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História LOST BOY (a camren tale) - Capítulo 34


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Notas do Autor


Volteeeeei vinhadum!

Queria taaaanto postar mais de uma vez, mas o trabalho atrapalha. Pra quê que a gente tem que trabalhar mesmo?

Ah é, pra ter dinheiro pra pagar internet e postar capítulos! :)

Capítulo 34 - Carrie, nada estranha


Fanfic / Fanfiction LOST BOY (a camren tale) - Capítulo 34 - Carrie, nada estranha

Lauren

Quando chegamos na fazenda deu um belo trabalho pôr todos os cães no espaço que improvisamos pra eles na área reservada do galpão, tinham que ficar separados, porque alguns deles passaram a vida brigando e tudo que menos queríamos era que fizessem isso novamente, mas com jeito e paciência, conseguimos. Até o Etan e o Thomas estavam lá ajudando.

Ainda examinei alguns deles de novo, sob os protestos da minha namorada, pois ela queria que eu ficasse quietinha descansando. Eu estava linda com a cabeça enfaixada, parecia um turbante, e passado o susto de saberem o que aconteceu, o pessoal tirou muito sarro de mim por isso.

Na manhã seguinte, não sei como, Camila convenceu um dos médicos do hospital do centro a vir na fazenda olhar minha cabeça, ele fez alguns testes de reflexo comigo, olhou meu ferimento e constatou que estava tudo bem, me disse que eu já podia tirar o curativo, mas pôr bastante antisséptico, de quatro em quatro horas, Camz disse que faria isso por mim.

Depois que tudo se acalmou, ela conseguiu me fazer ficar deitada na cama, vendo uma série, enquanto fazia umas panquecas pra nós, só peço que não toque fogo na minha cozinha. Eu estava quase cochilando, quando minha namorada veio na minha direção com um sorriso enorme e deitou ao meu lado.

– Olha, Lo! Já tem mais de duas mil visualizações! – ela me mostrou o celular com a nossa página no Youtube. Nessa página Camila põe vídeos da nossa rotina, dos nossos resgates, de mim dando dicas de como tratar os animais, de alimentação, entre outras coisas.

– E olhe que você subiu o vídeo hoje de madrugada.

– Sim, tenho certeza de que os Marshall não vão se safar dessa tão fácil, com a comoção popular é mais fácil.

– Com certeza, Camz, mas a gente ainda tem que dar banho nos cães da rinha, dar as injeções, fazer exame de sangue... – meu celular tocando me interrompeu.

Eu atendi, era algo que eu não esperava, não tão cedo, mas fiquei muito feliz com a notícia. É claro que eu não faria objeção nenhuma em ficar com todos os cães da rinha, afinal essa é minha vida, mas a oferta veio em boa hora.

– O que foi? – ela franziu o cenho quando desliguei o celular sorrindo, mas continuava calada. – O que foi, Lo?

– Acabo de receber uma ligação do Canil Los Lobos, eles querem ficar com os cães da rinha.

– Como assim? Quem é esse povo? – Camila franziu o cenho.

– O Canil Los Lobos fica depois de Knoxville, eles adestram cães considerados bravos, intratáveis, ressocializam para poderem ser adotados, eles querem ficar com os cães, adestra-los e deixá-los em condições para adoção.

– E isso é bom, né? – ela sorriu.

– Sim, claro! Eu não faria questão de ficar e tratar todos eles, mas já que eles ofereceram ajuda, não sou eu quem vai recusar.

– Que ótimo então! – Camz me abraçou. – Mas como eles ficaram sabendo?

– Viram seu vídeo, ué! – sorri e ela também, mas de repente sua respiração mudou.

– O que há? – olhei seu rostinho, ela parecia triste, talvez um pouco envergonhada. – Ei, o que foi? – afaguei seus cabelos.

– Eles... Querem levar todos os cães da rinha? Todos mesmo?

