História Look what you made me do - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha
Tags Hentai, Sasosaku, Sasusaku
Visualizações 94
Palavras 3.442
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vocês pediram o ruivinho, e eu o trouxe! Demorei... mas trouxe!
Boa leitura, espero que gostem. ♡

Capítulo 2 - Extra; Sasori


Fanfic / Fanfiction Look what you made me do - Capítulo 2 - Extra; Sasori

♬ ⏯️ ━━━━ ↺
I don't trust nobody and nobody trusts me
I'll be the actress starring in your bad dreams

Ooh, look what you made me do
Look what you made me do
Look what you just made me do

 

Sakura suspirou leve enquanto desprendia os cabelos em frente ao espelho de seu mais novo quarto; a comissão que havia exigido por trazer Sasuke de volta foi boa o suficiente para se instalar em uma casa nova, um pouquinho afastada das demais. Afinal, ela tinha planos para seguir e, na casa de seus pais, seria impossível os manter no sigilo que precisava.

O perfume de rosas inebriou o pequeno cômodo enquanto ela hidratava a pele alva com um creme específico, sentindo a maciez instantaneamente – adorava como a suavidade se sobrepunha junto ao aroma característico, fazendo-a se sentir imensamente mais luxuriosa consigo mesma também. Sorriu sozinha enquanto vestia a calcinha negra, vendo o tecido deslizando sobre sua pele e assentando perfeitamente em seus quadris, a peça íntima era pequena e provocante; linda, tal como ela. Os olhos esmeraldinos encararam fixamente o reflexo dos próprios seios – era normal se martirizar e invejar o busto farto de Ino, ou os exagerados de Tsunade-sama, mas agora, deslizando as mãos pelos seus; pequenos e macios, tocando sutilmente os mamilos rosados, ela enxergava toda a beleza que existia em seu corpo; nas curvas sinuosas da cintura fina, que criava um contraste perfeito com os quadris largos, descendo até as pernas bem torneadas – presentes de um treinamento árduo com sua força brutal. Se achava – e de fato era – perfeita, linda e poderosa, exatamente como era. Sem tirar ou colocar nada mais.

Mordeu sensualmente o lábio inferior ao cobrir o corpo com uma pequena camisola de cetim branca, quase transparente. Rodou lentamente, ainda em frente ao espelho, apreciando como o tecido delineava o corpo pecaminoso e quase expunha os seios pequenos, desenhando os mamilos quase rígidos com somente a brisa fresca da noite que adentrava a janela aberta e arrepiava sua pele.

Era, de fato, uma noite especial e Sakura queria se sentir a mulher mais intimidadora e sexy possível – tal como ela se sentiu ao encontrar o olhar completamente rendido de Sasuke noites atrás; tal como ela se sentiu quando ele implorou por seu toque com tanto afinco; ou para poder a tocar também. Seu ceticismo precisava que ela se sentisse tão dominante de novo; e ninguém a causava essa sensação – em níveis tão elevados – quanto Sasori.

Todas as luzes se apagaram quando a Haruno se abaixou no chão para afastar um grande tapete que escondia uma passagem que dava diretamente para um porão secreto, abrindo-a com cuidado antes de descer as escadas feitas de pedra. Havia fechado a pequena entrada logo atrás de si e, conforme descia mais, a escuridão se dissipava quando tochas com chamas vorazes se acendiam somente com a vontade de seu chakra. O último degrau se fez presente e Sakura parou, destravando a fechadura da porta de aço bruto a sua frente – que a separava de seu único e precioso Titereiro.

A luz da cela foi acesa e Sakura o procurou ansiosa com o olhar – não o via desde a manhã, quando o trancara a contragosto do mesmo naquele lugar, deixando o marionetista acorrentado e furioso.

─── Sasori ─── chamou-o, esboçando um sorriso cínico ao encontrá-lo; sentado de cabeça baixa em cima da pequena cama que fora encostada na parede fria. Ele sequer ergueu o rosto, permaneceu quieto e não proferiu uma palavra. ─── hm... eu não me lembro de ter cortado sua língua.

A rosada ouviu o barulho característico de correntes em atrito e alargou seu sorriso quando notou-o virar o rosto – o Akasuna tão orgulhoso nunca havia sido aprisionado com correntes que drenavam seu chakra, ficando tão fraco e indefeso. Humilhado.

