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História Loucuras de Agosto - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oii Cupcakes ♥! Essa é a minha primeira fanfic na categoria iCarly, então estou bem ansiosa. Essa história faz parte de uma série de histórias chamada Romances Mensais, mas mesmo que essa seja a oitava história, vocês não precisam necessariamente ler as outras histórias para entender. Cada história tem protagonistas diferentes, ainda que todos estejam no mesmo universo. Prometo explicar melhor nas notas finais. Espero que possam dar uma chance e que gostem. Boa leitura...

Capítulo 1 - Prólogo


ROMANCES MENSAIS

LIVRO VIII – LOUCURAS DE AGOSTO

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PRÓLOGO

 

Seis meses atrás.

 O avião com destino a Paris estava cheio. Sam observava os passageiros de acomodarem, completamente entediada. Ela não queria viajar. Quer dizer, não queria viajar à trabalho. Estava exausta de todas as exigências do pai para preparava a garota para assumir a presidência das Corporações Puckett. As constantes viagens a reuniões em outros países e a cursos preparatórios sem qualquer descanso nos últimos meses estavam a enlouquecendo.

Não que Sam não quisesse isso. Samantha Puckett decidiu desde muito nova que seguiria os passos do pai e se tornaria a presidente dos negócios alimentícios da família. Ela sabia que não seria fácil, mas para Sam, não importa qual seja o desafio, desistir não é uma opção. Por isso, mesmo sendo fim de semana e que todos de seus amigos estejam aproveitando o dia para descansar, ela faria uma rápida viagem à França para representar a empresa do pai em uma negociação com uma pequena fábrica no interior do país durante três dias e voltaria a Hawkins.

Quando todos terminam de se acomodar e os comissários de voo passam todas as instruções de segurança, o avião finalmente decola. Sam observa a paisagem pela janela, sorrindo levemente, relembrando como sua irmã estaria desesperada nesse momento se estivesse com ela. Beth nunca gostou de viajar de avião, então era sempre divertido ver as paranoias da loira com as possibilidades de morrerem durante o voo.

- Com licença, senhorita. Gostaria de trocar de lugar comigo? Eu estou sentado ao lado do seu marido. – Sam desvia o olhar da janela do avião para encarar o homem da voz sedutora que falava com a jovem garota que estava sentada a seu lado, apontando para o local onde estava sentado.

- Mesmo? – Questiona a garota, animada.

- Claro. – Concorda o rapaz, dando um sorriso gentil.

A garota prontamente retira o cinto de segurança e se levanta com a bolsa que usava. Ela agradece repetidas vezes pela gentileza daquele bonito rapaz e segue para o local onde o marido estava sentado. Sam observa discretamente o jovem de olhos cor de chocolate, barba bem desenhada e cabelo perfeitamente arrumado se sentar ao seu lado. Ele usava uma camisa polo branca que destacava os braços definidos, uma calça jeans escura e tênis azuis.

- Eles se casaram ontem e por causa de um erro na passagem aérea deles, os dois acabaram se sentando em locais separados. – Conta o rapaz e Sam o encara entediada.

- Que legal. – Ironiza a loira, voltando a encarar a janela do avião. Ela realmente não se importava e depois de observar um pouco mais aquele lindo homem, ela não precisou de muito para notar que ele era um nerd com beleza acima da média. Aquilo com certeza não era para ela.

O rapaz se encolhe um pouco e resolve voltar sua atenção ao próprio celular. Ele havia entendido o recado. A bela loira de olhos azuis intensos não estava nenhum pouco interessada em manter uma conversa amigável pelas próximas doze horas. Então, tudo o que restava a ele era voltar a assistir o documentário francês interessante sobre trens que ele havia encontrado.

Sam suspira e pega o catálogo de produtos do avião que havia na parte de trás do assento a sua frente. Ao ver que um dos serviços oferecidos pela companhia aérea era a internet Wireless, a loira rapidamente aciona o serviço de bordo e pega o pequeno notebook em sua bolsa. Assim que a educada comissária aparece, ela solicita orientações para acionar a internet e não demora muito a se conectar.

Ansiosa para passar o tempo conversando com a irmã mais velha, Sam inicia a vídeo chamada. Beth é sua melhor amiga. As duas sempre foram unidas e a amizade com a irmã se tornou ainda mais forte conforme elas foram crescendo. Apesar de extremamente diferentes em personalidade, elas se entendiam muito bem.

