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História Lótus Estelar - Capítulo 12


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Notas do Autor


Olá leitores lindos ♡ Cheguei com mais um capítulo com tretinhas, me perdoem, mas antes as tretas fictícias que as da vida real, né? uhauhauhaau

Espero que gostem, boa leitura ♡♡♡

Capítulo 12 - Reencontro


Wooseok entrou correndo na diretoria, o que assustou Dongwook que estava debruçado em papelada como sempre. O ceifador estava tão apavorado que tremia dos pés à cabeça, mal conseguia ficar em pé.

- Ele não consegue mais me ver – disse ofegante – Eunsang...

- Ah? – o chefe tirou o óculos de grau e o encarou confuso.

- Ele não pode me ver – repetiu e sentiu as lágrimas brotarem nos olhos.

Dongwook arregalou os olhos e levantou da mesa para dar ao amigo um abraço de conforto, sua cabeça fervilhava agora, não entendia como algo assim era possível. Wooseok, que raramente chorava, caiu aos prantos nos braços dele, não conseguia aguentar todos aqueles sentimentos ruins.

- Isso pode acontecer? – perguntou soluçando – O coma pode mesmo fazer isso com alguém?

- Não sei, eu nunca pesquisei sobre isso... – o chefe deu uma batidinha nas costas dele – Vamos dar uma olhada.

Sentou de volta na cadeira preta confortável e digitou rápido no teclado do computador, enquanto o ceifador aprendiz soluçava ao seu lado. Estava de coração partido, nunca antes tinha visto o mais jovem chorar desse jeito, nem quando descobriu que seu grande amor tinha reencarnado e estava feliz com outra pessoa.

- Hum, efeitos do coma... – ele murmurou enquanto lia – É, há uma porção inacreditável de coisas que podem acontecer, pode tanto cortar a comunicação total com seres do além como inicia-la caso a pessoa não a possuísse previamente.

- Não acredito nisso – o aprendiz encarava um ponto qualquer na sala, sentia como se sua mente tivesse saído do corpo.

- Sinto muito, Wooseok – o chefe suspirou – De verdade...

- É permanente? Não há nada que possamos fazer? – o outro perguntou como a última esperança.

O chefe balançou a cabeça de forma negativa e pediu perdão por algo que nem era sua culpa. Wooseok sentiu como se tivesse sido atingido por uma facada no peito, tinha pensado em tantas circunstâncias difíceis que teriam, mas nenhuma delas era tão ruim quanto essa. Tudo iria acabar mesmo dessa forma?

- Eu sei que você não quer ouvir isso agora, mas veja... Eunsang finalmente recebeu a chance de ser como as outras pessoas, ter uma vida normal... Quem sabe seja uma oportunidade para se reconciliar com sua família – Dongwook tentou explicar – Além do mais, ele não vai sofrer porque não lembra de nada do que aconteceu entre vocês.

O aprendiz assentiu, entendia o que ele queria dizer. Quando decidiu se afastar do garoto no passado, tudo o que mais queria era que ele tivesse a oportunidade de viver uma vida plena, assim como a que estava tendo agora. A diferença era que tudo tinha mudado no último mês, pelo menos para ele... Sabia que era egoísmo, mas como viveria sozinho com todas aquelas memórias?

Voltou para casa e sentiu ainda mais vontade de chorar. Ainda podia sentir Eunsang por lá, a almofada que ele bagunçava estava no chão como ele tinha deixado, sua camiseta favorita pendurada na cadeira, a caneca de café que usou da última vez secando ao lado da pia... Era como se nunca tivesse partido, mas agora estava tão longe que nem sequer o via mais... Como conseguiria seguir em frente assim?

Wooseok havia sido golpeado com força pela vida duas vezes no passado. A primeira foi quando a mulher que amava foi morta. A segunda foi quando descobriu que ela havia encontrado sua alma gêmea em outra pessoa. Achou que aquilo era o suficiente, não iria mais abrir o coração para ninguém, dedicaria sua existência aos trabalhos de ceifador. Mas Eunsang, com seu sorriso inocente e olhos brilhantes, suas ideias mirabolantes e sensibilidade, reabriram seu coração de um jeito que nem sequer esperava. Nunca tinha doído tanto assim antes, parecia que seu peito ia arrebentar, não queria mais existir daquele jeito, longe dele. Sentou no chão atrás da porta e abraçou os joelhos, chorando todas as lágrimas que precisava colocar para fora, a dor consumindo cada centímetro de seu corpo.

Mas a pergunta que não queria calar em sua cabeça era se desistiria dessa vez de novo, assim como fez das outras, ou seria egoísta pela primeira vez?

