História Lost in the Moment - Capítulo 3


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Arya Stark, Brandon "Bran" Stark, Catelyn Stark, Eddard Stark, Gendry, Howland Reed, Jojen Reed, Jon Snow, Jyana Reed, Meera Reed, Myrcella Baratheon, Personagens Originais, Podrick Pyne, Rickon Stark, Robb Stark, Sansa Stark
Tags Bran Stark, Breera, Game Of Thrones, Meera Reed, Reed, Stark, Universo Alternativo, Winterfell
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Palavras 2.978
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, foi quase impossível postar o capítulo, mas graças aos deuses antigos, saiu.
Hoje vamos ter um clima menos melancólico (yay) e mais... Esportivo, digamos.

Capítulo 3 - A história nunca termina


Não era novidade para Meera, ambos tinham seguido em frente com suas vidas apesar dos pesares. Gendry havia decidido ficar mesmo que seus irmãos tivessem ido de volta para Porto Real e Lyra havia se tornado uma profissional excelente. 

— E como foram as coisas em Correrrio? 

— É um lugar lindo. — Meera sorriu levemente. 

— Mas trabalhar com Edmure... Imagino que trabalhar com os Tully seja um desafio. 

— Não mesmo, Gendry. Catelyn é um amor, apenas Lysa e Edmure que aparentemente são um desafio. — Lyra mencionou. — E estamos falando dela bem na sorveteria dos Arryn...

— Roslin também é muito compreensível. — Meera tornou a olhar para eles. — Mas Edmure é muito cabeça dura, tentava mostrar para ele que as decisões que ele tomava claramente não eram corretas, mas ele insistia no errado. Por sorte, me uni ao Brynden Tully que tentava colocar algum juízo na cabeça dele. 

— É incrível como pessoas difíceis ainda podem ter empresas. — Lyra olhava para a cobertura do sorvete. — Isso é uma das melhores coisas criadas nesse mundo. 

— É o que mais acontece, Ly. — Gendry deu de ombros. 

Meera suspirou, observava as pessoas passarem em frente a sorveteria através da vidraça enquanto seus amigos continuavam conversando e tomando sorvete. Winterfell havia mudado. Lembrou de ter visto algumas lojas pertencentes aos Flint, então era verdade quando disseram que Donnel havia progredido, também viu alguns funcionários dos Umber em alguns lugares. Se perguntou se seu pai ainda estaria na loja a essa hora, provavelmente não. 

Howland também tinha seu negócio próprio e havia crescido juntamente como os outros em Winterfell, havia começado com uma simples loja de conveniência, agora haviam várias e uma loja esportiva, além do investimento de Jyana nas hortas que forneciam dos melhores legumes e frutas para os restaurantes dos Stark, o que era curioso já que ela não era tão ligada àquela família. Meera costumava ir sempre que possível com seus irmãos na loja, inclusive Jojen chegou a ajudar bastante nos negócios de seu pai, mas na maior parte do tempo, Meera estava com seus amigos ou escrevendo alguma coisa. Até mesmo resolvendo um dos "casos misteriosos" que algumas vezes surgiam, algo como um bichinho de estimação desaparecido ou alguma coisa de importância que pertencia a um de seus amigos. 

Ficaram ali por mais alguns instantes e decidiram ir embora assim que a conversa se tornou um pouco monótona. Gendry decidiu mudar o percurso da viagem assim que Lyra recebeu uma mensagem. 

— Lyanna me pediu para buscar ela no campo, ela está acompanhada de uma certa pessoa que a Meera conhece. 

— Ellyn? — Meera arqueou uma sobrancelha. 

— Sim, mas aparentemente a Ellyn vai demorar um pouco mais. Lyanna está esperando terminar o treino dela. 

— Talvez eu consiga chegar a tempo. — Gendry comentou enquanto dirigia e esperava o sinal abrir. — Quem sabe a Meera veja ela jogando. — ele aproveitou o sinal fechado para mudar a estação da rádio. 

— Eu estou aqui não tem uma semana, tive pouco tempo para falar com a Ellyn. Eu fiquei sabendo que ela gosta disso apenas porque ela me disse. 

— E as fotos do treino nas redes sociais, não? Admiro, porque eu não tenho nem um pouco de disposição para tourney. 

