História Lost in Love Paradise - Camren - Capítulo 16


Escrita por:

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Ilha, Naufrágio, Vercy
Visualizações 253
Palavras 2.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Galeraaa!
Está muito corrido meu dia, não deu para revisar o capítulo, espero q não tenha erro!
Depois reviso.
Mas boa leitura mesmo assim, temos bombas hj!

Feliz Sábado.

Capítulo 16 - Jamais a Machucaria


 

CAMILA’S POV 



 

Saio dali o mais rápido que consigo, eu já tive que fazer coisas que não queria antes e tomar decisões muito difíceis na vida, mas sem dúvidas ouvir Lauren dizer com todas as palavras que me ama e não corresponder foi a mais difícil de todas. A maior mentira já contada, a pior dor já sentida. Como fazer seu coração parar de sangrar depois de fazer chorar a pessoa que você mais gostaria de proteger? 

 

- Ei, você está bem? - Shawn se aproxima uma vez que já estou no acampamento. Assinto. - Mas você está chorando… 

- Não, eu tô bem. - Enxugo os olhos rapidamente. Ele continua me olhando de forma preocupada enquanto procuro algo para me ocupar. Diabos, justo hoje parece não ter nada para fazer. 

- Ela machucou você? - Sussurra. O olho confusa. - Eu posso falar com ela… se…

- Ei, não. Ela não me machucou. 

- Tem certeza? - Reviro os olhos. 

- Olha, me deixa quieta, okay? Vamos procurar o que fazer. - Ele resiste um pouco, mas depois passa a mão em meu ombro antes de sair.

 

Sinto alguém me observar e procuro ao redor. Verônica. Suspiro, só falta ela vir perguntar o que a Lauren queria. Ah, olha só… Está vindo até mim. 

 

- O que ela queria? 

- O que você acha? - Segura firme meu braço. 

- Eu te fiz uma pergunta. - Juro que não estou com saco para essa mulher hoje. Puxo meu braço de sua mão. 

- Saber o porquê de eu estar distante. - Continua aguardando, reviro os olhos cansada. - Eu disse que não  quero mais nada com ela, okay? Agora me deixa quieta.

- Ótimo. Muito bom. 

- Verônica. - A voz que reconheço bem ecoa atrás  de nós e ambas nos viramos. Ela sorri para Lauren. Acho que não deu para ouvir a conversa. 

- Oi, meu amor. 

- Amor não, o que significa isso? - Estende o pequeno anel entre os dedos e Verônica estreita os olhos o pegando. 

- Ué, uma aliança. 

- Não, dentro. Quem é Luis? 

- Shh, cala a boca, porra. - Olha ao redor, mas parece que estão todos distraídos, na verdade a maioria está na praia. - Vem comigo. - Lauren nem se move, cruza os braços. 

- Pode falar na frente dela. - A mulher dá uma gargalhada. 

- Não, eu não posso. - Trinca a mandíbula a olhando ameaçadoramente. - Então me obedece. 

- Quem você pensa que é?! 

- Lauren, eu não estou brincando, é melhor você fechar essa boca antes de ser muito tarde para se arrepender. 

- Ou o que? - Dá um passo para frente.

- Ou nós duas te colocamos no seu lugar. - Lucy aparece atrás dela. Lauren a olha por cima dos ombros. Que porra está acontecendo? 

- Eu sabia… Não te conheço, hm? - Alterna o olhar entre as duas negando com a cabeça. - Vamos. - Me olha. - Eu já volto.

 

As três se afastam antes que eu diga algo. O que eu devo fazer?  Será que vão machucá-la? Penso em seguir, mas então Dinah me chama. 

Porra. Sempre na hora errada. 




 

LAUREN’S POV



 

- Você não é minha esposa, não é? - Vou direto ao ponto e Verônica nega com a cabeça. 

- Não, seu marido se chama Luis. - Me devolve o anel. - Satisfeita?

- Óbvio que não! Por que mentiu?

- Porque eu pensei que era o que você queria. 

- Oi?!

- Quando Camila perguntou se eu era sua esposa você não disse nada. - Dá de ombros. -  Eu não sabia que estava com amnésia então achei que queria que eu encobrisse alguma história que tinha contado. 