– Sim, o cara do Canil, o Eduardo, falou que se dispõe a ficar com todos.

– Ah...

– O que há, meu amor? – segurei suas mãos.

– É que eu... Me afeiçoei à Carrie

– Carrie?

– Sim, a pastor alemão, pus o nome dela de Carrie Mathison– ela sorriu sem jeito e eu franzi o cenho, mas logo lembrei.

– Ah, por causa da série?

– É, o xerife disse que talvez ela tenha sido um cão policial, e eu lembrei que a Yoko adora a série Homeland, especialmente a agente Carrie – ela riu lembrando da senhora.

– É um ótimo nome pra ela.

– É... Mas ela vai embora... – suspirou.

– Você quer ficar com ela?

– Sim, digo, eu... Posso? – Camila me olhou esperançosa.

– Claro que pode, Camz! – Sorri.

– Mesmo?!

– É lógico, sua boba. Porque não poderia?

– Não sei, já temos tantos cães.

– E não vejo problema em termos mais um. Além disso, pretendíamos ficar com todos mesmo.

– Verdade. – Ela se aconchegou em mim.

– E você tem todo o direito de querer ficar com ela, afinal, com vocês duas foi amor a primeira vista. – Fiz bico e ela riu.

– Lauren, eu não acredito que está com ciúmes da Carrie!

– Não, é claro que não estou com ciúmes da cachorra, Camila! Era só o que faltava! – Cruzei os braços.

– Você está sim! – ela me cócegas e eu me encolhi.

– Para, Camz! – eu ria descontrolada. Agora sei como é ruim sofrer um ataque de cócegas.

– Diz, diz que está com ciúmes da Carrie!

– Ok, eu estou! Agora para! – meus olhos lacrimejaram.

– Não precisa... – Ela beijou minha bochecha. – No meu coração cabe muito mais amor do que você, ou até mesmo eu, imaginava.

– Sempre soube disso. – lhe roubei um beijo. – E a Carrie é sua, porque era pra ser.

– Você é tão boa. – ela me fitou, seus olhos emanavam admiração.

– Você também é, e obrigada pelo elogio, mas... Onde estão nossas panquecas?

– Ai, é mesmo! – ela pulou da cama de repente. – Vou buscar! – e saiu correndo.

– Doidinha... – sorri negando com a cabeça.

Pouco depois Camila voltou trazendo um monte de panquecas pra nós, ela queria que eu descansasse um pouco mais, por causa do tiro, mas eu já me sentia bem, não havia motivo pra ficar na cama e não cuidando dos meus animais, mas eu não tinha como negar esse carinho, ela ficou apavorada quando me viu caída no chão, eu tinha que fazer o que ela queria, para poder acalma-la.

– Puxa, que droga... – Camila olhava o celular desconsolada.

– Que foi? – eu ainda terminava de mastigar.

– Eu não ganhei na loto. – minha namorada fazia um biquinho adorável, que eu tive muita vontade de morder.

– Que pena, Camz. – a puxei para se aconchegar em mim. – Mas é mesmo muito difícil, não fique triste por isso.

– Eu sei, mas eu tinha esperanças, como vamos fazer a feirinha de adoção agora?

– Daremos um jeito, princesa. – beijei sua cabeça.

– Como? Não temos nem metade das gaiolas necessárias.

– Rich e eu podemos tentar arrumar algumas, pedindo aqui e ali.

– Talvez. – ela ainda fazia um bico chateado, que eu beijei. – E eu cheguei tão perto.

– Deixa eu ver. – peguei seu celular e de repente comecei a rir.

– Que foi, sua doida?

– Bem, você não acertou todos os números necessários pra ganhar o prêmio máximo, mas uma quadra já está de bom tamanho.

– Uma quadra? – ela franziu o cenho totalmente confusa.

– Sim, nunca jogou na loto?