Enquanto esperava Beth atender, a loira pega os fones de ouvidos os conecta ao notebook. Não confiava o bastante na irmã para conversar por vídeo chamada com ela sem os fones. Beth conseguia ser bastante indiscreta e implicante quando queria.

Sammy! Você entrou em contato muito mais rápido do que eu imaginava. – Comenta Beth, aparecendo na tela do notebook de Sam.

- O avião tem o serviço de WiFi. Eu estava entediada e resolvi perturbar a minha querida irmã mais velha. – Responde, sorrindo. Beth ri e se ajeita melhor na cama. Era sábado e se dependesse da mais velha, ela passava o dia inteiro dormindo.

E como está sendo a viagem? Devia ter me acordado para te acompanhar até o aeroporto. Quando eu acordei, o pai já tinha voltado e disse que seu avião tinha partido. – Conta Beth, desanimada. – Nem acredito que vai passar o fim de semana trabalhando. Eu queria sair com você. Com todas as minhas amigas casadas, você é a única companhia que me restou, já que Elena também não tem tempo para mim, Thea está ocupada com a faculdade e Nancy está em Chicago.

- Eu sou a sua última opção, por acaso? – Questiona, rindo.

Você sabe que sim. – Brinca a loira mais velha, rindo. De repente, Beth parece notar alguma coisa e dá um sorriso malicioso. – Quem é o gostosão ao seu lado?

- Não começa, Beth. – Pede Sam, sabendo bem o que a irmã iria insinuar.

O rapaz ao seu lado desfivela o cinto e se levanta, provavelmente indo ao banheiro. Ela suspira aliviada. Com o seu novo acompanhante de voo longe, seria mais fácil cortar as loucuras da irmã sem que o bonito rapaz ao seu lado notasse que elas estavam falando sobre ele.

Samy, você precisa aproveitar as oportunidades. Você tem um homem extremamente gostoso ao seu lado pelas próximas dez horas. E bem, você agora está solteira. – Continua Beth de maneira animada.

- Eu terminei meu namoro tem apenas um mês. Não estou a fim de entrar em um novo relacionamento. – Resmunga Sam, envergonhada pelas insinuações de Beth. – Além disso, eu não tenho tempo. Minha vida é o meu trabalho e você sabe disso.

E quem aqui falou em relacionamento? Jonah era um babaca e ficou no passado. A única forma de esquecer definitivamente um babaca é com sexo selvagem com um desconhecido no banheiro do avião. – Responde Beth de maneira simplista e Sam ri incrédula da falta de filtro da irmã, completamente envergonhada.

- Beth! – Sam repreende a irmã, sentindo o rosto esquentar. Apesar de sempre se mostrar agressiva e sarcástica, a loira era bastante tímida quando se falava sobre sua vida amorosa. – Eu não vou fazer isso.

Por que não? Você está solteira. Ele é gostoso. Vocês nem precisam saber o nome um do outro. É apenas sexo, Sammy. Depois disso, cada um segue sua vida como se nada tivesse acontecido. – Insiste Beth, sorrindo maliciosa. – No seu lugar, eu não perderia tempo. Já ia logo chamando o gostosão para o banheiro e o agarrava sem que ele tivesse a chance de recusar.

- É claro que você faria isso. Você é uma pervertida ninfomaníaca. – Resmunga Sam, fazendo Beth revirar os olhos.

Não seja tão puritana. Você sabe que eu estou certa. Você nunca se arrisca. – Antes que Sam pudesse falar todas as vezes que ela se aventurou em alguma atividade radical, Beth a interrompe. – Eu estou falando sobre sexo, pegação, romance. E você sabe disso.

- Eu não sou como você, Beth. – Sussurra Sam, inconformada. 

E eu não quero que seja. Apenas acho que está na hora de você se divertir um pouco. Você sempre se envolve com idiotas que só querem se aproveitar do seu corpo incrível. Apenas uma vez na vida, aproveite o Deus Grego que as divindades estão oferecendo a você. Eu tenho certeza de que você não vai se arrepender. – Aconselha Beth, dando aquele sorriso encorajador que sabia que mexia com a irmã. Ela apenas queria que Sam parasse um pouco de se preocupar tanto com o trabalho e se divertisse também.

