História Lothasan - Interativa - Capítulo 1


Escrita por: e xmemories

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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Cthulhu Mythos, Ficção, Interativa, Lovecraft, Suspense, Terror
Visualizações 755
Palavras 470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Cá estou com uma nova interativa pra vocês, meus jovens.

Lovecraft é o amor da minha vida todinha, então claro que eu iria acabar escrevendo algo relacionado a ele uma hora ou outra.
O enredo é bem pesadinho (mesmo), então estejam avisados!

Boa leitura sz

Capítulo 1 - Prólogo


O grito ecoou pelos corredores da base militar como um lamento vindo das paredes, ou até mesmo do inferno. Um homem loiro era carregado por dois soldados corpulentos, debatendo-se em horror, histérico. Suas roupas estavam rasgadas, ensopadas de água do mar assim como os cabelos claros.

Era a personificação do desespero, falando sobre coisas desconexas aos ouvidos da grande maioria dos indivíduos naquele complexo.

Um daqueles a seu lado bateu em uma pesada porta de aço, logo aberta por um homem alto, de figura corpulenta. General Holland, o chefe daquele local. Alguém que inspirava respeito ao simplesmente ao fitar seus olhos cristalinos, ferozes como os de um demônio. Uma fera que estava em repouso, agora tirada de seu descanso graças a um recém-chegado em histeria.

Parecia incrivelmente ameaçador, incomodado pela paz interrompida naquele início de noite onde havia aproveitado para apreciar uma garrafa de whisky caro.

— O que aconteceu? — Questionou, correndo os dedos pela barba elegante. O olhar era mórbido, impaciente.

— Senhor, este homem diz ser Ulrich Bell, um dos presentes no desaparecimento do Altavista. O capitão, mais exatamente. — Foram poucas as palavras, mas o suficiente para instigar a curiosidade no semblante fechado do indivíduo barbado em frente aos três. — Devemos deixá-lo sob sua custódia?

— Sim. — Um mínimo sorriso desenhou-se nos lábios do general, ansioso para descobrir mais sobre o que acontecera naquela noite de janeiro.

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As horas passaram, a lua a pino na abóbada celeste trazendo silêncio ao caos citadino de Seattle, ao menos parcialmente — e fora do Complexo Militar de Lothasan —, o suficiente para o onirismo mergulhar as mentes dos habitantes da metrópole. Mas não às de Erhan e Ulrich. O general tinha seu “refém” amarrado a uma cadeira, a boca espumante murmurando coisas desconexas durante a quase completa loucura. Já ele próprio estava sentado sobre uma poltrona de couro, folheando uma brochura amarelada pelo tempo em busca de referências.

A mente do militar estava em parafuso, beirando o horror com os relatos do homem. “Como batem tão bem com essa obra?”, era o que se perguntava, entorpecido pela quantidade de informações processadas no momento. Abriu a garrafa de whisky novamente, pondo uma dose para si mesmo, vertida garganta abaixo em frações de segundo. Relaxado pelo álcool, verificou a camisa de forças e cordas a imobilizar o prisioneiro, então deixando seu gabinete.

Naquela noite havia algo de diferente atuando no mundo: homens e mulheres dos quatro cantos do planeta haviam caído em loucura, gritando referências a locais e seres tão desconhecidos da raça humana. Até mesmo uma misteriosa vila numa ilhota do Pacífico havia sido engolida pelo magma de um vulcão que há milênios não entrava em atividade.

Forças incompreensíveis haviam despertado, e a humanidade não estava pronta para lidar com elas.


— Eu vi uma besta que saía do mar, senhor. Não só uma besta, mas uma cidade inteira.


Notas Finais




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