História Looping - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Yooo minna! Espero que gostem

Capítulo 6 - Absintho


A aula logo terminou e Sophia não pode voltar a ter sua forma, pois usava aquele uniforme pequeno, Alexandre a cutucou e perguntou:

- Algo errado?

- Não... Nada.- Alexandre a encarou mas por fim deu de ombros. Voltavam da escola, virando mais uma esquina, indo em direção a casa do garoto. Sem que nenhum deles estivesse esperando o celular do mesmo tocou, era a Vanessa, mãe de Alexandre.

(Ligação ON)

- Alô? Alexandre?

- Oi mãe.- Falou ele.

- Então, houve uma reunião imprevista aqui em meu trabalho então chegarei um pouco mais tarde, seu pai viajou hoje cedo, esqueci de contar a você.

- Ok, ok... E a mana?

- Ela teimou que iria ficar mais dois dias na casa da amiga dela.

- Ok. Mais algo?

- Sophia está com você?

- Sim, ela está, quer falar com ela?

- Sim- O de olhos âmbar passou para a morena.

- Oi?

- Sophia, poderia passar no mercado? Preciso que compre algumas coisas.

- Ok, ok, que coisas?

- Verduras, mignon, costela, açúcar e papel toalha, anotou? O dinheiro está guardado dentro da segunda gaveta do armário inferior da cozinha.

- Sim. Beleza.

- Ótimo, adeus.

- Adeus...

(Ligação OFF)

- Então... Parece que estamos sozinhos até as onze da noite.- Falou ele com um sorriso discreto.

- Sim, acho que comprarei algo...

- O quê?- Perguntou ele, curioso.

- Uns "acompanhamentos"

- Acompanhamentos?

- É.

Logo chegaram na casa, deixaram as mochilas e a mesma foi ai quarto dele para tirar aquele uniforme, mexeu em seu relógio, mostrando novamente aquele corpo adulto de causar inveja e chamar muita atenção.

- Senti falta de seu corpo, desses oppais... Gostosa.- Falou ele encostado na porta, logo ela colocou seu sutiã e teve de pegar outra roupa da irmã do garoto.

Logo saíram, a morena pegou na mão de Alexandre que corou.

- Quer mesmo andar de mãos dadas assim?

- Por que não?

- Porque teve gente que tá olhando e rindo disso.

- Foda-se, mas se quiser...- Ela soltou de sua mão, andando mais a frente.- Só olhe...- Não se passou dez minutos, alguém se esbarrou nela de propósito e falou:

- Me desculpa! Tudo bem?

- Claro!- Falou a morena olhando discretamente para Alexandre.

- E aí? Qual é o seu nome?

- Meu nome não te interessa bonitão, agora com licença.- Passou reto logo com Alexandre apertando o passo para alcança-la e segurar sua mão.

- Me convenceu a ficar assim. Que micão Sophia.

- Não é micão.- Ela riu, logo chegaram no mercado, compraram todas as coisas e com o próprio dinheiro dela, comprou um vinho, logo voltando para o sobrado.

☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ ☆

- Que eu saiba, você falou que bebe a ponto de ficar bêbado, que garotinho levado.- Falou ela guardando os alimentos em seus devidos lugares, tirando de dentro de seu "inventário" Absintho, uma das bebidas destiladas mais alcoólicas do mundo.

- Nossa...

- Impressionado? Vamos preparar... Acho que se tomarmos isso ficaremos em coma alcoólico, vamos tomar menos que meia taça.

- Beleza...- Falou Alexandre a vendo preparar aquele drink.

Logo que pronto, eles subiram com as duas taças nas mãos, sentando na cama, os dois viraram de uma vez, o sabor era tão alcoólico que ardia ao descer a garganta de ambos, não se demorou muito, os dois estavam ébrios. A mesma guardou a garrafa dentro do inventário de seu comunicador, pegou as taças e escondeu, sentiu um certo garotinho a fungar a curvatura de seu pescoço.

