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História Lost On You - Capítulo 2


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Notas do Autor


Olá pessoinhas do meu core! Como vocês estão? Bem, eu to bêbada e feliz com o resultado do capítulo! É um bom sinal, né? Beber vinho enquanto escreve pode dar muito certo, ou muito errado... KKKKKK foi produtivo.

Me desculpem pela demora inesperada por vocês e por mim. Acreditem, eu fiquei bem triste comigo, falhei com todos que acompanham a fic. Sorry, my loves! Espero agradá-los com esse capítulo novo! Hihi era para ser o último, mas desisti de continuar ele, sabe? Chegou em uma parte que fiquei meio "sei lá, mano", e outra, queria postar ele logo.

Obs:

*O capítulo é narrado pelo Naruto Uzumaki delícia.

*Pesquisei bastante para trazer certas informações para vocês, portanto trabalhei com fatos aqui.

*Algumas coisa sobre máfia eu não achei. Mas o que emcontrei coloquei de acordo com a fonte.

*O chefe da máfia é normalmente chamado de 'Dom' pelos seus membros.

*Me refiro a 'Família' quando falo de toda máfia, li que eles se vêem como irmãos ali dentro.

*'Família e irmãos, sempre estaram em itálico.

*Uso itálico na utilização de pontos turísticos e lugares como: bairros, cafés, regiões, cidades, estados, em fim, vocês entenderam, né? Kkkkkk espero que sim...

* Naruto não é chefe da máfia!!!!! Ele é um 'subchefe', pensem como se fosse um vice presidente. 😌

* O próximo capítulo será o último.

*Pensamentos em itálico e entre aspas!

Ah! Obrigada pelos comentários maravilhosos do capítulo anterior! Vocês são incríveis. Eu fico muito grata por cada favorito e comentário de vocês. Ahhhhh obrigada, nemsei como lidar com tanto amor. ❤😳

Bem, acho que é isso. Se esqueci de alguma coisa aqui, acrescento nas nostas finais. Beijos, boa leitura, meus amores! ❤

Capítulo 2 - Capítulo II - Events


Fanfic / Fanfiction Lost On You - Capítulo 2 - Capítulo II - Events


Conheci aquela intrigante mulher em Veneza, a mesma caminhava de mãos dadas com meu filho e pelo o que Pietro falou, ela ajudou-o a me encontrar.

Minha primeira reação foi agradece-la, lógico! Eu não havia reparado bem na moça a minha frente até aquele momento.

E posso falar uma coisa? Se passaram milhares maneiras de percorrer aquele corpinho pequeno e incrivelmente delicioso.

Ela vestia um vestidinho preto despojado, daqueles tecidos leves e confortáveis, nos pés um par de sandálias baixas completava seu visual. Era algo simples para um dia a dia, mas ideal para o tempo ensolarado.

O vestidinho tinha alcinhas finas e não apresentava um decote ousado, nada era exagerado naquela mulher. No entando, marcava sim, a curva perfeita dos seios avantajados.

“E que belo par de seios...”

Alta? Não. Nem de longe, a moça era sim, muito baixinha. Os cabelos caiam como um véu preto em suas costas. Lindos! O rostinho delicado, lábios convidativos... Todo corpo curvilíneo parecia ter sido desenhado pelas mãos de Leonardo da Vinci.

Ele era colírio para os olhos de qualquer um que observasse tempo o suficiente. E, claro, os olhos acinzentados tiveram o poder de me hipnotizar por alguns segundos.

“Perfeitos, incríveis e maravilhosos!”

Eu me perdi observando cada detalhe da Hyuga, ela é de fato a mulher mais bela que já vi.

Percebi que estava sendo indiscreto quando pude vê-la passando as mãos pelo vestido com o olhar baixo em seu corpo. Foi ai, que me toquei da minha deselegância.

Na hora me virei para meu filho em meus braços, ele parecia cansado da viagem que tivemos.

Nós havíamos desembarcado em Veneza bem no horário de almoço e iria fazer exatas duas horas. Pietro provavelmente estaria mais cansado do que eu. Quando chegamos aqui, levamos as malas para o hotel e seguimos direto para um restaurante que havia ali perto, almoçamos com um dos meus amigos de trabalho.

Ao final do almoço seguimos pra Basílica conversando assuntos referentes ao trabalho e minutos depois, Pietro sumiu de minhas vistas gerando aquela situação toda com a Hyuga.

Enfim, eu também me encontrava um porre!

