História Lotto - Capítulo 2


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanyeol, Chen, Exo, Kai, Lay, Lotto, Sehun, Suho, Xiumin
Visualizações 24
Palavras 1.691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E aí povo? Como cês estão?
Eu voltei com mais um capítulo da Fic para dar duas noticias, uma boa e uma ruim.

A boa é que, a partir deste capítulo, a história vai se desenrolar muito rápido e nesse capítulo (Spoiler óbvio) nossos meninos aparecem.

A ruim é que ontem meu telefone caiu e virou mil pedacinhos, então vou ter que reescrever os próximos dois capítulos que já estavam prontos e salvos só no bloco de notas no celular :/. Eu podia ter salvo no notebook ou email? Podia, mas sou uma anta e esqueci. Por isso, pode ser que o próximo demore um pouco mais para eu postar o próximo cap, mas no máximo um três dias ok?

Enfim, sem mais delongas, o capítulo 2.
Boa leitura.

Capítulo 2 - A promessa de Dakho


Fanfic / Fanfiction Lotto - Capítulo 2 - A promessa de Dakho

(POV Suho)

Abri os olhos tapando a luz do sol em meus olhos. Meu despertador ainda não havia tocado e, poucos segundos depois de me virar na cama e fechar os olhos outra vez, me lembrei da causa da ansiedade que me fez acordar mais cedo: a promessa de Dakho.

Dakho era um estúpido pequeno empresário viciado em jogos e drogas. Meu pai o conheceu quando eram adolescentes e, por sua amizade, ele tentou ajudá-lo a crescer e conseguir se não se curar, ao menos sustentar seus vícios. Não é como se eu tivesse concordado com essa droga de “parceria”, porque diabos eu tinha que lidar com a dívida daquele maldito traidor que, além de não nos pagar, ainda usou o dinheiro de nossa empresa para apostas?

Eu perguntei ao meu pai e sua resposta foi: “Porque você é o CEO/presidente.”.

Ótimo. Depois que recusei um casamento arranjado com o argumento de que eu era o “CEObarrapresidente” e não precisava de uma mulher ao meu lado para cumprir minha função, aquele era o argumento que ele usava para tudo.

De qualquer forma, reclamar disso agora não vai fazer sentido. Na verdade, estou curioso. Dakho disse que me pagaria com algo mais valioso que dinheiro. Pensei em ouro, joias, itens de colecionador, mas ele disse que não era nada daquele tipo e que, caso eu quisesse saber o que seria, deveria pagar sua pequena dívida com as pessoas que o ameaçaram de morte e o encontrar em um endereço que me enviaria no momento apropriado hoje.

Foi uma atitude ousada, até um tanto abusada, mas ele me ganhou com a curiosidade. No dia de sua proposta eu pedi um tempo para pensar e, durante os dois dias de prazo, não consegui dormir nem me concentrar em meu trabalho. Esse foi o único motivo pelo qual concordei com ele.

Também não consegui me concentrar no trabalho durante todo o dia, até que, no meio de uma reunião, recebi uma mensagem:

“Estou esperando no endereço.”

Havia uma localização em anexo e, assim que consegui enviar o endereço para Lay, me levantei:

_ Desculpe, algo urgente surgiu, eu preciso ir.

D.O veio logo atrás enquanto dava ordens a sua secretária:

_ Cancele o resto da minha agenda hoje e diga ao motorista que está dispensado por hoje.

A mulher fez uma reverência e saiu junto a minha secretária que acatou as mesmas orientações. Descemos pelo elevador e saímos apressadamente pelo saguão, onde Lay nos esperava.

_ Vocês foram rápidos. – Chanyeol comentou olhando para trás.

_ Suho saiu da reunião como se sua casa estivesse pegando fogo.

D.O respondeu com um sorriso torto no rosto e, por mais que soubesse que ele estava tentando me provocar, não fui capaz de responder. Estava concentrado demais imaginando o que poderia encontrar.

