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História Louise Charlotte e o Mercúrio Imaterial - Capítulo 1


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Capítulo 1 - A menina que Ressuscitou


 

 

Quando pensa-se em passado crê-se tratar-se de alguém que pode ser envolvido pelas três fases da vida, mas não é um fato. Todos já foram crianças, exceto uma pessoa. Peço desculpas por dedicar essa história a alguém que jamais foi criança, a pessoa a quem dedico essa história foi muito importante para mim, tenho um bom motivo para dedicar estas palavras a ela, afinal ela foi a pessoa que me fez tornar-me quem eu sou...

Foi com ela, a pequena estrela Alha, que aprendi um monte de coisas importantes. Alha vem de uma constelação pequenina não catalogada e para a minha surpresa Alha ou Étoile nunca foi uma criança. Ela visitou o planeta Terra quando eu era criança, na época, e fez uma explicação sobre à Verdade e alma-gêmea. Mas ninguém acreditou na pequena velha estrela, por causa do seu brilho e das roupas que usava, e então viu-se obrigada aprender sobre a vida da Terra e a moda da época. Quando retornou, vestida e maquiada como uma humana, ninguém pensou em captura-la, mas sim em ouvir - parcialmente - sobre o que a mensagem que sua voz carregava. Parcialmente porque ela era uma mulher, se lhe faltasse com detalhes talvez você acreditasse

O que aqui se conta aconteceu há muitos anos, quando o planeta no qual eu nasci ainda era a minha primeira vida. É uma história de suma importância pois retrata as idas e vindas pelo vórtex dos mundos. O Mundo Sagrado e O Mundo Humano. Naqueles tempo às travessuras eram muito mais espoletas... Mas também naquela época eu era apenas uma contadora de história...

Etóile é apaixonada pelo universo, adora viajar entre os asteróides e as vezes gosta de visitar e contemplar os planetas. Suas paradas são inconstantes, e por vezes repetidas. Por isso, Étoile, a menina-brilhante, se tornou a minha amiga.

Uma vez, quando tinha catorze anos, escrevi um livro sobre o Universo Imaculado da Fantasia. Desenhei as letras e representei a história com a minha voz.

Contei a minha obra-prima aos meus amigos e perguntei se a minha história era intrigante.

Responderam-me: "Isso não existe "

É claro que não! Oras! Representava uma fantasia nunca antes vista ou imaginada. Busquei desenhar as palavras, mas elas fugiam-me da mente, e então narrei a história sobre outro ponto de vista. Às pessoas raramente acreditam na primeira versão, elas têm a necessidade de explicações, de conhecer o outro lado do mundo.

Meus amigos falaram que não deveria deixar os meus sonhos de lado mas caminhar pacientemente com à história, a matemática e as artes, mas acentuando que a última era demasiadamente perigosa e poderia matar as pessoas fome. Foi assim que decidi virar astronauta, pois seria-me permitido e viajar entre as estrelas de palavras que embaralham a minha mente. Um novo Eu surgiu.

 

Vivi, desde então, sozinha. Sendo a única pessoa com a qual eu pudesse realmente conversar era o meu reflexo, viajando pelo Brasil, afim de descobrir a minha família... E quando a encontrei, a perdi. Dediquei parte da vida a astronomia. Até a noite, cerca de alguns meses atrás, antes da minha primeira morte na qual eu vi uma estrela cadente. Ela caíra na terra como um anjo. E como não tinha comigo um amigo ou explorador, preparei-me para averiguar sozinha o fenômeno.

Eu sempre quis ser esposa da aventura. E ciências exatas sempre eram óbvias, mas incongruentes para o meu imaginário.

Era um caminho longo. Me sentia a mais livre aventureira no meio de uma floresta. Sozinha, cercada de estrelas. Até que fui atingida por um brilho com uma melódica voz.

—Me conta uma história?

Era um pingo de gente inteiramente iluminada, que me olhava com curiosidade.

Aqui está a descrição, que, agora, faço da menina:

Seus cabelos eram sedosos e brancos com o a cor das nuvens, sua pele era lustrosa como a noite e seus olhos claros como o dia. Sua aparência era um escopo para a imaginação. Mal sabia mais tarde que aquela menina-brilhante intrigante se tornaria a minha alma-gêmea.

—Conta uma história?—A figrua adiante tornou a perguntar.

—Em uma galáxia distante...

—Como viajante das estrelas essa história já conheço! Quero histórias imaculadas de fantasia.

*

— Viu? Algo do céu caiu...

— Caiu? Talvez um anjo? — E a menina repetiu como se sua vida dependesse disso. —Por favor... me conta uma história Fantástica!

Quando o mistério cerca, as vezes é seguro não averigua-lo, por mais absurdo que aquilo seja, afinal o perigo está a espreita de cada segredo, ainda mais vindo de uma voz que brilhava com a intensidade dos corpos celestes.

