História Louca por voçê - Capítulo 17


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Categorias Sou Luna
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Palavras 2.891
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Respirem.
Cap tenso meu povo.
Vamos lá meninas,eu quero ver vocês revoltadas.
O não.
Leiam tudo.O mais importante ta no fim.
Eai?Prontas?

Capítulo 17 - Capitulo Deciessette


Perdidamente apaixonada. Era como eu estava me sentindo. Matteo era uma mistura perfeita de namorado romântico e amante quente. Nossa reconciliação foi ainda melhor que o início do nosso namoro. Ele parecia mais maduro e mais comprometido.

Eu era apresentada a todos como sua namorada e ele não tinha nenhum constrangimento em demonstrar carinho na frente das pessoas. Fazíamos planos juntos, a longo prazo, inclusive para nossa viagem no final do ano.

Eu não conseguia acreditar que ele foi capaz de preparar uma surpresa daquelas, na noite em quen fizemos as pazes. E ele me surpreendeu ainda mais quando organizou várias surpresas, durante osnmeses que se passaram. Ao contrário do que acontece com muitos casais, quanto mais ficamos juntos, mais intenso fica o nosso amor.

Engraçado tocar nessa palavra. Era a única coisa entre nós que não era dita. Claro que nosso relacionamento não era perfeito. Nós brigávamos (e muito!), mas quando fazíamos as pazes tínhamos o triplo do prazer. Como se jogássemos toda a adrenalina da briga na busca pelo prazer a dois. Mas amor era, basicamente, um tabu. Ele não falava a palavra com “A”, e eu acabava não dizendo também. Ele me chamou de “amor” apenas uma vez, quando eu estava no hospital. Mas, depois disso, era “Luna”, “Lu” ou “baby”.

Apesar disso, eu não podia reclamar. Ele me fazia feliz, e acho que eu também o fazia. Isso era mais importante do que uma palavra.

Até que algo aconteceu.

Chegamos ao mês de novembro. Nossa viagem já estava marcada, hotel reservado, tudo certo. Contamos os dias para a nossa merecida fuga romântica.

As noites de sexta continuam bombando no After Dark. Volta e meia recebemos críticos de jornais e revistas especializadas. L.V. & The Band já é relativamente conhecida em Los Angeles e nos arredores. Chegamos, inclusive, a tocar em alguns festivais de Los Angeles e de São Francisco. É uma manhã de sábado e Matteo foi à casa de seus pais ajudar Bruno a arrumar alguma coisa no jardim. Meu homem é bom com as mãos, eu rio com o pensamento. Eu passei as primeiras horas da manhã na cama, preguiçosa, mas quando vejo que já são onze horas, resolvo levantar. Estou a caminho do chuveiro quando o meu telefone toca. É um número desconhecido, de um código que parece ser de Nova York. Que estranho, não conheço ninguém lá.

– Alô?

– Srta. Valente? – perguntou uma voz masculina, com sotaque nova-iorquino.

– Sim, é ela.

– Meu nome é Robert Thompson, sou o gerente executivo do The Rose Club em Nova York. A senhorita teria um momento para conversar comigo?

Pai do céu! Até eu, que nunca tinha ido a Nova York, sabia que o The Rose Club é um dos bares mais exclusivos da cidade, localizado dentro do Plaza de Manhattan, onde Liza Minelli e Billie Holliday já haviam se apresentado no passado. O que será que eles queriam comigo?

– Olá, sr. Thompson, tenho sim. Em que posso ajudar? – perguntei com gentileza.

– Pode me chamar de Rob, srta. Valente – ele disse, com um sorriso na voz.

– Então, por favor, me chame de Luna. Não somos formais na Califórnia – eu respondo, mantendo a conversa leve.

– Bom, Luna, como eu disse, eu sou representante do The Rose Club, você conhece?

– Claro. É o berço de ouro do Blues e do Jazz em Nova York. Eu ainda não tive o prazer devisitar, mas conheço bem a história do lugar – eu respondo, realmente encantada. O Rose Club é um local de sonho.

– Muito bom conversar com uma jovem cantora que conhece bem o mercado em que atua – ele fala. – Estou ligando, Luna, pois tivemos acesso a alguns vídeos das suas apresentações num bar daí de Los Angeles, chamado After Dark, e ficamos muito impressionados. Um dos nossos executivos esteve numa apresentação sua, com um crítico do LA Times, e voltou falando muito bem.

Estou de boca aberta. Sem palavras. Um executivo importante animado com meu trabalho? Lembro-me perfeitamente da noite da visita do crítico. Foi a minha noite seguinte à estreia, quando eu e Matteo… bem, vocês lembram.

