História Louco Amor (Versão Larry Stylinson) - Capítulo 2


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Categorias Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Louis Tomlinson
Tags Harry Styles, Larry, Larry Stylinson, Liam Payne, Louis Tomlinsom, Mpreg, Niall Horan, Niam, Zarry, Zayn Malik
Visualizações 36
Palavras 887
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amores,
bem vindos a mais uma adaptação.
Espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 2 - Prólogo


Pacífico Sul, 4 de junho de 1996.

 

Doze aves marinhas, planando esplêndidas contra o fundo verde e marrom da vegetação da ilha, grasnavam alvoroçadas. O sol se derramava sobre a reluzente orla marítima, um caranguejo assustado efetuava na areia uma cômica dança lateral.

De repente, os pássaros se calaram. A brisa leve que balançava as árvores também cessou. Ouvia-se um ronco estranho. Este durou alguns segundos e então começou a falhar. O paraíso foi cortado por gritos, e um objeto metálico em chamas começou a despencar do céu.

A máquina prateada ia ao encontro do solo, estraçalhando as copas das árvores no caminho. Com a relva alta a lhe amortecer o impacto, foi derrapando de lado na praia. Até que parou.

O jatinho ainda estava inteiro.

O piloto Louis Tomlinson perdeu alguns segundos olhando à frente, trêmulo, transpirando de calor, congelando de medo em seguida. Seu coração retumbava dolorosamente. Prendera a respiração por tanto tempo que agora cada inalação profunda soava como o vento tirano de uma tempestade tropical.

Mas conseguira. Pousara o avião, apesar das pouquíssimas chances, provenientes das volúveis correntes aéreas do Pacífico Sul e do defeito no sistema hidráulico da aeronave que quase os condenara à morte.

Finalmente, voltou a raciocinar, atento ao instinto. O sistema hidráulico falhara. Sentia cheiro de combustível. Sem pestanejar, Louis destravou o cinto de segurança e atravessou com dificuldade a cabine aeronave, à procura do único passageiro.

Encontrou-o inconsciente. Ao menos, esperava que ele estivesse apenas inconsciente. Caído para frente, o rapaz tinha o rosto escondido pela aba larga de um chapéu marrom. Louis apertou os dedos em seu pescoço, tentando sentir a pulsação.

Estava vivo.

Afobado, destravou o cinto de segurança e ergueu o jovem nos braços. Com cerca de um metro e oitenta de altura, ele era leve, a estrutura óssea lembrando porcelana delicada.

Mas não era hora de admirar o passageiro. Eles precisavam sair do jatinho o quanto antes!

Então, o rapaz recobrou a consciência. Grossos cílios se abriram revelando olhos verdes-esmeralda dilatados. Olhos brilhantes, observou Louis, num pensamento fugaz. Os olhos verdes o focalizaram e ele emitiu um grito agudo.

Sustentando-o com um braço, Louis o segurou com força, temeroso de que sua histeria custasse à vida de ambos.

- Pare! - ordenou enérgico. - O avião pode explodir!

No mesmo instante, a lucidez deu lugar ao pânico nos olhos do jovem, que parou de se debater.

- Ponha-me no chão! - exigiu ele, arrogante - Já estou bem.

- Como quiser, milorde. - Louis o pôs de pé sobre as botas caras e se lançou à porta da aeronave. Esta não se abria, provavelmente danificada durante o pouso forçado. Sem perder tempo com esforços inúteis, procurou a saída de emergência, sobre a asa. Foi quando viu o elegante passageiro curvado sobre a poltrona. - O que está fazendo?

- Procurando a minha sacola de mão, ora! – O rapaz pendurou a alça no ombro coberto por cambraia bege.

- Doidice. - murmurou Louis, desgostoso, arremessando o corpo atlético contra a porta de emergência, que cedeu. Rastejou sobre a asa e pulou na areia.

- Já entendi como é. - declarou o passageiro, de pé na asa. - E em menos tempo do que você esperava aposto.

- Cale-se e pule! - ordenou Louis, ajudando-o a descer quando ele resolveu obedecer. Agarrou-o pelo pulso. - Agora milorde, sebo nas canelas!

De mãos dadas, correram pela praia pensando apenas em sobreviver. De repente, o rapaz gritou aflito e tombou na areia, obrigando o companheiro a estacar.

Ele torcera o tornozelo.

- Droga! - praguejou Louis, exasperado. - Por que não descalçou essas porcarias? - Sem alternativa, ergueu-o nos braços outra vez, junto com a maldita sacola.

- Desculpe. - replicou o jovem, amuado, segurando-se no pescoço dele. Fitou-o com os olhos verdes a expressar dor e indignidade. - Quando me arrumei para a viagem, não imaginei que o jatinho fosse cair.

Louis apertou o passo, quase correndo agora. O chapéu do passageiro escapou, soltando uma pequena cascata de cachos castanhos sobre seus ombros.

- Essa sua bolsa pesa uma tonelada! - resmungou Louis, inebriado pelo perfume e maciez da cabeleira, a visão prejudicada pelos cachos mais rebeldes.

Como o rapaz não replicou, Louis resolveu poupar fôlego e se concentrar em pôr o máximo de distância possível entre ambos e o local da queda. Tinha certeza de que o jatinho explodiria. Era como se um sexto sentido o avisasse.

Quando se deu a detonação, foi como se a terra se partisse em mil pedaços. Labaredas buscaram o céu num furor ofuscante em meio a um barulho ensurdecedor. Uma fumaça pesada suprimia o dia.

Louis não conseguira se afastar o bastante. Uma onda de ar quente se chocou contra suas costas e o arrebatou, lançando-o para o alto sem esforço. Movido pelo instinto, ele só se preocupou em proteger a criatura delicada que tinha nos braços.

Consequentemente foi ele quem mergulhou de volta ao encontro da areia, escorregando até bater a cabeça em um tronco de madeira que as águas haviam depositado na praia. O passageiro caiu em cima do piloto, tendo o impacto amortecido, mas mesmo assim violento.

Ambos viram o mundo escurecer.

Logo em seguida, começou a chover, como se a própria natureza iniciasse o processo de limpeza da terra, apagando o fogo e dissipando a fumaça.


Notas Finais


Esse prólogo nos ajuda a começar a ter uma ideia da personalidade de ambos os personagens e como será a convivência deles nesse início.
Espero que tenham gostado.
Beijos e até o primeiro capítulo.
Obs. Fiquem a vontade para comentar, tirar dúvidas e fazer críticas. Bjs.


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