O rapaz volta a se sentar ao lado de Sam e coloca o cinto de segurança. Ele dá um sorriso de lateral que a loira achou adorável e volta a colocar os fones de ouvido para assistir ao documentário sobre trens. Sam o observa mais uma vez, pensando sobre o que a irmã havia falado. Apesar de tudo, ela não podia negar que se sentia atraída pelo bonito rapaz ao seu lado. E já nem lembrava mais a última vez que ela havia transado e tudo se devia a sua falta de tempo.

Mesmo tendo um namorado, Sam nunca escondeu a sua preferência por dedicar mais do seu tempo ao trabalho do que a Jonah. Como consequência, como o próprio idiota havia usado para se justificar, ela se tornou a corna do ano. Obviamente, ela não deixou a situação passar em branco e o ex-namorado acabou com a perna quebrada, várias escoriações pelo corpo e a amada moto dele destruída.

Ela acabou na polícia e precisou ouvir horas de sermão do pai, mas valeu totalmente a pena. Teria feito ainda pior se os vizinhos do babaca não tivessem ficado com dó por ele ficar gritando o nome da mãe dele aos prantos, enquanto apanhava violentamente da garota com sua inseparável meia de manteiga.

Vamos lá, Sammy. Estou vendo nos seus olhos que você quer isso. O que você tem a perder? – Pergunta Beth, sorrindo animada ao ver que a irmã mais nova estava mesmo considerando a ideia. Sam era sempre muito contida e tímida quando o assunto era sexo. Saber que ela realmente pensava em aproveitar a chance a animava.

- Não sei. Talvez eu seja detida mais uma vez por atentado ao pudor? – Sugere Sam em tom de sussurro.

E desde quando isso te impediu de fazer as coisas? Você vai ver que é muito mais excitante quando não se pode ser descoberto. – Ao ver que a irmã ainda hesitava, Beth sorri e resolve usar sua cartada final. Ela suspira e encara Sam em uma espécie de decepção. – Bom, se você está com tanto medo assim, é melhor não fazer mesmo.

- Eu não estou com medo! – Resmunga, revoltada com a afirmação da irmã. – Eu não tenho medo de nada.

Eu estou vendo o medo nos seus olhos, Sammy. Está tudo bem. Você não precisa fazer isso. Eu me sentiria mal se você fosse e acabasse desistindo, porque ficou com medo. – Beth precisa se segurar para não rir. Não importa qual idade sua amada irmã mais nova tenha, ela sempre teria esse lado infantil que não aceita ser subestimada.

- Isso não é verdade. Eu posso fazer isso se eu quiser. – Afirma Sam, cruzando os braços como uma criança nervosa, sem nem mesmo notar que estava caindo no jogo da irmã.

Ah, é mesmo? Então eu duvido que você transe com o gostosão do seu lado. – E lá estava a palavra chave. Duvidar. Sam fazia o que fosse necessário para provar que estava certa. Mesmo que isso significasse fazer uma estupidez que poderia se arrepender depois.

- Pode apostar que eu vou fazer isso. – Responde decidida. Beth abre um sorriso malicioso.

Tudo bem. Eu coloquei um preservativo no bolso pequeno da sua bolsa. Use com sabedoria. – Revela Beth, alargando ainda mais ao ver a revolta presente nos olhos da caçula. – Tchau. Amo você! Me conte tudo quando pousar em Paris!

- Você... – Antes que repreendesse a irmã mais velha, Beth desliga a chamada de vídeo. Sam se abaixa para olhar o bolso que a outra havia citado e realmente encontra uma embalagem de camisinha. A garota suspira, frustrada e sorri. As pessoas sempre diziam que Sam era a irmã maluca das filhas de Kyle Puckett, mas isso era porque eles não conheciam Beth e como a mais velha poderia ser impossível. – Eu vou matar você quando chegar em casa, Beth.

Sam suspira e desliga o notebook. Depois de guardar a máquina, ela volta a se sentar de maneira mais tensa. Estava nervosa. Nunca havia feito algo assim antes. No entanto, era tarde demais para voltar atrás. E ela não faria isso se pudesse. Ela é Sam Puckett. Um membro dos Barton. Teimosa e inteligente o bastante para conquistar o que ela quiser. Isso inclui o desconhecido ao seu lado.

