História Loucamente SUA - Capítulo 52


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Caleb Rivers, Emily Fields, Ezra Fitzgerald, Hanna Marin, Jenna Marshall, Melissa Hastings, Paige McCullers, Peter Hastings, Spencer Hastings, Toby Cavanaugh, Veronica Hastings, Wren Kingston
Tags Drama, Maldosas, Romance, Spencer Hastings, Spoby, Toby Cavanaugh
Visualizações 18
Palavras 3.042
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Meninaaaaaaaaaaaas!

Nossa que saudade de poder postar sempre para vocês.
Esse capítulo está emocionante e engraçado espero que gostem dele tanto quanto eu gostei de escrevê-lo. Nossa Angel está mais linda, e mais engraçada, do que nunca.

Ps: me desculpem qualquer erro de digitação eu corrigirei assim que for possível. Obrigada pelos comentários!! Vou responder todos eles!! Um por um. Vocês são as melhores leitoras desse mundo.

<3

Capítulo 52 - Quem é esse cara, mamãe?


Fanfic / Fanfiction Loucamente SUA - Capítulo 52 - Quem é esse cara, mamãe?

Angel gritou do banheiro ao fundo “mãe acabei” e um sorriso bobo escapou da face de Spencer e por um segundo sua expressão de encheu de felicidade. Ela levantou junto a Hanna e as duas caminharam corredor afora até o quarto de hóspedes. Hanna olhou para Spencer com um risinho nos lábios.

— Deixe-me adivinhar… Ela esqueceu a toalha? — falou Hanna segurando o riso.

— Na mosca! — respondeu rindo. Spencer pegou a toalha rosa da Barbie que estava no secador de roupas que ficava no fim do corredor e depois levou para a filha que estava toda encolhida atrás da porta com a cabeça para fora. Angel deu um sorriso travesso quando viu a mãe chegando com a toalha nas mãos.

— Te amo, mãe. Você é a melhor!

***

Brian sentiu o impacto em sua testa e despertou dos seus devaneios num susto levantando da cadeira de repente. O silêncio na sala se espalhou a medida que o professor, monge Edanns, cruzava os braços e elevava sua grossa sobrancelha preta. Os alunos do fundo da sala cochicharam frases de solidariedade. Ele estava ferrado, pensou Brian.

— Brian qual a resposta do problema no quadro? — perguntou com sua voz rígida e grossa como um trovão.

As meninas que sentavam na primeira fila viraram a cabeça para trás na tentativa de encontrar Brian, mas ele nem sequer levantou a cabeça. Pegou o lápis e passou o mesmo de um dedo para o outro sacudindo acima do papel em branco.

— 43 — falou seco.

O professor entreabriu os lábios em sinal de surpresa e gaguejou ao responder.

— I-Isso mesmo…


As meninas suspiraram com olhares apaixonados e de admiração sussurrando uma para a outra “viu isso? Ele nem olhou para o quadro”, “mas ele está muito esquisito”, “dizem que é por causa daquela protegida dele que foi adotada”. As fofocas corriam de pressa pelo orfanato e já tinham chegado aos ouvidos de Brian, mas ele não estava se importando de saberem que estava triste. Ele nem sequer classificaria seu estado de espírito como “triste” estava mais para um “despedaçado” mesmo. Algo próximo ao fundo do poço de onde ele só queria sair se fosse para ver o sorriso de uma certa pessoa. O professor terminou de dar a aula normalmente e dispensou os alunos assim que o sinal tocou. Brian jogou a mochila nas costas de qualquer jeito quando a sala estava vazia e caminhou em direção a porta. O professor estava guardando as provas na gaveta quando ele passou.

— Pode esperar um minuto Brian? Quero falar com você um instante.

Brian parou num rompante ao cruzar a porta e bateu a mão na parede virando para a direção do monge.

— O que foi? Eu respondi sua pergunta... — respondeu de forma ríspida ao caminhar até a mesa grande de madeira escura.