– Nós temos uma proposta para você – ele prossegue. – Gostaríamos que viesse se apresentar aqui.

– Me apresentar aí? Nossa. Estou realmente emocionada. Quando seria? – eu pergunto, animada, mas preocupada com a questão da viagem a Paris. Mesmo que precisemos adiar… Meu Deus! É o Rose Club de NY!

– Não seria um show apenas, Luna. Nós queremos você fixa conosco. Um contrato inicial de dezoito meses – ele fala e eu me sinto murchar.

– Rob, eu agradeço muito o convite, de verdade, mas vou ter que declinar. Eu vivo em Los Angeles, minha família, meu namorado, meus amigos estão todos aqui. Eu não teria como me mudar para Nova York e abandonar tudo. Por mais incrível que a oportunidade seja.

– Eu não falei ainda sobre a parte financeira… – ele diz, mas eu o interrompo.

– Desculpe, mas não é uma questão de dinheiro. É a localização. Eu estou realmente honrada que o The Rose Club tenha interesse em mim, mas a minha vida é aqui.

– Vamos fazer o seguinte? Eu não vou considerar essa resposta como definitiva. Você só precisaria começar daqui a três semanas. Tire esse tempo para pensar. Quem sabe você não muda de ideia? – ele diz e eu concordo, para não ser rude.

– Claro. Vou salvar seu telefone em minha agenda e te ligo se mudar de ideia.

– Perfeito. Eu espero, realmente, que você reconsidere.

– Obrigada, Rob. É uma honra.

Encerramos a ligação, eu me sinto nas nuvens! Imagina, eu, que até pouco tempo atrás não tinha nenhuma perspectiva de me apresentar, sendo convidada para cantar em um dos clubes mais exclusivos dos Estados Unidos?

Tomei banho, me vesti e sequei o cabelo, sem parar de pensar nisso. Eu estava no auge da felicidade. Nada poderia estragar aquele momento. Tentei ligar para Matteo, mas o celular foi direto para a caixa postal, e o telefone dos meus sogros

– engraçado pensar em Aurona e Bruno assim – estava ocupado. Então, liguei para George.

– Amigo, você não vai acreditar no que aconteceu! – eu falo rápido, sem nem cumprimentá-lo.

– Ei, garotinha. Tudo bem com você? Comigo está tudo ótimo, obrigado por perguntar – nós dois rimos e ele continua: – Me conta o bafão que aconteceu, antes que você exploda de tanta energia.

– Um executivo do The Rose Club me ligou.

– The Rose… The Rose Club? No Plaza? Em Nova York? – sua voz aumenta um tom a cada questão. – Puta Merda! Luna, quando vai ser o show? Já estou sonhando com a nossa viagem a Manhattan.

– Eu não vou, George.

– Como não vai, garotinha? Vai ser demais para sua carreira! O Matty Boy não vai implicar com um show apenas. Imagina nós, na Quinta Avenida, fazendo o nosso próprio Sex and The City? Quero um Mr. Big para mim!

– Você já tem o Ben – eu falo, tentando colocar juízo na cabeça dele.

– Meu amor, Ben é Ben. Mr. Big é Mr. Big. Os dois têm três letras no nome, mas o segundo promete um pacote maior. E não é todo dia que eu posso ser uma versão moderna da diva Bradshaw!

– ele fala e morremos de rir.

– Querido, eu não vou. Não é um show apenas. É um contrato de exclusividade por dezoito meses. Eu não vou me mudar para Nova York e deixar o Matteo e vocês aqui.

– Para tudo. Você está me dizendo que o The Rose Club, onde minha diva Liza Minelli já cantou, quer contratar você? Estou tão emocionado! – George fala e eu acho que ele está chorando.

– George, amigo, não chora – eu tento consolá-lo. – Eu também estou. Nossa, é inacreditável. Parece um sonho.

– Você realmente não vai?

– Não. Minha vida é aqui. Minha família, meus amigos. Meu namorado – eu falo com um sorriso. – Não posso deixar Matteo, George. Não agora, que estamos tão bem juntos.

– E o que o pessoal de Nova York disse sobre isso?

– O representante disse que não aceitaria minha negativa agora e que eu tenho três semanas para pensar.

– Meu bem, se você for nós vamos nos ver muito pouco e você sabe que eu te amo e morreria de saudades. Mas se você não for, vai perder uma oportunidade única. Então você precisa fazer o que seu coração mandar. Você já contou ao Matteo?

– Não. Ele está na casa dos pais. Eu tentei ligar, mas o celular estava desligado. Aí, liguei para você.

– Ele vai ficar orgulhoso. Como eu estou.

– Obrigada, querido. Eu também estou. Muito.

