História Lost Souls - Capítulo 58


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Categorias Justin Bieber
Tags Alessa Lawrence, Atlanta, Black Widow, Lost Souls, Máfia
Visualizações 11
Palavras 1.522
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 58 - Bieber.


Algumas semanas depois.

Por mais que fosse complicado aguentar a barra, aguentar o Johnatan e a situação degradante que eu me encontrava eu contava com a ajuda de Luke e Rosa. A cada dia que passava o ódio tomava conta do meu corpo e eu só conseguia pensar nas diversas formas de matar cada pessoa que me colocou naquela situação. 

Johnatan nem sequer desconfiava da ajuda que eu recebia, tanto é que os únicos que podiam lidar comigo em sua ausência eram as pessoas que eu também confiava. 

O plano de fuga se moldava a hora e por diversas vezes eu desanimei e achei aquela ideia completamente maluca, mas Rosa sempre se encarregava de tirar todos os pensamentos ruins tinha em minha cabeça.

E então chegou o dia, eu estava mais nervosa e inquieta que o normal, não conseguia sequer segurar algo sem tremer. Johnatan iria realizar uma interceptação de carga em uma rodovia e levaria a maioria de seus capangas, o que me daria tempo e facilidade para fugir.

Assim que ouvi o motor dos carros soar, levantei e comecei a andar de um lado pro outro enquanto esperava por Luke e não demorou muito para que ele chegasse com Rosa. Me troquei rapidamente e esperei o sinal de Luke, saímos correndo pelos corredores até os fundos daquele lugar, demorou um pouco para que meus olhos se acostumassem com a escuridão. Me virei para os dois e pude sentir as lágrimas queimando as minhas bochechas.

- Vá nesse endereço, procure por Jeremy e diga que é a mando de Luke Cooper e Rosa Díaz, ele vai saber exatamente o que fazer com você, se cuida Alessa. - Peguei o papel e o abracei forte, me soltei de Luke e abracei Lupe que também chorava.

- Se cuida, Rô. Obrigada por tudo, serei eternamente grata e um dia eu volto para buscar vocês. 

Os abracei mais uma vez e quando estava entrando no carro notei uma movimentação em um canto, mas ignorei por medo de Johnatan chegar e todo o meu plano ir por água abaixo. 

Ditei o endereço para o motorista e só consegui respirar aliviada quando já estava bem distante, ficamos em silêncio durante a viagem toda e não demorou muito para que ele chegasse ao meu destino. Desci e me dirigi a uma porta de ferro com uma pequena janelinha, bati três vezes e logo pude ver um rosto. 

A porta foi aberta e eu pude enxergar melhor o homem, ele me lançou um sorriso e estendeu a mão para que eu apertasse.

- Alessa Lawrence? - Assenti. - Entre, temos muito o que conversar.

P.O.V / Bieber

- Christian, será que dá para você prestar atenção aqui porra? 

- Calma porra, se o Ryan calasse a boca por um minuto eu conseguiria me concentrar em te dar as informações. - Joguei uma pedra em Ryan e ele me lançou o dedo do meio como reprovação. - Obrigado, pode falar. 

- Verifica se a casa tá limpa, me manda a localização do Johnatan e.. - Olhei para a porta dos fundos e pude ver uma pequena movimentação, Luke e Rosa estavam saindo com uma garota baixinha, dos cabelos negros e com aparência de 18 anos de idade. Ela percebeu quando joguei a pedra em Ryan, mas algo estava tomando tanto a sua atenção que nem deu a mínima. Eles falaram várias coisas, mas só consegui ouvir seu nome: Alessa. - Procura quem é a garota que acabou de sair daqui, o nome dela é Alessa. Verifica na família do Johnatan ou se é filha de inimigo, dá teus pulos. 

Eu estava a mais de oito meses tentando encontrar qualquer brecha de Johnatan e dessa vez havia conseguido. Johnatan e eu nos odiávamos mais do que qualquer coisa no mundo e iria ser um prazer destruir aquela belezinha que eu vi agora, ainda mais se fosse alguém querida por ele. Johnatan não sabia com quem estava lidando, mas ele iria aprender por bem ou por mal. 

P.O.V / Lawrence

2 anos depois. 

Algum tempo se passou depois de toda aquela loucura, a minha vida literalmente virou de pernas pro ar. Eu carregava cada cicatriz e lembrava de cada segundo como se tivesse acontecendo agora, o ódio que eu nutria por Johnatan era algo que me preenchia de uma maneira capaz de assustar, eu não via a hora de fazer ele pagar por tudo que fez.

