História Loucamente SUA - Capítulo 63


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Caleb Rivers, Emily Fields, Ezra Fitzgerald, Hanna Marin, Jenna Marshall, Melissa Hastings, Paige McCullers, Peter Hastings, Spencer Hastings, Toby Cavanaugh, Veronica Hastings, Wren Kingston
Tags Drama, Maldosas, Romance, Spencer Hastings, Spoby, Toby Cavanaugh
Visualizações 21
Palavras 2.947
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Apesar da montagem bizarra foi com muito amor. Eu mesma editei as fotos para vocês, então, fiquei apaixonada com o resultado. Deu um baita trabalho, mas acho que vocês precisavam visualizar eles três juntos depois de TANTA história.

Até logo, tenham uma boa leitura.

Capítulo 63 - Tenho uma proposta para te fazer


Fanfic / Fanfiction Loucamente SUA - Capítulo 63 - Tenho uma proposta para te fazer

Dois meses depois - Sexta-feira, dia 20 de Fevereiro


Spencer detestava ter que admitir, e provavelmente não o diria em voz alta, mas ela sentia falta de preencher protocolos. Na verdade, ela sentia falta de ajudar a salvar os gatos de Wannetta. Mas era mais do que sentir falta de uma senhora barulhenta. Ela sentia falta de morar em Rosewood. Sentia falta de morar em um lugar onde as pessoas a conheciam, e onde ela conhecia quase todo mundo. Depois do fim do pesadelo com o sequestro de Angel ela pensou que sua vida voltaria ao normal. E acabou voltando, mas não da forma que ela gostaria. Toby as tinha salvado e de início Spencer não fazia a menor ideia de como isso foi acontecer. Depois, entretanto, quando saíram daquele local e retornaram a delegacia com os policiais para prestar depoimento sobre a morte de “-A” acabaram descobrindo o segredo. Sophie havia fugido do hospital e foi até a delegacia se entregar e contou toda a verdade. Por sorte, um dos policiais já tinha ela como suspeita na lista de assassinos e decidiu pagar para ver. Toby, como principal interessado, foi junto com a condição de voltar para a prisão temporária até o dia do julgamento final do caso de lavagem de dinheiro do qual estava sendo acusado. Ela tirou o grampo do avental e o colocou sobre a mesa de trabalho. Em ambos os lados, estilistas de cabelo cortavam e escovavam no salão de alta classe no centro de Boise. O salão de Ali estava localizado em um depósito renovado e era todo estiloso e novo. O tipo de salão onde ela costumava ver a amiga passar horas se enfeitando, mas era diferente agora. Não era Emily quem estava maquiando e penteando as pessoas, era ela. Emily nem sequer tinha saído do hospital ainda. Segundo Jenna, os médicos decidiram mantê-la sobre vigilância por causa das complicações no seu quadro. A pressão estava sempre instável alcançando picos em torno de 190x80 mmHg e 170x80 mmHg, o que era muito preocupante para a idade dela. Spencer pegou uma vassoura e varreu o cabelo do último cliente. Nos últimos dez anos tinha vivido em lugares onde não havia passado, histórias, amigas que passaram pela agonia do ensino fundamental e médio com ela. Ela morou em quatro estados, sempre procurando por algo vago, pelo lugar perfeito para criar raízes. A vida dela tinha completado um ciclo, e era irônico que ela tivesse achado o lugar perfeito exatamente na cidade que abandonou. Ela se sentiu como Dorothy em O Mágico de Oz, com a diferença de que ela jamais poderia voltar para casa. Não agora. Boise era uma boa cidade e tinha muito a oferecer, mas não tinha um Papai Noel travesti ou paradas todos os feriados. Não tinha o mesmo pulso e batimento cardíaco que uma cidade pequena.

 

Não tinha Toby.

 

Ela terminou de varrer os cabelos e formar uma pilha, depois pegou uma pá de lixo. Não ter Toby na mesma cidade deveria fazê-la se sentir melhor. Não fazia. Não depois de tudo o que ele fez para salvá-las. Ela também deveria lembrar que o ato heroico não mudava o fato de que ele tinha traído sua confiança colocando uma puta dentro de casa na primeira oportunidade que teve. Porém, ela o amava e sabia que sempre o amaria. Ela queria poder seguir com a vida e se esquecer de Toby Cavanaugh, mas não conseguia nem se obrigar a sair do estado. Ela o amava, mas não podia viver perto dele. Nem mesmo por 3 milhões de dólares. A decisão de partir não foi tão difícil. Não tinha como ela viver pelos próximos cinco meses vendo Toby com outras mulheres. Nem por todo o dinheiro do mundo. A campainha acima da porta tocou assim que Spencer jogou os cabelos no lixo. Ela ouviu várias mulheres suspirando nas outras cabines de trabalho e o barulho de botas.

