História Lótus (Imagine Byun Baekhyun) - Capítulo 2


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Categorias EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O), Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Jun-myeon (Suho), Kim Min-seok (Xiumin), Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol), Personagens Originais, Wu Yifan (Kris Wu), Zhang Yixing (Lay)
Tags Baekhyun, Exo, Imagine, Kpop
Visualizações 53
Palavras 3.390
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu demorei, né gente? Mas antes tarde do que nunca!
Boa leitura e espero que gostem

Capítulo 2 - A proposta


Finalmente chegou o meu momento de glória! O tão sonhado momento em que a humilhada seria exaltada. 

Esse vídeo que eu gravei acidentalmente enquanto voltava super bêbada para casa é a minha verdadeira mina de ouro, o meu pote no final do arco-íris, e é por isso que eu estou desfilando mega animada até o meu trabalho nesse friozinho de 5h30 da manhã de uma segunda-feira

O dia de ontem foi excepcional! Depois que o Chanyeol me ligou me falando do vídeo, eu assisti e... Bom, primeiro eu fiquei assustada com o que eu tinha em mãos, e Chanyeol insistiu para que mostrássemos para a polícia. Admito que eu estava quase cedendo e indo mostrar para as autoridades, mas então uma ideia clareou minha mente... Sim, era a minha oportunidade para alcançar o topo do mundo! Eu fiquei arquitetando meu plano nos mínimos detalhes, pensando nas palavras certas, as palavras mágicas que me transformariam de gata borralheira à rainha! 

Eu estava ansiosa, sim, porque em alguns minutos a vitória seria minha. A minha mente sórdida e baixa como sempre não tinha me decepcionado, o que me enchia de orgulho

Mas... Não vamos cantar vitória antes da hora, não é mesmo? Eu ainda precisaria encontrar o patrão Byun - que logo seria meu ex-patrão - na mansão antes que ele saísse para a empresa

Apressei os passos para chegar logo na casa daquela família detestável e, quando cheguei lá na frente, peguei de dentro da bolsa a chave da porta dos fundos e dei a volta naquela casa que não parecia acabar nunca. Me direcionei até o portãozinho isolado naquele muro de pedras e o destranquei, entrando na propriedade.

Aquela entrada dava de cara para a área de lazer, onde a minha primeira visão era a piscina de águas límpidas que eu sempre tive vontade de entrar mas nunca pude. 

Ah... só que isso logo mudaria. A família Byun estava nas minhas mãos e eu só podia agradecer ao fedelho mimado e insuportável do caçulinha desprezível que eu tanto odiava.

Fechei o portão atrás de mim, com um sorriso discreto se formando no canto dos meus lábios. Um sorriso que me lembrava que em pouco tempo eu estaria entrando pela porta da frente ao invés de ter que entrar pela porta dos fundos como se eu tivesse uma doença contagiosa.

Deixei o meu olhar cair no quartinho de serviço e entortei a cara em uma careta. Até nunca mais, meu filho!

Relembrando tudo o que eu devia falar, respirei bem fundo e fui a passos decididos para dentro da casa. Entrei pela cozinha e vi que a senhora Park ainda não havia chegado, o que era melhor. Eu odiaria ter que responder perguntas tão cedo.

A casa se encontrava em um silêncio típico do horário, mas eu sabia muito bem que a essa hora o patriarca deveria estar no escritório arrumando suas coisas para ir à empresa, então era para lá que eu iria

Saindo da cozinha, passei pela sala e me direcionei até a segunda porta depois da escada. Aquele cômodo, de alguma forma, exalava uma autoridade que fazia você se sentir nervoso só de se aproximar, e foi isso que aconteceu. 

Parei ali na frente, sentindo as mãos suarem e o coração apertar. Eu não sabia mais se ia ter coragem de encarar o patriarca daquela maneira, porque eu estaria ferrada se as coisas não fossem como o planejado. No entanto, eu tinha um mantra que sempre me dava coragem quando eu mais precisava: ''Pobre você já é, o que mais você tem a perder?'' 

Então, graças a isso, eu me jogaria na oportunidade sem pensar duas vezes. 