Elas conversavam no caminho enquanto Lyra teimava com o gosto musical de Meera e Gendry. Não demorou até que chegassem ao local onde Lyanna estava esperando por eles. Gendry estacionou o carro enquanto Meera e Lyra se aproximavam em direção a arquibancada. 

— Ei, isso foi falta! — Lyanna se pôs de pé, vaiando. 

— Pelos deuses antigos, dá para você ser mais discreta? Tem poucas pessoas por aqui. — Lyra se aproximou. — Lyanna, essa é a Meera. — ela apresentou a amiga enquanto se sentavam ao lado dela. 

— Você é irmã da Ellyn, lembro de você. — ela sorriu levemente e estendeu a mão. — Ela não vai deixar por isso mesmo. — a pequena Mormont voltou a atenção para a partida. 

— Do que você está falando? — Meera perguntou confusa após apertar a mão de Lyanna e desviar o olhar para o campo. 

— Apenas espere e observe o campo, ou melhor… O jogo. 

Meera estreitou o olhar para tentar ver sua irmã, ela estava com um capacete enquanto segurava um bastão. Aquela partida parecia mais uma guerra, Meera teve certeza de que ela não conseguiria sequer usar um taco para dar um passe de bola aos outros jogadores, exigia muita habilidade. 

Mais um ponto havia sido marcado pelo time oponente, a bola havia sido passada por cima do travessão. 

Tourney era um dos esportes mais amados pelos nortenhos, consistia em marcar pontos acertando a bola seja por cima do travessão ou dentro dele (embora valesse mais pontos se o jogador conseguisse fazer com que a bola entrasse na trave, como no futebol) antes que acabasse o tempo da partida. Porém era um esporte um tanto violento cheio de bloqueios onde tinham que dar o passe de bola com um bastão, tinha mais dificuldade quando se chegava no meio do campo onde em uma área de perigo, haviam jogadores de ambos os times para atirar algo como frisbee em direção a quem atravessasse a área e o jogador teria que usar de suas habilidades e reflexos para desviar. Meera nunca se arriscou, preferia a tranquilidade e concentração do arco e flecha quando era mais nova. 

Ela respirou fundo quando tomou um susto ao ver Ellyn levando um bloqueio de outra jogadora, fazendo-a cair com força no chão, mas a caçula Reed não havia se dado por vencida e conseguiu se recuperar enquanto a partida seguia. Posicionando-se estrategicamente à frente das outras jogadoras, Ellyn conseguiu com que a bola fosse passada para ela. 

Mas aquele não era um dos piores desafios, o meio do campo era uma área vermelha onde haviam tiros para atrapalhá-los, além de conduzir a bola com a ajuda do bastão, tinham que se desviar dos tiros. Porém Ellyn conseguiu passar daquela área, agora conduzindo a bola, ela havia desviado de uma das jogadoras. Lyra olhou para o relógio, o treino provavelmente acabaria logo. 

Era uma partida tão rápida que envolvia muita habilidade e velocidade, que quando Meera havia se recuperado dos tombos que sua irmã havia levado, presenciou ela conseguir marcar três pontos quando ela conseguiu fazer um gol assim que a bola entrou na rede. 

Foram várias comemorações entre suas colegas de equipe, pouco tempo depois foi dado o final da partida. O anoitecer havia chegado. 

Meera ficou boquiaberta por alguns segundos enquanto ouvia as risadas de seus amigos. 

ㅡ Ela está retornando. ㅡ Lyra comentou. ㅡ A Ellyn era uma das substitutas até semana passada. 

ㅡ Por conta do tornozelo machucado, mas agora ela está melhor. ㅡ Lyanna sorriu aliviada. ㅡ Fomos as campeãs do ano passado!

ㅡ Sua irmã vai se tornar a nova estrela do tourney, que nem o primo das Mormont, o Jorah. ㅡ Gendry respondeu sorrindo e tornou o olhar para elas. ㅡ Eu posso ser um líder de torcida? Vou conseguir algumas faixas, posso fazer a coreografia e...

ㅡ Mas nem pensar! ㅡ Lyanna o interrompeu, protestando. 

Meera ficou pensativa por alguns instantes enquanto observava sua irmã se despedir de seus colegas, ela percebeu que havia perdido boas coisas enquanto esteve ocupada em Correrrio. Tudo porque queria distância de Winterfell, mas havia deixado as coisas que amava para trás, aquilo a deixou com um aperto no coração. Era uma dor que ela ainda não se sentia preparada para lidar. 

