História Lotto - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanyeol, Chen, Exo, Kai, Lay, Lotto, Sehun, Suho, Xiumin
Visualizações 42
Palavras 1.234
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E aí pessoal! Como vai!
Outro dia desses voltei a ler fanfics e senti falta de escrever, então aqui estou com uma fic inspirada no MV de lotto. Espero que curtam.
Boa leitura

Capítulo 1 - E se ela descobrir?


Fanfic / Fanfiction Lotto - Capítulo 1 - E se ela descobrir?

 

(Sohyun POV)

Eu estava saindo da faculdade disfarçadamente. O segundo ano era uma época sensível: você vivia preso entre largar tudo e pensar que já havia chegado longe demais para parar.

_ Sohyun! – Aline me chamou quando me viu me esgueirando pelo corredor com a mochila no colo.

_ Ya! Fala baixo! – falei em um sussurro enquanto ela se aproximava.

_ Desculpe...  – minha amiga me olhou da cabeça aos pés e voltou a observar minha expressão – Mas você realmente não se acostuma a fazer o errado mesmo quando quer desesperadamente não é?

Mordi os lábios e a encarei com os olhos suavemente apertados enquanto caminhávamos feito duas fugitivas – o que praticamente éramos.

_ Está tão aparente assim?

Perguntei apertando mais a mochila em meu colo e ela respondeu com um aceno positivo de cabeça.

_ De qualquer forma, tente não nos denunciar. Até parece que está no ensino médio e não na faculdade.

"Mas eu tenho idade para estar no ensino médio." – justifiquei em pensamento, sem querer dar a ela mais um motivo para me zoar.

_ É fácil para você dizer isso quando a ideia foi sua... – retruquei fazendo um beicinho quase imperceptível.

_ É, mas é sua tutora maluca que te faz trabalhar no lugar dela. Se não fosse por isso, não estaríamos saindo no meio da aula.

Suspirei. Ela tinha razão, infelizmente.

_ Desculpe.

Aline sorriu cúmplice e doce e continuou andando em silêncio. Descemos as escadas lentamente e, assim que entramos no corredor, um professor passou. Não apenas um professor: a pessoa que eu realmente não queria que me visse fugir da aula.

Nós duas nos esprememos na parede, buscando ser o mais invisíveis possível. No entanto, assim que ele passou e nós continuamos andando, o maldito se virou, nos encarando com uma expressão de diversão e desconfiança.

_ Porque estão fora de sala?

Rafael era o professor de epidemiologia. Diferente do estereótipo ele era bonito, novo e divertido e, por mais que ele fosse o meu "ex rolo", o Rafa nunca me tirava de uma enrascada sequer.

_ Ah... Nós... – engasguei e apertei minha mochila contra o peito.

_ Estávamos indo ao banheiro. – Aline completou estampando um sorriso claramente falso no rosto.

Rafael ergueu uma sobrancelha e sorriu torto antes de perguntar, mesmo que ele já soubesse a resposta:

_ E porque não foram no banheiro do seu andar?

_ Está interditado. – Aline justificou novamente, enquanto eu apenas o encarava, atônita.

_ E porque estão levando a mochila para o banheiro?

Silêncio.

Olhei para minha amiga em busca de uma resposta e ela fez o mesmo, voltamos a encarar nosso professor ao mesmo tempo e ele riu baixo, uma expressão sádica se estampou em seu rosto e ele levantou o indicador, nos chamando.

_ Me sigam.

Disse começando a andar.

Enchi o peito de ar pensando nas possíveis consequências de minha tentativa de fugir da faculdade, caso "minha tutora louca" ficasse sabendo. Hyeji iria me matar. Eu não voltaria a ter acesso à internet tão cedo, corria o risco de ser expulsa de casa e, na pior das hipóteses ela poderia cumprir a promessa de me mandar para o exterior.

_ Rafa espera...

Pedi correndo alguns passos e segurando o braço dele. Tinha intimidade o suficiente para fazer isso, mesmo na faculdade todos sabiam que já tínhamos sido mais que amigos. Nós nos conhecemos desde que eu tinha onze anos... ele tinha dezesseis e já estava no segundo período da faculdade. Era um gênio, simplesmente, e eu acabei seguindo o caminho dele: agora ele me dava aula com vinte e dois anos e eu tinha dezessete.