— Posso te ajudar?

— Obrigado — disse uma voz muito familiar — Encontrei o que estava procurando.

Ela olhou e viu Toby a pouca distância dela.

— O que você quer?

Seu mundo parou por poucos segundos assimilando o que estava acontecendo. Toby estava solto? A decisão do tribunal tinha finalmente saído e ninguém a avisara?

— Quero falar com você.

Ele havia cortado o cabelo. Um cacho de cabelo escuro tocava a sobrancelha. Ele a deixava sem ar.

— Estou ocupada.

— Me dá cinco minutos.

— Eu tenho escolha? — ela perguntou, esperando que ele dissesse que não, para que ela então pudesse mandá-lo pro inferno.

Ele transferiu o peso de um pé para outro e colocou as mãos nos bolsos da frente do jeans.

— Sim.

A resposta dele a assustou, e ela se virou para Camilla, que trabalhava próxima a onde estava.

— Volto em cinco minutos — ela disse, e foi em direção à porta com Toby logo atrás dela. Ela foi para o hall e parou ao lado de um orelhão.

— Você tem cinco minutos.

Ela se encostou na parede e cruzou os braços.

— Nem vai me perguntar como saí da cadeia? Sua falta de curiosidade me deixa entristecido.

Spencer olhou para seus saltos plataforma de camurça. Ela os comprou para se sentir melhor, mas eles não ajudaram.

— Eu não queria parecer intrometida. Sabe como é, nenhum bandido gosta de ser questionado sobre seus crimes.

Toby deu uma risada larga, daquelas que fazia o coração dela estremecer. Fazia tempos que não ouvia a voz dele, nem sequer por telefone. Quando voltou a morar em Boise e Jenna e Alison ficaram responsáveis pelo caso ela achou que não tinha mais espaço naquele assunto. As duas cuidariam bem dele e ela não precisaria passar pela sessão de interrogatório dos moradores da cidade perguntando se ela era “a nova namorada de Toby”. Era desagradável ter que dizer que não ao mesmo tempo que olhar para todas as mulheres desesperadas com a prisão de Toby a deixava enojada.

— Bandido? Não fui eu que me obriguei a ficar em uma cidade que odeio por causa de 3 milhões de dólares.

— Você veio aqui para isso? — Spencer fechou a cara.

Toby passou a mão pelos cabelos sentindo-se incomodado com o rumo da conversa. Ele não estava querendo insultá-la, só estava querendo mostrar que ficou chateado por ela não procurá-lo.

— Não quis te chamar de interesseira, me desculpe. Eu só — ele coçou a nuca — não entendi por que desistiu de algo que parecia tão importante para você.

— Evidentemente eu precisava sair de lá mais do que precisava do dinheiro.

— Spencer, eu falei para Max sobre você, eu, nossa filha e tudo que rolou entre nós antes de você sair da cidade. A Praia Angel e Silver Creek são suas agora.

Ela se segurou, tentando se manter. Ela não podia acreditar que eles estavam falando sobre uma propriedade estúpida com a qual ela não se importava.

— Por que você falou para ele?

— Não me parecia certo herdar tudo. Você e Angel merecem muito mais do que eu essas propriedades.

Spencer ficou tão chateada que não deu tempo para ele se explicar.

— Foi isso que você veio me dizer?

— Não — disse ele em defesa própria — Eu vim te dizer que eu sei que te magoei e sinto muito. — Ele tomou fôlego para falar — Spencer eu senti tanto a sua falta e da nossa filha. Eu sei que você deve estar arrependida de ter me reencontrado, mas eu posso te mostrar que vai ser diferente.

Ela fechou os olhos.

— Não me importa — Ela disse por que não queria se importar — Não seja sujo o suficiente para colocar a Angel nessa história. Ela já está traumatizada o suficiente com o sequestro. Eu disse que te amava e você chamou a Gail para ir até sua casa para transar com ela.

— Eu não liguei para ela. Ela apenas apareceu e nós NÃO transamos.

— Eu vi o que estava acontecendo!

— Nada aconteceu! — a voz dele ficou mais mansa — Nada jamais vai acontecer. Você viu o que eu queria que você visse, que pensasse o que eu queria que você pensasse.

Ela olhou para ele.

— Por quê?

Ele respirou profundamente.

— Por que eu te amo.

— Isso não tem graça, Toby. Você nunca me amou de verdade passou a vida inteira brincando com os meus sentimentos.

— Eu sei. Acredite em mim Spencer eu nunca amei nenhuma outra mulher além de você.