– Não. – Camila continuava confusa, e extremamente adorável por isso. É claro que ela nunca precisou jogar na loto.

– Bem, às vezes, quando acumula, o prêmio principal é muito alto, e dependendo do número de ganhadores, quem acerta menos dezenas também leva um bom dinheiro.

– Isso significa... – seu sorriso se fez.

– Significa que você ganhou cinco mil dólares por ter acertado quatro números, Camz.

– Isso é sério?! – Camila ajoelhou na cama, um sorriso enorme e lindo enfeitando seus lábios.

– Sim, olhe aqui. – apontei a tela do celular pra ela. – Duas pessoas ganharam o prêmio máximo, cada uma ficou com trinta e cinco milhões de dólares. Três pessoas acertaram cinco números, cada uma ganhou vinte mil dólares, e cinco, incluindo você, acertaram quatro, cada uma ganhou cinco mil...

– Aaaaaahah! – Camila gritou me agarrando pelo pescoço, me dando tantos beijinhos pelo rosto que eu mal conseguia respirar, eu só conseguia rir da alegria dela.

– Calma, calma, Camz!

– Que calma o quê?! Eu ganhei cinco mil dólares! – Ela me jogou na cama caindo por cima de mim e me dando mais beijos.

– Meus parabéns, amor. – Falei quando ela se acalmou um pouco e ficou me olhando, ainda com seu lindo sorriso.

– Obrigada! – ela me beijou e desatou a falar. – Eu vou comprar tudo pra feirinha, vou comprar presentes pra todos, um vestidinho lindo pra June que eu vi no centro e... Vou separar uma parte pra ajeitar seu carro!

– Não, não, Camz, não precisa disso.

– Precisa sim, não quero pegar tétano ao entrar no Camaro.

– Ei, meu carro não está tão ruim!

– Está, e eu não quero discussões, vou comprar umas peças pro seu carro e não se fala mais nisso.

– Camila... – tentei, mas ela me calou com o dedo indicador.

– Eu quero fazer isso por você, sei que é algo material e nem se compara ao tanto de coisas que você fez por mim, que me ensinou, mas é o que está ao meu alcance no momento.

– Ah, Camz... – mordi o lábio tentando segurar a emoção. Ela está tão mudada, continua sendo adoravelmente irritante, mas está começando a entender o real significado do valor das coisas. – Vai gastar seu dinheiro todo comprando coisas pra outras pessoas, e você?

– Eu já tenho tudo de quê preciso. – Se ela dissesse isso há uns meses atrás eu diria que bateu a cabeça, mas agora... – Eu tenho meus filhotes, os melhores amigos, roupas quentinhas pro inverno do campo, comida boa, e... Uma namorada linda, inteligente, generosa, que eu amo...

– E que te ama, muito. – nos beijamos lentamente.

A cada dia eu sentia que nos entregávamos mais a esse amor, eu tinha medo que acabasse, que ela sentisse falta da vida despreocupada de Miami e voltasse pra lá, mas tentava a todo custo afastar esse receio. Confio nela, de coração. Sei que quando ela diz que quer ficar comigo, está sendo totalmente sincera.

– Só... Falta uma coisa. – ela disse ofegante, com um sorriso acanhado.

– O quê? – acariciei sua sobrancelha.

– Eu quero arranjar um emprego.

– Sério?! – Arregalei os olhos sem acreditar.

– Que foi? Você não gosta da ideia? – ela me olhava como se tivesse dito algo errado.

– Não é isso, é só que...

– É só que eu sempre fui uma vagabunda preguiçosa a vida toda, e parece que estou brincando de ser responsável, e daqui há pouco vou cansar disso. Eu sei, ninguém nunca me levou a sério, eu mereço essa desconfiança. – ela suspirou triste.

– Não, Camz, não é por isso. – beijei suas mãos. – Eu só fiquei surpresa, digo, você quer trabalhar com o quê? – perguntei para incentiva-la.