 

 

 

 

Yerin desceu para tomar café da manhã e achou que tinha entrado direto em uma novela, nunca tinha visto uma mesa tão grande e com tanta comida diferente assim antes. Dohyon estava cortando algumas frutas enquanto sua mãe terminava de colocar os pratos e talheres. Já havia alguém sentado à mesa, uma garotinha de uns cinco anos que assistia algo em um tablet.

- Ei, senta ai – Dohyon disse assim que viu Yerin – Tem bastante coisa pra comer.

A garotinha, assim que ouviu o que ele disse, ergueu o rosto e arregalou os olhos quando a viu.

- Ai meu deus – disse – Você tem câncer? – perguntou enquanto ela sentava.

- Aff, Binnie – Dohyon bateu na cabeça da pequena com a tábua que usava para cortar as frutas – Isso é coisa que se diga?

- Tudo bem, eu ouço isso o tempo todo – Yerin deu de ombros e olhou para a mais nova – E não, não tenho câncer.

- Ufa – ela respondeu enquanto alisava a cabeça.

- Essa é a Yubin, minha irmã mais nova – o garoto a apresentou – Fala um monte de bobagem o tempo todo...

- Como se você não falasse também – a mais nova botou a língua para ele e Yerin riu, não tinha irmãos então achava a dinâmica entre eles engraçada.

Não demorou muito para que a mãe dos dois aparecesse com mais comida, o que fez a garota perguntar se aquilo era real mesmo, ficou perguntando se hoje era um evento importante, mas a família Nam sempre fazia cafés da manhã bem fartos mesmo. Os quatro se reuniram à mesa, ficou faltando só o pai deles, que já tinha saído para o trabalho.

O clima no café foi divertido, Yerin logo notou que Yubin era muito mais tagarela do que o irmão, mas era parecida com ele no quesito inteligência, em alguns momentos os dois engatavam conversas tão complexas que tanto a mãe quanto a garota se olhavam sem entender nada.

Quando terminaram de comer – Yerin agora tinha certeza de que se morasse ali engordaria uns 10 quilos – a pequena Binnie correu para ir brincar do lado de fora e Dohyon levantou para atender a um telefonema. Tendo ficado as duas a sós, a mãe dele foi quem puxou assunto.

- Tomei a liberdade de perguntar ao meu filho o que tinha lhe acontecido, espero que me perdoe – a mulher começou – Ele não me disse muita coisa, apenas que teve problemas com um ex-namorado – explicou.

- Ah, tudo bem – a garota respondeu – É, Dohyon me livrou de um problemão ontem.

A mulher suspirou e assentiu.

- Sei como você se sente, acredite.

- Sabe? – Yerin perguntou curiosa.

A mulher assentiu novamente e se aproximou para sentar ao lado dele, pegando em suas mãos e a surpreendendo.

- Embora não pareça, pois tenho essa vida agora – disse e apontou para os arredores – Eu tive um passado muito difícil, Yerin. Quando te vi ontem me lembrei muito de mim mesma e me senti triste, não sei exatamente quais são os seus problemas, mas nenhuma mulher merece passar por isso...

A garota a encarou boquiaberta, assim que a viu ontem havia jurado que era do tipo que tinha uma vida dos sonhos, uma casa maravilhosa, a família perfeita, muito dinheiro. Ouvir aquilo foi um choque de realidade que ela não esperava ter.

- Meus filhos não sabem disso, não sabem o quanto eu sofri até ser salva pelo pai deles – ela continuou – Mas sou um exemplo vivo de que as coisas podem melhorar, então não perca a sua força, ok?

A mulher deu um sorriso reconfortante e Yerin sorriu também, nunca tinha imaginado que receberia conforto de uma pessoa como aquela, sentia que seus princípios tinham virado de cabeça para baixo quando conheceu Dohyon. Aquelas pessoas ricas que no passado ela tinha julgado e invejado, hoje via que eram pessoas como ela, com seus problemas, um passado difícil e limitações. Quem sabe aquela fosse uma oportunidade de abrir seu coração para os outros daqui em diante, poderia encontrar conforto nos lugares mais inesperados.

Dohyon voltou naquele instante e perguntou do que elas falavam, mas a mãe desconversou dizendo que era “coisas de mulher” e saiu, deixando os dois sozinhos.

- Desculpa, Sohyon me ligou – ele explicou – Por isso eu saí correndo...

Yerin revirou os olhos ao ouvir aquele nome e teve que segurar um resmungo.

- Nós vamos sair hoje à tarde – ele continuou – Então eu posso te largar em casa antes disso, pode ser?

A garota cruzou os braços na cintura e disse um sim de qualquer jeito, que Dohyon nem notou porque agora estava grudado no celular trocando mensagens com a garota, sorrindo igual a um bobo. Aquilo fez com que Yerin se sentisse desconfortável, não somente com a situação ali, como também pela forma que se sentiu naquela manhã. Desde quando tinha ficado tão boba? Por mais que Dohyon tivesse sido legal com ela, só a via como amiga, no máximo. Já tinha deixado bem claro que gostava de garotas fofas e se tinha uma coisa que não era, essa coisa era o tipo ideal dele.