A loira encara discretamente o seu acompanhante de voo. O moreno não usava aliança e nem havia marca nenhuma dela, o que indicava que ele pelo menos não era casado. Ao olhar o que ele assistia, ela duvidava também que ele tivesse uma namorada. O rapaz estava assistindo alguma coisa envolvendo trens! Isso de longe era a coisa mais entediante que ela já tinha visto. E ele também podia ser bonito e extremamente atraente, mas era certinho demais.

Esses detalhes fazem com que ela suspire desanimada. Aquela provavelmente seria a pior transa de sua vida e aconteceria na droga de um minúsculo banheiro de avião. Desanimada, ela permanece mais um tempo apenas encarando o celular do rapaz, que estava extremamente concentrado no conteúdo. Seus olhos brilhavam toda vez que mostravam um novo trem na tela.

Sam respira fundo e finge esbarrar no braço do moreno, que desvia sua atenção da tela do celular para encarar a garota. Presa nos olhos castanhos, ela tinha que admitir que aquele homem, por mais nerd que fosse, Beth estava certa. Ele era realmente um Deus Grego que não aparecia todo dia. Ainda tinha um longo voo pela frente e talvez, ele pudesse ser uma boa distração.

- Desculpa. – Lamenta Sam, sorrindo gentilmente.

- Não tem problema. – Ele responde, dando um sorriso sincero. Ao ver que a garota estava bem, o rapaz volta a prestar atenção em seu documentário. Sam bufa, irritada pela dificuldade do rapaz de entender o seu interesse, ainda que ela não tivesse dito nada.

- Bonito trem. – Ela tenta mais uma vez, fingindo interesse pelas imagens que se passavam no celular. Ele volta a encará-la e Sam ver os olhos do rapaz brilharem ainda mais. Nesse momento ela teve vontade de rir. Tinha acertado no ponto certo para ter a atenção dele.

- É a locomotiva GE 5200 Vanda a CPEF – 3070. – Explica o rapaz, pausando o vídeo. Ele tira os fones de ouvido e se vira para Sam, exibindo o sorriso de dentes perfeitamente alinhados e bonitos. - Esta foi a primeira locomotiva elétrica projetada e construída no Brasil nas oficinas da General Electric do Brasil, em Campinas, São Paulo. Foram produzidas 10 unidades para a Companhia Paulista de Estradas de Ferro, em 1967, com bitola de 1,60m, potência de 5130 HP e peso de 144 toneladas. E...

- Ah, interessante. Quer ir ao banheiro comigo? – Sam já tinha notado que se deixasse, o lindo rapaz passaria a viagem inteira falando sobre trens e locomotivas. Ainda que ela estivesse impressionada em como o peitoral dele estufava ou como ele contraía os músculos sem perceber a cada movimento animado enquanto explicava sobre o trem que a garota havia comentado, Sam sabia que precisava apressar as coisas ou corria o risco da timidez falar mais alto e ela dar para trás.

- Banheiro? – Questiona o rapaz, confuso. – Por quê? Está sentindo alguma coisa? Quer que eu chame a aeromoça...

- Não! Não precisa.

Ela se apressa em interromper o rapaz, antes que tornasse a situação ainda mais humilhante. A loira suspira, vendo que o moreno era mais lerdo do que ela pensava. Precisava pensar em alguma forma de convencê-lo a ir com ela, sem parecer tão desesperada assim por sexo. Ela definitivamente não queria parecer uma pervertida.

- Eu só... preciso de uma ajudinha. Será que... poderia vir comigo de forma discreta? Eu não quero chamar atenção. – Sussurra para o rapaz, que a encara confuso, mas assente lentamente. – Obrigada. Eu irei na frente. Espere uns cinco minutos e vá.

- Hã... está bem. – Concorda o moreno, ainda sem entender o que ela queria com ele.

Sam morde a bochecha para não sorri animada e se levanta. Discretamente, ela segue para o banheiro, segurando a embalagem de camisinha em sua mão. Ela tinha que admitir que a adrenalina de ir fazer algo tão errado quanto transar com um desconhecido em um banheiro de avião era excitante.

Como orientado pela loira, cinco minutos depois, o jovem segue para o banheiro do avião. Ele estava curioso para saber no que exatamente a linda mulher precisava de ajuda. Então, assim que chega em frente à porta do banheiro, o moreno dá duas batidas e não demora muito para que ela seja aberta e ele é puxado para dentro.