– Ainda não tenho certeza, eu me formei em fisioterapia, mas não sei se é com isso que quero trabalhar, ainda estou estudando as possibilidades.

– Eu acho ótimo que queira arrumar um emprego, e seja o que for que você quiser fazer, vou te apoiar.

– Obrigada, amor, significa muito pra mim. – Camila me abraçou apertado. – Se meu pai ouvisse isso, que não tenho certeza se quero ser fisioterapeuta, ou trabalhar no hospital da família, estaria surtando agora. Mamãe também. É a única coisa em relação a mim que importa pra eles. – ela soou tão triste, que a fiz olhar pra mim.

– Eles podem surtar o quanto quiserem, quem sabe o que te faz feliz é você.

– Só você entende de verdade o que se passa aqui. – ela pegou minha mão e levou até a altura do seu coração, e o meu acelerou forte.

– Porque eu olho pra você, eu quero entender você.

– E é por isso que eu te amo tanto.

– E eu amo você... – a beijei de leve no início, mas se há algo que não somos em cima de uma cama é calmas.

Logo ela estava em cima de mim, beijando meu pescoço, dizendo coisas que faziam meu corpo tremer e meu coração bombear meu sangue com força, cada toque era sentido com tanta intensidade, ela tocava apenas a minha cintura e eu sentia seus dedos delicados percorrendo toda minha pele.

Eu sentia seus beijos no meu pescoço e era como se seus lábios me beijassem inteira, de uma única vez, cada carinho se espalhava como correntes elétricas pelo meu corpo, Camila parecia ter mil mãos sobre mim.

– Lauren... – Ela me chamava de um jeito só dela, era manhoso, mas tão sensual, tão intenso...

– Eu amo você. – sussurrei em seu ouvido e a escutei ofegar, me entregando seu melhor beijo na boca em seguida.

Minhas mãos nervosas não queriam nada entre nós, por isso fui tirando sua blusa, ela me ajudava, tentando continuar o beijo, e aos poucos fomos nos livrando de todas as peças, quando finalmente nos unimos uma à outra, pele com pele, parecíamos estar com febre, mas tremíamos em ansiedade.

– Laur...! – ela abriu as pernas para esfregar a boceta na minha coxa e eu revirei os olhos de prazer. – Oh, Lauren...

– Isso, se esfrega em mim, assim... – Quase implorei. Não sei se há algo melhor que sentir a boceta molhada da minha namorada na minha pele, enquanto ela geme tão gostoso no meu ouvido.

– Assim? – ela sentou comigo entre suas pernas desta vez, segurando meus seios em suas mãos. Então me olhou com uma carinha safada maravilhosa, segurei suas coxas enquanto ela esfregava a boceta encharcada no meu abdômen.

– Porra, Camila, isso é tão bom!

– O quê? Isso? – Ela arrastou o clitóris encharcado na minha pele, e eu rosnei de prazer.

– Oh, boceta! – ela riu.

– É toda sua. – pegou minha mão e levou até sua entrada, quando a toquei ali, tive ideia do quanto Camila estava excitada.

Levei meus dedos molhados à boca e os chupei olhando diretamente para ela, minha namorada estava vidrada nos meus movimentos, lambia os lábios famintos sem ao menos se dar conta, e eu senti uma quantidade generosa de sua excitação escorrer vagarosamente de sua boceta e pousar suavemente sobre minha pele, era quente, muito quente...

– Está muito excitada? – falei divertida, como se eu já não soubesse.

– Você não imagina o quanto! – ela disse entre dentes e segurou meus pulsos os prendendo acima da minha cabeça. Eu diria algo mais para provoca-la, mas não foi necessário.

Com uma rudeza que eu amo quando ela deixa escapar, Camila me deu um beijo cheio de luxúria, tomando minha boca com fervor, se esfregando, lambuzando minha barriga com seu mel.

