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História Lost - Capítulo 2


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Notas do Autor


Gente, acho que é bom voltar com uma fic dessas. Por muito tempo, Lost ficou parada, mas senti que era o momento de trazer de volta, a história que eu comecei a desenvolver já faz alguns meses. Esse capítulo é um pouco curto, mas vai servir para reintroduzir alguns leitores que começaram a acompanhar, mas que ficaram curiosos com o primeiro capítulo. Ele tem todos os elementos que Lost tem, mesmo com o tempo de duração. E já de quebra, acho que vão se surpreender. Tenho que avisar que não sei quanto tempo pode ser que Lost volte a ficar parada, mas farei o que for preciso para proporcionar mais capítulos pra vocês. Aproveitem!

Capítulo 2 - O Começo - Parte 2


O quarteto de Jack, Kate, Charlie e Antonio andavam pela floresta, enquanto testavam o transmissor que tinham conseguido do avião. Quase que tentando entender o local que estavam, essa ilha parecia ter algo completamente diferente do que o esperado.

(Charlie) – Conseguiu alguma coisa?

(Jack) – Você fica me perguntando se consegui alguma coisa.

(Charlie) – Me perdoe por parecer desesperado, mas antes do piloto ser arrancado do cockpit, ele disse que ninguém vai nos encontrar a menos que a gente... faça esse transmissor funcionar. Então... Há alguma coisa?

(Jack) – Não.

(Kate) – O que você estava fazendo? No banheiro? – Falando com Charlie.

(Charlie) – Eu achei que você pudesse dizer. Eu estava doente. Vomitando. Minha única contribuição tangível para a viagem.

(Kate) – Não. Fico feliz que você tenha vindo, Charlie.

(Charlie) – Toda jornada precisa de um covarde.

(Jack) – Você não é um covarde.

(Antonio) – Acho que posso concordar com o Jack nessa. Você não parece ser um covarde pra mim.

Andando, Antonio sentia algo que o incomodava naquele exato ponto que nem mesmo ele sabia dizer. Mas a preocupação aumentava de um jeito inimaginável. O que ele tinha encontrado na floresta? Era algo que nem mesmo os sobreviventes conseguiam descrever.

*

No voo 815 da Oceanic, Antonio saía do banheiro, tentando manter o equilíbrio para não cair no chão do avião.

(Antonio) – Eve, olha, eu consegui fotos que nem mesmo você acreditaria. Cumpri parte da minha pequena aventura na Austrália, vou me sentar e dizer quais são as fotos que eu consegui.

Antonio olha pra Charlie, que parecia estar nervoso, batendo um de seus dedos nas mãos, enquanto a comissária de bordo, Cindy, olhava para ele, meio preocupada.

(Cindy) – Você está bem, senhor?

(Charlie) – Estou bem. Obrigado.

(Cindy) – Posso pegar uma água para você, ou...

(Charlie) (irritado) – Estou bem. Obrigado. Por favor?

(Cindy) – Tudo bem.

Enquanto Antonio continuava a andar, Charlie começou a correr, esbarrando em Antonio, que depois esbarrou em Jack, de forma meio surpreendente.

(Charlie) – Com licença. Senhor, com licença! [ficando com raiva] Senhor, com licença!

(Rose) – Acho que ele realmente tinha que ir.

(Cindy) – Senhor, com licença! [ficando com raiva] Senhor, com licença!

(Antonio) – O que está havendo, Eve? Nada não. É apenas um passageiro com vontade de ir no banheiro.

Charlie tentava destrancar as portas do banheiro, mas sem sucesso. Antonio voltava a andar em direção a seu assento, ainda no telefone.

(Antonio) – Estou com tudo aqui, e nesse meio tempo, quando eu chegar em Los Angeles, lhe passarei tudo que eu consegui da nossa seção de maravilhas do mundo.

-Com licença? – Uma mulher de cabelos loiros falava com Charlie, meio irritada com o que estava acontecendo.

Ele se senta novamente, enquanto continua no telefone. Depois de falar, Antonio encerra a ligação, ficando do lado do homem de aparência sulista que estava sentado num assento a sua direita.

(Cindy) – Senhoras e senhores, o capitão acendeu as luzes de “apertem os cintos”. Por favor, voltem aos seus assentos e apertem os cintos.

-Senhor, abra a porta, por favor!

Depois da conversa que Antonio e o sulista tiveram sobre segredos e problemas, Antonio estava confiante de que não aconteceria nada, então ele apertou os cintos. Depois, o avião tremeu e a única coisa que ele sentiu foi sua cabeça batendo, e desmaiando.

Na praia, Shannon, a mulher dos cabelos loiros que Charlie tinha esbarrado, se sentava na areia, tomando um banho de sol, enquanto seu irmão Boone se aproximava, ao mesmo tempo em que os outros sobreviventes olhavam para a carcaça e o avião, caído, com um medo enorme nisso tudo.

