História Lord das sombras - Capítulo 14


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassino, Depressão, Suspense, Terror
Visualizações 8
Palavras 3.552
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Demoro mas chego o novo capítulo, peço desculpas por ter demorado tanto pra publicar o novo capítulo espero que gostem...

Capítulo 14 - Colapso


Fanfic / Fanfiction Lord das sombras - Capítulo 14 - Colapso

Andando calmamente Thomas evita as ruas principais, indo pelas partes mais quietas do bairro para que possa chegar ao bosque de trilhas, com um sorriso discreto Thomas começa a olhar a moça que não teve ter mais de 25 anos, mas como era pequena ficava fácil carrega-la.

Ele da alguns passos e a olha, quanto mais perto das trilhas mais nervoso ele fica, ideias começam a surgir em sua mente, será que seria certo sair da sua zona de conforto? Seria ela alguém ruim? E se ele tivesse se precipitado? Ela deveria ter família, seria a única forma de sobreviver?

O sorriso já não se encontrava mais no rosto de Thomas, no lugar dele gotas de suor e um olhar preocupado, para em frente ao bosque, e fica por alguns segundos olhando para as árvores.

- Quem realmente é você?

O rapaz então começa a andar rapidamente entre as árvores rumo a trilha que irá levar ele até a acabana, alguns galhos passam por seu rosto e fazem pequenos cortes em seu nariz. Seus pensamentos estão o deixando mais nervoso que o normal.

- Talvez eu tenha tomado a decisão errada.....

Ao chegar na cabana Thomas a coloca na grama e entra, começa a revirar algumas caixas que estão do lado da lareira, entre vidros, ferramentas e pedaços de tecido, ferro e alumínio ele acha duas cordas compridas o suficiente para amarrar a mulher.

Com as cordas nas mãos ele suspira e olha ao seu redor, pega a poltrona e a posiciona no meio da sala virada de lado para a lareira, se senta e olha para os lados, se levanta e pega um banquinho baixinho de madeira clara que estava ao lado da por e coloca em frente a poltrona, se senta no banquinho e fica olhando para a poltrona, da um suspiro e se levanta.

Thomas vai buscar a moça que está desacordada do lado de fora, a leva para dentro e a senta na poltrona, com uma das cordas ele amarra as pernas dela bem juntas, envolvendo o tornozelo a canela e um pouco abaixo do joelho, com a outra corda ele amarra as mãos dando a volta com a corda pelas coxas e amarrando na corda que prende as pernas, então ele se senta de costas para ela no banquinho.

*Ela não deve demorar para acordar...*

Demora só mais alguns minutos para que a mulher recobre a consciência, seu primeiro impulso é tentar se mexer, depois ela olha ao seu redor, passa os olhos por Thomas que nem percebe só depois de uns 5 segundos é que se dá conta de que tem alguém em sua frente e antes que pudesse abrir a boca Thomas fala com serenidade:

- Não grite por favor, ninguém vai te ouvir, você só vai ficar rouca e eu irritado...

Thomas retira o capuz e passa a mão no cabelo, enquanto a bela moça estava mordendo o lábio inferior.

- Qu....que.... Quem é você?

Ele se espreguiça no banquinho, passa a mão no pescoço, e começa a bater o pé no chão com o ritmo de duas batidas rápidas e três demoradas.

- Nem todos os moços são bons....

A mulher arregala os olhos e prende a respiração, parece não acreditar no que está acontecendo, começa a se recordar do rosto de Thomas aos poucos, abaixa a cabeça e tenta se soltar.

- Porque estava roubando?

Ela levanta a cabeça meio sem entender o porquê da pergunta, tenta manter a calma e continua tentando soltar suas mãos.

- Eu tenho família para sustentar.

Thomas se levanta e vira a cabeça de lado.

- Se eu pegar sua carteira? Verei foto de seus pais? Ou filhos?

A moça engole frio, tenta pensar em algo rápido, seus pulsos começam a ficar avermelhado da fricção da corda com a pele, algumas lágrimas começam a escorrer de seu rosto.

- E...e...eu estou sem carteira....

Thomas solta um leve sorriso, coloca a mão em seu peito e suspira, sobe em seu banquinho e abre os braços de frente para ela.