─── É esse o seu plano? ─── arrogante, ele a perguntou, erguendo o rosto para encontrar os olhos de sua carcereira. As escleras negras circundavam o castanho claro das írises de Sasori, atribuindo-o uma sensualidade curiosa. ─── me manter preso a correntes em um porão? É o máximo que consegue fazer, pirralha?

A Haruno arqueou uma das sobrancelhas, tombando minimamente o rosto para o lado ao observá-lo com uma curiosidade nítida. Calmamente ela se aproximou de uma mesa estacionada no centro daquele lugar, sentando-se sobre ela sem emitir alguma palavra; podia sentir toda a tensão gostosa do olhar dele sobre si – Sasori odiava ser ignorado. Voltou a olhar para ele, cruzando as pernas fartas e apoiando as mãos na superfície gelada da mesa, inclinando minimente o torso para trás. Sakura sentiu sua pele queimando quando os olhos castanhos desbravaram com luxúria cada pequeno detalhe de seu corpo; se demorando nos seios sensuais para fitar com cautela as coxas expostas.

─── Talvez ─── enfim respondeu-o, delineando um sorriso sacana nos lábios ligeiramente vermelhos. ─── eu ainda posso aprender e tirar muitas informações de você.

Sasori desviou o olhar, grunhindo em desaprovação. Foi uma surpresa ter retornado naquele jutsu, mas foi mais surpreendente ainda dar de cara com a garota que o derrotou em campo logo em seguida. De certa forma, era esperado que a Akatsuki preservasse seu DNA para uma futura ressureição, ele sempre considerou a hipótese – mas jamais uma Kunoichi noviça que se mostrava tão prepotente e indecorosa. Já havia avaliado a alternativa de se auto libertar do joguinho dela, porém via-se curiosamente entretido em descobrir qual o limite de toda a insanidade da jovem promissora. E, agora, ela despertava um desejo desconhecido e libidinoso em seu âmago.

─── O que te faz pensar que eu vou trabalhar nisso com você? ─── atacou interessado, voltando a manter um contato visual um tanto tenso com a garota. ─── seus interesses não dizem respeito a mim, pirralha.

─── É tão simples, Sasori... eu já disse pra você ─── o nome dele foi dito em um tom tão suplicante que o ruivo sentiu todo seu corpo vibrar. Contente, Sakura se levantou, aproximando-se em passos lentos da cama onde o Akasuna se encontrava. ─── você me pertence, Danna ─── a Haruno mordeu o lábio inferior quando o viu franzindo o cenho; rangendo os dentes perfeitamente alinhados no mais puro desdém. Ela tocou imprudentemente o queixo masculino e o obrigou a manter contato visual. ─── e por isso vai fazer tudo o que eu quiser, não é?

Sasori grunhiu irritadiço e flexionou mais o maxilar, procurando nos olhos verdes as reais intenções daquela garota no momento em que ela se colocou de joelhos sobre o colchão levemente duro, expondo o corpo curvilíneo bem em sua frente – e aquilo era uma afronta. Era a primeira vez que se via tão próximo dela – e tão próximo de uma mulher. O Akasuna havia se auto privado de prazeres carnais em sua ainda adolescência; muito embora conhecesse o corpo físico e o quanto o prazer do toque era entorpecente, ele próprio nunca havia se permitido desfrutar de tal pecado inerente. Embora estivesse na casa de seus trinta anos, seu corpo fora preservado para todas as idades e não aparentava ter mais de seus quinze anos, quando fatidicamente abdicou de sua própria humanidade. O homem alto, esguio e de suaves músculos sob a pele estava experimentando o quão delicioso era ter o sangue quente correndo por cada uma de suas veias e criando uma sensação prazerosa deliciosa em seu íntimo simplesmente por se ver tão adicto e perto da calorosa Haruno.

Não que quando mais novo nunca tivesse sucumbido ao desejo de se tocar, inicialmente pela mera curiosidade de se conhecer – mas entendia muito bem o quanto o fogo corporal era infinitamente mais atrativo e impudico. Durante toda sua vida sob a pele de porcelana de uma arma letal e perfeita havia vivenciado vários momentos em que tentaram miseravelmente o subjugar e seduzir – Kunoichi’s dotadas de uma sensualidade profissional inigualável em busca de informações, mas que tiveram o desprazer de se encontrarem com um homem livre de quaisquer sensações ou sentimentos. No entanto, agora Sakura tinha uma vantagem gigantesca sobre ele e seu corpo imaculado – haviam sido mais de trinta anos vivendo com uma castidade impudica, agora parecia que cada célula do corpo dele precisasse sentir a veemência do corpo feminino.