Iria despedir-me da bela moça a minha frente, quando o toque estridente do meu celular me interrompeu.

Pedi licença pra a Hyuga e antes de anteder a ligação, ela foi mais rápida em se despedir. A vi sumindo de minhas vistas e, enfim, dei atenção ao celular em minhas mãos.

- Sim, Shikamaru?

- Chefe, o contêiner onde se encontrava a mercadoria da França, foi invadido – Um suspirou saiu de meus lábios ao ouvir aquilo.

Essas invasões mostravam-se cada vez mais irritantes. Uma constante pedra nos meus sapatos... Precisarei ir para Roma mais uma vez resolver esse maldito problema com a segurança dos contêiner.

- Me fale Shikamaru, você desconfia de algum traidor entre nós? Alguém que esteja ai com você? – Aquela possibilidades já pairava a muito tempo a minha cabeça. Era impossível acontecer tantos assaltos em um curto período de tempo, certamente alguém entre nós estava dando informações nossas ao inimigo.

A fama da Casa Nostra é de sempre prezar a lealdade de seus membros. Então quando se trata de um traidor não temos compaixão com quem é boco o suficiente pra entregar informações nossas para os inimigos.

- Ando desconfiado também, chefe. Mas até agora, não me veio ninguém em mente. O fodido traidor é bom em se esquivar de suspeitas.

- Pois, bem. Veremos até quando! Estarei ai o quanto antes. - Finalizei a ligação possesso, o maldito que deu com a língua nos dentes vai se ver comigo.

Precisava resolver isso o mais rápido possível. Mas, antes iria levar Pietro para Kiara, minha ex-esposa e mãe do guri.

Comecei uma caminhada apressada em direção ao hotel que ficarei até amanhã, La Calcina era um dos meus hotéis preferidos na cidade. Sempre com um atendimento ótimo e pessoas agradáveis, sem tirar o fato, é claro, da vista esplêndida que tínhamos ao acordar.

Às águas sempre límpidas do mar me fascinaram desde o primeiro momento que pisei aqui. Elas tinham o poder de melhor o seu dia, humor... Sorrimos bobos ao olhar tamanha perfeição.

Eu e Pietro necessitávamos de um banho e um bom descanso. Levaria ele mais tarde para casa de Kiara e logo em seguida reservaria minha passagem para Roma.

Minha mine copia estava passando suas férias de verão comigo e meus pais em Roma. Ele adorava os avós e esses dias lá, serviram para me fazer esquecer um pouco o trabalho e focar mais em minha relação com meu filho.

Pietro nós trás uma estranha sensação de calmaria. O garoto é sempre sorridente e muito hiperativo. Acho maravilhoso sentir a inocência e energia boa que todo criança possuí.


...


Passadas algumas horas decidi finalmente levar meu pequeno para a mãe. Ele estava morrendo de saudades de Kiara, era um amor ver o carinho e a ligação entre mãe e filho.

Lembro bem quando nos conhecemos... A ingenuidade e a falta de responsabilidade minha a deixou grávida na nossa primeira transa. Éramos jovens na época, estávamos no auge dos nossos vinte anos.

E sem pensarmos muito começamos a namorar e logo nos casamos. Eu pensei que com o tempo iríamos gostar um do outro, no entanto, nem um sentimento de amor rolou entre nós. Lógico, a atração era notável, mas o amor não! Kiara sempre me impressionou com sua beleza, era uma mulher de longos cabelos ruivos e olhos azuis, iguais aos meus e de meu filho e seu corpo magro e bem delineado chamou minha atenção desde o início.

Hoje somos bons amigos, apesar de todos os acontecimentos recorrentes em nossas vidas.

Kiara estava em Veneza a passeio na casa de seus pais. Então, logo após deixar Pietro lá trataria de resolver um pequeno probleminha em Roma.

Mais tarde naquele mesmo dia levei Pietro até sua mãe e segui para o hotel, onde peguei minha mala e segui andando pela Fondamenta Zattere Ai Gesuati, rua em frente ao local que hospedei. Caminhei até chegar em sua a margem, ali estava um Motorboart, - uma lancha que havia alugado para me locomover de Veneza ao aeroporto Marco Polo. O aeroporto ficava à uns 16km da cidade, então levei alguns minutos até chegar ao meu destino.

Na saída do saguão de desembarque do aeroporto, me virei para à esquerda pela passarela coberta e segui pelo cais. Dali peguei meu voo para Roma.