O monge guardou seus pertences e juntou as mãos sobre a mesa olhando fixamente para Brian. Ele transparecia uma tranqüilidade que se distorcia comparada ao estado de espírito no qual Brian se encontrava. Ele sentia seu corpo borbulhar de tanta irritação. O lado direito da careca do monge brilhava e o menino se perguntou como isso acontecia já que o sol estava encoberto naquela manhã.

— Sente-se Brian. Fique um pouco mais calmo, meu filho.

— Não quero.

— Brian, senta na cadeira por gentileza.

O menino bufou antes de puxar a cadeira e jogar-se nela. Ele esperou que Brian se acomodasse para começar o assunto.

— Sei o que está acontecendo com você Brian, mas não pode deixar que isso atrapalhe tanto a sua vida.

Brian revirou os olhos e levantou irritado interrompendo o senhor de idade.

— Ah, pelo amor de Deus eu já estou cansado de escutar esse papo furado de vocês.

— Brian, sabe que não deve falar o nome do senhor em vão. É pecado.

— Me deixem em paz, porra! — ele levantou da cadeira com raiva dando um chute na mesma.

— Eu ainda não terminei de falar Brian! Volte aqui menino. Onde está a educação que te demos? — retrucou.

O monge tentou segurar o braço do menino, porém, ele o retirou num só puxão.

— Vai se foder! — esbravejou.

O idoso viu espantado Brian dar um chute na parede e depois sair como um furacão da sala de aula. Ele meneou a cabeça negativamente e sentou-se novamente levanto a mão direita à testa. Estava mais do que claro que teriam muitos problemas com aquele órfão e nenhum deles tinha experiência com desilusões amorosas para saber como proceder naquelas situações. O menino sentiu a raiva queimando seu peito. A única coisa que não queria era falar de Angel, pensar em Angel, ou sequer discutir com um monge sobre seus sentimentos. Ela tinha ido embora e nem sequer lhe deixou uma mensagem de despedida. O que aqueles santos metidos a besta saberiam sobre amor? Eles mal sabiam como lidar com as crises das alunas agora que as aulas eram todas juntas.

— Bah! — ele entrou no quarto e afundou a cabeça no travesseiro. Estava morrendo de dor de cabeça.

— É muita ironia do destino mesmo não é? — a voz de seu amigo Erick soou da outra ponta do quarto — logo agora que ela foi embora decidem juntas as classes.

Erick deu uma risada debochada. Brian preferiu ignorar o comentário infeliz para não ser obrigado a levantar daquela cama e quebrar a cara dele.

— levou esporro do Edanns por causa da aula de hoje?

Brian levantou a cabeça o suficiente para enxergar os cabelos cacheados amarelados do garoto com os olhos cheios de raiva.

— Vai para o inferno você também Erick.

O garoto caiu na gargalhada e voltou a atenção para o livro que estava lendo antes de Brian invadir o quarto com seu ar depressivo.

— Você quem sabe — ele passou as páginas até encontrar o ponto em que havia parado — Mas te desejo sorte para que esse comportamento não chegue aos ouvidos do seu padrinho porque se isso acontecer, além de passar o resto do ano enchendo meu saco falando da Angel ainda vai ser obrigado a passar o ano novo preso aqui dentro.

Brian deu de ombros e virou de costas para Erick. Ele estava sem paciência para lição de moral.


***


— Vamos meu amor, anda mais rápido.

Angel estava lenta de tanto sono e bocejava enquanto era carregada por Spencer pela calçada que dava para a estação de metrô. Ela tinha passado em Max para conversar sobre os detalhes do testamento de Peter e dado uma explicação decente para Andrew sobre sua ausência temporária na delegacia. Hanna já conseguira alugar um apartamento em nome de Caleb para que ela e Angel ficassem hospedadas. Toby estava fugindo dela e depois daquele episódio no natal era ela quem queria ele bem longe das duas. Por mais que Hanna e Emilly estivessem tentando protegê-lo, não havia desculpa para aquele comportamento. Spencer estava desapontada com ele, triste e com raiva de si mesma por se importar tanto com aquele homem. Ela achava que eles podiam mesmo ser felizes, enfrentou sua mãe por ele, foi direta e ousada quando se propôs a colocar a mão no fogo pelos dois enquanto ele se divertia apalpando Gail.