_ Você sabe que, muito provavelmente não vai encontrar a Gioconda, não é? – Lay perguntou me olhando brevemente pelo retrovisor enquanto dirigia rumo ao nosso destino.

_ Eu sei... mas esse assunto estava me tirando o sono. Vou apenas acabar com isso.

Ele forçou um sorriso e nenhum de nós dois disse mais nada até chegarmos ao endereço.

Um local um tanto afastado do centro de Seul. As ruas eram mal iluminadas e desertas, cercadas de grandes galpões industriais que já estavam escuros. Descemos do carro em frente ao local, Lay parecia tenso olhando ao nosso redor enquanto dizia:

_ Que tipo de “pagamento” ele está te oferecendo para ter que nos trazer a um lugar como esse?

_ Sim... – Chanyeol comentou – Estou com um péssimo pressentimento.

_ Está tudo bem, existem pessoas avisadas sobre onde estamos. – D.O os tranquilizou – Não existe a chance de tentarem fazer algo e saírem intactos.

_ Vocês foram rápidos. – Dakho abriu a porta à nossa frente, acompanhado por dois homens pouco mais altos que Lay – Vamos entrar.

Ele e seus brutamontes saíram da frente nos abrindo espaço. Assim que entramos, sentimos o ar úmido e quente do local. As luzes distantes e fracas piscavam vez ou outra, fazendo nossos olhos latejarem.

_ É uma pena, mas não posso oferecê-los uma xícara de chá agora. – comentou.

_ Apenas o que você me deve é o suficiente.

Cortei suas gracinhas de imediato e ele sorriu tocando meu ombro sob o olhar desconfiado dos outros que me acompanhavam.

_ Você verá, é mais do que você espera, Suho.

D.O ergueu uma sobrancelha, desconfiado, mas eu apenas suspirei e bati de leve em suas costas, o dizendo para continuar andando.

Dakho parou em frente a um enorme e pesado portão e, com um sinal de mão, dispensou os dois homens que o acompanhavam. Os dois abriram a porta para nós e adentramos em outro local com iluminação ainda mais precária. A porta se fechou atrás de nós e Chanyeol se virou bruscamente, esbarrando em mim antes de perguntar com voz alterada:

_ O que está fazendo?!

_ Tenha calma. – ele disse antes de acender uma luz ao nosso lado – É que o pagamento de seu amigo está um pouco sensível à luz.

Meu olhar só se voltou para o lado quando ouvi um grito agudo e cansado.

Lá havia uma garota dentro de uma jaula, suas mãos estavam presas ao alto do objeto, amarradas juntas por uma corda grossa. Quando nos viu, o olhar desesperado e assustado brilhou enquanto ela se levantava e se aproximava das grades de sua prisão.

_ O que exatamente você está fazendo? – D.O perguntou paralisado pela surpresa, assim como todos nós.

_ Estou há alguns meses esperando por ela. Ganhamos na loteria. Uma belíssima mestiça, não acha? – Dakho se aproximou da jaula – Ela tem as curvas e rosto ocidentais, com a delicadeza coreana.

Sim, ela era belíssima, como um anjo: as curvas de suas coxas e seios eram delineadas pelo longo vestido branco de tecido leve, o cabelo era preto, longo e suavemente ondulado nas pontas, o corpo era delicado e pequeno, o rosto tinha traços ocidentais, olhos grandes e cílios avantajados e lábios definidos, mas era pequeno e em um perfeito formato de “v”.

Mesmo assim, eu não estava entendendo o que Dakho estava tentando fazer.

A menina se aproximou mais das grades e Dakho tirou uma teaser do bolso e a acionou. Apenas o som estalado durante poucos segundos foi o suficiente para fazer a mulher se afastar, com o terror estampado no olhar.

_ Ela fala coreano, mas, você sabe, ela provavelmente está assustada demais para falar qualquer coisa.

_ O que diabos você está fazendo?!

Chanyeol gritou avançando na direção do homem, mas Lay o segurou, meneando a cabeça em direção ao homem enquanto advertia:

_ Ele está armado, não faça nenhuma besteira.

