História Lost Control - Capítulo 1


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Tags Drama, Família, Revelaçoes
Visualizações 5
Palavras 648
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Verdades


-Mandou me chamar, pai?

-Sim, Elizabeth. Desculpe atrapalhar seu treinamento, mas é muito importante.- Elizabeth olhou para o pai. Não era algo bom, pela expressão que ele mostrava.

-Fale.

-Eu tive uma visão. Uma nova Guerra Santa se aproxima.

-Como?- foi tudo o que ela conseguiu dizer. Uma nova guerra estava para acontecer.

-O Rei dos Demônios irá escapar do selo. Ele tem um objetivo e destruirá tudo o que estiver em seu caminho.

-Qual é esse objetivo?! Precisamos impedi-lo!!

-Que isso fique entre nós...- Bartra se levantou e aproximou da filha mais nova.- Ele está atrás de um híbrido de deusas e demônios.

-Precisamos falar com os pecados!!

-Não, Ellie.- chamou a jovem pelo apelido.- Meliodas não pode saber disso. Ele ficaria mais enfurecido do que pensa.

-E por que está falando isso comigo?

-Preciso que procure esse híbrido e o leve para Istar. Lá, os druidas saberão o que fazer.- pôs a mão no ombro de Elizabeth.- Eu sei que você é capaz de fazer isso sozinha, Ellie.

-Quando eu partirei?

-Amanhã, ao amanhecer. Eu mandarei uma carta para os Pecados com uma desculpa sobre você não ter retornado.

-Eu darei o meu melhor, pai.

 

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Como dito, Elizabeth partiu no dia seguinte ao amanhecer. As pistas que tinha sobre o híbrido eram poucas, mas o suficiente para calcular em que área ele poderia estar. A área circulada no mapa correspondia à uma área perto da fronteira. Era para lá que ela iria. A única coisa que incomodava era que Meliodas não podia saber disso. Por quê?

"-Esse colar ajudará você a rastrear o híbrido. Quando estiver perto dele, ele começará a brilhar."

Apertou o colar na mão. Ela estava com a estranha sensação de que algo ia dar errado. Como se um segredo fosse ser descoberto... Ela preferiu não pensar naquilo. Quando anoiteceu, ela parou perto do rio para descansar ali. Rapidamente, Elizabeth dormiu.

 

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"-Nós erramos em fazer isso.
-E o que fará agora?
-Irei embora. Não quero que meu marido descubra.
-Então abandonará nosso filho por medo.
-Não. Não é por isso.
-Tenho certeza que é. A guerra de nossos clãs agora é nossa guerra."

-O que foi isso?- Elizabeth acordou assustada. Que sonho estranho... Quem eram aquelas pessoas? Por que a mulher era tão familiar? Olhou para o céu. Estava amanhecendo.- Melhor continuar andando...- olhou para o colar. Ele estava brilhando.- Impossível... Mal saí da capital.- aproximou-se da caverna que havia ali perto. A luz estava ficando mais forte a cada passo. Ele estava ali. O híbrido.- Tem alguém aí? Oi?

-Você... é aquela garota que... anda com os Pecados... estou certo?- quando Elizabeth encontrou de quem era a voz, ela não conseguiu acreditar. Ele era o híbrido.

-Zeldris?- perguntou.- Você é um... híbrido?

-Como assim? Do... que está falando?- Elizabeth iluminou o lugar. Ele estava encostado em uma pedra, com um grande corte no abdômen.

-Você é um híbrido de deusas e demônios.- ela se aproximou mais.

-Não. Não sei o que você está falando...

-Fale a verdade e eu o ajudarei.- apontou para o corte.

-Está bem.- ele suspirou. Eu sou esse híbrido. Meus pais são o Rei dos Demônios e a Divindade Suprema. Depois que eu nasci, eles se envolveram na guerra dos seus clãs.- naquele momento, ela se lembrou do sonho. Não era um sonho. Era uma visão do passado.

-E o que seu pai quer com você?

-Ele quer me matar. Ele diz que sou... Argh!!- reclamou quando Elizabeth passou a mão pelo ferimento.- Um ser impuro, que deve ser morto.

-Sabe de algo que possa derrotá-lo?

-Eu não. Meliodas sabe.

-Vamos falar com ele, então. Sei que não foi isso que meu pai pediu, mas é o certo a se fazer. Zeldris? Zeldris?!- tudo ficou preto.



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