado para o luau quando o movimento do lado de fora da barraca parecer ficar mais intenso e se pode ouvir uma música um tanto longe de onde estávamos.

— Está começando. — Disse me sentando no colchão

— Estou achando que prefiro ficar aqui contigo. — Dean disse todo preguiçoso.

— Nada disso! — Elevei a voz. — Você não me meteu nessa furada e me fez trabalhar tanto nesse acampamento pra gente não aproveitar agora. — Repreendi-o.

— Mas imagina que delícia ficar deitadinha aqui comigo. — Ele me olhou antes de olhar para o espaço ao seu lado no colchão.

— Se você não levantar essa bundinha linda desse colchão em 10 segundos eu vou sem você. — Disse ríspida, me levantando e fazendo-o balançar por conta do colchão.

Dean bufou, derrotado. Saí da barraca acompanhada pelo meu namorado, que fechou bem o zíper dela antes de sairmos dali em direção à beira do mar, onde as pessoas estavam se aglomerando.

No local alguns garotos do time estavam trabalhando para acender uma grande fogueira enquanto outras pessoas se encarregavam de organizar as caixas de isopor onde estavam as bebidas.

— Dean, precisamos de ajuda com o churrasco. — Charles passou por nós chamando-o.

Ele olhou pra mim e segurou minha mão, com cara de entediado.

— Vá ajuda-los. — Eu disse levando minha mão até sua nuca e acariciando seus cabelos. — Eu vou procurar Bet. — Concluí, dando-lhe um selinho.

Ele assentiu e soltou minha mão, se afastando em direção à churrasqueira.

Dei uma boa olhada ao redor buscando pelo meu par de olhos verdes favoritos, mas sem sucesso. Decidi voltar até onde estavam as nossas barracas, mas Betsey também não estava lá.

— Onde diabos essa nanica se enfiou? — Falei comigo mesma.

Olhei para a minha barraca e lembrei de pegar o meu celular que tinha ficado dentro da mala, ao menos para tirar algumas fotos durante o luau. Assim que o desbloqueei surgiu no ecrã o aviso de uma chamada perdida da minha avó. Devia haver sinal de telefone ali, mas não forte o suficiente para que fosse constante já que, assim como quando chegamos aqui, meu celular estava sem torre.

Já que a ligação era da minha avó decidi procurar por algum sinal para tentar ligar para ela de volta, antes de voltar a procurar Betsey e ir para o luau.             

Andei de um lado para o outro em volta de nossas barracas e nada. Continuei andando pela areia, na direção de algumas pedras, talvez se eu subisse nelas pudesse pegar sinal. Quando eu estava a alguns metros notei que um leve sinal apareceu na tela do celular, mas antes que eu pudesse ao menos abrir o teclado para discar a ligação, ele sumiu novamente. Bufei irritada e guardei o celular no bolso de trás do meu shorts e percorri a curta distância até as rochas.

Assim que eu escalei a primeira pedra pude ouvir uma conversa seguida de algumas risadas. Parei por um instante para tentar ouvir algo a mais, mas as risadas continuaram e apenas isso. Escalei mais algumas rochas e logo pude perceber certa claridade atrás de uma outra grande rocha a apenas alguns metros da que eu estava sobre.

— Que porra é essa? — Perguntei baixinho para mim mesma, deixando a curiosidade mover meu corpo em direção ao local.

Assim que consegui passar pela rocha que escondia aquelas pessoas, o cheiro forte de maconha impregnou o ar que eu respirava e cerca de uma dezena de pares de olhos me encararam assustados, em especial um par cor de caramelo que fez meus nervos esquentarem.

— Mas que caralhos você está fazendo aqui?! — Indaguei elevando a voz.


Notas Finais


hehehehe vamo dale
vcs já sabem q é o justin né
isso nem é suspense
eu não sei fazer suspense aushaushaushaush
ave maria o próximo capítulo está muy caliente, chicas

espero que tenham curtido
não deixem de comentar, por favorrrr <3


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