Ellyn se aproximou tirando o capacete e jogando o bastão por cima dos bancos da arquibancada por alguns instantes. Estava totalmente ofegante e com algumas marcas no seu braço. 

— Você não me disse que participava de uma guerra a céu aberto. — Meera ainda estava surpresa e preocupada com aquilo. 

— Não deixei explícito, na verdade. — Ellyn ainda estava tentando se recuperar. — Podemos ir agora? Eu preciso ir para casa. 

— A boa notícia é que temos nossa titular de volta! — Lyanna abraçou Ellyn enquanto comemorava. 

— Ah, a maravilha do calor humano... — Gendry balançou a cabeça. — Vamos para o carro, as quatro. 

— Você não me dá ordens, até onde eu saiba. — Lyra protestou enquanto segurava no braço de Meera. — Vamos, também preciso descansar. 


... 


Rickon estava em frente a sorveteria enquanto esperava por Bran que havia terminado de fechar o local. 

— A data do começo das suas aulas já foram divulgadas. 

— Robin me avisou. — ele comentou parecendo exausto. 

— Você poderia ter escolhido algo diferente, sabe. 

— Eu preciso ocupar a mente com algo, Rickon. Você não se ocupa também com Lyanna nos treinos de basquete?

— Aliás, ela ainda não voltou. Nem a Ellyn e o Robin. 

— Queria ter essa mesma energia. — Bran sorriu. — Enfim, vamos indo... 

— Não é possível que suas férias se resumem a trabalho. — ele franziu o cenho. — Não concordo com nossa mãe, para você saber. 

Rickon, nem Sansa e Arya concordavam com aquilo. Bran pretendia seguir algo em relação a música, mas devido a grande ideia de Cersei ter conversado com Ned e Robert sobre a educação de seus filhos, ela havia deixado claro de que o piano e Bran não passariam de meros passatempos, assim como Myrcella e suas aulas de música. Ele precisaria se tornar algo mais sólido no futuro, que realmente trouxesse resultados não apenas para ele, mas para sua família. 

Porém nem tudo havia ocorrido como esperavam, a distância daquilo que ele gostava lhe custou um preço. Bran se sentiu desmotivado a tentar entrar na US (Universidade de Skagos) já que não poderia escolher o que realmente queria, isso lhe deixou estagnado durante quase mais um ano de sua vida, porém havia mais fatos contribuintes para o ocorrido.

Enquanto caminhava ao lado de Rickon, passaram em frente a uma loja de instrumentos, algo que trouxe lembranças a Bran. Mas eram lembranças que ele tentava evitar, aquilo lhe levava de novo as aulas de piano que tinha com seu professor falecido. Agora eram apenas memórias. 

Ele suspirou se perguntando o motivo de não ser como seus irmãos ou seus primos, Jon era seu primo e estava muito bem na carreira militar ou Robb que viajava as vezes em favor de seus pais, sempre em busca de inovações e era o exemplo da família que auxiliava os pais a administrar aqueles restaurantes que aumentavam cada vez mais não somente em Winterfell, agora que estavam se expandindo para o Ninho da Águia. 

Arya e Sansa eram mais flexíveis, Sansa havia conseguido uma bolsa para estudar em Rochedo Casterly alguns anos atrás sendo um belo destaque, assim como Arya havia decidido que também não estudaria no Norte, preferiu Braavos, recentemente estava trabalhando com nada mais ou nada menos que Yara Greyjoy em uma transportadora marítima, o que não lhe sobrava tanto tempo em terra, fazia suas viagens, porém agora havia achado um equilíbrio num possível acordo entre os Manderly e Greyjoys, o que era bom para ela e Gendry agora que tinham mais tempo juntos. Por fim, agora todos estavam ali de volta com a família. 

Naquela noite, Bran jantou normalmente com seus irmãos, recusando o pedido de Arya para saírem em alguma festa. Ele estava começando a refletir nas palavras de Rickon pouco antes de dormir quando entrou no seu quarto. 