Entoei uma história advinda do meu coração senil. Mesclando meus conhecimentos estelares e cálculos matemáticos.

—Não! Eu quero uma história imaculada, essa eu ja conheço... E por mais que seja interessante, não quero ouvir a história da matemática... no espaço já tem leis da física demais...

Como jamais narrei uma história a uma criança, contei a menina-brilhante, a única história cujo o desfecho eu sabia: Gato Xadrez. E me surpreendi quando ouvi-a falar.

—Não! Não! Eu já conheço essa história. Preciso de uma história Fantástica. Conta outra. Uma que desafie as Leis da Física

Então, no meu último suspiro paciente, como tinha pressa em observar o astro que caíra no chão, fiz uma mágica. E disse:

—Toda vez que desejar algo fantástico, basta riscar algo no espaço , porque lá há muito escopo para o que é imaginado e o magnífico acontecerá

*

—Essa história é perfeita! Ela pode ter vários tamanhos!

—Perfeita? Por que ?

—Porque onde moro há muito escopo para a imaginação! Mas as vezes a vida lá é comprimida por um buraco negro...

Levei tempo para compreender aquele buraco que se formou a alguns metros pertencia a garota. Ela era a estrela cadente.

—Uma Estrela? — disse ela apontando o observatório Estrela da Vida.

—Mais-ou-menos... —Respondi lhe explicando que eu observava as estrelas, então a menina-brilhante veio com a seguinte afirmação.

—Então você também é uma estrela que observa! Que estrela es tu?

—Sou a Louise Charlotte.— Respondi achando que ela queria saber o meu nome.

E a menina gargalhou enquanto dizia:

—Então... Bom... Não importa! Acredito que estamos destinadas uma a outra... Afinal, tu também vens do céu!

Reparei no amplo fio luminoso que unia os nossos dedos. E então a menina-brilhante disse:

—Te encontrei porque segui o linhame.

Um fulgor brilhante era o mistério da sua presença e então questionei:

—Tu vens então do Espaço?

Mas ela não me respondeu. Então eu disse:

—Sou Astronauta e você?

Afundou num pensamento que durou muito tempo, como que procurando uma resposta.

—Qualquer coisa, mas de certeza uma Estrela Binária* e você é a minha dupla. Minha alma gêmea

*

Durante os acontecimentos do capítulo anterior , na outra extremidade do Espaço Sideral:

Gostaria de começar me apresentando ou com palavras que dizem a respeito do prelúdio do meu amor pelas estrelas, no entanto, não me recordo do início, uma vez que, creio eu, já cresci amando o espaço. Mas calma, não me recordo do início, mas isso não significa que esqueci o meu nome.

Me chamo Hugo. Prazer...

Meus dias são permeados de rotina. Tudo igual. Desperto, tomo café e penteio os cabelos. Pode até parecer simples, se não fosse pela ausência da gravidade, fazendo tudo ficar a deriva. Então as vezes fico de cabelo em pé.

Assim que inicio a rotina, faz parte do cronograma, observar minha estrela favorita: Stella Solaris Étoile, mas ela não estava onde costumava estar! Por isso, agora, viajo pelo espaço em buscando-a, indo atrás de sua Cauda brilhante.

—Marmelada! Não acredito! Uma estrela ela realmente sumiu! Não acho-a em lugar algum! E mais, não consigo ver sua cauda brilhante! Será que se perdeu em algum planeta?

Algumas estrelas menores diziam que ela fora engolida por um buraco negro, outras, as maiores diziam:

—Ela não é uma Estrela Unica, como acredita! É um meteoro, uma Estrela Cadente

*

Eu, Louise, aprendera, depois, uma outra coisa importantíssima sobre a estrela: Ela era exatamente o que ela gostaria de ser. Livre.

Mas o que eu desejava ser foi uma surpresa para ela. Sei que não podemos viver apenas de sonhos, pois com isso esquecemos de viver, mas deixar os sonhos de lado era um erro grande quanto os planetas.

Eu queria ser escritora.

Tenho sérias razões para supor que nessa carreira teria sido um fiasco. Meus textos só foram lidos por uma única pessoa, minha professora, e as notas eram redundantemente baixas.

Hora a hora a menina-brilhante ficava sabendo mais coisas sobre a minha vida e eu sobre a sua exploração pelo espaço. Desde a partida ate o destino.

Dia a dia conversamos. Acampamos ao lado do observatório, e foi graças a mágica antes realizada que uma interrogação surgiu:

— Verdade que aquela história é fantástica?

—Sim!

— Perfeito!

Não compreendi o porque uma mágica era tão importante. Mas meninha acrescentou:

—Por conseguinte ela também permite a criação de magia.