Eu queria tocá-la, apertar aquele bunda gostosa, que eu tinha o prazer de dizer que era só minha, dar pequenos tapas e ouvi-la gemer por isso. Mas, em vez disso, resolvi deixá-la fazer o que quisesse comigo, pela primeira vez eu queria me entregar de vez para uma mulher, queria vê-la fazer o que quisesse de mim. Ser totalmente, inteiramente dela, de todas as formas.

– Isso, Camz, assim... – eu gemia enquanto ela chupava meu pescoço.

– Você é tão gostosa, Lo. – Ela havia soltado meus pulsos e agora apertava meus seios, minha boceta pulsando por isso.

– Sou toda sua... – sussurrei extremamente rouca em seu ouvido. Ela gemeu baixinho.

– Fica de quatro. – Camila ordenou e eu sorri. Ela fica tão sexy mandona assim.

– O que você quiser, meu amor. – ela saiu de cima de mim e eu me virei na cama, da forma mais provocante que consegui, e acho que deu certo, pois Camila praticamente babava olhando meu corpo, mais especificamente a minha bunda.

– Porra, Lo... – Ela me olhava de um jeito selvagem, e ao mesmo tempo admirado. Eu gosto muito que ela me olhe assim, me sinto mais confiante, apesar da minha perna, que segundo minha namorada, é só um pequeno detalhe. – Nossa... – ela espalmou as mãos na minha bunda e encostou os quadris logo em seguida.

– Hum... – gemi só de sentir seus movimentos de vai e vem quase tímidos. – Camila... – gemi um pouco mais alto quando ela se afastou e passou os dedos na minha boceta por trás, me dando um beijo carinhoso na nádega esquerda logo em seguida. – Vem, meu amor. – desci o tronco e empinei bem a bunda.

– Ah, Lauren. – senti o sorriso em seu tom de voz, e quase gritei quando seus dedos ágeis estimularam meu clitóris.

Encostei o rosto no travesseiro e mordi a fronha com força, quando ela passou os dedos pela minha entrada e em seguida introduziu dois deles.

– Camila! – gemi sem vergonha nenhuma e abri mais as pernas. Antes eu não me permitia ser tão entregue no sexo, talvez fosse apenas pose, ou algo que eu não saberia explicar direito.

Mas com Camila é diferente. Eu sempre quero gemer o nome dela bem alto, mostrar o quanto ela me faz bem, o quanto me deixa excitada, à mercê dos seus carinhos, dos seus toques, mesmo os mais rudes. Tudo que vem dela, pra mim, é maravilhoso.

– Isso, amor, assim! – agarrei os lençóis entre meus dedos com força e Camila me estocava sem dó, aproveitando para esfregar o clitóris na minha bunda. Eu não aguentei mais e empurrei meus quadris contra seus dedos.

– Laur... Porra, assim você me fode! – ela agarrou meus cabelos com uma das mãos e continuou me estocando.

– Você quem... Está me fodendo, amor. – eu sorria ofegante pelas estocadas. – E tá tão gostoso... – gemi manhosa, ainda com um sorriso enorme em meus lábios. O som de nossas peles se chocando tornava tudo ainda mais delicioso, obsceno.

– Ah, amor. – Camila acelerou os movimentos e eu inclinei a cabeça mais para trás.

Eu gemia sem um pingo de pudor agora, Camila gemia junto comigo, acelerando cada vez mais seus movimentos, se esfregando vigorosamente em minha bunda. Eu só conseguia morder a fronha cada vez mais forte e dizer coisas desconexas, nem eu mesma me entendia, era tão gostoso que eu não me continha em revirar os olhos algumas vezes.

Ser fodida assim por ela era incrível, eu nunca fiquei de quatro pra ninguém, mas pra minha Camila eu ficaria, ficaria do jeito que ela me pedisse!

– Oooh, Camila, assim, assim! – eu praticamente me jogava contra ela.