— Como eu sou burra!

Spencer repetia aquela frase numa tentativa falha de tirar a voz dele da sua cabeça, a sensação do toque forte dele sobre seus braços, ou ao menos, forçando a fazer algo que a permitisse se sentir menos culpada. Elas correram para entrar no metrô parado antes que as portas se fechassem e colocaram as malas pesadas no chão. Spencer olhou ao seu redor. Encontrou um lugar vago perto do outro lado do vagão e pegou novamente as malas tentando deixar uma das mãos livres para segurar a da filha.

— Achei um lugar, meu amor.

— Onde mãe? — perguntou com a voz embargada de sono.

Spencer riu e segurou a mão pequena dela.

— Bem aqui meu amor — disse passando pelas pessoas arrastando a pequena ao seu lado. Angel estava quase dormindo.

Ela colocou a menina sentada no banco, as malas ao lado delas e firmou-se entre as pernas de Angel deixando que a filha usasse a barriga como travesseiro. Elas desembarcariam em breve. Á medida que os minutos foram se passando Angel acabou apagando entre os braços da mãe. Ela dormia como um bebezinho sem se importar com o balanço constante do transporte público nem com o barulho das pessoas falando ao redor. Spencer se perguntou pelo o que sua filha não teria passado antes de chegar ao orfanato. Ou se em algum momento ela tinha tentado fugir e precisado dormir num local tão barulhento como aquele. Seu coração se apertou. Ela tentou prender a vontade de voltar imediatamente para Rosewood e obrigar Toby a parar de agir como um adolescente imaturo e começar a agir como um pai de família. Só que ele não queria ser. Não quando ela o pegava no flagra dormindo com outra e desejando uma suruba quente com a mãe da própria filha e uma vadia qualquer. Aquilo ainda estava entalado na garganta de Spencer de tal forma que não conseguia sequer chorar mais. Tinha gastado todas as lágrimas pelos cantos da casa de Hanna chorando em seu ombro. Spencer estava com ódio de Toby e se ele queria fazê-la odiá-lo, parabéns, ele tinha conseguido essa proesa. Spencer arrumou o cabelo da filha amarrando com uma chuquinha rosa e a acordou com carinhos na bochecha. Estavam perto da estação onde desceriam. O metro anunciou no auto-falante a próxima estação e Spencer balançou os braços da filha de leve.

— Meu amor, acorda — disse Spencer levantando o rosto de Angel.

A menina estreitou os olhos resmungando baixo ainda com sono, depois se espreguiçou.

— Hã? Já chegamos mamãe? — disse com voz embargada.

Spencer olhou para os lados vendo a plataforma se aproximar num borrão acinzentado e apressou-se em pegar todas as malas.

— Chegamos — disse olhando para a janela do vagão — pega sua mochila, meu amor. Vamos descer.

Angel jogou a mochila nas costas e seguiu a mãe. Uma multidão de pessoas se espremeu na saída e elas foram praticamente “expulsas” do transporte. Spencer pensou em como seu carro fazia falta e desejou que seu plano tivesse saído como o combinado. Seu coração estava apertado e tinha medo de como Angel reagiria quando começasse a perceber que seu pai estava demorando muito para aparecer. Elas saíram juntas e caminharam até um canto menos movimentado da estação, próximo a escada lateral que dava para a rua. Angel segurou as alças da mochila e observou as pessoas passando com um olhar curioso e mais atento do que antes.

— Mãe onde está o seu amigo? Por que temos que ficar com ele nesse lugar estranho? Eu preferia ficar com o meu pai...