Ela não acreditava nele. Ela não acreditava nele e não quis pôr seu coração em risco. Doeu demais quando ele partiu o coração dela.

— Não, você ama me confundir e me deixar maluca. Você não me ama de verdade. Você não sabe o que é o amor.

— Sim, eu sei sim. — As sobrancelhas dele se abaixaram e ele deu um passo em direção a ela — Eu te amei minha vida inteira, Spencer. Não consigo me lembrar de um dia que eu não tenha te amado. Te amei no dia que praticamente te nocauteei com uma bola de neve. Te amei quando furei seus pneus para te acompanhar até em casa. Te amei quando vi você se escondendo atrás dos óculos de sol no Value Rite, e te amei quando você amou aquele perdedor, filho da puta, do Nathaniel Buzzolic. Nunca me esqueci do cheiro do seu cabelo ou da textura da sua pele desde a noite em que te deitei no capô do meu carro na Praia Angel. Então não me diga que eu não te amo. Não me diga — a voz dele estremeceu e ele apontou o dedo para ela — Só não me diga isso.

A visão dela ficou embaçada e os dedos dela apertaram com força os próprios braços. Ela não queria acreditar nele, mas ao mesmo tempo queria acreditar mais do que viver. Ela queria se jogar nos seus braços tanto quanto queria dar um soco nele.

— Isso é tão típico. Assim que me convenci de que é um grande idiota, você me faz pensar que não — Uma lágrima escorreu nos olhos dela e ela a secou — Mas você realmente é um idiota, Toby. Você partiu meu coração e agora acha que pode vir aqui e dizer que me ama e eu devo esquecer tudo?

Ela parou antes de perder o controle e se debulhar em lágrimas.

Toby abraçou-a e a trouxe para perto do seu peito. Ela não sabia disso, mas ele não planejava deixá-la ir embora. Agora não. Nem nunca.

— Eu sei. Eu sei que fui um idiota e não tenho uma boa desculpa. Mas tocar você e te amar, e saber que você planejava me deixar, me deixou louco. Depois que fizemos amor pela segunda vez, eu comecei a pensar que talvez você fosse decidir ficar comigo. Eu comecei a pensar em você e eu acordando todos os dias juntos para o resto da nossa vida. Eu até pensei sobre termos mais filhos. Infelizmente eu não pude participar quando você teve a Angel, mas dessa vez eu queria fazer diferente. Queria até fazer algumas daquelas aulas de respiração quando você engravidasse. Talvez comprar uma daquelas minivans. Mas, depois Verônica veio para casa, e você disse que ia embora, eu achei que estava fantasiando novamente. Eu estava com medo de que você realmente fosse embora, então fiz você ir embora mais cedo. Eu simplesmente não imaginava que você iria embora. — De dentro das dobras da jaqueta de couro, ela fungava, porém não respondia. Dessa vez era Toby quem tinha se declarado e ela não havia dito a ele que o amava e ele estava morrendo por dentro. — Por favor, diga algo.

— Uma minivan? Eu tenho cara que sou do tipo que gosta de minivan?

Não era exatamente o que ele esperava, mas não era mau sinal também. Ela ainda não tinha mandado ele pro inferno.

— Eu compro para você o que quiser se disser que me ama.

Ela olhou para ele. Os olhos dela estavam úmidos e a maquiagem escorreu.

— Aaaaai, você não precisa me subornar. Eu te amo tanto que não posso pensar em mais nada.

Ele ficou aliviado e fechou os olhos.

— Graças a Deus, eu estava com medo de que fosse me odiar para sempre.

— Não, esse sempre foi o meu problema. Nunca fui capaz de te odiar pelo tanto de tempo que eu deveria — ela disse em um suspiro e passou os dedos pelo cabelo curto dele. — Por que cortou o cabelo?

— Você me disse uma vez que eu deveria cortar — ele secou as lágrimas do rosto — achei que poderia me ajudar a te conquistar.

— Ficou ótimo.

— Você é ótima — ele a beijou gentilmente, sentindo o gosto de seus lábios. A língua dele entrou na boca dela e a tocou com uma carícia leve para distraí-la enquanto pegava sua mão esquerda e colocava um anel de diamantes de três quilates no dedo anelar.

Ela puxou a mão e observou.

— Toby, você podia ter pedido!

— E correr o risco de você dizer que não? Nunca.

Spencer balançou a cabeça e olhou para ele.

— Não vou dizer que não.

Ele respirou profundamente sentindo as têmporas tremerem. Corrigiu a postura e ergueu a mão de Spencer até a altura de seu peitoral. Ele fixou seus olhos nos dela e Spencer sentiu todo o seu corpo se arrepiar quando a voz dele soou diretamente a pergunta:

— Quer casar comigo?