Antes de dormir, ele olhou em direção ao piano levemente empoeirado que agora ficava no canto de seu quarto. Juntamente com os outros instrumentos que também acumulavam poeira, como seu violão antigo. Às vezes Rickon decidia pegar emprestado, mas era algo raro. 

Para alguém que tinha alegria em tocar todos os dias, Bran perguntou a si mesmo como havia chegado naquele ponto, pouco antes de dormir. 

No dia seguinte, Bran havia decidido ir a biblioteca pública no seu dia de folga. Aparentemente Robin sairia com seus amigos, Rickon ficaria em casa enquanto suas irmãs se preparavam para a possível chegada de Jon e Robb enquanto Yara e Theon tiveram que adiar sua viagem. 

Ele gostava da biblioteca, era confortável e silenciosa o bastante para ele. Havia decidido pegar um dos livros para ler e se sentou em uma mesa de canto, como de costume. Ele se distraiu de tal maneira com a leitura que quando notou o horário, decidiu que era hora de retornar para casa. Mas pouco antes de sair, ouviu alguns cochichos e murmúrios. Olhou ao redor tentando procurar de onde vinha e encontrou quando viu uma jovem mulher conversando com a bibliotecária brevemente. Ela aparentemente estava um tanto atordoada, acompanhada de um caderno com algumas anotações, ela não parecia bem. Ele pensou em perguntar a ela o que havia acontecido, mas não era de sua conta. Bran suspirou e limpou os óculos pouco antes de devolver o livro e sair enquanto olhava de relance para a jovem mulher que tinha algo muito familiar, poucos segundos depois sua memória deu um sinal de onde ela era familiar. Havia reconhecido aqueles cabelos escuros e os cachos, era a mesma que ia na sorveteria com um livro, a mesm que seus pais haviam comentado no jantar anteriormente, a amiga de Jon e irmã de Jojen, Meera Reed. Ela estava diferente desde a última vez que a viu em Winterfell.

...


A noite não havia terminado bem para Meera Reed que havia pedido a Gendry que a deixasse em casa, o que fez Ellyn protestar, pois desejava que a irmã passasse a noite na casa de seus pais. Meera havia pensado em recusar, mas se deu por vencida. 

Mesmo com toda a energia que gastou naquela partida de tourney, Ellyn ainda estava com disposição para auxiliar sua mãe no jantar. Teria sido algo tranquilo assim como o jantar, se a caçula não tivesse pedido a irmã mais velha que ficasse em seu quarto para passarem um tempo juntas assistindo algo. 

— Tenho que resolver sobre o meu trabalho, Lyn. — Meera a chamou pelo apelido que costumava usar desde que elas eram menores. 

— Não poderia perguntar isso para Lyra amanhã? 

— Quanto antes, melhor. — ela respondeu ainda sentada na beirada da cama. Meera olhou ao redor, percebendo que Ellyn também era organizada, haviam algumas medalhas a mostra, fotos de quando ela, Jojen e Ellyn eram menores e agora eram apenas lembranças. 

— Tudo bem. — Ellyn suspirou com os braços cruzados, indo em direção a janela. — Você chegou há pouco tempo, mas nem nos falamos. Eu só queria... — sua voz falhou, mas ela respirou fundo. — Pode deixar de lado, Mee. Você tem seu trabalho. E a história nunca termina... — ela se virou para a irmã, forçando um sorriso. — Quando você tiver tempo, tudo bem? 

— Não está tudo bem. — Meera se aproximou, analisando a expressão da irmã. Se sentiu mal por ter recusado seu convite, Ellyn apenas queria se reaproximar e Meera havia construído um muro em volta de si mesma, ela sabia disso. Antes que ela pudesse dizer algo a mais, Ellyn havia dito que ia descansar, por fim. O que fez Meera deixar seu quarto pensativa. 

Na manhã seguinte, Meera havia ficado sozinha em casa assim que Ellyn havia saído com seus pais após o café da manhã. Ela ainda estava pensativa sobre a noite anterior, talvez estivesse sendo muito dura consigo mesmo e com quem estava ao redor dela, mas foi tirada de seus pensamentos quando teve um sobressalto assim que tocaram a campainha.

Era como se ela tivesse sentido um frio percorrer por todo seu corpo assim que abriu a porta e encontrou um rapaz de cabelos e olhos claros encarando-a de maneira preocupada. 

— Posso lhe ajudar? — ela perguntou desconfiada, ainda se recuperando. 

