História Lost - Capítulo 25


Escrita por: e meyloveb

Postado
Categorias Histórias Originais
Tags Luta, Original, Policial
Visualizações 7
Palavras 873
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


olá, amoress.
Acho que nunca falamos quem faz o Nego e o Bola. Então para vocês terem uma noção de quem é eu vou colocar o nome deles para a imaginação de vocês voar um pouco mais. (vou colocar nas notas finais.)
Espero muiiito que vocês estejam gostando do rumo da história. Amo vocês.
-Bea

Capítulo 25 - Twenty five


Luke POV 

E quando percebi, já tinham se passado quatro meses desde a primeira merda que aconteceu. Quatro meses da quase invasão do Carlos no morro, mais cinco meses da morte da mulher dele. E hoje é o aniversário do pequeno Davi e pela primeira vez em muito tempo eu vou fazer parte dessa comemoração em família. Mas antes disso eu vou acertar tudo com o Nego e o Bola sobre o plano de pegar o vadio que matou meu pai. 

Convenci o dindo de se juntar a nós pra prender esse filho da puta e desde então estamos trabalhando juntos. Ele falou com o capitão dele e agora tamo com o dobro de armamento e homens, dessa vez dá certo. Pro plano funcionar, eu vou continuar fingindo que tô afastado de geral pro bucha continuar dando as caras até a gente poder dar o bote.

Peguei meu radinho e mandei o papo pros crias que iria encontrar com eles na casa do Nego porque tava com saudade da minha neguinha, que aliás está crescendo cada dia mais e isso me assusta. Cheguei em dois tempos no barraco e fui entrando, já era de casa mesmo. 

-Fala parça- Nego falou enquanto catava uns brinquedos da nenê do chão e ia guardando na caixa.

-Fala comigo. Sempre soube que tu ia ficar pianinho por causa de uma mulher mas nunca pensei que seria pela nossa filha.- Agora que eles estavam cuidando mais da Leila, eu comecei a dizer que ela era filha dos três.

-Porra, tu tem que ver como ela me olha agora, mano. Nenhuma patroa conseguiria fazer eu me sentir como essa pequena faz. Satisfação total.- Ele falou com um brilho nos olhos. 

-Visão, se tu maltratar ou deixar essa garota eu te meto a porrada ao ponto de terem que te identificar pelos dentes porque ninguém vai te reconhecer. Ta me entendendo, né?!- Eu disse e ele sabia que eu era capaz.

-Relaxa e goza, essa daqui eu não largo nem morto.

-Acho bom mesmo. Agora, cadê o Bola?

-Deve ta arrumando o cafofo porque hoje é dia dele ficar com Leila.

Ouvimos uma voz na porta e era o Bola... Com uma mina que ele tava pegando.

-Gata, depois a gente se fala. E hoje não vai dar pra gente se ver porque eu fico com minha filha e ela ta acima de todas.

-Depois você me liga então. -Ele deu um selinho nela e um tapa na bunda (Esse é dos meus)

-Que isso, muleque. Ta voando, hein.- Nego falou dando dois tapas nas costas dele.

-Sabe como é né. Elas gostam do papai aqui. 

-Se ilude não. Agora vamos falar do plano que eu ainda tenho que ir na festa lá.

-Esse negócio da tua família ta ficando sério mesmo, né.- bola foi chegando mais e sentando no sofá, acabei fazendo o mesmo.

-Pô, tem nem como. É família e além do mais, o Carlos não seria escroto de me ajudar se ele fosse culpado. E eu vi os documentos dos caras lá. Tenho certeza que ele é inocente. 

-Se tu ta dizendo, a gente confirma e confia, porra. Tamo junto sempre. -Lk disse me abraçando. 

-É isso aí pô. Eles são família mas a gente também é. - Bola disse fazendo o nosso toque.

Depois dessa demonstração de carinho, nos sentamos no sofá e começamos a falar sobre nosso plano. (Desculpa gente, se eu contar, pode ser que a informação vaze então vocês ainda não podem saber.)

-Então o Carlos vai se infiltrar mesmo?- Nego perguntou desconfiado.

-Vai pô. É negócio de família e diz tanto respeito a ele quanto a nós. 

-Então é isso aí. O quarteto mais foda que esse morro já viu.

-Agora eu vou ficar cheiroso porque gostoso e bonito eu já nasci. Valeu. -Falei saindo.

-Vocês são muito iludidos caras, o único ato dessa porra sou eu.- Bola disse se gabando. 

Ouvi de longe o Nego rir e responder: "Não é isso que as minas falam."

Ri enquanto ia pro meu cafofo, estar entre eles é sempre muito bom. Queria muito ter mais momentos como esse. Cheguei em casa e fui direto tomar um banho, como disse antes eu precisava ficar cheiroso. 

Tomei meu banho, enrolei a toalha na cintura e fui pro quarto. Escolhei uma calça, uma camisa lisa mas bonita que ganhei da minha avó no meu aniversário e um tênis. Cabelo tava na régua, risquinho na sobrancelha, perfume estalando. Quem disser que eu tô feio, leva um tiro. 

Peguei um presente que comprei pro Davi, subi na minha moto e me dirigi pra casa do Carlos. Não podia chegar de mãos vazias e eu esperava muito que ele gostasse do que comprei. Não é nada demais mas é simbólico e isso que importa. 

Cheguei na casa dele e ouvi de longe uma música infantil tocando, uns gritos de crianças. Só os docinhos para me ajudarem a suportar isso tudo. Entrei e dei de cara com a Lais vestida de Mulher Maravilha e o Thallys vestido de Homem Aranha. Não consegui me segurar e comecei a rir a li na porta mesmo. Eles viraram pra mim rindo, tenho certeza que estavam se divertindo. 


Notas Finais


o Bola é o Sérgio Malheiros (eterno crush) e o Nego é o Marcello Mello Jr que é outro gato.
Imagina esses dois juntos, chega me emociono rs.
Brincadeiras a parte, espero que ajude vocês a visualizar melhor.
Beijoooo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...