Expliquei a estrelinha que nesse mundo magia não existe. E que mesmo o mais poderoso feitiço tinha um quê de racional. O que arrancou risos dela, que disse:

— Não acredita em miraculosidades ?

*

Disse a menininha que a magia não passa de ilusões, nada além de jogo de ótica e ladroamento dos sentidos. A idéia da ausência de magia fez brotar risadas na menina-brilhante.

—É engano teu. Por que crês que o Supremo não existe? Não acredita que sou uma Guerreira da Estrela, uma Serva Sideral?

—Por que haveria de ser? — Respondi como se se tratasse de uma evidência. E foi-me um enorme esforço para compreender a sua crença.

Compreendi que no universo, assim como em muitos outros micro-cosmos, há um Ser. Ser maior e celestial. Por conseguinte, poderes muito além da compreensão humana. Pois a magia ou milagre é, na maioria das vezes, invisível. Desperta como Lógica da Improbabilidade e Crença e Então ela quebra a casca do impossível , e lança timidamente para a vida um inofensiva ou ofensiva miraculosidade.

Se é de magia áurea, os Ser deixa que crescesse à vontade. Mas quando se trata de uma magia ruim, é preciso vêta-la logo, mal a tenhamos conhecido.

Alguns acreditam que os filhos do Ser foram criados pelo Big Bang. E vivem em mundos como humanos recheados de saber e talento. Restando as Guerreiras-das-Estrelas a Proteção do Universo, uma vez que as figuras, Deidades, estão ocupadas realizando o seu trabalho: Evolução. Quem são os Filhos? Cientistas, Músicos, Artistas, Pensadores. E o objetivo mais alto destas pessoas consiste em exprimir na fisionomia e nos movimentos das mãos, dos pensamentos ou do copo as paixões e a lógica ou expressão da alma que é o espelho do universo. O espelho do Ser que os criou.

*

No sétimo dia o segredo da vida da menina-brilhante revelou-se. O seu brilho apagava-se conforme a sua estadia no meu planeta. Ela disse:

—Um Milagre Fantástico também deixa rastros?

—Creio que sim.

—Mesmo aquelas que têm Abafadores-Encantados? Se sim, por que eles existem?

Eu não sabia. Estava ocupadíssima arrumando a minha mala para partir para a casa. Minha pressa parecia demasiadamente grave que me fez não dar atenção a menina.

—Para que servem os Abafadores-Encantados?

A menininha dificilmente desistia de um questionamento. Eu estava irritada com a trava da mala e lembrando-me de minha ingrata família que acabei dizendo a primeira coisa que me veio a mente.

—Abafadores de Encanto só servem para despistar o Feitiço do Amor, a maior maldade da humanidade.

—Oh! — Fez se silêncio e logo o som de cólera — Não acredito! O amor tem várias formas e se manifesta da melhor maneira que consegue. Não culpe o amor pelo seu relacionamento frustrado, pois de certeza você só conheceu uma das formas de amor.

Não respondi. Estava me arrumando para sair e deixar a menina a deriva perto do observatório.

—E tu achas que o amor é...

—Ora! Amor não serve pra nada, cresça e pense sobre assuntos importantes.

Ela olhou-me indignada

— Coisas importantes? Falas como um adulto!

*

A estrelinha estava bem irritada. Sacudia ao vento cabelos de prata, dizendo:

—Vou -me embora!

—Vai o que?

—Sabe! O Ser tinha razão , vocês jamais encontraram a magia.

Anos mais tardes, conheci uma antiga lenda entoada nas colinas dos planetas diz que, nos primórdios da vida, todos eram dotados de Miraculosidades. E aqueles que fizeram mau uso de seus "poderes" teve a magia escondida. O Céu, então, pediu ajuda as Constelações.

"Esconda em nós", as estrelas disseram. E O Céu respondeu:

— Não. Logo, eles desbravarão o universo e a encontrará.

As constelações sugeriram no centro dos planetas

— Não. O ser aprenderá a mergulhar na lava encontrará.

Frustrados às estrelas disseram, "Parece não haver nenhum lugar que não possa ser desbravado" o Céu pensou por um tempo e chegou a uma conclusão:

— Nós escondemos os poderes de sua divindade no centro de seu próprio ser, pois os humanos nunca pensarão em procurá-los lá. É daí que surgirão às Miraculosidades

Todas às Estrelas concordaram e assim foi feito. E, desde então, o ser humano tem ido para cima e para baixo do planeta cavando, mergulhando, escalando, explorando e procurando por alguma coisa que já está dentro dele mesmo.

—Espere! Eu vou com você! — Respondi.

*

Estrelinha,

Se essa mensagem chegar a você digo que não irei dissertar sobre o tempo que não tenho, sobre a coragem que já não habita-me como antes vivia neste corpo no qual eu resido. Assunto para uma outra mensagem, disso é certeza. Não tenho a quem mais escrever além de você.