A ansiedade me dominou durante a viagem de poucas horas, estava disposto a caçar o traidor entre nós. Ele pagaria com a morte a informação dada. “Ah! Se ia...”

Quando há um miserável que dá com a língua nos dentes, somos autorizados pelo Dom a torturá-lo, antes de matá-lo com um tiro na boca. Era uma das regras entre nós, morrer com um tiro na boca como punição por falar demais.

Poucas coisas me satisfaziam mais do que desmascarar um traidor e mata-lo na frente de nossos irmãos. Eu faria isso juntamente com meu amigo e conselheiro, Shikamaru Nara.

O cara é um dos nossos melhores conselheiros e estrategistas. Entramos na Família quase que no mesmo ano, nos tornamos mais que companheiros mafiosos, hoje somos grandes amigos.

Confiava minha vida naquele babaca. Ele várias vezes se mostrou um ótimo e fiel aliado.


...


Na manha do dia seguinte acordei em meio aos lençóis macios, pequenas fresta de sol entre as cortinas anunciavam que já era hora de levante. Eu havia chegado de madrugada na capital italiana e como morava ali, o percurso do aeroporto Ciampino durou apenas alguns minutos de minha casa. O transito era tranquilo no “calar da noite”.

Monti, o bairro onde morava, é próximo ao Coliseu, lembro que escolhi esse bairro por ser um dos mais badalados de toda Roma. E de alguma forma estranha” a movimentação do lugar me trazia certa calmaria...

Chegando ao condomínio onde ficava meu apartamento, segui pela entrada e estacionei meu carro na vaga indicada. Passei pelo hall luxuoso do lugar e entrei no elevador. Eu parecia um zumbi, olhos cheios de olheiras pela falta de dormir, roupas amarrotadas, um verdadeiro caos.

O elevado parou no décimo quinto andar, onde ficava o último apartamento. Após passar pela porta olhei desinteressadamente a sala ampla e segui subindo as escadas até meu quarto, quando entrei só me joguei na cama macia e adormeci.

Agora sentado em meio aos lençóis, me encontrava meio zonzo de sonho ainda. Peguei o celular no criado ao lado da cama e olhei ás horas. Eram 8h em ponto, logo me lembrei de como seria um inferno aquele dia. Tinha que começar a resolver o problema com nosso contêiner e o miserável traidor.

Levantei e segui até a sacada, dali podia se ver o grande e monumental Coliseu, e logo abaixo se via as avenidas cheias de carros. Naquele dia elas pareciam mais movimentadas que o normal.

Quando finalmente terminei de me arrumar, liguei para Shikamaru e marquei um almoço com ele. Precisávamos discutir muita coisa, o Dom exigia uma resposta nossa até o final do dia.

Almoçamos e fomos sigilosos ao conversar sobre os problemas da Família, a presença de códigos e palavras chaves era constante em nosso dialogo em meio ao público.

Através da conversa fiquei sabendo que quem havia atacado nosso contêiner era um membro da Família Camorra, o que era estranho, pois estávamos de certa forma, em um tratado de paz. Fazíamos negócios juntos; tanto no transporte de drogas, quanto nas associações com empresas locais.

Isso com certeza iria dar em um acerto de contas entre máfias, a pior coisa que poderia acontecer no momento. Esse tipo de conflito “desnecessário” sempre nos expõe demais. Além de enfraquecer as duas Famílias.

Resumindo: não é vantajoso para nenhum dos lados, mesmo que no fim a vitória seja de uma das Famílias, ambas saem em prejuízo.

Bem, após dois dias de muita “investigação”, sigilosa entre eu e Shikamaru, descobrimos que Kiba era o traidor. Grampeamos o celular dele, conseguimos acesso às suas mensagens e ligações.

Através disso identificamos que o miserável estava desde o início passando informações nossas para Família Camorra.

Conseguimos pegá-lo no final da tarde daquele sexta-feira. Ele não esboçava nenhum reação de surpresa, parecia esperar a morte de forma contida. Entretanto, mesmo sem relutar, batemos e torturamos aquele miserável. Foram tantas e tantas bancadas na cara, que no fim, Kiba ficou irreconhecível. Seu rosto estava todo ensanguentado, nariz, dentes e maxilar quebrados... O Inusuka recebeu o que mereceu, torturado e em seguida morto com um tiro na boca, - como mandado.