_ Ora vamos... – Dakho se virou de costas para a mulher para nos encarar – Vocês entenderam aonde quero chegar.

_ Está sugerindo me “vender” uma pessoa? – questionei o encarando com o cenho franzido inconscientemente.

_ Suho... Não se faça de inocente.

_ D.O, ligue para a polícia. – disse o encarando completamente descrente.

_ Senhor Presidente, espere um momento. – Dakho disse com um sorriso doentio de vitória estampado em sua expressão de confiança – Vocês sabem quanto essa garota vale? Até a polícia me capturar, eu já terei a vendido por um valor alto o suficiente para me livrar de qualquer acusação. E o destino dela... Bem, será um tanto incerto.

_ E agora você está nos chantageando com uma completa estranha. – D.O sorriu de canto voltando a olhar o celular – Não seja estúpido.

D.O digitou um número e aquela garota se aproximou outra vez, segurando as barras de metal para nos encarar com um olhar de súplica. Havia o rastro de uma lágrima seca em seu rosto. O som do segundo número ecoou e ela meneou a cabeça em negativa, começando a chorar outra vez. O terceiro número foi teclado e ela sussurrou:

_ Me salve...

D.O iniciou a ligação e eu tomei o celular de suas mãos e a encerrei, em uma atitude totalmente impulsiva.

_ O que está fazendo? – ele perguntou.

_ Não podemos deixá-la aqui. – Lay explicou aproximando-se de Dakho e estendendo uma mão, esperando pela chave – Ela provavelmente veio de um país estrangeiro, ninguém vai estar procurando por ela.

_ Definitivamente não. – Dakho afirmou sorrindo sádico enquanto entregava a chave ao Lay.

_ Nós somos a única chance dela escapar seja lá do que a espera. – eu continuei e olhei o carrasco que nos observava vitorioso – Espero que não tenha de te ver nunca mais, pois se o fizer, não importa quanto dinheiro eu precise investir nisso, você vai apodrecer na cadeia até o último dia de sua vida.

Ele sorriu.

_ Que seja. Foi ótimo negociar com você. – ele bateu em meu ombro levemente e começou a andar rumo à saída – Ela é toda sua!

Não tirei os olhos dele até a porta se fechar e seus passos desaparecerem.

Lay abriu a porta da jaula rapidamente e se aproximou da mulher com cautela. Chanyeol o acompanhou e eu fui logo atrás, enquanto D.O esperava na porta.

_ Qual é seu nome? – Lay perguntou estampando um sorriso social que buscava acalmá-la, mas a garota não respondeu e se encolheu quando ele se aproximou para soltar suas mãos.

_ Não se preocupe, não vamos te machucar.

Chanyeol disse pouco antes de Lay terminar de soltar as mãos da garota. Assim que as amarras a deixaram, suas pernas fraquejaram e ela tombou em minha direção. Os olhos encaravam o chão enquanto ela ofegava.

_ Assim não dá... Ela não está bem. – pensei alto antes de envolver sua cintura com o braço e passar o outro por baixo de suas pernas, tirando-a do chão – Mantenha os olhos abertos. Nós vamos para um hospital imediatamente.

Ela escorou a cabeça em meu ombro e assentiu quase imperceptivelmente.

_ Tenho uma notícia ruim. – D.O apareceu repentinamente, os olhos arregalados e os lábios entreabertos pela surpresa – Estamos trancados.

Corremos todos até a porta por onde Dakho havia saído e, só então, percebemos uma grande quantidade de fumaça entrando por todas as frestas do local.

_ Eles incendiaram... – a menina sussurrou começando a tossir e tive que puxá-la para mais perto de meu peito, buscando escondê-la da fumaça.


Notas Finais


Então, como eu disse, a história finalmente começou. Desculpa pelo capítulo curto, mas não queria deixar ninguém na mão e tbm tinha perdido esse capítulo, então reescrevi ele o mais rápido possível para vocês.


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