Respirei bem fundo e, elevando a mão direita, dei duas batidas na porta. Os segundos silenciosos se passaram e comecei a ficar com receio de que justo hoje o patrão já tenha ido mais cedo para o trabalho, mas, como eu podia simplesmente ter batido fraco demais, resolvi dar mais duas batidas.

Batidas mais altas dessa vez. 

- Entre! - A voz grave soou de lá de dentro, revirando o meu estômago

Forças, S/n! Cadê a coragem que você tinha hoje mais cedo?! 

Expirei longamente e toquei na maçaneta, girando ela e abrindo a porta. A primeira visão que tive foi do Byun de pé atrás da sua mesa, concentrado em colocar papéis e mais papéis dentro da sua maleta preta, cara e bem cuidada. 

- O-oi... - Falei, fazendo uma careta na mesma hora por ter vacilado a voz. Forcei uma tosse e entrei por completo enquanto fechava a porta atrás de mim e recebia o olhar surpreso na minha direção.

- ...? - Ele continuou me olhando, dessa vez com um pouco de confusão, e eu conhecida bem aquele olhar: O olhar de quem queria falar alguma coisa mas não lembrava o meu nome... 

Típico

- S/n, senhor. - Respondi a pergunta silenciosa e ele assentiu com a cabeça. 

Ah, fala sério! Ele nem ao menos lembra do meu nome e eu trabalho aqui já tem um bom tempo!

- Perdão, eu normalmente não tenho tempo para me preocupar com nomes. - Falou simples, voltando a arrumar a maleta. Claro, ele tem tempo de decorar nomes de milhares de investidores, mas não lembra o nome da empregada que passa mais da metade do dia na casa dele. Normal. - Diga logo o que você quer porque eu estou atrasado. Espero que não seja um aumento

Ele terminou de falar sem olhar para mim nem uma única vez, o que começou a me deixar irritada. Mas tentei ficar calma, porque eu sabia quem estaria sentindo o gosto da vitória na boca no final

- Eu tenho uma proposta para fazer, senhor. - Fui direto ao assunto, recebendo o olhar dele por 2 segundos e depois voltei a ser ignorada

- E a senhorita tem alguma coisa para me beneficiar? - Sentou na sua poltrona e começou a mexer nas gavetas, pegando mais papéis e colocando na maleta os que achava ser úteis. 

- Sim. - Me aproximei da mesa e me sentei na cadeira de frente para ela, o que me custou um olhar certeiro do patrão, olhar que me dizia o quanto eu era presunçosa por fazer isso. E se havia uma coisa que eu sabia muito bem que eu tinha, era presunção. No entanto, ao invés de falar qualquer coisa, o homem apenas balançou a cabeça em negação e voltou a fazer sei lá o que. - O seu filho caçula andou causando muitos problemas para o senhor, não é? - Puxei o assunto, fazendo o Byun travar os movimentos na mesma hora e me olhar nos olhos pela primeira vez

- Eu creio que isso não seja da sua conta, senhorita. Não acha que deveria se preocupar apenas em quais produtos de limpeza estão faltando? - Arqueou uma sobrancelha junto com a alfinetada. 

Apertei os dentes, contendo a raiva que essa frase desencadeou dentro de mim. Mas eu não me deixaria abater, ele iria ouvir tudinho o que eu tinha a oferecer. 

E acredite, eu tinha muitos benefícios para oferecer. Benefícios que eu estava começando a duvidar se aquela família merecia.