Sasori nunca tivera necessidades físicas, e presentemente era tudo o que ele – mais – possuía.

─── E você acha que assim vai ganhar minha lealdade? ─── rouco, Sasori perguntou, sentindo a necessidade de engolir a saliva espessa. Momentaneamente seu olhar vacilou até os lábios finos da garota, amaldiçoando-se por os cobiçar. ─── Tsc... não seja ridícula, qual a sua glória nisso?

─── “Assim”, Sasori? ─── divertida, a Haruno rebateu, fingindo uma inocência dotada de uma sensualidade nunca notada por ele. ─── eu já tenho sua lealdade, ─── sibilou em um tom mais erótico, conduzindo as correntes de chakra que o prendiam e as potencializando simplesmente para ver o ruivo grunhir em relação a breve dor. ─── não é como se você pudesse fazer algo contra mim.

A dúvida surgiu em misto a um desejo genuíno nos olhos castanhos e Sakura sorriu, sendo cuidadosa ao se colocar sobre o colo masculino e não tendo pudor algum ao colar o torso do corpo ao dele, incendiando-se com o fogo que queimava na pele masculina. Os pequenos seios se oprimiram gostosamente no peito másculo e Sakura arfou quando Sasori suspirou igualmente, tentando se conter ao máximo.

─── Agora eu quero você, só você ─── maliciosa, sussurrou ao pé do ouvido direito dele, ouvindo-o grunhir extasiado assim que a Haruno ousou morder o lóbulo sensível. ─── até implorar e me reconhecer como sua única dona, Sasori.

A pele delgada dele se arrepiou e todas as defesas que estava tentando construir em sua mente se dissiparam quando os lábios doces foram oprimidos aos seus, fazendo uma pressão quente e gostosa. Sádica, Sakura era sádica e o Akasuna só conseguia pensar nisso enquanto o gosto adocicado da saliva dela tomava todo o interior de sua boca, levando-o ao torpor quase imediato – de repente, até o perfume dela teve um efeito de completo êxtase em seu âmago, tal qual os próprios venenos confeccionados por ele. Arrebatador e mortal.

A língua feminina invadiu com veemência os lábios do Akasuna, deliciando-se com o gosto peculiar de sua boca e procurando ansiosa pela dele; não tardando em as envolver em uma dança erótica e sensual. Ela podia sentir o quão tenso o homem estava abaixo de si, muito provavelmente lidando com um dilema interno, afinal, Sasori jamais mancharia seu orgulho rente a uma garota tão nova – não com um simples beijo. Sakura sorriu com o próprio pensamento, decidindo o provocar mais quando se sentou diretamente no colo dele, acolhendo o volume oculto pela calça ninja entre as pernas – envolvendo-o com o calor latente e desejoso de seu íntimo igualmente excitado. Sasori grunhiu de novo, gemendo rouco contra seus lábios.  

A rosada afastou minimamente suas bocas e manteve aquele seu sorriso cínico nos lábios quando o sentiu repuxar as correntes com uma força inabalável, quase rosnando como um animal. Viu a malícia explícita nos olhos castanhos e mordeu com força média o lábio inferior dele, puxando minimamente enquanto as mãos faziam o mesmo nos fios vermelhos do cabelo dele.

─── Você nunca fez isso, não é? ─── a voz dela soou irônica e Sakura abaixou o rosto, beijando suavemente a pele alva do pescoço do Akasuna apenas para o chupar em seguida, marcando a tez suave como sua. Ela não era inocente – e estava muito longe disso –, não descartava as possibilidades de que, como um homem, Sasori já tivesse presenciado atos tão depravados quanto, mas, como uma arma, ele não poderia ter tido a mesma experiência. ─── nunca sentiu de verdade, Sasori.

Ele torceu os lábios e ela sorriu, constatando o fato mais do que óbvio.

Ainda mais acalorada do que antes – porque agora tinha certeza que seria sua primeira e única –, a sádica Haruno sentou-se de ladinho ao lado direito do corpo masculino, ainda deixando a coxa direita serpenteando sobre o colo dele enquanto a destra passeava indecorosamente acima do volume que a calça escondia, massageando-o sem pudor algum.

