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História Lost Detective - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Capítulo dois: A casa de Kady.


A casa de Kady era próxima a cena do crime, estranho, ele pensou. Ele não conseguia deixar de pensar no pai de Eleanor, Aaron, como ele agiu tão calmamente ao ver sua filha morta? Talvez ele tenha a matado, divagou.
  Theodor só percebeu que chegou a casa de Kady quando o GPS lhe avisou, ele estava tão distraído... Não conseguia deixar de pensar em Aaron, e se ele tivesse matado a filha? O que levaria um homem, em sua completa noção tirar a vida de sua própria filha? Ou melhor dizendo o que leva o homem, como um todo, a matar outro?
  Ao sair do carro, sentiu seu corpo se tencionar e sua respiração ficar profunda, seria a Kady cúmplice do assassinato de Eleanor? Talvez a assassina? Ou outra vítima? Procópio andou até a casa em passos largos, a ansiedade dominava seu corpo. 222, era o número da porta, ele checou o número da casa mais uma vez. Estava certo.
- Sra.Kady, sou o Detetive Theodor, da polícia de...- Antes que pudesse terminar de anunciar sua chegada a porta abriu, mas não tinha ninguém atrás dela. Eu não bati tão forte, porra!
Ele sacou sua arma e entrou.
- Sra. Kady?- ele gritou, mas não obteve resposta. A casa estava escura e fria, droga... Ele passou pela sala, estava vazia e limpa, pela cozinha, havia vasilhas sujas e panelas no fogão.
- Sra. Kady?- ele gritou novamente, e novamente não obteve resposta.

Procópio andou lentamente até a escada, que aparentava estar mais escura que o resto da casa, e tirou sua lanterna do coldre, ainda com sua arma em punho. A escada tinha manchas de algo que parecia ser sangue, porra, ele terminou de subir as escadas, desviando das manchas de sangue. Theodor ligou para pedir reforço.

- Sra. Kady?- ele gritou.

- É da polícia de...- ele foi interrompido por um gemido, quase que imperceptível, ele deveria chamar a ambulância? Haviam duas portas abertas, ele entrou na primeira, era um quarto de hóspedes, tinha sangue nas paredes e a cama estava bagunçada.

- Sra. Kady?- nada, o silêncio estava o matando.

    Quando estava andando para o outro quarto percebeu uma mancha no chão, como se alguém tivesse rastejando até o quarto principal. O quarto era grande e estava limpo, a não ser pela mancha no chão que levava para de baixo da cama, eleacompanhou a mancha.

   Kady Damon, estava lá, cuspindo sangue e chorando. Ele ligou, quase que imediatamente, para ambulância

- Preciso de uma ambulância, a vítima é uma mulher branca, alta, cerca de 1,70. Ela está cuspindo sangue, os ferimentos são recentes, ela perdeu muito sangue. -  ele diz, assim que a telefonista atende.

- Qual seu nome?- ele a perguntou, não existia a certeza de que aquela mulher era Kady. Como resposta ela apenas balbuciou algumas palavras, entre uma cuspida de sangue e outra. Se fossem palavras, ela poderia estar apenas sufocando com o próprio...Porra, reage, por favor!

Procópio tentava diminuir o sangramento, cobrindo seus ferimentos e aplicando os primeiros socorros. Ela já não sufocava.

- Vai ficar tudo bem, não se preocupe!- ele  sussurrava. De longe ele pode ouvir as sirenes, vai tudo ficar bem, elas foram ficando cada mais altas. Chegava a ser ensurdecedor.

 

  Sua respiração era lenta, ela não sabia quem havia desfigurado seu rosto, com chutes, e depois a esfaqueado... Ela mal conseguia enxergar, seus olhos ardiam, seus dedos formigam, sua cabeça estava latejando... Está é a sensação da morte? 

  A única coisa que ela podia sentir com clareza era o chão e o sangue, o chão gélido em contraste com sangue quente fazia com que ela se sentisse viva, por mais que ela ainda tivesse suas dúvidas.

A porta do quarto, por mais que estivesse semi-aberta, foi empurrada com toda a força, fazendo um buraco na parede. Eram os paramédicos, delicados como sempre. Procópio e os paramédicos apenas trocaram olhares e acenos com cabeça.

- Ela pode ser a testemunha de um assassinato, então...- Procópio começou, mas foi interrompido.

- não se preocupe Detetive, sabemos fazer nosso trabalho.- Um deles diz, paramédicos...

Rapidamente ela é colocada na maca e levada. O quarto estava vazio, exceto por Theodor, que olhava para o sangue no chão, enquanto ligava para a perícia.


Notas Finais


Capítulo não revisado. Está com um espaçamento estranho porquê eu copiei do Wattpad. Love u.


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