Mas eu não poderia ser tão ambiciosa e colocar um fim tão rápido assim na minha diversão, então eu me tornei tudo o que eu mais desejava: uma das criminosas mais procuradas pela FBI, CIA e Interpol; além disso eu dei início ao meu plano de destruir o império de Johnatan. Era realmente muito gratificante ver ele perdendo tudo que tinha aos poucos, sem se dar conta de quem estava fazendo isso, sem poder me impedir.

Eu me tornei a viúva negra e isso está apenas começando, Johnatan tem um preço muito alto a pagar. 

[...] 

Entrei no galpão e encarei todos os meus capangas trabalhando, acenei com a cabeça e fui direto para a minha sala. Minutos depois ouvi toques na porta. 

- Licença, Lawrence. - Encarei Marcus, chefe da segurança, e fiz um gesto para que ele continuasse. - Ouvi dizer que estão oferecendo 290 milhões pela sua cabeça. 

- Então avisa que eles podem oferecer quanto quiserem, só irão me pegar no dia que eu deixar e você sabe que isso nunca vai acontecer. - Marcus assentiu e saiu da sala, mas logo o espaço foi preenchido por uma pessoa tão irritante quanto ele. - Pois não, Jenner? 

- Eu ouvi o que Marcus disse. Você sabe que tá se arriscando demais, tudo tem limite e o seu já chegou. 

Soltei uma gargalhada e a encarei, me levantando logo em seguida. - A vida que está em jogo é a minha, então o limite quem dá sou eu. Se está tão preocupada pode se retirar, a porta que entrou é a mesma que você vai sair. Eu não paro no meio do caminho e você sabe bem disso, se acha que isso é o suficiente para me fazer recuar, está muito enganada. A diversão está apenas começando, Miles. 

Jenner só concordou e bateu a porta do escritório, eu não estava com paciência para lição de moral e nem para aguentar gente dando opinião na minha vida. 

Eu a amava, era a única pessoa que eu podia contar, mas não confiava nem na minha própria sombra. Jenner estava comigo desde o início dessa loucura e eu tinha a consciência de que ela só queria o meu bem, mas não suportava quando tentavam me dizer o que fazer e o que não fazer.

[...]

Estava tão empenhada em resolver alguns problemas e montar novos esquemas que nem percebi a hora passando, já se passava das 17:00 quando decidi ir para casa. Estacionei o carro de qualquer jeito e subi para tirar aquela roupa, assim que desci dei de cara com Joana, minha cozinheira.

Depois do almoço ajudei Joana a arrumar a cozinha e subi, minha cabeça estava explodindo e eu precisava descansar. Quando estava pegando no sono Jenner entra em meu quarto parecendo um furacão.

- Se eu não gostasse tanto de você, juro que já tinha metido um tiro na tua testa.

- Tem um racha hoje na velha estrada, vamos? - Me sentei na cama e sorri irônica.

- Não era você que estava morrendo de medo de me pegarem? O que foi que te deu?

- Não é você que não está nem aí para isso? Ou será que está com medo? - Ela arqueou a sobrancelha, fazendo com que eu gargalhasse. 

- Você realmente sabe como me fazer ceder, vamos! 

Jenner dava pulos de animação pelo quarto e isso chegava a me irritar, expulsei ela e me joguei na cama novamente, pegando no sono logo em seguida. Acordei e olhei no relógio, estava na hora. 

Tomei um banho demorado, passei hidratante em todo o corpo e me dirigi ao closet, separei uma calça de couro preta, um sutiã preto de renda, regata cavada e amarrei uma jaqueta jeans na cintura. Calcei meus vans e fiz uma maquiagem básica, coloquei a arma na cintura e desci encontrando Jenner sentada em uma das bancadas da cozinha. Entrei no carro e não enrolei para sair, dirigia feito louca até a velha estrada e aos poucos o volume de poeira causada pelo atrito do pneu e pela velocidade aumentaram. 

Assim que chegamos fomos reconhecidas por muitas pessoas que passavam por ali, algumas me conheciam como Alessa Lawrence e outras sabiam que eu era a viúva negra. 

Andei mais um pouco e logo cheguei na estrada onde seria a corrida, me juntei com algumas pessoas conhecidas e podia sentir o olhar da maioria em cima de mim. Corri os olhos pelo local e só parei quando encontrei um par de olhos cor de mel.

- Viu quem está ali? - Jenner me perguntou, ela sabia o tamanho do ódio que eu tinha por aquele moleque.

- Vi, o Bieber.


Notas Finais


Não sejam leitoras fantasmas, esqueçam a vergonha, não se esqueçam de comentar!!


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