- Bem vinda ao meu espetáculo, hoje você é a atração principal, além de ladra é mentirosa, HAHAHAHAHHAHA.

A mulher então começa a se debater tentando se soltar.

- Qual sua idade?

Pergunta Thomas com um sorriso assustador no rosto.

- Você é louco?

Ele fecha a cara, cruza os braços e solta uma bufada.

- Não seja rude, te trouxe como convidada, seja ao menos simpática.

A moça já estava sem forcas e chorando, olhava para ele com medo e quase sem esperanças, Thomas inclinou a cabeça para o lado e deu alguns passos para chegar até ela.

- Já desistiu? Porque?

Ela o olhava muito assustada e não respondia uma só palavra, Thomas com a manga de seu casaco enxugava as lágrimas da mulher.

- Já que você não diz nada, irei dizer minha visão sobre você tudo bem?

A moça concordou com a cabeça o que trouxe alegria para ele, que rapidamente foi até seu banquinho e ficou de pé.

- Eu vejo uma mulher de 22 anos, que precisa sustentar seu modo de vida, e sem alternativa começa a roubar, e quando se vê encurralada mente para que sintam pena e a libertem...

Ele então começa a ouvir risos baixos e olha para a moça, que estava se segurando para não rir, então desceu do banco e se sentou a encarando, vasculhando cada pedaço de sua mente.

- Se não é isso me diga o que você é....

Com a mão aberta esticava seu braço a frente

Ela respira, passa a língua nos lábios, suspira e diz:

- Eu tenho 24 anos, e achei um modo fácil de conseguir as coisas, e eu prometo não fazer de novo se você me soltar.

Sorri para Thomas

- Sabia que os humanos são ruins em mentir?

Ele olhava para ela como um sádico, se levanta e vai até a sala de cirurgia, abre algumas gavetas e pega um bisturi, volta até a sala e se senta novamente no banco.

- Você sabia que você bate seu dedo anelar enquanto fala algumas coisas? Está nervosa com algo?

Passava os dedos na lâmina do bisturi sem causar cortes.

- E..e..eu não estou mentindo!

A expressão de medo era nítida.

- Qual seu nome?

Thomas não recebe nenhuma resposta, a mulher está com tanto medo que ficou paralisada, olhava para ele como se estivesse vendo a própria morte ali, sentada bem diante de seus olhos.

- Não seja rude, eu quero te conhecer....

Ele se levanta e vai até a moça, corta uma mecha de seu cabelo, a única reação que a ruiva teve foi acompanhar Thomas com os olhos e acelerar sua respiração.

- Tem tanto medo assim de objetos cortantes? Se quiser eu posso trocar por um travesseiro, ou algum líquido, aliais foi assim que te peguei sabia?

Ele tinha esperanças que ela o respondesse, ao final de cada palavra ele olhava para ela a espera de alguma reação diferente, um som, nem que fosse uma tentativa inútil de se soltar, mas ela nada fazia, mal dava para ouvir sua respiração quando ele se afasta.

- Poxa, acho que você realmente não quer conversar não é mesmo?

Thomas da um suspiro, deixa o bisturi no banco e pega a moça no colo, que está sem reação nenhuma só o acompanha com os olhos. Ele a pega no colo e a leva até a sala de cirurgia, deita ela na mesa amarrada.

- Eu queria conversar mais, mas eu acho que você tá muito assustada....

Ele pega o pano com clorofórmio que está no bolso do seu casaco e molha mais um pouco e em seguida coloca no rosto da moça que mal teve reação, parecia que ela nem estava mais lá estava tão assustada que talvez se fugisse nunca mais seria a mesma.

Assim que a mulher desmaia Thomas a desamarra e a prende a mesa, vasculha os bolsos dela e encontra uma identidade com o nome de Vitória, na foto era uma ruiva com os cabelos no ombro todo repicado, era ela um pouco mais nova, talvez uns 3 anos.

- Então você se chama Vitória.......

Ao continuar mexendo nos bolsos ele encontra 400 reais e dois celulares, um no bolso direito de trás da calça é o outro preso na cintura.