– Oh, porra! Lauren! – ela soltou meus cabelos e se inclinou sobre mim, senti seus seios colando nas minhas costas suadas. Ela continuava me estocando, me fodendo gostoso, mas agora havia afastado meus cabelos para beijar minha nuca.

Nossos corpos se moviam em sincronia, num vai e vem frenético, nossas peles suadas grudavam uma na outra, Camila mordia e beijava meu ombro alternadamente, me levando à loucura em cima daquela cama.

– Me fode, babe! Isso! – senti meu canal apertarem os dedos dela, eu estava muito perto.

– Está quase lá, tão apertada... – Camila mordia meu ombro de leve, me causando uma dorzinha gostosa.

– Oh!! – choraminguei. Meu ventre já doía, eram tantas sensações, eu queria chegar lá, mas também queria que durasse bastante.

– Goza, meu amor, goza bem gostoso, vem... – Ela disse isso com uma voz tão rouca e sensual que foi o estopim para um dos orgasmos mais deliciosos que já senti!

– Oooohh! – ergui a cabeça e gritei de prazer. Meu corpo inteiro tremia, meus quadris se moviam sem controle, com seus dedos ainda dentro.

Depois de um tempo gozando, consegui mover os músculos da minha vagina e remexer o quadril para apertar os dedos dela, sentindo um prazer absurdo ao fazer isso.

– Puta merda, amor! – Camila rosnou, o tesão era evidente em sua voz.

– Deixa dentro... – pedi. – Acho que vou de novo... – comecei a rebolar novamente em sua mão, ela me ajudou, segurando meu quadril, e em poucos movimentos meu corpo tremeu de novo, ela esperou, até que eu não aguentei mais. – Aah! – desabei na cama, completamente exausta.

– Uau. – Camz sorriu e deitou ao meu lado, distribuindo beijos no meu ombro. – Você está bem, Lo? – ela afastou meus cabelos para ver meu rosto. Eu sorri largamente para ela.

– Maravilhosamente bem! – lhe roubei um selinho. – Mas nós ainda não terminamos.

– Nossa, sua ninfomaníaca! – ela riu.

– Vem aqui, vem. – deitei de frente na cama e a fiz sentar na minha barriga novamente.

– O quê você quer? – ela sorria safada.

– Sobe mais um pouquinho. – pedi e Camila ficou de joelhos, sua boceta na altura dos meus seios.

– Aqui? – ela sabia o que eu queria, mas estava gostando daquele joguinho.

– Mais pra cima, amor. – acariciei suas coxas.

– Aqui está bom? – sua boceta estava na altura do meu pescoço.

– Só mais um pouquinho, bem pouquinho. – apertei sua bunda e ela arfou sorrindo.

– É assim que você quer? – ela me olhava de cima, seu clitóris a centímetros da minha boca. Lambi os lábios, salivando de desejo por aquela boceta molhada.

– Assim mesmo. – Acariciei sua pele bronzeada. – Você não gozou, não foi?

– Não. – Ela fez um biquinho triste, mas muito safado, e eu ri. – Mas te ver gozar daquele jeito foi incrível. – ela mordeu o lábio inferior.

– Mesmo assim, eu nunca iria deixar minha namorada, tão linda, tão gostosa, sem um belo orgasmo. – apertei sua bunda mais forte.

– Ai amor... – ela gemeu baixinho e segurou na cabeceira da cama.

– Senta... – pus a língua pra fora e seus olhos brilharam de desejo.

– Nossa... – Camila arfou e foi descendo lentamente, minha ansiedade a mil! Ela podia sentar um milhão de vezes na minha cara, e sempre seria extremamente gostoso!

Camila começou rebolando devagar, passando o clitóris levemente sobre a minha língua, sua carne tremia ligeiramente, e eu segurei sua bunda a ajudando, logo seus gemidos preencheram nosso quarto, seus quadris começaram a se mover mais rápido e ela agarrou a cabeceira com mais força.