(Boone) – Ei. Estamos passando por algumas roupas. Classificando-os. Vejo que encontrou sua bolsa. Vamos lá, você quer nos dar uma mão?

(Shannon) – Na verdade, não. Você está perdendo seu tempo. Eles estão vindo.

Boone vai embora, e nisso, Claire se senta do lado de Shannon, fazendo ela olhar para o lado, de forma meio surpreendente.

(Claire) – Esse é o seu namorado?

(Shannon) – O meu irmão. Boone. O maldito presente de Deus para a humanidade.

(Claire) - Eu tinha um estômago.

(Shannon) – Você sabe o que isso quer dizer?

(Claire) – Ainda não. Não sinto o bebê se mexer desde ontem.

Enquanto o quarteto voltava da floresta, de repente, Antonio vê uma briga entre o sulista e Sayid, quase que um empurrando ao outro, tentando se socarem de um jeito inimaginável.

(Michael) - Ei pessoal. Vamos lá, cara, eu não sei o que fazer. Ei.

(Jack) - Ei. Separem-se. Separem-se! Sem essa! É isso mesmo! Acabou- se! É isso mesmo!

(Sawyer) - Filho da mãe!

(Jack) - Estou farto desse caipira!

(Sawyer) - Você quer um pouco mais de mim, garoto?

(Sayid) - Diga a todos o que você me disse! Diga a eles que eu bati o avião! Continue! Diga a eles que eu provoquei o acidente de avião!

(Sawyer) – Se o sapato servir, amigo!

(Jack) – O que está acontecendo?

(Sayid) – Ibn Al-Kalb!

Michael corre em direção a Jack, mostrando pra ele o que parecia ser um par de algemas no local.

(Michael) – Olha, o meu filho encontrou isso na floresta!

(Antonio) – Alguém dentro do avião estava algemado? – Fala, de forma meio surpreendente pra ele.

(Michael) – Ao que tudo indica, sim.

(Sawyer) - E esse cara estava sentado na fila de trás da classe executiva, o voo inteiro, nunca se levantou. Mãos cruzadas por baixo do cobertor.

(Sayid) – Ah.

(Sawyer) - E por alguma razão, apenas botando isso para fora - o cara sentado ao lado dele não conseguiu.

(Sayid) – Muito obrigado por observar meu comportamento.

(Sawyer) – Você não acha que eu vi eles te tirarem da fila antes de embarcarmos?

E nisso, Sawyer e Sayid tentaram se acertar novamente, prestes a começar uma outra briga mais uma vez.

(Sawyer) - Vamos lá, pode vir! Pode vir com tudo!

(Kate) – Parem com isso! – Suspira, depois de separarem a briga entre Sawyer e Sayid. – Nós encontramos o transmissor, mas ele não está funcionando. Alguém pode nos ajudar?

(Sayid) – Claro. Acho que eu posso ajudar nisso.

(Sawyer) – Ah, que ótimo, perfeito! Vamos confiar nesse cara!

(Hurley) - Ei! Estamos juntos nessa, cara. Vamos tratar uns aos outros com um pouco de respeito.

(Sawyer) – Cala a boca aí, Gordão!

(Jack) - Ei! Dá um tempo.

(Antonio) – Aqui, acho que sou obrigado a concordar com o Jack. Estamos nos destruindo com essas discussões!

(Sawyer) – E você, fica quieto aí! – Começa a ir na direção de Antonio, que começa a ficar irritado.

Nisso, Saywer e Antonio começam a brigar um com o outro, enquanto Jack e Kate tentam separa-los novamente.

(Kate) – Parem com isso!

(Antonio) – Você tá tentando se achar o líder aqui por um acaso? – Aponta seu dedo na direção de Saywer, completamente furioso. – Você tá tentando acusar alguém aqui de ter derrubado o avião, mas isso pode ser pra desviar culpa!

(Sawyer) – O que está dizendo? Está insinuando que eu sou terrorista? Que fui eu que derrubei o avião?

(Antonio) – Se a carapuça serviu!

Os dois começam a partir pra cima novamente, começando outra briga, enquanto os sobreviventes tentavam separar Sawyer e Antonio.

(Jack) – Quer parar com isso! – Aponta para Saywer, e depois aponta para Antonio. – Não vamos continuar assim! Até entendermos o que está acontecendo, temos que trabalhar juntos!

(Antonio) – Larga de mim, tá bem! Só estou preocupado com a nossa segurança aqui!

(Sawyer) – Farei o que você quiser, doutor. Você é o herói.

(Boone) – Vocês encontraram o cockpit? – Jack acena com a cabeça, confirmando a resposta de Boone. – Tem algum sobrevivente?

(Jack) – Não.