Ele encarou meus olhos com seriedade e soltou minha mão de seu braço para entrelaçar nossos dedos.

_ Volte para a sala Aline, se você não quer perder o seu patrocínio da agência de modelos, não dê motivos.

Ele não esperou uma resposta de minha amiga, pegou minha mochila com a mão livre, jogando-a sobre as costas e me arrastou até sua sala. Pela forma como ele bateu a porta depois de entrar, não estava feliz.

_ Comece a falar enquanto ainda estou disposto a ouvir.

Engoli em seco encarando os olhos azuis celeste que me observavam friamente. Os ombros largos de meu amigo estavam tensos e os braços cruzados. A postura rígida deixava claro que não importava o que eu dissesse, no fim, ele iria dizer que eu estava perdendo tempo.

_ Rafa...

_ Você quer ser mandada para o exterior?

Ele me cortou antes mesmo de eu dizer qualquer coisa além de seu nome.

_ Eu tenho certeza de que já te disse isso antes, mas vou repetir. – Rafael fez uma pausa para jogar minha mochila e sua pasta de documentos sobre a mesa bruscamente e se aproximar – O fato de você estar na faculdade não te torna maior de idade. Se algo acontecer aqui ou fora da instituição em um horário em que você deveria estar estudando, quem tem que tomar as devidas providências é sua madrasta. Você ainda deve satisfação a ela.

_ Eu sei disso. – murmurei encarando o chão.

_ Pois parece que não sabe.

_ Ah Rafa... – sussurrei seu nome enquanto balançava de leve sua mão, claramente fazendo manha – É só uma vez, não é como se algo fosse acontecer ou ela fosse ficar sabendo.

_ E se ela ficasse sabendo Sohyun? – ele questionou, agora com voz baixa, fazendo o tom grave parecer ainda mais perigoso – Você só tem inteligência para as matérias da faculdade... mas é tão imprudente quanto qualquer outra pessoa de sua idade.

Enchi o peito de ar. Aquela situação estava me deixando mais desconfortável do que pensei que seria possível.

_ Escute, eu não vou me justificar, porque não preciso e porque não importa para você os motivos, só o quanto eu fui – fiz um sinal de aspas com a mão – “imprudente”. Então, com licença.

Peguei minha mochila e saí. Dessa vez a frustração de saber que ele estava certo fez com que me sentisse confiante. Ergui a cabeça e saí da faculdade andando tranquilamente.

Meu telefone tocou por um breve momento e eu o tirei do bolso para ver a mensagem de Aline:

"Onde você está? O "papai" deu muita bronca?"

Sorri com a forma como ela se referiu ao Rafael e, quando ia começar a digitar a resposta, ouvi ele gritar meu nome.

Olhei para trás e seu rosto angelical estava contorcido em desespero enquanto ele corria em minha direção. Ouvi uma buzina próxima e pneus freando e, quando me virei para frente, a única coisa que fui capaz de ver, foi o céu azul desfocado.

Não senti dor no momento. Tudo estava borrado e confuso antes de eu desligar completamente.

Eu provavelmente devo ter acordado antes. Me lembro de, em alguns momentos, ouvir anúncios daqueles que você sempre ouve o piloto falar com a animação de um atendente de telemarketing. Alguns flashbacks de um lugar escuro com apenas uma fina fresta de luz à frente.

Além disso, havia um sonho estranho: um sonho onde eu tentava fugir de um lugar estranho e pouco iluminado. Quando estava prestes a sair, alguém me acertava na cabeça.

Na verdade o que mexeu comigo, foi à visão de quando meus olhos focaram: eu estava em uma jaula do tamanho de um cômodo médio. Minhas mãos estavam amarradas juntas e eu vestia uma roupa que não reconhecia: um longo vestido branco de tecido levemente transparente.


Notas Finais


Então gente, este capítulo foi meio curto, mas pensem nele como um prólogo para a história, pois eu precisava apresentar a vocês a personagem e alguns acontecimentos que só irão se explicar lá na frente antes de as coisas pegarem fogo.
Então, muito obrigado por lerem e, por favor, se tiverem alguma crítica (positiva ou negativa), fiquem a vontade, eu vou adorar ver a opinião de vocês.
Obrigada por terem lido <3


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