A garota coçou a lateral do pescoço um tanto sem graça com aquele pensamento... Por que não parava de pensar naquele tipo de coisa? Por que estava com tanto ciúme?

 

 

 

 

Eunsang já tinha feito todos os exames e recebeu resultados muito positivos, o coma não havia deixado nenhuma sequela – aparente. Junho estava muito eufórico e ficava o tempo todo ao lado dele, seus pais estavam chegando para vê-lo e até Yohan estava puxando papo, o que para ele era estranho. Junho disse que ele tinha ficado todo aquele tempo lhe fazendo companhia, o que Eunsang achou ainda mais estranho, mas agradeceu. Se tivesse pensado em alguém lhe fazendo companhia durante o coma, jamais pensaria naquele garoto com o qual brigou tanto no passado. Mas tudo parecia diferente agora, como se milhares de coisas tivessem mudado em apenas um mês, muitas delas ele nem sequer entendia.

Foi quando virou a mão e notou que tinha algo escrito na palma com caneta azul, estava um pouco apagado, mas sua caligrafia era visível.

“Acredite no Wooseok”, era o que estava escrito, para sua surpresa.

- O que é isso? – perguntou confuso – Quando eu escrevi isso?

Junho se aproximou para dar uma olhada, mas balançou a cabeça negativamente, não lembrava de ter visto aquilo ali. Yohan também foi olhar e ficou confuso.

- Você escreveu depois de acordar? – perguntou.

- Não, eu nem tenho uma caneta aqui – Eunsang respondeu.

- Não faz sentido, ontem antes de dormir ajudamos os enfermeiros a te limpar – Yohan explicou – Eu mesmo limpei a sua mão, não tinha nada escrito.

“Outra pessoa?”, Junho escreveu no celular e mostrou a ele.

- Não, eu tenho certeza que é a minha caligrafia – Eunsang analisou a mão com cuidado – Não entendo...

Ele pegou o celular ao lado da cama e tirou uma foto da mão, sabia que os dizeres acabariam sumindo, então queria guardar aquilo como prova.

- Por acaso você viu o Wooseok por aqui em algum momento? – perguntou à Junho – É um ceifador, ele é magro, tem estatura mediana, usa roupas pretas...

O garoto balançou a cabeça negativamente e escreveu no celular “Ninguém do além veio aqui enquanto eu estava”.

Eunsang suspirou confuso, fazia muito tempo que não via aquele ceifador, ele o tinha abandonado e provavelmente nem ligava mais para ele. Mas como e por que tinha escrito aquilo na própria mão?

Ele não sabia o que estava acontecendo, mas dentro de si sentia que havia uma peça faltando, como se tivesse esquecido de algo muito importante.

 

 

 

 

Hangyul e Hyeongjun tinham debatido a noite inteira sobre o que fariam em relação à Minhee, não podiam deixar que fosse adotado pela mãe do ex-ceifador, caso contrário, como o veriam? Não podia entrar na casa dela procurando pelo garoto, acabariam perdendo o contato definitivamente. Mas Minhee tinha dito que queria viver com eles, então não podiam se render. Acabaram decidindo ir falar com ela e tentar convencê-la a desistir da adoção, mas seria Hangyul quem faria isso já que Hyeongjun não podia ser visto por ela, caso contrário a confusão seria dez vezes pior. Os dois então bolaram um roteiro com a história que contariam a ela, esperavam muito que ela fosse se sensibilizar e aceitar desistir da adoção, senão estariam em um beco sem saída.

Hangyul não podia negar que tremia quando tocou a campainha da casa dela, a mulher ainda morava na mesma casa onde Hyeongjun cresceu, o que trazia memórias ao ex-ceifador. Do outro lado da rua, ele olhava para o local onde passou os melhores e piores momentos de sua primeira vida, ainda lembrava como se fosse ontem do dia em que se arrastou até lá completamente derrotado, apenas para roubar a arma do vizinho e acabar com a própria vida e a de todos os outros.

Hangyul foi recebido pela mulher, que lembrou dele da época do trabalho voluntário e o convidou para entrar. Ele sentou nervoso no sofá da sala pequena enquanto ela ia até a cozinha buscar algo para ele beber. Foram os porta-retratos que chamaram a atenção dele primeiro, havia uma porção de fotos de Hyeongjun ali e em todas estava tão adorável e bochechudo que ele se pegou sorrindo como um bobo para cada uma delas.

- Meu filho – a mulher disse e ele levou um susto, não tinha percebido que ela tinha voltado – Era lindo, não era?

- Ah, sim... – ele respondeu muito desconfortável.