Ela queria gritar, seu sorriso estava tão grande que parecia não caber na boca. Queria chorar, chorar muito de tanta emoção que sentia. Ela passou a vida toda sonhando com esse momento se conformando em ser uma idiota por pensar que algum dia na vida ela poderia se casar com Toby Cavanaugh e o momento tinha realmente chegado. Ela não conseguia acreditar. Ele a pediu em casamento!

— Sim — ela abraçou o pescoço dele e o beijou — agora me leva para casa.

— Não sei onde você mora.

— Não. Quero dizer Rosewood. Me leva para casa.

— Tem certeza? — ele perguntou, sabendo que não a merecia ou a felicidade que carregava no peito, mas a aceitando — nós podemos morar onde você quiser. Posso transferir meu negócio de volta para Boise, se quiser.

— Quero ir para casa. Com você e com nossa filha. Nada mais!

Ele se afastou o suficiente para olhar nos olhos dela.

— O que posso dar a você que possa se comparar com o que você me deu? Eu amo tanto vocês duas. Sou o homem mais feliz desse mundo todo, Spencer. E isso é graças a você!

— Apenas me ame.

— Isso é fácil demais.

Ela meneou a cabeça.

— Não é, não. Você viu como eu acordo de manhã — ela pousou a mão esquerda no peito dele e analisou o anel. — O que eu posso te dar? Eu ganho um cara bonitão que continua bonitão de manhã, e uma ótima aliança. O que você ganhou?

— A única coisa que eu queria — Ele a abraçou apertado e sorriu olhando dentro de seus olhos castanhos intensos — eu ganhei você, minha gata.

Spencer sentia-se tão feliz, aquele com toda certeza, era um dos dias mais importantes da vida dela. Toby a puxou pela cintura levantando e a encostou na parede colando seus lábios em um beijo quente e intenso. As mãos dele a tomaram pela cintura e desceram pelas coxas no meio da calçada. Ela estava tão entregue a saudade que sentia dos toques de Toby que não tinha forças para negar suas carícias. Ele apertou sua coxa com domínio e encaixou seus lábios, os dentes puxando seu lábio inferior de forma tentadora. Spencer sentiu sair do chão. Toby afastou seus rostos o suficiente para tocar a ponta do nariz no dela. A forma como ele a olhava era tão sincera e incrível, pensou ao olhá-lo nos olhos. Ela foi invadida pelo sorriso ruidoso e aliviado dele.

— Eu quero tanto você, Spencer.

Ela passou os dedos entre os fios de cabelo dele e puxou para mais um beijo. A voz da gerente a gritou da porta com ameaça.

— Spencer, melhor voltar ao trabalho.

Ela sentiu vontade de mandar a mulher para o quinto dos infernos, melhor que isso, queria ver a cara de inveja que ela estava fazendo por vê-la agarrada com Toby. Spencer afastou o rosto virando para respondê-la. Camila estava caminhando na direção dos dois com as mãos na cintura.

— Spencer, o que nossos clientes irão pensar dessa pouca vergonha aqui na frente do salão? — reclamou.

Ela revirou os olhos de saco cheio de ouvir todas as manhãs a mesma voz chata e fina daquela mulher, e como se ouvisse seus pensamentos, antes de conseguir pensar em uma resposta Toby a puxou pelas coxas cruzando na altura da cintura e lhe deu o beijo mais excitante de sua vida.

— OH, mas o que é isso?

Toby enlaçou a língua de Spencer e chupou seu pescoço com vontade. Spencer se acabava de tanto rir da situação. Ela pensou em pedir demissão, mas ele foi mais rápido. Colocou-a no chão e puxou as chaves do bolso arrastando-a para dentro do carro estacionando próximo a calçada. Camila ficou de boca escancarada olhando para frente sem entender nada.

— Espera, para onde você vai? — Toby deu uma gargalhada e abriu a porta para ela entrar — SPENCER! VOCÊ TEM CLIENTES HOJE.

— Ela se demite — gritou ele e Spencer deu o dedo do meio enquanto o carro acelerava rumo a Rosewood.

— Entendeu o recado?
 

Passou a marcha e de repente virou eles viraram o rosto um para o outro ao mesmo tempo, aquele sorriso lindo que ele tinha. Brilhando para ela. Ele voltou a olhar para a estrada e ela passou o dedo delicadamente sobre a pedra de seu anel de noivado. Era mesmo real. Toby deslizou a mão até a dela enquanto dirigia e entrelaçou seus dedos.

— Vamos para casa, temos três horas para decorar o novo quarto da Angel antes dela voltar da casa da avó.



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