História Love Again - JIKOOK ABO - Capítulo 16


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Abo, Bangtan Boys, Boyxboy, Hoseok, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Namjin, Namjoon, Park Jimin, Seokjin, Taehyung, Vhope, Yaoi, Yoongi
Visualizações 1.108
Palavras 5.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AVISO: Capítulo +18

Boa Leitura! ^^

Capítulo 16 - 15 - Intensity


Fanfic / Fanfiction Love Again - JIKOOK ABO - Capítulo 16 - 15 - Intensity

“Quero ver mesmo essa timidez no meio do meu lençol.”Sidnei Carvalho

Jungkook P.O.V’s

     Acordar e não ver Jimin ao meu lado, já fez minha mente se aguçar nas mais diversas teorias. O mais novo ficou estranho o dia todo, nem mesmo reclamou de minha distância o que me fez acreditar que talvez houvesse algo de errado. Tomei um banho rápido, e somente ao voltar para o quarto me deparei com seu bilhete enigmático, me dando perfeitamente sua localização já me fazendo imaginar o que estava a minha espera. É isso que ele tinha em mente para querer retornar a fazenda, já sabia que tinha interesse envolvido, e devo confessar que não estou nem um pouco arrependido de ouvir seu pedido.  

     Desci as escadas com calma, encontrando a casa em um completo silêncio, ele havia dispensado todos os empregados antes do horário, a única coisa com vida dentro daquela casa era o cachorro, que por sinal tinha o sono mais pesado que uma pedra, já que se encontrava inerte sobre a almofada. Caminhei até a saída da cozinha, trancando a porta assim que sai. Tive que andar um pouco mais rápido até o chalé de hospedes, já que estava apenas com um moletom, o que não era suficiente para cobrir um frio próximo a zero grau.

     Assim que abri a porta do local me deparei com Jimin, mas impossível não observar o local antes coberto com lençóis brancos, abandonado há meses, já que nos últimos dois ciclos fiz o uso de supressores para dar fim ao período, tempo que passei mais isolado. Meu ômega havia ficado o dia todo ali, arrumando cada canto, estava perfeitamente limpo e organizado, a lareira acesa, velas espalhadas em pontos estratégicos, a mesa com nosso jantar e em suas mãos duas taças com vinho. Nem preciso mencionar a visão perfeita de suas pernas livres de qualquer tecido, seu corpo coberto apenas por uma boxer e um suéter cinza que desconfio ter sido pego em meu closet.

     Puxei seu corpo de encontro ao meu, beijando seu pescoço antes de assoprar a pele, ouvindo seu gemido de aprovação e seus músculos reagirem com um tremor. Seus pelos se arrepiaram, e seus olhos ficaram vidrados em meu rosto. Aproximei nossos lábios, roçando levemente um ao outro, sentindo sua respiração falhar aos poucos. É nítida a forma que Jimin está mais confiante em nossa segunda vez, por esse motivo deixarei que ele faça o que tiver vontade, senso assim saberei um pouco mais como lhe dar prazer da forma certa.

     -Jungkookie! -O mais novo sussurrou, deixando sua boca arrastar sobre a minha. -Você vai ser carinhoso?

     -Ainda tem duvida? -Tive um suspiro como resposta, observando ele usar a língua para umedecer os lábios.

     -Eu estou tão quente, Jungkookie. -Ele murmurou ofegante, me fazendo sorrir.

     -Mas eu ainda nem comecei. -Brinquei, tomando um pouco do vinho, antes de tomar a taça de suas mãos, deixando ambas sobre a mesa de centro.

     -O que está faze... -Cobri seus lábios, despejando um pouco do vinho dentro de sua boca, vendo um pouco do líquido escorrer por suas bochechas. -Jungkook!

     -Não precisa de taça. -Murmurei, usando os lábios para limpar o caminho que as gostas teimosas escorreram, até parar na gola de sua camisa. -Agora esquentou ainda mais, estou certo?

     Com um pouco de cuidado, fui empurrando seu corpo em direção a cama, vendo Jimin ficar um pouco inquieto, mesmo que seus olhos não demonstrassem medo algum. Antes de beijá-lo observei cada traço delicado de seu rosto, a criatura mais angelical que meus olhos focaram até então. Puxei um pouco a gola de sua camisa, deixando parte de seu peitoral à mostra, onde deixei alguns beijos molhados visando provocar ainda mais seu corpo, conseguindo que suas costas de flexionassem em minha direção, fazendo seu membro prensado dentro da boxer, entrar em atrito contra meu abdômen.

     -Ahn, Jungkook-ssi! -Seu gemido manhoso tomou conta do ambiente, suas mãos arranhavam o lençol com certa força, deixando seu lado tímido cada vez mais adormecido.

