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História Losers - Capítulo 6


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Notas do Autor


VAMOS q estou a base de chá 👁👄👁

Capítulo 6 - Meus Sentimentos


— Coby? — Fala Michael silenciosamente.

Desperto de meu sono. Demoro um pouco pra me dar conta de onde estou, e noto que estou na casa de Michael. Me lembro perfeitamente das coisas que aconteceram ontem, mas quem esqueceria?

— Já amanheceu, Coby. Tenho que me levantar, fazer o café de todos. — Diz ele, ainda sussurrando, talvez para não acordar Tony, que está no chão ainda em sono profundo.

— Hm? Ah... Claro. — Me afasto dele e fico de pernas cruzadas.

Ele se senta na cama, mas fica me encarando um pouco antes de ir. Ele põe sua mão em meu rosto e fica acariciando, por fim, ele se aproxima de minha testa e dá um beijo, deixo-o fazer isso a vontade. Então, ele se levanta e sai do quarto, ainda de cueca.

Eu simplesmente não sei. Eu não sei o que sinto. Sinto segurança, calor e carinho perto dele, mas todos esses sentimentos são novos pra mim. O que eu devia fazer? Como já dizia o ditado, só sei que nada sei. 

Repentinamente, meu celular ao lado, em cima de uma mesa de cabeceira no caso, ele treme, talvez uma mensagem de alguém, ou sendo mais específico, de minha mãe. Pego ele, o ligo e de fato estava lá, a mensagem estampada bem na minha cara. Porém é uma mensagem que não esperava.

Vou até no privado de minha mãe, e ela me mandou uma mensagem, neste exato momento aliás, perguntando:

— Filho, você não quer ficar aí até mais tarde não?

— Como assim? — Fico em dúvida.

— Ah! É que não é nada, só que eu vou passar o dia trabalhando novamente, e gostaria que você ficasse na presença de mais alguém, não gosto de ver você sozinho. Doi o coração da mamãe! — Ela está bastante carinhosa. Tem alguma coisa aí, toda manhã ela era quase aborrecida ou estressada, mas nada muito exagerado, mas se percebia isso.

— Claro mãe, ficarei estudando aqui, novamente. — Respondo, e mando um emoji de uma pessoa com olheiras. Ela dá uma risada.

— Certo! Tome café da manhã, e vá estudar! Quero ver meu filhinho nutrido! — Isso foi só a confirmação, tem algo aí. Mas decido não perguntar, então, dou apenas risadas forçadas. Ela continua — Bem, tenho que ir. Beijinhos da mamãe! — E então, ela sai do aplicativo.

Me jogo na cama novamente, e concluo que: irei conviver mais um dia com esses sentimentos, que mal sei o que eles representam.

————

Estou agora de roupas, vestindo uma camisa branca, short branco, sem tênis ou algo do tipo e meus cabelos estão tão desarrumados como nunca. Eu já tomei meu café e os outros também. Falei para Michael sobre ficar aqui até de noite provavelmente, ele topou, porém, Tony e Alyssa não disseram o mesmo, eles infelizmente, tiveram que voltar. Por fim, apenas sobrou Briggite.

Ela não é muito de conversar, o que deixa as coisas meio desconfortáveis. Porém, iremos jogar um jogo de cartas essa tarde, o que é um benefício, pois já vimos antes que Briggite é bastante competitiva, e isso é incrível.

Estamos na piscina, Briggite está na cadeira de Sol e embaixo de um guarda-sol enorme, tentando evitar pegar Sol ao máxima. Eu e Michael estamos na piscinas, encostados na borda dela.

— Então, você disse que seus pais não iriam vir hoje... — Começo — Eles trabalham com o que?

— Bem, eles são empresários em uma empresa famosa aí, estás sempre cheios de viagens a fazer ou até mesmo muito trabalho a se fazer, por isso quase não aparecem. — Ele dá uma pausa para me encarar, com um sorriso no rosto. Fico com as bochechas coradas por isso. Ele continua — E seus pais? Fazem o que?