Inspirei bastante ar o mais discretamente que eu pude e fechei os olhos para acalmar minhas emoções. Logo, um sorriso singelo rasgou o canto direito dos meus lábios quando as palavras certas surgiram na ponta da minha língua. Voltei a olhar para o chefe que estava concentrado assinando algumas coisas, mas eu sabia que ele ainda me ouvia

- O senhor ficaria surpreso ao descobrir o quanto eu tenho a ver com isso. Sem mais rodeios, senhor, eu gostaria de fazer uma proposta sim. - Me levantei com as mãos apoiadas na borda da mesa, ainda com o sorriso esperto no rosto. - Na verdade, é uma chantagem maquiada por uma palavra bonita, mas o senhor pode chamar do que quiser e eu não me importo, porque no final o resultado será o mesmo

E eu finalmente tinha chamado 100% da atenção daquele homem. Ele largou a caneta e me olhou incrédulo assim que escutou a palavra ''chantagem'', e as suas sobrancelhas franzidas me mostravam claramente o seu descontentamento

- Sua pequena insolente, vem na minha frente dizer que quer me chantagear? Chega, não tenho mais tempo para perder com você. - Espalmou as mãos na mesa, provocando um barulho alto, mas eu não me intimidei. - Está despedida! 

Fingi uma cara de surpresa, botando as mãos no peito

- O senhor não pode me despedir! Porque... - Ele cruzou os braços ao me escutar dizer isso e, antes que ele pudesse falar qualquer outra coisa, eu puxei uma carta de dentro da minha bolsa e botei sobre a mesa, perto de suas mãos. - Eu me demito. Esta é minha carta de demissão, leia com carinho. 

Ele pegou o papel e o abriu. A sua expressão contrariada me dava o maior gosto de ver, mas ainda não tinha acabado.

- Mas não ache que está livre de mim, porque ainda não chegamos lá. - Joguei o cabelo para trás, encarando o homem que lia a minha carta e tentava não se abater pela ''pequena insolente'' bem na sua frente - Aliás, o senhor sabe que racha é ilegal? - Me sentei na beirada da mesa, cruzando as pernas. Voltei a falar enquanto eu sabia que estava sendo ignorada de propósito. - Provavelmente sim, já que o senhor é um homem estudado e culto... Hm, sabe, vamos deixar de enrolação e ir direto para a parte em que eu chantageio você.

- Chega! - Ele me cortou, batendo a carta na mesa. Meus ombros deram um pequeno salto, mas logo me recompus. - Você vem no meu escritório e fica me dizendo coisas absurdas. O que uma desfavorecida como você poderia ter que fizesse a mim ceder a uma chantagem? Agora saia da minha frente antes que eu chame a polícia

Meus olhos brilharam com a simples palavra ''polícia''

- Pode chamar quantos policiais quiser, eu vou ficar bem satisfeita em ter que mostrar isso. - Tirei rapidamente o meu celular de dentro da minha bolsa e o desbloqueei. A tela já estava aberta em um vídeo, então dei play e suspendi o celular na altura dos olhos do meu (agora ex) patrão. - Eu posso aproveitar e mostrar para eles esse vídeo onde aparece perfeitamente o seu filho fazendo uma racha de madrugada no meio da cidade. E, olha, seria bom o senhor assistir até o final... É a melhor parte. - Alarguei o sorriso quando percebi os ombros do Byun ficarem tensos e o seu rosto empalidecer a medida que via o vídeo.

Sendo sincera, o vídeo não era muito bom para minha imagem. Eu estava voltando para casa de madrugada depois de passar o resto da noite me embebedando em um bar depois do meu trabalho miserável. Eu falava coisas desconexas, sendo a maioria xingamentos para a família Byun (claro) e eu dizendo o quanto odiava meu trabalho. Os postes da rua até que davam uma boa iluminação, até mesmo quando eu resolvi cortar caminho por um beco. 

Como eu estava me filmando, a câmera pegava claramente o que acontecia atrás de mim mesmo que eu já estivesse a uma distância considerável da rua. Sons de carros em alta velocidade puderam ser ouvidos sem demora, eles vinham junto com gritos masculinos divertidos e ficavam mais altos a medida que os segundos passavam. Mas, em um dos momentos enquanto eu falava alguma coisa embolada, um barulho alto e agudo de uma freiada brusca irrompeu a gravação, seguido de um estrondo de batida. 