Eu e George conversamos mais um pouco e depois nos despedimos, pois Ben estava aguardando para sair com ele. Assim que desligo o telefone, ouço o barulho da chave na porta.

– Matteo? – chamo, correndo até a sala e me jogando nos braços dele.

– Hey, baby! Que recepção feliz! – ele me beija e sorri, mostrando um embrulho. – Trouxe o almoço. Mamãe fez comida demais, para variar, e quando eu disse que almoçaria aqui com você, ela garantiu a refeição.

Nós nos beijamos mais uma vez e ele levou a comida em direção à cozinha.

– Matteo? Eu tenho uma coisa para contar – ele me olha, parecendo confuso.

– O que foi, Lu? Não está doente de novo, né?

– Não. É coisa boa. Conhece o The Rose Club?

– Aquele bar famoso, em Nova York?

– Sim, no Plaza.

– Conheço. O que tem ele? Quer ir lá? – ele me pergunta, parecendo confuso. – Podemos fazer uma escala, na volta de Paris.

– Não, querido. Eu recebi um convite.

– Convite? De quê? O que o bar no Plaza tem a ver com isso?

– Um convite para cantar lá. Me ligaram hoje.

Uma série de emoções passa pelo rosto dele. Surpresa, incredulidade, orgulho e o que me pareceu ser um pouco de medo.

– Ligaram? E o que você falou? – ele me pergunta, parado no meio da cozinha.

– Eu agradeci e disse que não iria. Que a minha vida é aqui. Mas eu fiquei feliz. Ter meu trabalho reconhecido dessa forma é um sonho. Jamais imaginei que algo assim pudesse me acontecer.

– Uau, baby! É maravilhoso. Na verdade, não deveríamos nos surpreender, porque você tem uma voz linda e muita presença de palco. As sextas são os melhores dias para o AD. Acho que o Gastón devia ter feito um contrato com você. Assim, não teríamos o risco de te perder pra concorrência – elefala, brincando comigo.

– Oh, Matteo. Vocês não vão me perder pra concorrência. Meu lugar é no After Dark! – respondo, abraçando-o.

– Parabéns, Luna. Você merece todo o sucesso do mundo. Eu me sinto muito orgulhoso, apesar de, no início, ter sido contra.

– Você ainda me deve uma por isso – eu falo, piscando um olho, e Matteo me pega no colo e me carrega em direção ao quarto. – O que você está fazendo? – eu pergunto, rindo dos seus modos de homem das cavernas.

– Tive uma ideia para te recompensar por minhas falhas e para comemorar o convite que você não vai aceitar.

– E qual é? – eu pergunto, já tendo certeza do que ele vai responder.

– Vou fazer amor com você a tarde inteira, até que você esteja cantando de prazer no meu ouvido.

Ele me coloca na cama com cuidado e se afasta por um momento apenas para ligar o som do quarto. A voz suave de Madonna, cantando Crazy for You, inunda o ambiente. Ele volta e cola seu corpo ao meu. Seus dedos se movem sobre meu corpo, puxando a minha camiseta e jogando-a no chão. Arranco sua camisa, enquanto ele estuda meu sutiã com um olhar de bad boy. Solto um gemido baixo quando o sinto desabotoá-lo e jogar a renda aos meus pés. Suas grandes mãos rodeiam meus seios, acariciando, até que eu não consigo conter meus gemidos. Sem pausa, seus dedos continuam deslizando para baixo, até o botão do meu short jeans. Ele abaixa o zíper e tira o short.

Todos os seus movimentos são extremamente sedutores. Suas mãos não deixam meu corpo um só minuto e o seu olhar parece me reverenciar, como se eu fosse a pessoa mais importante da vida dele. Ele inclina a cabeça e me beija, profunda e completamente, com um movimento lento da língua. O sabor de seu beijo me intoxica, despertando uma fúria apaixonada que me faz apertá-lo e agarrá-lo.

Quando ele se afasta um pouco, um brilho selvagem e apaixonado ilumina aqueles olhos intensamente verdes.

– Você é tão linda. Deixa eu olhar para você, inteira.

Seu olhar corre meu corpo e ele toca minha calcinha, puxando-a para baixo e retirando a última peça que faltava para me deixar completamente nua. Ele me olha por um longo tempo, parecendo faminto por tocar em meu corpo nu por inteiro. Vê-lo ainda vestido só aumenta meu desejo. Ele se abaixa, beijando e lambendo a curva do meu pescoço em direção ao meu queixo. Nossas bocas se unem em um beijo.

Afasto-me um pouco e troco de posição, empurrando-o para a cama. Abaixo-me entre suas pernas e desabotoo sua calça, mantendo aqueles olhos ardentes presos aos meus. Puxo sua calça e sua cueca para baixo, seu pau surge, duro e pronto. Eu olho para ele, dando um sorriso malicioso, e me inclino em sua direção, mas ele me puxa de volta, colando sua boca na minha.