Depois de todo bafafá que aquele maldito nos trouxe, resolvemos o problema com o contêiner. Conseguimos recuperar boa parte das drogas que estavam ali presentes, isso rendeu vários conflitos com a Família Camorra, mas no fim, a “calmaria” pairou entre as duas máfias rivais.

Iria fazer exatas três semanas que eu estava em Roma, tempo suficiente para resolver todos os problemas presentes na capital.

Segui novamente para Veneza, estava com saudades de Pietro, além de precisar entrar em contato com um dos meus irmãos. Dante e mais alguns homens estavam de olho nos nosso negócios em Veneza, éramos sócios de vários hotéis famosos ali. La calcina era um deles, sempre que precisávamos nos hospedamos no confortável hotel.

Somos bons administradores, o local ganhou vários lucros após entrar em parceria conosco.

Ao desembarcar no aeroporto Marco Polo, peguei novamente um Motorboart e segui para o hotel onde antes me hospedei, - La Calcina.

Chegando lá, logo me arrumei novamente, tomei um bom banho antes de sair. Vesti uma camiseta branca por baixo do monótono terno preto. Após meu breve “ritual”, segui para um café, onde me encontraria com Dante.

Fui de Motorboart até Traghetto Gondole Molo,- ponto onde podemos alugar um Gôndola, “barcos” simples, diferentes do habitual, pois as Gôngolas geralmente são usadas por casais em passeios românticos.

Essas desse local onde parei, são utilizadas pelos venezianos que estão com pressa e os que precisam atravessar o canal sem ter que andar pela cidade para chegar à outra parte.

Estacionei o Motorboart na margem, um pouco afastado do ponto de Traghetto Godole. Logo em frente se encontrava o Caffé Geleteria Al Todaro Dal 1948, ele está localizado à beira do mar.

Fui poucas vezes ali, mas sei que é um belo lugar para se apreciar o pôr do sol degustando um bom Cappuccino Italiano.

Encontrei Dante sentado em uma das mesas colocadas do lado exterior do local. O lugar é bem cheio, apesar de caro as pessoas o procuram pela bela vista e qualidade de produto e atendimento.

O sol já se mostrava fraco no céu, era possível observar os tons alaranjados presentes no mesmo. Eu me sentei na cadeira vaga em frente a Dante. Dali em diante começamos a conversar sobre os negócios da Família. Ele me informou que tudo estava indo bem, disse que os problemas repentinos foram resolvidos e que agora tudo corria bem.

Era bom ouvir isso. Com os problemas resolvidos eu poderia aproveitar um pouco de Veneza com Pietro. Fazia quase um mês que não o via, estava morrendo de saudade daquele pontinho pequeno.

Enquanto Dante passava um “relatório” falado sobre o que tinha acontecido nos meus dias de ausência, eu me perdi em pensamentos e comecei a vagar o lugar com os olhos, observando desde as pessoas mais risonhas até as mais sérias e concentradas. Dentre essas pessoas pôde visualizar uma mulher,- que logo reconheci ser a moça “salvadora da pátria”, Hinata Hyuga. Ela estava concentrada em alguma coisa na tela de seu celular.

Fiquei observando-a por alguns segundos até Dante me tirar dos desvaneios. Voltei minha atenção para ele ao mesmo tempo que minha mente estava em conflito. Apesar de tê-la visto apenas uma vez, todos os dias em Roma, ela me vinha na cabeça.

Fiquei intrigado com aquela mulher. Curioso sobre ela e interessado naquele monumental corpo. A bela moça era algo que queria desvendar e conhecer mais.

- ... Estamos nos associando a outro hotel chefe... - Ouvi a voz de Dante bem distante, mais uma vez me pegava observando a mulher sentada a poucas mesas da nossa. Ela agora passava as delicada mãos no cabelo, o prendendo em um coque frouxo, alguns fios azulados caiam na lateral de seu rosto, dando um ar mais despojado a moça. “Eu babava em cada movimento feito por aquela mulher. “

- Chefe... – Meu irmão me chamou mais uma vez, ele me olhou intrigado e se virou para o local onde eu olhava. Sorrindo, o mesmo se voltou a mim, dizendo:

- Se quer ir lá vai logo, Kurama. Vá antes que a moça desapareça de suas vistas... – Terminou se levantando de sua mesa – Vou deixá-lo sozinho, amanhã terminamos está conversa.

Logo vi Dante se levantar, me despedi rapidamente dele e segui para mesa onde Hinata se encontrava. Ela ainda estava compenetrada em algo no celular e quando levantou o olhar para ver quem se aproximava, corou ao me ver.