— Bem... Você quer dizer o que minha mãe faz. Ela é enfermeira, sempre ocupada e quase todo dia chegando muito tarde em casa. Já meu pai? Ela se separou muito cedo dele, e não sei bem o que ele está fazendo agora, mas antes ele costumava falar, se não me engano, queria ser escritor ou algo do tipo.

— Escritor! — Repete Michael, com brilhos no olhos.

Olho para as suas costas e vejo que Briggite não está mais na cadeira, ela havia sumido. Sinto a água da piscina criar movimentos, então, me viro para as minhas costas e noto que ela está entrando na piscina.

Ela se aproxima de nós, não sabemos pra quem ela está encarando, pois ainda está usando os óculos escuros.

— Mas que dia monstruoso, não é rapazes? — Diz ela ironicamente. Ela se aproxima ao meu lado e se pendura na borda da piscina.

Nós ficamos calados a encarando. Eu e Michael nos olhamos uma vez, com as bochechas risadas. Ficamos em silêncio por um momento, quando Michael quebra o mesmo:

— Bem! Acho que tenho limonada na geladeira, eu já volto. — Ele nada até a saída da piscina, sobe as escadas e caminha em direção a cozinha.

Briggite dá uma risada e então diz:

— Eu não acredito que vou dizer isso...

— Dizer o que? — Pergunto. Ela suspira.

— Bem... Acho que devo desculpas a vocês. Era só uma brincadeira, e eu vacilei com vocês e incomodei vocês. — É claro, ela está falando sobre ontem.

— Não, não, não... Está tudo bem, juro. — Ela vira seu olhar pra mim, ainda sem tirar os óculos de Sol e ergue uma sombrancelha.

— Sério? — Duvida ela.

— Sim... Bem... — Na verdade, eu nem sei se o que eu disse é verdade, ou estou só me iludindo. Continuo — Eu na verdade, nem sei. É só que... Posso ser sincero contigo?

— Fique a vontade. — Responde ela, no mesmo tom de voz.

— É que... Eu não sei. Eu senti algo diferente ontem a noite, quando aquilo aconteceu... O 'tchan'. — Ela dá uma leve risada — Um sentimento, algo que eu nunca senti na minha vida. Porém não era um sentimento ruim, era algo bom... O que você acha? Eu devia dar ouvidos pra isso? 

Ela fica calada por alguns segundos, olhando para o nada. Quando digo de novo:

— Por favor, me ajude! Estou desesperado com isso!

Ela vira seu olhar em minha direção novamente, e agora abaixa seus óculos para me enxergar melhor.

— Acho que eu e você temos uma longa conversa sobre isso. E eu posso te garantir, eu te entendo. — Ela volta a olhar para o nada.

Na hora que fui questionar mais sobre o 'me entende', Michael chega na hora com um prato de metal grande, e nele havia três copos de limonadas. Agarro meu copo e começo a tomá-lo rapidamente, por causa da enorme ansiedade que estou sentindo agora.

Algo me diz que essa conversa irá esclarecer muitas coisas, ou talvez não.

————

Estou agora no quarto, deitado na cama de Michael, olhando para o teto e pensando sobre essa 'conversa' com Briggite. O que iríamos conversar? Seria sobre mim? Sobre ela? Eu não faço a mínima ideia, mas o desconhecimento sobre isso está me deixando aflito.

Sinto um impacto logo ao meu lado, é Michael se jogando na cama e caindo na minha esquerda. Ele dá um sorriso e devolvo. Mas acho que ele nota que estou diferente, ele pergunta:

— Está tudo bem? 

— Sim... É só que... Ando meio estressado esses dias, sabe? — Minto, levando o assunto para outro local.

— Ah, entendo. — Ele ergue sua mão até meus cabelos e os afasta de meus olhos, que no caso estavam cobrindo eles.