– Baby, se eu não estiver dentro de você logo, acho que vou morrer – ele fala em meu ouvido.

Meus olhos estão sobre os dele. Ele afunda lentamente no meu corpo. Por um momento, nenhum de nós se move ou respira. Ele sussurra meu nome. Eu levo a mão ao seu rosto e o puxo contra mim. Ele se afasta saindo quase que completamente antes de deslizar de volta até o fundo. Nunca me senti tão bem. É um momento perfeito, com a pessoa certa. As mãos dele estão agarradas em meu quadril, me ajudando a manter a constância dos movimentos. Somos uma confusão de braços e pernas, é impossível saber onde ele começa e eu termino. Isso não vai durar muito tempo. Consigo sentir seu corpo inteiro vibrar, refletindo as reações do meu, como um espelho.

Ele aumenta a velocidade, duro, profundo, um êxtase molhado. Estamos quase sem sentido. Eu me contraio em torno dele, o prazer tomando conta do meu corpo da forma mais intensa que já experimentei. Quando chego ao auge do prazer, sussurro em seu ouvido as palavras que tenho guardadas há tanto tempo dentro de mim, e que têm o poder de destruir o momento perfeito que experimentamos agora: – Oh, Matt… Eu te amo.

Seu corpo inteiro se contrai, seus músculos ficam tensos e aqueles olhos castanhos que eu tanto amo perdem completamente seu brilho.

Merda.

 

Matteo

No momento exato em que ela solta aquelas palavras, o pânico toma conta do meu corpo. Sinto como se eu tivesse levado um tapa na cara. Sabe aqueles tapas bem dados, que te deixam atordoado porque não estava esperando? Foi como eu me senti. Não que eu não soubesse que ela gostava de mim. Mas ouvir essas palavras, ainda mais naquele momento de paixão, eleva o nosso relacionamento ainda mais. E eu não sei se estou pronto para mais concessões.

– Lu… – eu começo a falar e me afasto dela. A mágoa é notória em seu olhar. – Desculpe, Lu, mas eu não estou pronto para isso…

No momento em que as palavras saem da minha boca, eu tenho a certeza de que falei merda. Seus olhos verdes se arregalam e eu consigo notar as lágrimas se formando. Deus, não permita que ela chore. Eu não posso suportar. Inesperadamente, ela me empurra e se levanta da cama.

– Baby, aonde você vai? – eu pergunto e me sinto tremer por dentro, com medo da resposta.

– Para minha casa – ela responde enquanto veste as roupas espalhadas no chão.

– Não, baby, fica. Eu sei que te magoei, mas não sei como me sinto quanto a isso – estou tão confuso que o que eu falo não faz sentido nem para mim. Quando olho em seu rosto, o que eu vejo me apavora. Ela é apenas uma sombra trêmula da mulher calorosa que estava em meus braços, dois minutos atrás.

– Acabou, Matteo. Chega! – ela fala, se esforçando para não derrubar as lágrimas que marejam  seus olhos.

– Baby, não… – eu começo, segurando-a em meus braços, mas ela me empurra e se afasta.

– Não me chama assim! – ela grita. – Estamos juntos há nove meses. Dormimos na mesma cama todos os dias. Fazemos planos para o futuro. E você não sabe se está pronto para isso? Foda-se, Matteo. Eu abri mão de uma proposta de trabalho por sua causa, para não te deixar. E você não sabe o que sente por mim? Vá se foder.

Eu fico parado, de boca aberta, sem ação. Nunca a vi assim. Nós já brigamos, como todo casal. Mas nesse momento ela parece enlouquecida, irada e, o que é pior, decepcionada.

– Lu, meu bem, não vá. Me desculpe… – eu nem sei o que dizer. Só queria que ela não fosse embora.

– Me esquece, Matteo. Porque eu vou te esquecer. Três meses atrás, quando fui parar naquele hospital, eu devia ter mantido a decisão de me afastar de você. Mas a idiota aqui achou que você estava tão envolvido quanto eu. Como eu fui burra!

Ela segue até a porta do quarto, vira para mim e me desfere o último golpe:

– Eu realmente lamento ter perdido tanto tempo da minha vida apaixonada por você, seu idiota – e sai do quarto batendo a porta.

Merda. E agora?


Notas Finais


Certo.
Eu não vou expressar nenhum comentario.Até porque eu conheço alguem com o mesmo problema que o Matt.E é serio.
Então vamos lá meu povinho lindo que eu amo.Comentem!
E...
HASTA LUEGO.


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