Ficou me olhando ainda com as bochechas rosas e logo sorriu. Aproveitando a deixa, me pronunciei:

- É meio clichê o que irei dizer... mas que bom nos reencontramos Hinata. – Sorrindo continuei. – Seria incomodo se eu me sentasse aqui? – Perguntei, já afastando a cadeira para me sentar. A Hyuga ficou me olhando e olhando, até em fim se pronunciar:

- Na verdade seria incomodo sim, senhor U ZU MA KI. – Franzi o cenho diante de sua resposta me preparando para levantar da cadeira, a qual havia me sentado a poucos segundos. – Mas não precisa se retirar, senhor Uzumaki, você não é incomodo para mim, apenas para minha sanidade. – Finalizou sorrindo maliciosa.

Entrando no seu joguinho apoiei meus cotovelos na mesa me aproximando de seu delicado rosto. Seus olhos acinzentados sorriam para mim.

- Acredito então que sou muito bem vindo, senhorita Hyuga... – Disse afastando uma pequena mecha de seu cabelo para atrás de sua orelha. Fiquei com os dedos ali por alguns segundos e logo me afastei ajeitando meu terno.

- É sim, senhor Uzumaki. Lógico, desde que se comporte... – sorriu.

- Sem problemas senhorita, sou um bom menino quando quero.

Ela me sorriu mais uma vez e bebericou seu café sem desviar seu olhos de mim.

- Bom... Também digo que é bom revê-lo, senhor Uzumaki. – Se encostou no estofado da cadeira e continuou: - Não achei que o veria de novo.

- Isso quer dizer que desejou que isso acontecesse, senhorita? – Sorri nasalmente – Eu povoei seus pensamento HI NA TA? – Silabei seu nome me satisfazendo com o rosto corado após minha pergunta.

- Não é bem assim... Nem passava pela minha cabeça revê-lo, Uzumaki. Fato que sua bela imagem povoou meus pensamentos, mas não era algo que ansiava perdidamente. Você é um rostinho bonito, difícil de esquecer... – Deu de ombros, pegando sua xícara de café, quase vazia e dando o último gole.

Observei seu movimentos agraciando a delicadeza dos mesmos. Ela realizava tudo com uma calmaria e graça, invejáveis.

- Ora, um rostinho bonito? – Balancei a cabeça cruzando os braços e dei um sorrisinho cínico. – Bom, pelo menos sou bonito para você, já tenho pontos por isso.

Hinata se aproximou apoiando seu cotovelos na mesa e ficou me olhando nos olhos. Me hipnotizando com aquele olhar profundo, ela parecia ser capaz de visualizar minha alma.

- Eu não teria tanta certeza quanto a isso, senhor Uzumaki... Precisa ser bem mais para ganhar seu prêmio.

- Bem, então serei persistente quanto a isso senhorita, tanto que no final ao me ter, você ira pedir mais... – Joguei mais ainda com as palavras.

- Bom me falar isso, loirinho. Tenha certeza que terá que dar conta do recado.

Afastei a cadeira e me levantei dando a volta na mesa, fui até a Hyuga, abaixei em direção ao seu ouvido e coloquei as mãos em seu ombro, ato que a fez estremecer.

- Quer pagar pra ver, Hinata? – sussurrei em seu ouvido direito e finalizei dando um beijo molhado em seu ombro.

Voltei para meu lugar, ajeitando o terno levemente amaçado.

- Esteja ciente de quem está provocando, Naruto... - Sorrindo maliciosa levantou de sua cadeira e veio até mim, elevou minha cabeça com seu dedo indicador e aproximou seus lábios, antes de me beijar se pronunciou: - Quem brinca com fogo, sempre é queimado.

- Adoraria me queimar, desde que esse fogo seja você... – Satisfeita com a resposta, a morena me beijou com volúpia.

















Continuaaa...


Notas Finais


Eita sôh, e esse capítulo meus amores? Me falem a opinião de vocês aqui nos comentários!!!! É super importante pra mim, além de ser um prazer ler cada palavrinha de vocês.

Obs: Explico mais sobre essas Famílias (Casa Nostra e Camorra), nas notas do autor do próximo capítulo. Tô com sono e preguiça, me perdoem por isso.

Enfim, espero que tenham gostado! Fiz meu melhor aqui nessa belezinha.

Um beijos, meus amores!

✨😘

Ps: Eu tô amando meu casal todo 'safrado'.

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