─── Então diz pra mim, Sasori... ─── murmurou, bem baixinho. Privada de qualquer modéstia, Sakura abaixou o cós da calça negra e sentiu a boquinha salivar quando o membro rígido ficou bem exposto a seus toques; a glande sensível e inchada babava pré-gozo o suficiente para lubrificar toda a extensão da rola grossa. ─── diz pra mim que você gosta de me ter no controle ─── completou, beijando demoradamente o canto dos lábios de Sasori, que vibrou e se arrepiou com o contato. Ela estava quebrando facilmente todas suas barreiras, e o Akasuna desmoronou quando teve a rola pulsante agarrada pela mão macia que deslizava lentamente por todo seu tamanho; espalhando seu desejo e deixando a fricção mais gostosa ainda. ─── e não me faça repetir... por favor, Sasori.

O cérebro dele entrou em colapso quando a ouviu pedindo tão manhosa, ao mesmo tempo em que a parte mais sensível de seu corpo era provocada e apertada pela mãozinha quente dela – que mal era capaz de se fechar em todo seu volume. Sasori tombou a cabeça para trás, ofegando e quase rendido aos toques devassos da doce Haruno, parecia ficar ainda mais duro e necessitado enquanto tinha a pele frágil de seu pescoço sendo marcada rudemente.

─── Merda, Sakura... ─── pela primeira vez na noite, o ruivo chamou pelo nome feminino – e ela ficou imensamente satisfeita com o tom erótico na voz rouca, retribuindo-o com uma masturbação mais rápida e intensa. ─── as correntes... ─── pausou, arfando de forma pesada; o corpo estava quente o suficiente para o suor se fazer presente na superfície de sua pele. Irado e inconsequente, Sasori repuxou os braços, fazendo a garota sorrir. ─── solte a porra das correntes. Agora.

─── Hmm... ─── pensativa, ela deslizou a ponta da língua áspera até a orelha sensível, sentindo o prazer inexplicável de o ter arfando e se arrepiando sob seu corpo – tão fervoroso quanto –, somente para sussurrar. ─── mas você está se comportando mal, Sasori ─── ele tremeu quando ela disse seu nome e Sakura sorriu, deslizando o polegar sobre a glande do pau dele unicamente para o ouvir gemer; rouco e contido. ─── o que eu vou ganhar em troca?

─── Você me quer ─── respondeu o ruivo, desafiando-se a manter um contato visual intenso com a rosada que dominava seu corpo – como ele nunca havia se imaginado. E, o grande Akasuna no Sasori, estava quase gozando rente o ar de superioridade daquela garota. Era dela, unicamente dela. ─── você vai ter.

A proposta indecorosa fez o interior da Kunoichi estremecer de desejo e, inconsequente, ela deixou o chakra tão forte se dissipar no ar, livrando aos poucos os movimentos de mãos e braços do Titereiro – que sorriu satisfeito em contrapartida. Ele era um homem de palavra, é claro, mas manteria as circunstâncias que mais lhe fossem favoráveis. No mais, ela apenas poderia o pôr para baixo, com todo o poder que possuía sobre ele e seu jutsu.

As mãos fortes agarraram a cintura fina da Haruno e ele a jogou na cama quase como um animal – a presa prestes a abater sua vítima. Se ela o queria, o teria – e Sasori jogaria com deleite aquele jogo tão insolente dela, descobrindo o quão prazeroso poderia ser seguir as regrinhas fervorosas da rosada.

O manto – que jazia aberto – foi retirado de seu corpo tão rápido quanto o ruivo se colocou sobre a Haruno, reaproximando todo o calor dos corpos necessitados. Delgados, firmes e decididos os dedos do Titereiro acariciavam e apertavam com vontade as pernas fartas da garota que gemia baixinho em protesto, ousando envolver o quadril dele e colar ainda mais seus sexos.

─── Eu quero que você me toque ─── decidida, Sakura grunhiu, erguendo a destra até o pescoço masculino. Um sorriso malicioso foi delineado no cantinho de seus lábios e as correntes de chakra voltaram a tomar forma em seu palmo, serpenteando o pescoço do Akasuna para logo em seguida se materializar. ─── mas não ache que tem mais controle do que eu, Danna.