Surpreso pela atitude repentina de Sam, o rapaz arfa e a encara com os olhos arregalados, encontrando o sorriso malicioso da loira. Uma tensão quase tocável se forma entre eles. Estavam próximos demais naquele cubículo. O ar de repente se torna pesado. Seus olhos se encontram e era evidente o quão atraídos eles estavam. Antes que ele questionasse o que a garota estava fazendo, Sam o puxa pela gola da camisa, chocando suas bocas bruscamente.

Um beijo afoito se inicia. Institivamente, os braços fortes do rapaz apertam a cintura da loira, que suspira, aprofundando o beijo, enquanto suas mãos se enroscam nos cabelos macios e alinhados dele. Sam sentia um frio na barriga que ela nunca tinha sentido antes. A forma como o desconhecido conduzia aquela loucura deixava suas pernas bambas. Ela arfa em meio ao beijo ao sentir as mãos do rapaz invadirem sua blusa, indo em direção aos seus seios fartos.

- Espera! – O rapaz afasta a garota, dando-se conta da loucura que eles estavam fazendo. Sam ergue a sobrancelha, questionando silenciosamente o motivo dele ter interrompido a sessão de amassos. – O que está fazendo?

- Como assim o que eu estou fazendo? Pensei que tivesse entendido o recado quando sua mão encontrou meus peitos. – Sam sorri e ele imediatamente retira a mão de dentro da blusa da garota, corando violentamente. Ela bufa e o encara incrédula. – É sério?

- Nós nem nos conhecemos. Quer dizer, eu nem sei qual é o seu nome. – Explica o rapaz e ela ri. – Isso não te incomoda?

- É exatamente por isso é tão divertido. Sem nomes. Sem compromisso. Apenas sexo no avião. Depois desse voo nós nunca mais nos veremos. Nós dois ganhamos com isso. – Responde Sam, relembrando as palavras da irmã mais velha. Depois do intenso beijo que trocaram, ela não via a hora de saber do que o nerd dos trens era capaz de fazer.

- Mas, isso é errado. Se descobrirem que estamos... bem, podemos ser presos. – Responde em um sussurro e Sam suspira, revirando os olhos.

- É claro que o nerd daria para trás. – Sussurra Sam para si mesma, ao ver como o rapaz parecia amedrontado.

- Eu não estou dando para trás. Eu só não quero ser preso...

- Ninguém vai ser preso, manezão. – Responde a loira, impaciente. Ela o encara com um sorriso irônico. – Até porque eu acho que você deve durar no máximo uns cinco minutos.

- O quê? – Fala o rapaz, rindo incrédulo. – Você só pode estar brincando.

- Bom, você é um nerd que nem mesmo consegue falar a palavra sexo. Imagino que seja um verdadeiro puritano. – Provoca a loira, que não sabia o porquê de achar tão divertido ofender o rapaz. De alguma forma, conversar com ele havia despertado a Samantha Puckett adolescente, que não perdia a chance de pegar no pé dos nerds da escola.

- Isso é o que vamos ver. – Responde o rapaz, ofendido com a insinuação da loira. E antes que ela tivesse a chance de retrucar, o moreno puxa Sam contra si em um beijo selvagem.

E naquele minúsculo banheiro de avião, Sam tinha que admitir que o nerd era bom no que fazia. Muito bom, se ela fosse ser sincera. Com a maestria, o desconhecido conseguiu fazê-la experimentar sensações que nenhum de seus outros namorados tinham sido capazes. Aquele tinha sido o melhor sexo de sua vida.


Notas Finais


Olá! Como eu disse no início do capítulo, essa história faz parte de uma série de 12 histórias, onde cada mês tem seu casal diferente. Elas ocorrem simultaneamente umas com as outras, então vocês verão muitos personagens de outros universos por aqui. A fanfic será atualizada diariamente, mas não tem um horário definido. Deixarei o link abaixo da história anterior, caso queiram conhecer. Eu também tenho um grupo com meus leitores, então se quiserem conhecer mais pessoas apaixonadas por fanfics, será muito bem-vindo. Espero que tenham gostado do capítulo e que possam deixar a opinião de vocês. Obrigada por chegar até aqui e até amanhã.

Família Cupcake 2.0: https://chat.whatsapp.com/BbOG6KJnuHy2dQIs1sC9Ss
Cupcakes da Lara: https://www.facebook.com/groups/677328449023646
Casamento de Julho: https://www.spiritfanfiction.com/historia/casamento-de-julho-19786255


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