- Você é gananciosa e medrosa, pelo jeito não faz isso a muito tempo, já que não teve cautela e ficou apavorada tão rápido.... Nem fiz nada....

Thomas pega uma cadeira que fica nessa sala e se senta de braços cruzados olhando para a mulher.

- Você me deixou confuso por alguns instantes, mas também me deixou um pouco entediado, eu não sei o que fazer com você sabia?

Ele então jogou a cabeça para trás do encosto e ficou olhando para o teto com seus braços pendurados.

- Eu deixei o vidrinho em casa.... Vou ter que voltar la e depois pra cá....

O rapaz então se levanta bruscamente da cadeira, se espreguiça e vai até o armário, começa a abrir as portas e as gavetas até que acha um de seus tranquilizantes, ele olha para a mulher e depois volta a olhar para a seringa.

- Você não me deu escolhas, eu disse que queria conversar, mas sei que se você acordar e eu não tiver aqui vai gritar e se debater até quebrar seu pescoço...

Ele vai até a mesa e aplica no braço esquerdo dela a anestesia, passa a mão no rosto e no cabelo dela e vai para a sala, onde deixa a seringa junto com o bisturi no banco e sai da cabana seguindo uma das trilhas que dá para perto de sua propriedade.

Ao abrir a porta de sua casa encontra alguns funcionários sentados no sofá, que se levantam rapidamente quando veem que Thomas chegou.

- Podem se sentar.... É só um sofá.... Não é exclusivo de ninguém....

Os funcionários de cabeça baixa se dispersam, era comum ter alguns funcionários acordados de madrugada, até porque a casa nunca podia ficar sem alguém acordado, mais uma das regras de Raquel.

- Esperem... Alguém sabe se colocaram uma mesa com gavetas no meu quarto?

Thomas estava fazendo gestos com os braços para tentar mostrar mais ou menos o tamanho da mesa e a quantidade de gavetas, somente um funcionário o respondeu:

- Sr Wighton sua escrivaninha foi colocada em seu quarto assim que o senhor saiu.

Thomas levanta os braços e abre um grande sorriso.

- Qual seu nome?

O jovem caminhava até o sofá.

- Adailton senhor.

Thomas estava feliz, saiu andando para seu quarto e levantou seu braço direito.

- Até mais Adailton, e vá dormir, você parece cansado...

O funcionário ficou olhando para Thomas até que ele saísse de sua visão.

O jovem ao chegar no quarto vai saltitando até chegar na escrivaninha que estava próxima ao seu guarda roupa, tinham colocado também uma cadeira vermelha para ele, ele se senta na cadeira e coloca os pés em cima da mesa.

- Sou brilhante.

O rapaz então se levanta da cadeira rapidamente, por alguns segundos tinha esquecido da bela moça na cabana, então ele abre a as gavetas e retira um frasco de dentro da caixa que estava na terceira gaveta, coloca no bolso e fecha as gavetas.

Ele então sai de seu quarto e vai até a cozinha onde pega uma maçã e uma banana, coloca dentro de um saco plástico transparente e sai pela porta da cozinha indo até a casa de máquinas.

Ao chegar lá, ele começa a observar alguns alicates que estão pendurados na parede, e pegou um alicate de corte com alívio de esforço de cabo verde, colocou dentro do bolso de sua calça e saiu para o jardim da frente.

Ao sair de casa foi até a trilha mais próxima para que pudesse voltar para a cabana, sem pressa, dava passos lentos, apreciando o céu estrelado e a natureza que o cercava naquele momento.

- Não há nada mais lindo que a natureza.

Puxava bem fundo o ar como se quisesse aproveitar cada molécula de oxigênio que enchia seus pulmões.

Ao chegar na cabana antes de entrar ainda ficou sentado em algumas pedras que haviam ali em frente, ficou lingando as estrelas com o dedo como se estivesse formando uma imagem.

Não demorou muito para que se entediasse e entrasse na cabana, foi até Vitória e ficou olhando para ela por alguns minutos, logo em seguida vai até a pia, pega uma bandeja de alumínio e coloca a maçã, a banda é o alicate enfileirados um do lado do outro.

- Acho que vou ter que acordar ela com adrenalina, ela é pequena e acho que vai demorar para acordar....