(Sayid) (olhando para o comunicador) - É banda dupla, especificação militar. As chances são de que a bateria esteja boa, mas o rádio provavelmente não deve estar funcionando.

(Kate) – Você pode consertar?

(Sayid) – Vou precisar de um tempo.

(Rose) – Doutor, o homem com o estilhaço... Acho que você vai querer dar uma olhada nele.

Enquanto Sayid olhava o comunicador, Antonio surgia, tentando conversar com o homem.

(Antonio) – Difícil, não é mesmo?

(Sayid) – Pois é. – Começa a consertar o comunicador, enquanto Antonio começa a observar o conserto.

(Antonio) – Se importa se eu ajudar?

(Sayid) – Não sei se você conseguiria.

(Antonio) – Aonde eu morava, eu tinha que ajudar meu pai a consertar algumas coisas em casa. – Começa a olhar para o comunicador. – O meu pai tinha um comunicador da época dele do exército. Uma vez, ele me mostrou como consertar algo desse nível.

(Sayid) – Seu pai é militar?

(Antonio) – Meu pai serviu na Guerra do Afeganistão contra os Soviéticos. Ele passou por duas incursões na época, antes de voltar para os Estados Unidos, aonde eu estava prestes a nascer. Sendo honesto, aprendi a mexer em boa parte de equipamentos graças a ele.

(Sayid) – O que você acha que pode ser?

(Antonio) – Eu vou na sua opinião, Sayid. Tem que ter um lugar em específico pra poder usar o rádio.

De repente, Hurley se aproxima dos dois, enquanto ele olha para Antonio e Sayid.

(Hurley) – Esses babacas.

(Sayid) – Algumas pessoas tem problemas.

(Hurley) – Claro. Algumas pessoas tem problemas? Nós. Ele. Você é legal. Gosto de você.

(Sayid) – Gosto de você, também.

(Hurley) – Sou o Hurley. – Estende a mão na direção de Sayid, enquanto Antonio. – Então.

(Sayid) – Sayid. – Estende a mão, a apertando.

(Antonio) – Eu sou o Antonio. – Aperta a mão de Hurley, com o trio reunido com o que estava acontecendo.

(Hurley) – Como que você sabe de tudo isso?

(Sayid) – Eu era um oficial de comunicações do exército.

(Antonio) – O meu pai também era militar. Estou usando o que ele me ensinou pra poder ajudar o Sayid.

(Hurley) (olha para Sayid) – É mesmo? Você já lutou alguma vez?

(Sayid) – Eu lutei na Guerra do Golfo.

(Hurley) – Mentira! Eu tenho um amigo que lutou lá. Ele era da divisão de paraquedistas. De onde você era? Força Aérea? Exército?

(Sayid) – A Guarda Republicana.

Antonio começou a caminhar, tentando entender o local em que estavam. Deixando Sayid e Hurley para conversarem um pouco, do nada, ele encontra Kate, dando um sorrisinho, como se não estivesse surpresa. Ele então, começou a andar em direção a ela, ficando do lado dela, se sentando e olhando para o mar.

(Kate) – Não imaginava que você estava no avião.

(Antonio) – É uma longa história. Digamos que eu estava numa viagem.

(Kate) – Como vai o seu emprego?

(Antonio) – Seção maravilhas do mundo. Fui enviado pra Austrália pra tirar as melhores fotos possíveis para publicar na seção da empresa que eu trabalhava.

(Kate) – Não vai contar pra ninguém que nos conhecemos, não é mesmo?

(Antonio) – Tudo por uma velha amiga, Kate. – Olha para ela, enquanto continuava a secar o cabelo. – Não achei que fosse te ver de novo. Não depois de tudo que houve até agora. – Suspirava, como se estivesse com um medo enorme.

(Kate) – Se você entendesse o que eu passei até agora, seria algo que nem ao menos daria pra entender direito. – Olhava para os céus na ilha, enquanto Antonio sentia um medo enorme em seu corpo. – Mas o que não fazemos pelos amigos. Eu não conto e você não conta?

(Antonio) – Sabe que eu sou bom em guardar segredos, Kate. Fingir que não te conhecia era algo que eu soube fingir muito bem, não é mesmo?

(Kate) – Você sempre soube o que esconder e o que contar em cada momento. Não vai ser a primeira vez que um de nós entrega o acordo que temos um com o outro.

(Antonio) – Sempre.

Nisso, Antonio começou a andar novamente, enquanto ele ficava meio surpreso, mas nem tanto. Ele não esperava ver Kate novamente, mas ele sabia que não podia contar nada sobre o que ele conhecia. Mas os segredos que a ilha escondia era algo que nem mesmo ele desconhecia. O que era aquilo que tinha encontrado na floresta?

*

No avião da Oceanic, se levantando para ir no banheiro, Antonio começou a ver seu telefone tocando, mas do nada, ele acaba esbarrando em alguém, ficando meio surpreso.