Eu me assustei no vídeo e quase deixei o celular se desestabilizar da minha mão, então eu olhei por sobre os ombros e a câmera pegou perfeitamente quando uma pessoa caiu arremessada no chão bem na frente do beco, foi aí que eu comecei a fazer uma exclamação sussurrada dizendo que os aliens iam me abduzir???? Muita brisa. E fui correndo me esconder atrás de um camburão de lixo que tinha no canto do beco

''eu vou morrê shânyeol, eu vou morrêee'' - Sussurrei enquanto apontava a câmera na direção da rua

É, mas vocês já sabem que não era alguém querendo me matar, né? Batidas de porta foram audíveis na gravação e logo um garoto surgiu correndo desesperado até o corpo. Quando a câmera focou, podemos ver claramente quem era o moleque

Destaque para a minha voz bêbada dizendo: ''Aff, é sô meu patrão idjota'' no meio do vídeo

- Meu Deus, Baekhyun, o que você fez?! - Ouvimos a voz de um outro garoto que não estava aparecendo na gravação, mas o Baekhyun olhou pálido para ele - Sujou, cara. Vambora! - O menino parece ter corrido para a outra direção depois de dizer isso, e então um carro esporte passou. Baekhyun ainda ficou alguns segundos paralisado ao lado da pessoa que claramente foi atropelada, depois uma buzina soou e o tirou do transe fazendo-o correr para longe da visão da câmera, e foi quando outro carro passou. 

E então eu saí do meu esconderijo e comecei a gritar xingamentos para o garoto que já deveria estar longe, e foi aí que a gravação terminou porque eu deixei o meu celular cair no chão

- Woah! - Recolhi o celular quando o vídeo acabou e o guardei de volta na minha bolsa, começando a bater palmas - Excelente! Já parou para pensar em quantos crimes pessoas bêbadas registraram sem querer? Incrível, não é? 

O silêncio reinou no escritório logo após isso, e eu sabia que o chefe estava tentando pensar em uma solução para não cair na minha chantagem que seria inevitável. Mas depois de alguns minutos, ele pareceu ter se dado por vencido e expirou pesado, apertando os dentes

- Tudo bem. O que você quer para esquecer esse assunto? É dinheiro? Faço um cheque agora mesmo. - Saindo do impacto, ele abriu a gaveta e de lá tirou um talão de cheques

- Acertou em cheio, patrão. - Sorri ao notar que o homem já tinha percebido que estava nas minhas mãos. - Mas não quero as suas migalhas - Apontei para o talão de cheque, recebendo um olhar desesperadamente confuso do homem à minha frente. - Não sou idiota, por que me contentar com um mísero jarro de água se eu posso ter a fonte inteira? Quero um cala-boca decente

- Não entendo, se não é isso então o que você quer? Eu te dou qualquer coisa desde que você esqueça o que aconteceu

- É bem simples... - Alarguei um sorriso, fazendo gentilmente a minha proposta. - Eu quero casar com o seu filho

Os olhos do velho quase saíram do rosto dele, e ele ficou tão vermelho que comecei a ficar com medo dele passar mal a qualquer momento

- O que você disse? - Perguntou baixinho, com a voz falhando minimamente pela primeira vez

- Me faça ser a esposa do seu delinquentezinho que eu esqueço tudo - Falei novamente, dessa vez com o rosto totalmente sério

- Isso é impossível! Fora de questão uma menina como você entrar na minha família! 

- Poxa senhor Byun, não faça isso. - Fingi uma carinha triste - Eu sei que não tenho dinheiro ou um acordo multimilionário para oferecer, mas eu tenho algo mais importante: a liberdade do seu filho e o nome da família intactos

- Escolha outra coisa, não casarei você com o meu filho! Ele frequentou as melhores escolas, tem a melhor linhagem, é meio descabeçado mas é o futuro da minha empresa! Não posso deixar qualquer uma assumir o lugar ao lado dele! Está totalmente fora de questão. - Falou firme, decidido, com uma expressão que não se deixava abater. Ele espalmou as mãos na mesa e se levantou, me encarando firmemente. 