Ficamos nos encarando por um momento, sem dizer nada. Quero que isso nunca acaba, mas então, o sentimento volta e sucessivamente, me sinto aflito novamente. Faço um rosto triste em sua direção. 

Repentinamente, ele se aproxima e dá um beijo em minha testa, então diz:

— Tive uma ideia. — Presto atenção — Gosta de cookies?

— Claro que sim. — Dou um sorriso triste.

— Perfeito! Então é isso que farei. — Ele se aproxima e me dá um beijo novamente, só que agora foi na bochecha. Ele se levanta e se encaminha até a saída, então, vai em direção a cozinha.

Me sento na borda da cama e encosto minha mão em minha bochecha, bem no local onde ele me beijou. Fico tenso, uma misturas de sentimentos estão me comendo por dentro, um sentimento de afeto e outro dizendo que 'é algo errado'. Eu na verdade, não sei o que é certo e errado agora, só quero descobrir o que tudo isso significa. Noto que este é o momento para conversar com Briggite, Michael está na cozinha e acho que é uma boa ideia de nós conversarmos a sós.

Saio do quarto, vou descendo as escadas calmamente, sem chamar a atenção de Michael e paro na sala de estar. Olho ao meu redor procurando, e não vejo ela em local nenhum. Olho para a cozinha, Michael está lá sozinho preparando os cookies. Vislumbro agora a piscina e, por incrível que pareça, vejo Briggite lá sozinha, com as pernas dentro d'agua. Então, vou até lá.

Me aproximo dela e me sento ao seu lado, de pernas cruzadas. Ela está olhando para o nada, usando ainda os óculos escuros, mesmo não sendo necessário, pois vejo que o tempo está ficando nublado, acho que uma chuva vem aí. Ela está com um cigarro na ponta de seus dedos na mão direita, não sabia que ela fumava.

— Olá Coby. — Diz ela, quebrando o silêncio.

— Olá Briggite. — Respondo, calmamente.

— Suponho que está querendo conversar comigo sobre aquilo, não é mesmo? 

— Bem... Sim, estou. — Respondo, relutantemente. Vejo que ela olha pela porta de vidro, abaixa os óculos e encara Michael da cozinha, e vê que está ocupado preparando cookies.

— Então, estava falando sobre o 'sentimento bizarro', não é mesmo? — Pergunta ela.

— Sim... — Respondo, relutantemente de novo.

— Pode me contar de novo o que sentiu quando o 'tchan' aconteceu? — Pergunta ela novamente e fazendo o uso daquela expressão que usei. Respiro fundo.

— Bem... Como eu já disse antes, não era algo ruim, mas bom, muito bom por sinal. Eu sinceramente, não queria que aquilo acabasse. Me sentia seguro naquele momento, enfim, foi incrível... Eu acho. — Dou uma leve risada e fico com as bochechas coradas.

Ela dá uma risada também e traga o cigarro um pouco. Após ela soltar a fumaça, ela diz:

— Isso pra o que você está sentindo tempo nome, sabia?

— Huh? E qual seria esse tal nome? — Ela dá outra risada, só que mais alta.

— Isso se chama amor, idiota. — Ela volta a tragar o cigarro novamente.

Fico calado por um momento, ou melhor, enquanto ela traga o cigarro. Amor. Mas é claro, amor. Então, tudo o que eu havia sentido, era amor? Desde o início? Continuo sem saber.

— Como assim? — Pergunto, desnorteado. Ela ri novamente.

— Vou dizer em outras palavras agora. Você, está apaixonado! Ou melhor, não só você, mas ele também está. — Dou uma risada exagerada.

— Não, você está errada. Ele não está apaixonado por mim. 

— Garoto, desde o dia que você nos reuniu naquele parque nojento, ele te olha de uma forma diferente, fala com você de uma forma diferente, quer que eu continue? — Devolve ela, grosseiramente.