Thomas está de braços cruzados encostado na pia observando o corpo da moça preso a mesa, enquanto decidia se ia ou não acorda-la.

Ele então começa a andar até a mesa para ver se nesses segundos de diferença a mulher acorda, e como Thomas já esperava ela ainda estava em um sono aparentemente profundo.

- Aahh... Não quero deixar para amanhã..... Acho que vou acordar ela mesmo, mais fácil...

O rapaz então começou a mexer em todas as gavetas que tinham na sala, seja da pia ou do armário, estava a procura de alguma injeção de adrenalina que ele tinha certeza que estava em algum lugar....

- Cadê esse demônio que quando eu quero some....

O rapaz estava começando a ficar irritado, até que pegou duas gavetas do armário as retirou de lá e virou no chão, se espalharam pelo chão alguns bisturis, canivetes, agulhas e uma única seringa que continha a adrenalina.

- Como assim só tem uma? Vou ter que pegar mais de casa.....

Thomas então começa a guardar as coisas novamente na gaveta reclamando porque teve que jogar tudo no chão para que pudesse achar uma única dose de adrenalina.

Ao colocar tudo de volta no lugar ele vai até a mulher e quando está para aplicar a adrenalina Vitória desperta e começa a gritar e se mexer tentando se soltar, o jovem se assusta com o grito da mulher e grita junto com ela:

- AAAAAAAAAAAAAAH.... TA DOIDA MULHER? QUE SUSTO, PARA DE GRITAR E SE MEXER VOCE VAI SE MACHUCAR, SEUS PULSOS JÁ ESTAO EM CARNE VIVA.

Ele então deixa a seringa cair no chão e tenta segurar o corpo da moça que parece não ter ouvido uma só palavra do que ele disse.

- Mas.... Da... Pra.... PARA DE SE MEXER IMUNDIÇA

Já irritado com a situação ele dá um tabefe na cara, com isso ela finalmente para de se mexer e só fica olhando para Thomas.

- Porque está fazendo isso?

Ela dizia com a voz trêmula quase chorando.

- Agora você quer conversar?

Mas a ruiva não o respondia, e isso o deixava irritado.

- Não vou responder suas perguntas se não responde as minhas.

A moça começou a chorar, não falava nada, não dava nem um sinal de comunicação, só sabia chorar.

Thomas um pouco entediado foi até a pia e pegou a maçã, começou a comer enquanto olhava para a mulher, que para surpresa de Thomas começou a cantar The Scientist do Coldplay.

- Nobody said it was easy It's such a shame for us to part.....

Thomas se desencosta da pia e vai até a mesa segurando a maçã.

- Porque cantas essa música bela moça?

Ela olha para Thomas fecha os olhos e não diz uma só palavra.

Thomas joga a maçã no chão e volta para a pia, pega o alicate e vai até a mesa.

- Abra os olhos.... Veja isso.... Sabe o que é?

A mulher abre os olhos e responde:

- Minha dor....

Ele inclina a cabeça para o lado direito e coloca o alicate ao lado da cabeça de Vitória.

- Você me parece ter algo de diferente.....

A mulher suspira e olha nos olhos de Thomas.

- Todos nós somos...

Thomas desvia o olhar e vira de costas, se apoiando na mesa.

- Curioso, é como se eu reconhecesse essas palavras....

Quando ele vira novamente para olhar nos olhos da jovem ele vê do outro lado da mesa uma massa cinza com dois pontos vermelhos, ele olha para a moça e novamente para o outro lado, mas já não vê mais nada.

- Acho que estou ficando com sono... Vamos logo com isso então....

Ele sai da sala de cirurgia para buscar o bisturi e quando chega lá e olha para poltrona que está de costas para Thomas, ele vê o topo de uma cabeça, rapidamente ele vai até a frente e quando olha não pode acreditar no que está vendo.

- Seus olhos...

Thomas encontra um gato..... Um gato preto de olhos vermelhos deitado na poltrona, olhando para ele.

- Como você entrou aqui?

O jovem foi até o gato e o pegou no colo.

- Não tem dono?

Ele então se virou para pegar o bisturi que estava no banco atrás dele, e quando se vira vê um homem com seus 50 anos, um pouco calvo e com uma barriga um pouco saliente, estava vestido com um terno marrom e possuía os olhos vermelhos.