- Mas por que eu iria querer inventar algo para ela? - Ela franze o cenho e vira a cabeça de lado. 

- Meu bem, acredite. Você tem muitos motivos para querer fingir ser uma pessoa que não é… - Olho para Lucy e ela desvia o rosto para o chão passando a mão na nuca. 

- E por que não falou a verdade quando eu disse que estava mesmo com amnésia?

- Você não se lembra de nada, Lauren. Pensa que ia ser fácil explicar que eu tava tentando encobrir alguma coisa?!

- Encobrir o que, Verônica?! - Perco a paciência me aproximando. - Por que ninguém me explica que caralho eu fiz! 

- Ei, Laur. Vai com calma. - Lucy se aproxima. - Não é tão ruim quanto parece, você não fez nada que não faria de novo. 

- Como matar uma mulher a queima roupa? DEPOIS DE TIRAR DUAS CRIANÇAS DELA?! ELA NEM PERCEBEU O QUE A MATOU!

- Ela pegou uma faca… 

- Foda-se, Lucy! Eu tenho certeza que poderia ter desarmado ela se o objetivo não fosse matar! Me digam agora  mesmo o que eu sou! 

- Eu não vou. - Verônica responde se aproximando e apontando um dedo no meu peito. - Abaixa o tom comigo. Você não está em condições de pedir nada disso e nenhuma de nós pode te atender. - Olho para Lucy agora, ela  apenas assente. 

- E se eu tentar tirar a informação a força? 

- Vai morrer. - Verônica torna a  falar. - Ou você, ou a gente… ou sua preciosa Camila.  

- O-o que?!

- Que foi?! Acha que eu não tinha notado o affair de vocês duas?! Que feio, Lauren… - Estala a língua em sinal de desaprovação. - Traindo a esposa nos prováveis últimos dias de vida de ambas. - Engulo seco. 

- Se você encostou um dedo nela… - Me aproximo. 

- Só um não. - Estende a mão direita. - Os cinco, dessa mão aqui. - Sorri fechando em punho. 

- Sua filha da puta! - Avanço, mas Lucy entra em minha frente me segurando.

- Deixa ela, Lucy. Ela tá pensando que é invencível. - Continuo tentando avançar, eu estou com tanto ódio. - Vem, a gente resolve como nos velhos tempos. Tô louca pra te dar umas porradas mesmo. 

- Para, Verônica! - Lucy se pronuncia.

- Lucy, sai da  minha frente antes que eu te machuque também… 

- Laur, nós te conhecemos há anos. Verônica é sua melhor amiga desde os 15. - A encaro. - Olha, você está confusa agora, mas ela não é quem você pensa. Nem eu, nem Camila, nem 40% das pessoas nesse acampamento. - Paro de tentar forçar e a encaro. 

- O que quer dizer com isso? 

- Que todo mundo nesse acampamento tá correndo perigo e se alguém ficar sabendo que a gente se conhece, ou que Verônica mentiu sobre ser sua esposa… Toda essa porra. - Gesticula. - A coisa vai ficar muito feia pra todo mundo.

- Estamos disfarçadas ou algo assim?

- É, - Verônica torna a falar. - Estamos. Então se você quiser ficar com aquela… - Prende os lábios com uma cara enojada. Meça suas palavras, Verônica. - Aquela lá… é uma escolha sua. Mas não pode dizer nada sobre essa conversa ou do que se lembrar… E eu estou falando muito sério contigo. 

- Eu mereço saber quem eu sou. 

- Sim, mas nem todo mundo tem o que merece, ou já teriam uns e outros aqui enterrados a 7 palmos debaixo da terra. - Sorri.

- Verônica… - Aponto para ela. Respiro fundo.  - Se você tornar a encostar, não, sequer respirar perto dela... 

- Eu não posso te prometer isso. 

- Me solta. - Falo para Lucy que se afasta ao perceber que não vou causar problemas. - Só tenha ciência de que eu vou atrás de você se isso acontecer.  

- Eu vou estar te esperando. - Olha em meus olhos com o rosto bem próximo. - Pode ter certeza de que se tem alguém que pode lidar contigo, esse alguém sou eu. - Nego com a cabeça. Alterno o olhar entre as duas e saio. 