— Creio que sim. — ele direcionou o olhar para ela. — Preciso de ajuda, eu gostaria que pudesse me ajudar. 

— Onde estiver ao meu alcance. — aquela conversa estava confusa demais. Meera ainda continuava desconfiada. — Algo a ver com eventos? Você deveria procurar o nosso escritório. 

— Não é isso. — ele balançou a cabeça negativamente. — Bem, minha amiga, ela se chama Jeyne... Ela sumiu e eu estou procurando por ela. — ele suspirou. — Jeyne é uma pessoa muito importante para mim.

— Por que não acionou a polícia ou algo assim? Eu gostaria muito de ajudar apesar de não ver onde me encaixaria nisso, mas se for algo sério, é melhor procurar ajuda profissional. — ela se encostou na porta. — Sou apenas uma publicitária, não uma detetive. 

— Você, te chamavam de detetive quando era menor. Preciso encontrar minha amiga, mas não creio que seja algo ao ponto de policia, sinto que ela deixou rastros. Prometo não atrapalhar você. — ele tornou a olhar para ela. — Talvez você não lembre de mim, mas eu também observava você e seus amigos resolverem as coisas. Além disso, meus amigos não me ajudariam, provavelmente diriam que eu estou louco. 

 ㅡ E é o que parece. ㅡ ela analisava o rapaz a sua frente. ㅡ Isso não é nenhum trote de alguma faculdade ou algo assim? Eu tenho problemas demais para resolver. 

ㅡ Eu preciso achar a Jeyne. ㅡ ele reforçou a resposta de maneira tão confiante que a fez encará-lo mais uma vez. 

Meera ficou totalmente desconfiada, aquela história aparentava ser um tanto curiosa e perigosa, mas ela suspirou e acabou aceitando, provavelmente a garota havia apenas saído para alguma aventura e deixou o celular desligado e aquele era também talvez um garoto apaixonado pela mesma. Ela provaria que não tinha nada demais naquela história. 

O rapaz havia revelado que seu nome era Mycah. Porém, a primeira pergunta que ela se fez era o motivo da tal amiga desaparecida ter fugido ou sumido assim se fosse considerar a hipótese.


Notas Finais


O capítulo tem algumas referências, mas vamos por partes.

Sim, a Meera na temporada que esteve fora de Winterfell, trabalhou em Correrrio com o Edmure.
Ela era super curiosa, por isso o apelido que o Gendry havia dado, a nossa "detetive".

O bendito tourney, ele é uma mistura bem louca de esportes e é semelhante ao hurling. Mas a referência vem de Descendentes (meu pai do céu), eu achei bem interessante ter trazido o tourney porque os nortenhos aparentam gostar de algo tão maluco quanto. E ainda tem o fato de que as nossas meninas Reed e Mormont também praticam, eu sinceramente não tenho coluna nem habilidades pra esse esporte fictício.

Por que Universidade de Skagos, Alaska? Bem... Além da reputação do povo Skagosi (brabo), de terem banqueteado os homens de Skane nos tempos antigos e até mesmo a aproximação da ilha deles serem traiçoeiras em meio a navegações, me pareceu um ótimo motivo para colocar. Porque a faculdade... É a faculdade.

E quem diria, Sansa já passeou e estudou em Rochedo Casterly, dando uma certa abertura aqui, cof cof. Assim como a Arya em Braavos.

Para quem não notou, Bran já havia visto Meera, onde o mesmo menciona aqui no cap. Meu coração de Breera stan já palpita.

Existe uma certa tensão entre a Ellyn e a Meera, ambas são distantes uma da outra e embora a Ellyn tente restabelecer, ainda é um pouco difícil para a irmã dar essa abertura, mas eu espero no fundo do meu coração que tudo fique bem. Assim como o Bran ainda está com problemas em continuar com a música devido as perdas que teve, Cersei e suas conversas...

Por fim, vamos ao Mycah que apareceu e não posso falar ainda muito sobre, mas tem sido bem divertido escrever sobre ele. E aí, apesar de toda a desconfiança, será que a Meera vai conseguir a Jeyne em meio a essa cidade?

Por hoje é só, até porque meio que foi um capítulo de transição, mas em breve estarei de volta! :) obrigada pelos comentários e pelo apoio <3


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