- George.....

Thomas não estava assustado mas sim curioso, não precisou bem pensar para reconhecer seu antepassado, e antes que pudesse dizer algo ele ouviu.

- Refaça meus passos e eu retornarei...

George não tinha mexido um músculo nem mesmo falado algo, e o jovem nem teve tempo de responder, em um único piscar de olhos George se dissipou em sua frente.

Ele então pega o bisturi e volta para a sala de cirurgia, soltou o gato encima da mesa onde a moça estava amarrada e olhou nos olhos dela.

- Está pronta para seu dever?

A mulher tentou mexer seu braço esquerdo mas sem sucesso só respirou fundo e disse:

- Você não é o mesmo... Seus olhos... Estão diferentes, não estão vazios....

Thomas deu dois passos para trás e colocou as mãos na cabeça, quando o gato deu um miado o jovem se jogou no chão começou a gritar e se debater.

- O QUE ESTA ACONTECENDO??? QUE DOR É ESSA???? AAAAAAAAAAAAAAH

Em alguns segundos tudo se silêncio e Thomas ouviu novamente aquela voz:

- Não entre em pânico, só faça seu trabalho.

O rapaz tira as mãos da cabeça e quando olha para o teto vê George com a mão estendida para ele, Thomas então se levanta e fica olhando para George.

- Esteja comigo, não em mim, se tentar novamente eu o rejeitarei....

George sorri e se dissipa novamente diante de seus olhos, o rapaz então foi a mesa novamente e ficou olhando fixamente para a mulher, até que o gato miou novamente e então Thomas começa a discernir vários golpes no peito e rosto de Vitória.

Vitória começa a gritar e se mexer desesperadamente na esperança que alguém chegue ou a escute, e Thomas não tem nenhuma reação a não ser continuar cortando e dilacerando a mulher.

Em alguns minutos Vitória está totalmente irreconhecível, Thomas larga o bisturi e olha para sua mão que está coberta de sangue.

- Isso foi tão diferente mas ao mesmo tempo tão familiar.....

Thomas nem piscava, foi até o banheiro e lavou sua mão e seu rosto que estavam com alguns respingos de sangue....

- Foi libertador....

Thomas começa a olhar seu casaco e vê que ele está sujo de sangue, rapidamente ele retira seu casaco, pega o frasco de tampa azul e volta para a sala de cirurgia, jogando o casaco no corredor.

- Tanaram Tanaram seu sangue eu vou guardar e suas memórias preservar....

Ele pega uma seringa vazia e coleta o sangue da ruiva e coloca dentro do potinho.

- Tudo estar como deveria estar....

Thomas então desprende o corpo sem vida da mulher e vai até o armário buscar o facão, e então começa a desmembrar a mulher, com o alicate ele retira todos os dedos e dentes e os separa.

Depois de ter preparado todo o corpo ele vai até a lareira e do lado esquerdo dela pega uma pá, vai para o lado de fora e começa a caçar 6 covas fundas, em cada cova ele colocou um pedaço do corpo da moça, cabeça, braço direito, braço esquerdo, perna direita, perna esquerda, cabeça e a última cova para os dedos e os dentes.

Depois que terminou o serviço o rapaz foi calmamente limpar o local de todo aquele sangue, colocou um par de luvas de borracha e fez uma mistura de produtos jogou na sala e na mesa, jogou água fervendo na mesa, e no final, passou um pano com álcool no chão, na mesa, no facão no bisturi e no alicate.

- Perfeito...

Thomas se espreguiça e vai até a sala, e encontra o gato sentado enfrente a porta de entrada olhando e miando para ele.

- Vou queimar essas roupas e vamos para casa tá?

Thomas então ascende a lareira e retira suas roupas, vai até o corredor e pega seu casaco, joga tudo no fogo, e pega uma camisa preta e uma calça jeans marrom em uma das caixas que estava na sala.

Assim que suas roupas viram cinzas ele apaga a lareira e pega o gato no colo.

- Vamos Cronos, vamos para a casa...


Notas Finais


Me digam o que estão achando pessoal, eu estou gostando muito de como a história está ficando...


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