A todos os amores que vivi, saiba que este foi o que mais me ensandeceu. O mundo as vezes nos faz de tontos para aprendermos a girar no ritmo dele. E está carta que escrevo é um rito mortuário de uma paixão monocromática e cheia de expectativas. Será que um dia vou voltar a te encontrar? Por que há uma diferença entre ter é pertencer.

No meu antigo planeta, antes de eu virar astronauta, costumava-se dizer Te amo, mas agora sequer sei como é o ecoar dessas palavras por este lar, por isso encho as folhas de papeis com essas sete letras garrafais, para que de alguma forma elas retumbou nos meus olhos e gritem na minha mente o amor que eu preciso. Não sei se estas palavras vão chegar a ti no tempo que preciso, pois como já dissertei tempo já não me resta mais. Pois é isso que eu tenho a lhe dizer é "Eu te amo" como jamais amei alguém.

Como podemos viver em um universo onde o sentimento é algo que deve ser reprimido e escondido e não podemos mais transbordar e viver amor?

Como insistem em dizer que qualquer amor é crime, quando ensinaram-me que amor é tudo? Viver nesta galáxia cansa.

Todo mundo ama, mas porque essas pessoas escondem?

Na próxima vida, certeza que conhecerei as consequências de viver e espalhar amor, então já não sentirei os prazeres mundanos e a dor terrana. Você sabe como Astronautas nascem?

Eu só queria um pouco de carinho, algumas coisas não devem ser escondidas debaixo da dor. Existe alguém, assim... sabe? Igual a mim. Que vagueia pela solidão e não aceita pagar o alto preço caro do fingir não se importar? Talvez você tenha ido em busca da sua alma gêmea, pois eu seguirei o fio dourado e tenho certeza que encontrarei-te do outro lado.

Há um fio que brilha em meus dedos, nunca pensei em segui -lo porque gosto de pensar que é você em segredo, mas já que agora te perdi, está na hora de reencontrar o meu verdadeiro destino.

Sempre teu,

Hugo.

*

— Se eu, soubesse, sim, se eu conhecesse um método único no universo, que permitisse viajar e só existe na minha galáxia, que sua bela magia pode liquidar de uma maneira única. Diria que isso é algo sem importância para os adultos?! — A menina-brilhante, disse, batendo o pé —E se sua esperança fosse encontrar a tua alma gêmea para que pudesse viver as aventuras de um coração farto e o aconchego de sua família, isso seria importante o suficiente para os adultos?

Bufou um pouco, e continuou em seguida:

—E se sua alma gêmea, entre milhões e milhões de estrelas, faz sua felicidade se ruir porquê você não decide apenas a contempla-la? E aí quando a conhece descobre, que ela não pensa igual a ti! Isso não despedaça o seu coração? É como se todas as estrelas apagassem... E então o misterioso país das lágrimas, não é mais um fosso desconhecido...

—Menina-Estrela. Penso diferente, falo diferente e isso me torna imperfeita ? Não... Viro apenas uma pensadora. Tal qual você.

Não ouviu-se mais nada. Pôs-se bruscamente a chorar. Tomei-a nos braços. Embalei-o. E lhe dizia-lhe de olhos fechados: "Feche os olhos, vamos viajar."

Ela fechou e de repente estávamos no espaço

*

Supliquei a menina-estrela, pedindo para me deixar viajar junto a ela, seguindo sua cauda brilhante.E explorar o vasto universo, a procura de Filhos do Ser e constelações.

—Por favor me deixa ir contigo. Tenho a urgência de aventura, uma ânsia por viver, uma pressa em destruir a inércia. É isso que me faz mergulhar no acaso e lançar os dados. De pular as janelas. Minhas aventuras diárias não é uma forma de morrer. É uma tentativa desesperada de encontrar vida.

— E você acha que iria deixar a minha alma gêmea?

—Se você fosse me deixar ou não, saiba que não é de minha natureza desistir, mesmo quando tudo parece insuperável... Me desculpa, estava pensando em partir sem ti...

— Sem problemas, alma gêmeas sempre se encontram. Você é a irmã que sempre quis...

—Mas você não tem irmãs lá no céu?

—Tenho, mas nenhuma é como você

Eu puxei a Estrelinha para perto de mim e a abracei. Então, viajamos pelo universo juntas, sob o crepúsculo, coroados rei e rainha no reino das almas gêmeas, voando com sua cauda cintilante sinuosas e margeadas pelas estrelas mais doces que já se viu, e sobre encantados campos onde sopravam ventos de esperanças e aventura.

Desde então viajo pelo universo como contadora de histórias.

Mas diário, está é apenas uma de minhas grandiosas aventuras!

Beijos! No futuro lhe conto mais...

Até o dia em que, após a minha morte, por algum motivo... Ressuscitei e voltei a Terra.

 

 



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