- Alexandre...- Suspirou, o mesmo abraçou a cintura da morena que mal sabia ao certo o que estava fazendo. Sentiu a respiração quente do mesmo em seu ouvido, dizendo:

- Não quer colocar uma camisola? Parece estar com tanta roupa...- A morena se levantou, fazendo o mesmo larga-la, ela saiu do quarto, tirou as roupas, colocando para lavá-las, tomou um banho super rápido e pôs sua lingerie vermelha com detalhes pretos, a camisola praticamente transparente e voltou ao quarto.

- Está uma gata... Isso é pra mim?

- Você é um pervertido nato... Não é pra você, só não quero pegar outra roupa de sua irmã...

- Você fica melhor sem as roupas da minha irmã. Fica melhor sem roupa nenhuma... Eu com certeza iria ficar muito excitado se você fosse minha irmã.- Sophia, mesmo bêbada, tinha um pouco de noção do certo e do errado. Sentia o menor levantar um pouco a saia da camisola, dando perfeita visão da lingerie.

O efeito colateral daquela bebida havia "atacado" nos dois, a mesma ouvia um som abafado de tiros e Alexandre sentia como se visse a morena ir embora, ele não iria admitir que estava realmente apaixonado por ela, o mesmo pensava que nada se passava de atração sexual pela mesma.

Sophia abraçou forte Alexandre, ela derramava algumas lágrimas e o mesmo via que aquilo era só uma alucinação, já a morena ouvia os sons que a amedrontavam tanto, sentia-se tão indefesa, logo sentiu um pressionar de lábios em seus secos, logo estavam em um beijo quente, as línguas guerreavam sem fim, aquilo estava saindo do controle, Sophia não queria, dizia que já havia superado aquele garoto, mas naquele momento estava sendo impossível, quando notara, suas costas já estavam em contato com a cama e o menor estava em cima de si, a beijando com sentimento de loucura, paixão e excitação. O mesmo sussurrou no ouvido da mesma:

- Eu quero beijar a "boca" debaixo também.- Aquilo soara tão pervertido e tão normal saindo da boca dele. Ambos estavam com as bochechas coradas, ele já estava dentre as pernas dela, ela sentia o tecido sendo tirado e a boca gelada do mesmo encostar em sua vagina, a mesma nunca havia sentido essa sensação, até porque era virgem. A mesma sentia a língua do mesmo brincar em seu clitóris e em sua entrada a língua áspera do mesmo.

- A-Ale... xan...- Não terminou, sentiu a língua adentrar um pouco em seu canal, suas costas arquearam, sentia o orgasmo... Tão rápido.- N- não devemos terminar isso...- Dizia entre gemidos. Ele lambeu todo o gozo da mesma e disse:

- Vamos, só é uma transa.

- Não garotinho mau.- A mesma trocou as posições, tirou a cueca do mesmo e começou a masturba-lo enquanto beijava a cabeça sutilmente, logo ouvia os gemidos quase inaudiveis do garoto e com isso, colocou tudo na boca, começou a fazer movimentos rápidos o que o fez ejacular em sua boca, ele a mandou ficar de quatro, a mesma, inconsequente de suas ações, obedeceu, empinando ele iria colocar se não fosse o farol do carro de Vanessa, Sophia escondeu tudo quanto é vestígio que havia ali e fingiu dormir, Alexandre fazendo o mesmo, logo ouviram a porta da frente se fechar e a maior olhar o quarto onde os mesmos estavam, vendo que tudo estava normal aos olhos dela, ela foi a cozinha e comeu o jantar que a morena fez.

- Parece que ela não suspeitou

- Não mesmo.- Falou ele.

- Foi por pouco.

- Não, qualquer dia eu irei te comer.

- Não.

- Quem sabe...

- Eu!- Riu a morena baixo.

- Muitas coisas podem mudar...

- Não sei.- Falou por fim ela. 


Notas Finais


Gostaram? Favoritem, comentem e por favor divulguem (Não estou exigindo)

Um beijo! um queijo! E tchau!


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