A voz da menina parecia entristecida. Spencer deixou as malas no chão e abraçou a filha por trás dando um beijo no topo da cabeça dela.

— É por pouco tempo, meu amor. Só até o seu pai voltar de Boise. Você nem terá tempo de sentir saudade e nós já estaremos com ele novamente — prometeu.

O sorriso da menina desapareceu com a menção a Toby. Ela segurou a mão de Spencer e apertou com toda a força que podia.

— Mas eu já estou com saudade dele...

Spencer engoliu seco o nó que se instalou em sua garganta. Ela não queria assumir, mas apesar da raiva também estava sentindo falta de Toby. Mais do que gostaria de sentir. Ela olhou ao redor buscando a silhueta de Nathaniel entre os passageiros que embarcavam e desembarcavam aos montes na estação ele seria a salvação dela se conseguisse distrair Angel até que ela pensasse em alguma saída melhor. A voz animada e firme de Nathaniel alcançou seus ouvidos e por impulso ela e Angel viraram de uma só vez.

— Minhas garotas, ai estão vocês! Procurei por toda a parte — ele deu uma risada sem graça passando a mão vaga pelos cabelos.

— Nate!

O sorriso de Spencer se abriu de orelha a orelha e ela correu para os braços do garoto dando um forte abraço.

— Spence, meu amor, que bom ver você — ele beijou a bochecha dela e então virou-se para Angel que os olhava de um jeito desconfiado com os braços cruzados acima da cintura.

Spencer soltou Nathaniel assim que encontrou o olhar reprovador da filha e voltou imediatamente para o lado dela. Angel segurou a mão da mãe e tomou a frente de forma protetora fazendo Nate soltar uma risada.

— Esse é o seu amigo, mamãe? — o ciúme estava evidente em sua voz. A menina estreitou o olhar e fixou-o em Nate.

— Eu mesmo em carne e osso.

Nathaniel olhava encantado para Angel. Se aproximou da menina com calma e abaixou até a altura dela apreciando cada minúsculo detalhe do rosto, cabelo, olhos, até a forma mandona como colocava as mãos na cintura e fazia bico. Ela era a cópia perfeita de Spencer. Ele chegou a perder o ar enquanto a olhava com brilho nos olhos.

— Nossa — soprou o ar anestesiado.

Angel fechou a expressão e se encolheu entre os braços de Spencer.

— Mãe esse cara está me encarando! — reclamou escondendo-se.

Spencer sorriu encantada segurando as mãos da pequena entre as suas com carinho, abaixou até o ouvido da filha onde sussurrou:

— Ele é um amigo da mamãe muito especial, meu amor. Ele cuidou de mim quando seu pai não estava por perto. Não precisa ter medo.

Spencer suspirou encontrando a confirmação nos olhos verdes de Nathaniel.

— Nós vamos nos divertir muito juntos. Eu prometo.


***
 

A visita de Caleb foi mais perturbadora do que Toby podia assumir para si mesmo. A conversa foi tão longa que ele apenas saiu de sua casa às 23 horas. Toby passou longos minutos sentado no sofá de casa sem coragem para levantar e fechar a porta. Sentia-se um fracasso em todos os aspectos possíveis e impossíveis. Após notar que passava das 00 horas decidiu empurrar o corpo pesado e lento até o segundo piso afim de tomar um banho, só que não se sentiu muito melhor do que já estava. Na manhã seguinte ele estava triste, dolorido, com um olho roxo e ouvir os sermões do amigo só o fez sentir ainda mais para baixo. Mas essa não era a pior parte. Saber que Jenna estava certa era ainda pior. Ele tirou Spencer da sua vida. Ele pensou que podia tirá­la da cabeça também. Que daria conta de viver sem ela e todas as suas dúvidas constantes. Ele pensou que ia se sentir melhor, mas nunca havia se sentido tão triste.

 

“Você é covarde por acaso?”