 

Então Camila foi ameaçada. Por isso me disse aquelas coisas mais cedo ou será que só não me ama mesmo? Eu realmente a amo e preciso que saiba que eu jamais a machucaria, que estou aqui para protegê-la do que a estiver preocupando. Começo a andar rumando o acampamento.

- Ai! - Sinto uma dor forte na cabeça. Apoio a mão numa árvore, que porra está havendo comigo?





 

- Certo, Laur. Você vai sentar perto dela no avião. - Lucy fala de pé do outro lado do quarto que alugamos num hotel em New York enquanto me visto. Vero está checando nossas armas, quero ver como vamos entrar com essas porras no avião. 

- Okay, e depois?

- Você precisa ser doce e educada. - Semicerro os olhos e ponho a mão sobre o peito me fazendo de ofendida. 

- E eu não sou? - Revira os olhos sorrindo. 

- Quando não está matando um marmanjo de 1,90m e 110 kg com as próprias mãos… - Verônica se mete sem nos olhar e eu estendo o dedo do meio para ela ignorando. 

- Vocês podem se concentrar, por favor?

- Desculpa. - Respondemos em uníssono. 

- Ela precisa se identificar com você, talvez parecer frágil em algum momento pode ajudá-la a se conectar contigo. Ela é bastante protetora com a irmã caçula, vai ser automático. 

- Será que não é por ser médica? - Ela ergue as sobrancelhas e de alguma forma eu entendo que realmente não faria sentido esse ser o motivo dela. - É, esquece. - Começo a abotoar a blusa branca de seda. Na parte de baixo visto apenas calcinha e meias que vão até a metade da coxa. 

- Quando chegarmos na Austrália você precisa se aproximar ainda mais dela para a gente conseguir toda informação que precisa. 

- E como espera que eu faça isso?

- Talvez com esse corpão da porra, esses olhos penetrantes e essa voz sexy? - Lucy ri. 

- Não seja ridícula, Verônica. Eu sou casada e não sou... 

- Aaaai! De novo não! - Ela rebate já sabendo o fim da frase e Lucy volta a gargalhar. Aponta para mim. - Um dia você vai engolir essas palavras com tanto gosto que vou fazer questão de jogar na sua cara que você foi devota a um único pau por 5 anos da sua vida.

- Eu não sou devota a um pau. - Reviro os olhos. Patética. - Sou devota ao meu filho. 

- Gandes porras, muitas crianças crescem com pais divorciados, e daí?

- Ei! Podem prestar a atenção?

- Okay, okay… Falando nisso, você acha que eu deveria tirar a aliança?

- O que?! Óbvio que não!  - Lucy torna a falar. Suspira impaciente. - Parece que não aprendeu nada na vida, você ser casada passa a impressão de que é confiável, de que não é do ramo. É uma questão de instinto que você se torne mais atraente sendo casada do que solteira. 

Verônica passa a prestar a atenção com a mesma expressão confusa e curiosa que eu. Lucy continua sua explicação.

- Em todas as espécies escolhemos o melhor do bando para nos relacionar e em espécies onde a monogamia é comum isso é ainda mais sério. Quer dizer que você é o melhor exemplar entre muitos que seu marido ou esposa conheceu, centenas. 

- Não necessariamente. 

- Mas psicologicamente funciona assim, gatinha. Ainda mais para uma mulher linda como você. Então mantém isso no dedo. - Reviro os olhos e suspiro. 

- Okay, ser doce, educada, frágil, casada e atraente. Mais alguma coisa?

- Acabar com aquela filha da puta. - Verônica diz me estendendo uma pequena faca tática e eu solto uma gargalhada. Ponho a faca no suporte da coxa antes de vestir a calça.

- Que o universo a proteja quando eu colocar minhas mãos no pescoço dela. 

-  Devagar aí, rambo. Você se lembra do que aconteceu da última vez. - Lucy está certa. - Na hora certa você faz o que quiser já que é você quem manda aqui, mas não antes de cumprirmos o objetivo.

 


Notas Finais


E então?!?!

Quem não comentar não vai ganhar capítulo! Tô esperando vocês aí embaixo.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...