História .love - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Jaemin, Jeno, Jisung, Kun, Lucas
Tags Chensung, Lukun, Nomin
Visualizações 101
Palavras 992
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, LGBT, Slash, Yaoi (Gay)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ta bem melzinho e ate meio bleh mas ok eu gostei

Capítulo 1 - .what is love?


Mais uma vez Kun encerrava uma ligação com raiva, jogando o celular do outro lado da sala enorme. Na escada, escondido, Chenle observava tudo sentindo a costumeira vontade de chorar. Seus pais estavam à um fio de se separarem graças as inúmeras viagens que seu pai fazia devido ao trabalho. Claro que Kun também viajava as vezes, mas cuidar e criar de seu único filho havia se tornado uma prioridade para si, diferente de Yukhei. Ele os amava, mas de uns tempos em diante seu comportamento havia mudado e isso fez Qian desconfiar de que o Wong teria algum ou alguma amante.

As voltas para casa se tornaram cada vez menores e isso só sustentava o argumento do mais velho. Com toda essa coisa acontecendo, Kun vivia estressado e Yukhei nunca aparecia em casa, fazendo Chenle crescer e viver num ambiente sem qualquer tipo de carinho ou afeto, o tornando uma pessoa fechada e fria, mesmo que este não fosse seu verdadeiro eu. Mas infelizmente, uma coisa leva outra.

Algumas coisas passaram a mudar quando Chenle conheceu Jisung. Diferente de si, ele era totalmente a copia dos pais que o criaram com todo o amor do mundo e um pouquinho mais. Jaemin e Jeno eram grudentos e protetores, mas acima de tudo amoros e preocupados com seu filho. Apesar de ser tímido, era extremamente afetuoso com as pessoas e tratava todos bem, sempre com um sorriso no rosto. Aquele jeitinho cativava o Zhong. Era tão diferente ver alguém agir daquela forma quando as pessoas que estiveram em sua volta a vida toda nunca demonstraram tão coisa. 

Foi estranho e diferente, mas os dois viraram amigos. Jisung ensinou muitas coisas que sabia e que seus pais o dizia para Chenle. O mais velho ficava encantado com as histórias de Jisung, quando ele contava dos lugares que já foi ou das brincadeiras que sua "mãe" fazia. Aquilo tudo deixava o coração do Zhong quentinho, mesmo que ele não soubesse o que era este sentimento. 

O tempo ia passando gradualmente e os dois iam criando um vínculo e mais intimidade. Chenle levava o Park em sua casa para fazerem alguma coisa e seu pai estava sempre tão imerso em alguma coisa que nem se importava com isso. Os dois garotos estavam assistindo algo na TV como de costume. Sentados no sofá conversando aqui e ali, até Jisung trazer um assunto aleatório e quebrar o silêncio. 


ー Lele.

ー Hum? - Desviou o olhar da tela e só aí percebeu o quão perto o mais novo estava. Seu coração batendo rapidamente no peito, sem entender o motivo disso.

ー Você já se apaixonou?

ー A-apaixonar? 

ー Sim. Você já amou alguém? - Encarava "discreto" os lábios de seu hyung, deitando a cabeça nas costas do sofá. 

ー E-eu não sei, Sung... - Respondeu um tanto nervoso. Por alguma razão seu rosto estava quente, mas não entendia o porquê. ー Não sei o que é isso...

ー Oh. - Sorriu fraco. ー Talvez seja melhor não saber ainda. 


Depois do acontecido a rotina dos dois amigos continuava a mesma, porém um mínimo detalhe: Jisung se sentia observado. Por outro lado, Chenle observava tudo que seu amigo fazia, admirado com os todos os detalhes possíveis. Ficava reparando em coisas que nunca havia reparado, como a forma que Jisung sorria pequeno com alguma coisa que ele gostava ou como seus dedos finos passavam por seus fios escuros os arrumando.

Chenle começava a sentir coisas estranhas e novas, coisas que nunca havia sentido antes. Toda vez que o Park chegava perto de si ficava nervoso e seu coração se acelerava instantaneamente. Era tudo tão esquisito e o Zhong só queria saber o que estava acontecendo. Achava que estava ficando doente até ficarem sozinhos novamente.


ー Você é tão bonito, hyung. - Acariciou uma das bochechas do menor com o polegar. ー Por que seu rosto 'tá tão quente?

ー E-eu não sei. - Respondeu sincero e com vergonha, deitando calmamente na palma grande do outro, sentindo seu calor.

ー Está nervoso? - Jisung se aproximou lentamente. 

ー Um pouco, eu acho. 

ー Seu coração 'tá acelerando? - Continuou se aproximando.

ー Muito...

ー Hyung... - A esta altura os dois estavam com os rostos bem próximos e os olhos fechados, conversando com sussurros.

ー Hum?

ー Você sabe o que é amar?

ー Não... - Sentia suas respirações quentes se misturando e o coração batendo rapidamente. ー Mas você sabe.

ー Eu sei. E eu posso te mostrar. - Jisung se inclinou, deixando um mínimo selinho nos lábios convidativos do mais velho, fazendo-o respirar fundo. 

ー Me mostra.


Chenle agarrou nas roupas do maior e o mesmo logo tratou de beijá-lo de uma vez, capturando seus lábios com vontade e calmaria, suficiente para o menor ofegar. Uma explosão de sensações e pensamentos dominavam o Zhong o deixando perdido naquilo tudo, mas amando o toque macio que era a boca do Park na sua. O contato molhado da língua de Jisung passando por seu lábio inferior era estranhamente bom e Chenle permitiu que ele continuasse com aquilo, abrindo levemente sua boca por puro instinto, sentindo o músculo tocar o seu semelhante. 

Era desengonçado e cheio de saliva, mas não deixava de ser incrível e cheio de sentimento, exatamente como Jisung fazia com todo mundo, sempre conseguindo demonstrar o que queria. O beijo terminou com uma mordidinha leve no lábio do menor que sentiu um vazio assim que o Park se afastou. A distância entre os dois era pequena, afinal ficaram com as testas próximas uma da outra. 


ー Eu amo você. Meu coração acelera e fico nervoso por sua causa e isso são só uma das coisas que eu sinto quando te vejo. Amar alguém pode ser complicado, mas ao mesmo tempo tão simples, Lele. É mais fácil sentir o amor do que explicá-lo. Você entende?

ー Uhum. - Chenle concordou com o toque sendo carinhoso sendo feito em suas bochechas. ー Eu amo você, Sung. 



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