 

Em vez de lutar por Spencer, seguiu antigos hábitos. Em vez de tentar, preferiu magoá­-la antes de se magoar. Em vez de correr um risco, preferiu se precaver. Em vez de agarrá­-la com as duas mãos, preferiu afastá-­la. Ela disse que o amava e ele se perguntou se havia arruinado tudo. Talvez não merecesse o amor dela, mas o queria. E se ela não o amasse mais, aquela vozinha no fundo de sua consciência perguntou. Ele a fez amá-­lo uma vez. Ele poderia fazer isso novamente caso fosse necessário. Toby criou coragem, se vestiu e foi para a porta para correr o maior risco da sua vida. Ele foi para o apartamento de Spencer, aquele que tinha colocado no nome dela, mas ela não estava em casa. Era sábado e a delegacia também estava fechada. Mau sinal. Ele tinha que encontrá-la de qualquer forma. Foi para a casa da mãe, mas Verônica não queria falar com ele. Tocou inúmeras vezes a campainha, gritou, inclusive cogitou a possibilidade de invadir a casa. Ele saltou o muro que separava o jardim da mansão e olhou na garagem para ver se o carro de Spencer estava escondido e ela se recusando a vê-­lo. O Cadillac de Peter estava lá dentro. O pequeno Miata amarelo não estava mais. Ele a procurou por toda a cidade e, quanto mais ele procurava, mas desesperado ficava em encontrá­la. Ele queria fazê-­la feliz. Ele queria construir uma casa para ela na propriedade da Praia Angel ou no lugar que ela quisesse. Se ela quisesse viver em Phoenix ou Seattle ou Chattanooga, Tennessee, ele não se importava, contanto que vivesse com ela. Ele queria o sonho. Ele queria tudo. Agora tudo que tinha que fazer era encontrá-­la. Ele falou com Alison, Emily e Aria, mas elas não sabiam de Spencer. Quando ela não apareceu para trabalhar na segunda de manhã, e ele sabia que Andrew estava mentindo sobre não saber do paradeiro de Spencer, Toby visitou Max Harrison.

— Você tem notícias da Spencer? — ele perguntou, entrando no escritório do advogado sem nem ao menos dar boa tarde.

Max olhou para ele e levou um tempo antes de responder.

— Ela me ligou ontem.

— Onde ela está?

Novamente ele levou um tempo para responder.

— Acho que vai descobrir em breve. Ela saiu da cidade.

As palavras o atingiram como um soco no peito.

— Merda — Toby afundou numa cadeira e esfregou seu queixo — Para onde ela foi?

— Ela não disse.

— Como assim, ela não disse? — Ele bateu na própria perna.

— Você disse que ela ligou.

— Ela ligou. Ligou para me dizer que vai sair da cidade e que ia descumprir o testamento. Ela não disse por que ou para onde ia. Eu perguntei, mas ela não quis me falar. Acho que ela pensou que eu ia contar para a mãe antes que ela estivesse pronta para dizer para Verônica — Max inclinou a cabeça para o lado — Ela também disse que estava fazendo isso porque não queria mais a herança, o que significa que você recebe a parte de Spencer. Parabéns, em junho você ganhará tudo.

Toby meneou a cabeça e riu sem ver a menor graça. Sem Spencer, não havia nada. Ele não tinha nada. Seus olhos arderam e ele sentiu que desabaria a qualquer instante. Ele olhou para o advogado de Peter e disse:

— Spencer e eu tivemos uma relação sexual antes de ela sair da cidade... — o silêncio pairou entre os dois por longos minutos até que Toby respirou fundo e continuou — Conte a notícia a Frank Stuart. Espalhem pela cidade e vocês dois façam o que tiverem que fazer para garantir que ela receba ao menos a propriedade de Silver Creek e da Praia Angel.

Max parecia enojado e cansado dessa confusão toda. Toby sabia como ele se sentia.


Notas Finais


Eu simplesmente AMO esse capítulo com todas as minhas forças.


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