Os dois se acomodaram no sofá, ele agora segurando um copo de limonada enquanto tentava manter a compostura. Não apenas estava ali para convencer aquela mulher a não adotar uma criança, como estava sentado na sala da casa onde seu grande amor cresceu. Não parava de pensar em quantas vezes um Hyeongjun criança havia deitado naquele sofá para assistir televisão, ou as vezes em que fez a lição de casa na mesa atrás de si. Sua vida sempre dava umas reviravoltas muito bizarras, nem sabia por que estava surpreso agora.

- Mas então, Hangyul né? – ela perguntou e ele assentiu – O que te traz até a casa de uma velha senhora?

Hangyul tomou um gole enorme da limonada para disfarçar, nem sabia por onde começar.

- Senhora Gong... – disse sem jeito – Eu estou aqui para falar com a senhora sobre o seu processo de adoção...

- Adoção? – a mulher perguntou confusa, tinha esperado milhares de cenários, mas não esse – A adoção do Min?

- Isso – ele assentiu nervoso.

- O que tem?

Hangyul respirou fundo e engoliu em seco, tinha que falar sobre tudo sem enrolação.

- Eu e o meu namorado temos muito interesse em adotar o Min – explicou – Meu namorado, em especial, se apaixonou por aquela criança, queremos muito dar a ele uma boa vida...

Eunhye o encarou um tanto confusa, achou até que tinha ouvido errado.

- Isso é sério?

- É, sim – Hangyul se curvou de leve – Seria muito importante para nós dois se você pudesse desistir dessa adoção, senhora Gong.

A mulher cruzou os braços na cintura, não conseguia acreditar naquela situação.

- Me desculpe – ela disse depois de um tempo de hesitação – Acho a atitude de vocês dois muito bonita, Min é certamente uma criança especial e merece muito amor, mas...

Ao ouvir aquele “mas”, ele engoliu em seco, sabia pelo rosto dela que não tinha se convencido pela proposta dele.

- ...Não posso desistir dessa adoção – explicou – Por favor, não me peça algo assim.

- Por que não? – ele quis saber.

Eunhye se mexeu desconfortável no sofá e evitou o olhar dele, não queria falar aquilo porque achava que qualquer um pensaria que ela tinha enlouquecido. Mas Hangyul era insistente, não iria embora dali sem saber o motivo pelo qual ela não desistiria de adotar Min, o que fez a mulher acabar revelando.

- Eu não sei se você vai acreditar em mim – ela disse e bateu no peito – Mas eu sei, eu sinto dentro do meu coração – suspirou – Min é a reencarnação do meu filho.

Hangyul arregalou os olhos e não acreditou no que tinha ouvido.

- Ah? – perguntou rouco.

- Eu sei, eu sei que é loucura – ela continuou – Mas desde que chegou, Min desenha o rosto do meu filho falecido com perfeição... Você tem uma explicação para isso?

O garoto estava completamente congelado ali, nem sequer se mexia, apenas a cabeça fervilhava em pensamentos. Não estava esperando por algo assim, nunca tinham cogitado que essa seria a razão por trás daquela adoção...

E agora?

Naquele momento, o telefone tocou e Eunhye levantou para atender, deixando Hangyul sozinho com seus pensamentos. Tirou o celular do bolso e mandou uma mensagem para Hyeongjun, que estava escondido do outro lado da rua.

“Temos problemas, ela acha que o Min é reencarnação sua, por causa dos desenhos”.

Hyeongjun arregalou os olhos e quase derrubou o celular no chão quando leu a mensagem. Levou as mãos à cabeça e de repente tudo fez sentido, como não tinha pensado nisso antes? É claro que sua mãe iria concluir algo assim, até por que como uma criança cega desenharia com perfeição o rosto de seu filho falecido há tantos anos?

- Droga – disse e afundou a cabeça nos joelhos.

Agora não tinha mais jeito, só havia uma solução para aquele problema, e era justamente aquela que ele não queria ter que executar.

Levantou trêmulo e caminhou na direção da casa, tinha se preparado para muitas coisas hoje, mas não para ficar cara a cara com sua mãe. Não queria assustá-la de tal forma, tinha ficado longe todo esse tempo por causa disso. Nem sabia como conseguiria explicar pelo que passou, mas se ela o visse ali vivo, era o único jeito de desistir da adoção de Minhee.

Tocou a campainha e engoliu em seco enquanto esperava que ela viesse atender. Foram segundos de pânico nos quais pensou em desistir, em deixar tudo daquele jeito mesmo. Mas então lembrou de Minhee e tudo o que fez por ele, encarar aquilo era mínimo se comparado aos esforços de seu grande amigo.

- Pois não? – a mulher perguntou e então paralisou ao olhar no rosto dele.

Hyeongjun a encarou também e por alguns segundos, nenhum dos dois disse palavra alguma. 



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