Ela tem razão. Eu estou apaixonado por ele. E ele por mim. A pergunta é: a quanto tempo ele sentia esse amor por mim?

— Você sabe... A quanto tempo ele sente isso por mim? — Pergunto. Ela solta fumaça novamente e me encara.

— Já faz um tempinho, isso antes daquela briga acontecer. — E isso responde minha pergunta.

Estou me sentindo mal por isso. Ele era apaixonado por mim, e eu mal dava atenção a decida atenção a ele, pra falar a verdade, mal conversávamos na escola, sou um garoto que não gosto de muitas amizades. Mas eu também não sabia o que sentia, continuo atordoado com toda essa informação.

— C-Como você sabe dessas coisas? Tipo, como você sabe o que eu sinto? Como sabe se não estou sentindo outra coisa? — Pergunto, gaguejando. Ela retira seus óculos e me encara.

— Porque eu senti as mesmas coisas que nem você. — Fico calado e ela continua — Quando eu namorei a primeira garota na minha vida, sentia que era algo bom, não queria que aquilo acabasse. Só que era um pouco mais conflitante pra mim, pois me relacionava com garotos também e pensava que aquilo que eu estava sentindo era algo 'estranho' ou 'errado'.

— Então, você é... — Começo.

— Exatamente, bissexual. 

Ah, entendo.

Ficamos calados em diante. Tinha várias outras perguntas se remexendo dentro de minha cabeça, ela parece estae tranquila, olhando para o nada e tragando seu cigarro a vontade. Decido fazer outra pergunta:

— E os outros? Quer dizer... E as pessoas? Quando souberam isso, foi difícil pra você pra elas aceitarem você?

— Está errado, Coby. Sempre mantenha essa mentalidade: Você não precisa da aceitação de ninguém, apenas do respeito. Alguns na minha vida consegui a aceitação e o respeito, o que é um pró. Contudo, apenas consegui o respeito de outras, mas que também é um pró. O respeito é a base de tudo.

Ficamos em silêncio novamente, mas esse não dura muito, pois Briggite diz:

— Acho que você tem mais algo a me dizer, não é? — Ela vira seu olhar para mim. E ela tem razão, eu tinha sim.

— Sim... Vou dizer tudo. — Respiro fundo e continuo — Sim, eu gosto de Michael, e ele de mim. Até agora, demonstro gostar de garotos. E em relação aos sentimentos sobre o 'tchan'? Gostaria de revê-los novamente. A sensação de segurança, de afeto e de quentura.

Ela me encara e dá um sorriso torto, Briggite diz:

— Agora sim, você esclareceu algumas coisas.

————

Estou de volta no quarto de Michael, está a maior chuva lá fora. Era pra eu estar normal e em paz, mas na verdade, não estou. A ansiedade está me esmurrando a todo vapor, me fazendo questionar várias coisas. E se eu não conseguir a aceitação e o respeito de todos? Nem mesmo de minha mãe? E se for algo realmente 'errado'? E se o que Michael estiver sentindo por mim é algo passageiro? E se eu não estiver realmente apaixonado? E se ele não estiver realmente apaixonado? E se...

Mergulho meu rosto no travesseiro e grito. Mas grito bem forte, então, começo a chorar, lágrimas salgadas começam a percorrer todo o meu rosto e molhar o travesseiro.

Me levanto e sento na cama, me virando em direção a parede. Tento materializar essa ansiedade na parede, eu quero simplesmente espancá-la, até não sobrar nada, que morra nas cinzas, e é isso o que faço, começo a espancar a parede. A cada golpe, tento dar com mais intensidade e com mais ódio no coração. Chego no limite, vejo que meus punhos estás sangrandos, prestes a rasgar a pele e virar carne viva. 

Me jogo agora na cama, cobrindo meus olhos com as mãos e me derramando em lágrimas. Quero que todos esses sentimentos horríveis sumam, e sobrem apenas os bons, o que senti quando Michael me beijou, o quando ele dormiu ao meu lado, a sensação de segurança, entre outros. O resto? Que morram!