Só que eu também era muito teimosa, e eu era a dona da vantagem. Saindo de cima da mesa e o encarando com o rosto tão sério quanto, me preparei para ser menos amigável

- Pense bem, Byun. Estamos falando de uma tentativa de homicídio, não é uma simples briga de bar que você consegue livrar o seu filho em meia hora. Ele vai ser preso, o julgamento vai levantar ainda mais atenção, o nome da sua empresa vai ficar sujo e você vai perder sócios. Quem vai querer se associar a uma companhia cujo um dos herdeiros é um desvairado que foi preso por quase ter matado alguém? As ações vão despencar e a sua família vai juntamente para a lama - Falei tudo de um jeito calmo, mas eu não menti em nada. Era exatamente tudo isso que aconteceria e o chefe sabia bem disso - E tudo isso pode ser impedido por um casamento. Depois de alguns anos eu me separo e vou embora com os bons milhões que eu vou conseguir disso tudo e então vocês nunca mais vão ter que me ver

- Eu... - Ele contraiu os lábios, desviando os olhos de mim - Eu preciso pensar 

- Ah? Tudo bem - Me joguei na cadeira, cruzando os braços. - Eu espero aqui até você terminar de pensar, só não demore muito.

- Eu não posso responder outro dia?

Sabia que ele ia me fazer essa pergunta. Esse velho está me achando com cara de otária?

- Não. - Fui curta e grossa, fazendo o mais velho respirar bem fundo como se estivesse contendo a raiva. Devo admitir, ele até que era bom em não surtar. - Não me leve a mal, mas eu não confio em vocês poderosos. Eu sei que assim que eu virar as costas você vai dar um jeito de sumir comigo ou com o meu vídeo. Mas fique sabendo que eu fiz cópias e, se você não cumprir com o trato ou eu desaparecer, já tem pessoas encarregadas de vazarem a gravação

Ele estreitou os olhos, e vi pela sua expressão que eu tinha o encurralado

- Como eu pude deixar uma víbora dessas frequentar a minha casa? - Perguntou mais para si mesmo do que para mim, mas ainda assim eu dei de ombros fazendo pouco caso.

- Convenhamos, o senhor pode ser bom para negócios, mas não é bom quando o assunto é pessoas. - Respondi, vendo ele suspirar e voltar a se sentar

- Pois muito que bem. Hoje conversarei com o Baekhyun, volte amanhã para marcarmos a data

Abri um sorriso radiante com o que escutei! Me inclinei para a frente, segurando a beira da mesa com minhas mãos

- Estou muito feliz com essa sua decisão rápida e inteligente, sogrinho. Mas calma que eu ainda não falei minhas condições para o casamento.

- O que?! Ainda tem condições?! Você é mesmo muito petulante - Me fuzilou com os olhos, aumentando o tom de voz

- Calma, não vai ser nada demais para você. Apenas escute, vai ter que convencer o meu maridinho a aceitar essas coisas senão o acordo não rola! - Coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha, repassando todas as condições na minha cabeça. - Eu quero receber uma mesada enquanto estiver casada com ele. Uma boa mesada, com uma quantia admirável. Ah, e quando o tempo necessário passar e eu me divorciar do idiota, eu vou querer metade de tudo o que ele conquistar durante nosso tempo de casados. Só isso mesmo

O Byun não demorou para me responder

- Você pensou em tudo mesmo, não é? 

Sorri com isso, porque ele finalmente estava percebendo que eu era mais tinhosa do que parecia

- Eu sempre penso em tudo

- Apesar de detestável, preciso admitir que você também tem o que se admirar...

- Agradeço pelo reconhecimento, mas no momento eu só me interesso em ouvir ''aceito'' ou ''recuso''. Claro que na segundo opção o seu filho estaria acabado e a sua empresa com o nome na lama mais uma vez e, dessa vez, definitivamente. 

Ficamos nos encarando, e eu podia sentir as farpas vindo do olhar fumegante dele até mim. O Byun abriu a boca, mas demorou para falar qualquer coisa como se as palavras fossem navalhas que cortariam sua garganta por dentro. Porém, enfim ele disse algo em uma voz travada que fez um sorriso rasgar meu rosto de um lado até o outro:

- Bem-vinda à família


Notas Finais


ps: não sejam como a S/n kkkkkk


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