(Antonio) – Me desculpe...

Ao olhar, ele via Kate, com os braços cobertos, deixando Antonio meio nervoso, mas eles sorriam, como se fosse a primeira vez que se viam.

(Kate) – Nos conhecemos de algum lugar?

(Antonio) – Eu não sei. Você me lembra muito uma velha amiga minha.

(Kate) – É mesmo?

-Tá legal, o tempo de conversa acabou. Vamos. – Um homem de terno preto escoltava Kate, enquanto Antonio ficava meio surpreso com o que tinha acontecido.

Ele ficava meio surpreso, mas ao mesmo tempo, com um sorrisinho meio tímido. Indo para o banheiro, Antonio ficava meio pensativo.

*

Kate começou a andar até Sayid, enquanto acabava de secar seu cabelo.

(Kate) – Está funcionando?

(Sayid) – Parece que está funcionando. Exceto que não estamos pegando um sinal.

(Kate) – Porque estamos tentando pegar um sinal? Não estamos tentando enviar um?

(Sayid) – Sim, mas o que estamos tentando ver são as barrinhas. As barras mostrariam que o rádio está pegando sinal.

(Kate) – Nós precisamos das barras.

(Sayid) – Nós poderíamos transmitir as cegas. Esperar que alguém, talvez um navio que estiver ao redor, consiga captar nosso sinal de socorro. Mas isso seria um desperdício da bateria, o que não poderia durar muito. Mas tem uma coisa que poderíamos tentar...

(Kate) – E o que seria?

(Sayid) – Ver se nós conseguimos um sinal de um lugar alto.

(Kate) – O quão alto?

Sayid olha para a montanha, junto com Kate, deixando bem claro que as coisas tinham acabado de ficar complicadas. Era uma missão que seria um risco enorme nisso tudo.

Jack olhava para o homem de terno preto que estava deitado, com os estilhaços, quase que desmaiado.

(Kate) – Como ele está? Você pode fazer alguma coisa?

(Jack) – Tire o estilhaço.

(Kate) – Mas você disse ontem que se você tirasse...

(Jack) – Eu sei. Mas isso foi ontem. Eu estava esperando que ele pudesse estar em um hospital agora. Se eu deixar ele desse jeito, ele estará morto dentro de um dia. Se eu abrir ele agora, se eu puder controlar o sangramento e ele não ter uma sepse e conseguir encontrar alguns antibióticos, tenho certeza de que ele vai ficar bem.

(Kate) – Eu vou pra uma caminhada.

(Jack) – Como é que é?

(Kate) – Sayid consertou o transmissor, mas não podemos usa-lo. Não aqui.

(Jack) – Kate, espere um minuto.

(Kate) – Foi você que disse que tínhamos que enviar um sinal.

(Jack) – Olha, você viu o que aquela coisa fez com o piloto.

(Kate) – Sim, eu vi. O que faz você pensar que estamos seguros aqui do que na floresta?

(Jack) – Espere por mim, tá bem. – Olha para o homem de terno preto, quase que desmaiado. – Eu não sei quanto tempo isso vai durar.

(Kate) – Sayid disse que as baterias não vão durar.

(Jack) – Tudo bem. Se você ver, ou ouvir, qualquer coisa. Qualquer coisa. Corra.

Kate começou a andar, enquanto Antonio surgiu do lado dela, a deixando meio surpresa.

(Antonio) – O Sayid me disse que vocês pretendem fazer uma pequena missão até as montanhas. Se importam se eu for junto com vocês?

(Kate) – Quanto mais voluntários, melhor. Lembre-se do que eu disse.

(Antonio) – Sou bom em guardar segredos, Kate. Como eu te falei antes.

A missão era agora uma de tentar encontrar um sinal para sair da ilha. Antonio estava prestes a se arriscar, de um jeito nunca antes visto. O medo do que estava na floresta não podia tomar seu corpo, porque ele estava disposto a fazer o que fosse necessário para ajudar os sobreviventes. Kate, por outro lado, sabia que se os outros descobrissem que ela estava no avião com o homem de terno preto, ficaria bem claro a desconfiança que surgiria com essa revelação. O sentimento de que a tensão era enorme progredia em todos os sentidos. Mas para sobreviver e para fugirem, eles precisariam de respostas. E com o transmissor, era bem claro que a chance de conseguirem resgate era enorme.

Continua...

 

 


Notas Finais


Em Lost, nada é por acaso. A ilha sempre terá seus segredos. Sempre terá seus mistérios. Mesmo depois de 15 anos que Lost estreou, os segredos ainda persistem. Os sobreviventes lidaram com inimigos que nem mesmo eles podiam compreender. Para os leitores, essa é a minha deixa para um até logo, com os próximos capítulos. De novo, nada é por acaso. Até a próxima!


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