Tremi minha língua e ela abriu mais as pernas, rebolando mais forte, completamente exposta pra mim, ela encostou a testa na cabeceira, olhando diretamente em meus olhos, foi quando eu sorri em seu sexo e o chupei gostoso.

– Ai, amor, assim eu não aguento muito tempo! – ela rebolava freneticamente agora, o suor escorria por seu rosto lindo e delicado, sua expressão de prazer era incomparável, nunca tive nada assim direcionado a mim antes.

Camila estava completamente entregue, não havia apenas desejo em seus olhos, havia muita paixão, amor, um amor enorme emanava dela, e era pra mim, só pra mim. Seus cabelos caiam sobre meu rosto, minha namorada estava curvada, se segurava com força na madeira da cama, gemia e sorria de prazer, era lindo vê-la dessa forma.

Ela soltou uma das mãos e tirou meus cabelos do rosto, ela queria ver meus olhos, ela precisava, eu sabia disso, sabia que ela sentia um prazer absurdo ao vê-los escuros de desejo por ela, minha namorada tem um tesão enorme neles e confesso que isso me envaidece.

– Isso, me chupa! Mais forte, amor! – obedeci e ela abriu a boca, o grito ficou preso na garganta, Camila tremeu e eu senti uma boa quantidade do seu líquido molhar meus lábios, recebi de bom grado tudo que ela me ofereceu, enquanto minha namorada gemia e se contorcia de prazer.

Eu a segurei da forma que pude, e quando ela não aguentou mais, saiu de cima de mim e deitou ao meu lado, mas logo aconchegou seu corpo nu e ainda quente no meu. Sem dizer nada beijei seus cabelos, afagando suas costas, passando minhas unhas levemente por sua pele, ela se arrepiou e sorriu, escondendo o rosto no meu pescoço.

– Eu te amo. – ela disse baixinho.

– Eu amo você, minha Camz.

– Hum... – ela ronronou como uma gatinha, beijando meu pescoço. – Fala de novo...

– O quê? Que eu amo você? – beijei seus cabelos. – Eu te amo... – os cabelos dela têm um cheirinho doce tão bom.

– Isso também, mas junto com a outra parte.

– Ah. – compreendi e um sorriso besta se apossou dos meus lábios. – Eu amo você, minha Camz. – Sussurrei.

– Você também é minha? – seus olhos castanhos me fitaram de repente, eles brilhavam cheios de esperança.

– É claro que sou. – lhe dei um beijo. – Sou sua, enquanto quiser que eu seja.

– Pra sempre... – ela suspirou profundamente fechando os olhos e acariciou minha bochecha. – Não posso mais imaginar minha vida sem você, não consigo e nem quero.

– Não precisa imaginar, isso não vai acontecer. – beijei sua testa.

– Promete?

– Prometo.

Nos abraçamos debaixo do edredom quentinho, o frio já começava a incomodar um pouco, mas ter seu corpo quente e nu junto ao meu era mais do que reconfortante, me preenchia do amor mais puro e bonito que já vivi, aliás, que nunca vivi.

Agora eu sabia como era de verdade, e percebi que antes dela, o que eu senti não era tão forte como eu pensava. Quero que ela me queira pra sempre, quero viver ao lado dela o quanto a vida me permitir, e mesmo assim, achar que poderia ter sido um pouco mais. Quero, com todo meu coração, que Camila seja minha mulher.

– Camz? – ela já dormia profundamente nos meus braços. – Dorme, meu amor. – beijei sua bochecha e observei seu rosto sereno por uns bons segundos. Sorri vencida. – Eu também não sei mais viver sem você.


Notas Finais


E aí? Bão? Ruim? Eu gostei.

Eu amo escrever essa história, é tão light e gostoso! :)

Até o próximo, povo! Amo tudin!


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