Ouço a porta do quarto abrir, mas não dou a mínima de quem seja, só quero chorar. Ouço a pessoa dizer:

— Coby! — É Michael.

Ainda estou com as mãos sangrentas, cobrindo meus olhos que estás cobertos de lágrimas. Ouço algo metálico cair no chão e algo se aproximar de mim na cama. Michael retira minhas mãos de meus olhos lentamente e ele as analisa.

— O que aconteceu com suas mãos?! — Pergunta ele desesperadamente, mas não respondo, ainda estou chorando e soluçando.

— E-Eu não sei o que sinto! — Invés de responder sua pergunta, digo isso.

— Ahn? O que quer dizer com isso? — Pergunta ele, desnorteado.

— Eu simplesmente não sei o que sinto! Droga Michael! — Vejo que ele se aproxima mais de mim.

— E o que você sente? — Pergunta ele calmamente.

— E-Eu sinto... — Começo, gaguejando — Confusão. Quero te amar, te adorar. Mas minha própria cabeça começa a dizer que eu não devia! E e-eu...-- 

— E o que você escolhe? Se negar ao amor, ou deixar se levar pela ansiedade? — Ele me interrompe, dizendo em um tom triste.

Ele fez uma pergunta, que antes parecia ser complicadíssima, mas agora, parece que consigo responder. E como resposta, me a próximo e lhe dou um beijo demorado. Parece que ele recebe perfeitamente e continua a beijar, sem me interromper. A ansiedade, confusão, medo, tudo de ruim é evaporado para fora do meu corpo. Agora, sobrou o amor, o doce amor, e eu estou vivendo por isso.

Paramos de nos beijar, ficamos alguns minutos fazendo isso. Nós dois começamos a rir, e ele diz:

— Acho que já sei sua escolha.

— E que bela escolha que eu fiz. — Me a próximo e lhe dou um beijo novamente, só que agora menos demorado.

Ouvimos a porta do quarto bater, e olhamos nessa direção e é Briggite. Ela diz:

— Olha, não sei se os dois pombinhos vão se importar, mas está chuvendo, e sabe, eu não trouxe nenhum guarda-chuva. E então Michael? Qual o processo? — Pergunta ela arrogantemente. Nós dois rimos, até ela ri um pouco. Michael arruma seus óculos e se levanta.

— Eh... Claro, vou arranjar uns guarda-chuvas. — Ele passa por ela, e antes de Briggite ir também, ela dá dois 'joinha' com as magoas e então sai.

Sabe de uma coisa? Agora estou bem melhor.

————

Destranco a porta da minha casa, as ataduras que Michael coloco em minhas mãos estão úmidas e grudentas, a sensação é horrivel. Abro a porta, entro e fecho ela, chego em casa a noite mesmo. 

— Mãe? Cheguei! — Grito.

Esperava ver ela surgir saindo de seu quarto, mas ela surge saindo da cozinha. E não usando seu uniforme de enfermeira, mas um vestido azul, ele é bastante bonito por sinal. Ela está usando maquiagem e seus cabelos estão bem arrumados.

— Ah! Você chegou! Venha filhinho, o jantar está pronto! — Ela adentra novamente a cozinha, sem ao menos perguntar o motivo dela estar tão arrumada. Mas decido ignorar e vou até a cozinha.

Travo o passo instantaneamente e fico arrepiado. Havia alguém jantando com minha mãe, mas alguém familiar. Eu reconheceria esses cabelos e barba castanha e esse terno azul em qualquer lugar. Mas não... Não deve ser. O homem vira seu olhar para mim e diz:

— Olá Coby, bom em te ver de novo. — Ele dá um sorriso.

Não estou ficando louco. É de fato realidade. Estou de frente a Sr. Millard, meu diretor.  




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