O ápice da luxúria masculina foi ter sido chamado por ela com tanta formalidade, muito embora o tom na voz feminina transpassasse toda sua necessidade e estivesse mais do que claro que o controle da situação era inteiramente dela. Sakura puxou com veracidade a corrente em mãos, obrigando o ruivo a beijá-la; e ele o fez sem pensar duas vezes. Os lábios voltaram a se envolver intensamente e novamente Sasori sentiu o torpor que era ter a saliva dela em misto com a sua, junto a toco o calor latente que trocavam.

Ao passo em que as línguas sedentas se envolviam, a destra curiosa do Akasuna alcançou a barra da camisola provocante, subindo-a o suficiente para ter acesso a alça tão fina da calcinha que ele sequer teve tempo de olhar antes de a rasgar e tirá-la do corpo necessitado sob o seu. O indicador deslizou lentamente junto ao médio na fenda úmida da intimidade de Sakura, fazendo-a suspirar e gemer baixinho entre o beijo que se mantinha selvagem – nenhum deles se daria por vencido na guerra insana que suas línguas travavam.

A Haruno arqueou mais o corpo quando sentiu como ele massageava bem seu clitóris, pressionando-o com o polegar e arrancando fora de si todo o resto de sua sanidade, que parecia minar em mais e mais desejo entre suas pernas.

Se deu por vencida quando afrouxou o aperto naquela corrente, deixando o ruivo incendiar sua pele com beijos cálidos desde seu pescoço até o busto, marcando o início do vale entre seus seios pouco antes de usar a mão livre para abaixar uma das alças da camisola fina.

─── Porra, Sakura... ─── murmurou, ensandecido até mesmo com o gosto único da pele alva. Os lábios capturaram o mamilo rígido do seio direito dela e o ruivo sentiu sua rola latejar mais quando a ouviu gemendo tão gostoso, mostrando que precisava daquilo tanto quanto ele. No fim, o desejo mútuo e irresistível tirou de ambos quaisquer controles que achavam que tinham. ─── eu vou foder você... te quero afundando essa bucetinha todinha no meu pau.

─── Isso, Sasori... ─── Sakura até mesmo salivava, seu interior se contorcia e quase doía todo o tesão que ele conseguia a fazer sentir. O queria, o queria mais do que qualquer outra coisa. Viu-o erguendo minimamente o tronco do corpo e, autoritária, a menor sorriu, mordendo lábio inferior conforme a glande – já tão lubrificada – era esfregada na entradinha molhada de sua buceta. ─── diz que me quer... vai.

Um gemido rouco escapou por entre os lábios de Sasori quando o aço ao redor de seu pescoço se fez mais apertado e Sakura envolveu sua cintura igualmente com mais força – puxando-o para perto com as pernas e iniciando uma penetração superficial e lenta.

─── Eu... oh, eu quero você ─── faminto, ele apoiou com força as mãos ao lado do corpo feminino – sobre o colchão. Todo seu corpo parecia derreter ao passo que ele experimentava o torpor da carne dela; atolando a rola grossa entre as paredes que o apertavam com tanto desejo. ─── e vou te reconhecer como minha única dona quando tiver acabado com você, Sakura.

Foi impossível se conter perante toda a promiscuidade dele e o desejo latente ocasionado fez com que a Haruno o puxasse de vez para perto, sentindo o impasse de ter o limite de seu ventre pressionado pela cabeça do pau dele, enfim unindo-se carnalmente com o dono de todos os seus pensamentos mais impuros; Sasori sempre a despertou um curioso sentimento além de toda a rixa que existia entre os dois, e era a cobiça em seu estado mais puro – mais obsceno e delicioso.

Sasori a penetrava com toda a ânsia sentida antes; com toda a fúria e por todos os momentos em que tivera a vontade de calar aquela boquinha suja – enchendo-a com os gemidos mais deliciosos e manhosos. O som dos íntimos se chocando era, claramente, o seu mais novo vício; se atolava inteiro nela com uma facilidade imensa graças aos fluidos corporais demasiados e julgava que jamais conseguiria se afastar daquele pecado novamente; Sakura também o apertava mais a cada mínimo segundo enquanto as unhas medianas se deleitavam com os músculos tensionados nas costas dele, rasgando a pele suada e deixando marcas profundas e vermelhas – acendendo ainda mais o lado animal e primitivo do ruivo.

Akasuna no Sasori era seu inferno pessoal – e ela se perderia naquele abismo por mais quantas vezes lhe fosse permitido porque ele, acima de qualquer outra coisa, era dela. Unicamente e inteiramente dela.

(...) 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...