     -Quer que eu continue? -Sua resposta veio como um aceno, quase desesperado a meu ver. -Primeiro o jantar, bebê! Depois a sobremesa.

     Cortando o clima de provocação, o ajudei a se recompor, vendo seu rosto ainda avermelhado e os lábios inchadinhos quase implorando por um beijo. Queria mesmo continuar com tudo aquilo, mas creio que todo o trabalho que teve em pensar até mesmo no jantar, não é algo a ser desperdiçado, assim como sei que ao final desta noite, ele não terá energia nem mesmo para manter os olhos abertos. Jimin optou por um prato italiano, uma massa típica que harmonizava perfeitamente com a única garrafa de vinho em minha adega.

     -Se eu soubesse que ama tanto vinho, teria comprado mais algumas garrafas quando estive em Seul. -Me sentei no chão, entre as almofadas antes de puxá-lo para se sentar em meu colo.

     -Vinho é para ocasiões especiais, Jungkookie! -O mais novo se ajeitou ali, servindo tudo em um único prato. -Me comprometo a trazer uma garrafa, sempre que tiver intenções como essa.

     -Se a pessoa a brindar comigo for você, não me importo de usar água dentro de uma xícara. -Ele sorriu, se aproximando para me roubar um beijo. -Yah! Esteve bem ocupado hoje, não?

     -Tive ajuda, mas sim. Estive bem ocupado. -O ômega confessou, trazendo uma porção de massa aos meus lábios. -Me diga se ficou bom.

     -Ficou ótimo, bebê! -Seus olhos pareciam brilhar diante de minha aprovação.

     Durante o jantar me certifiquei de alimentá-lo bem, coisa que prometi a mim mesmo, fazê-lo recuperar o peso que perdeu por ficar dois dias sem se alimentar. Já estávamos satisfeitos quando ele apareceu com um doce feito de pedaços de morangos em uma calda com um cheiro magnífico. A primeira porção daquele doce já foi o bastante para aguçar ainda mais meu paladar, uma receita incrível, com certa sensação refrescante. Meu pequeno ômega também pareceu amar aquela receita, mais uma vez nos fazendo dividir a mesma taça.

     Pouco mais de uma hora depois, o resto do jantar havia sido esquecido sobre a mesa, nos sentíamos mais leves, e um pouco mais quentes que o normal. Tive que arrancar o moletom por estar suando, mesmo que o interior da casa não estivesse tão quente como parecia. Jimin não estava diferente, seu membro estava mais duro que antes, suas pupilas dilatadas, a respiração ofegante entre os lábios abertos. Era como se a tensão estivesse dobrado dentro daquelas paredes.

     -Jiminnie, sabe dizer o que tinha nesse doce? -Gemi rouco, sentindo ele rebolar sobre meu colo.

     -Gengibre... Canela... Não sei dizer. -Ele se aproximou ainda mais, deixando seus lábios próximos aos meus ouvidos. -Jungkook, está muito quente.

     Eu já sabia o que era, e sua inocência não o fazia raciocinar. Gengibre e canela não ingredientes termogênicos, ativam a circulação sanguínea, aumentam a temperatura corporal e conseqüentemente a libido, algo considerado altamente afrodisíaco. Por isso o calor, o desejo ampliado, a tensão palpável no ambiente, seu desespero por sexo, por meu toque, sem mencionar que havia lhe provocado mais cedo, pois isso o mais novo se encontra um pouco excedido na sensibilidade.

     -Amor! O bebê precisa de ajuda. -Ele gemeu subindo suas mãos fofas para dentro de minha camiseta. -Preciso muito de você agora, Jungkookie!

     -Tira isso. -Ergui o suéter, o tirando de seu corpo, sentindo ele fazer o mesmo com minha camisa antes de unir nossos peitorais e abdômen.

     O afastei descendo os lábios por seu peitoral, deixando marcas como a última noite que passamos na biblioteca, só precisava ter cuidado com os pontos em meu peitoral, mas isso não parecia problema. Jimin me afastou, deixando seus olhos novamente se encontrarem na mesma linha visual que os meus, seus pólos exalavam desejo, seu abdômen subindo e descendo, na medida em que sua respiração perdia o compasso. Batimentos cardíacos acelerados, assim como a mistura de hormônios corre por nossas veias.

     -Jeon-ssi, me ensine a te dar prazer. -Sua pergunta foi tão repentina e com um ar de inocência que me fez querer beijá-lo em cada centímetro de pele. -Tenho medo de fazer errado.

     -Apenas segue seus instintos, amor! Não precisa ter pressa. -Deixei um selar em seus lábios, como se quisesse lhe dar incentivo. -Se lembra como eu fiz aquele dia? É só fazer o mesmo.

     -Me diga se eu fizer errado, sim? -Apenas balancei a cabeça em expectativa pelo que estava por vir.

     É muita responsabilidade estar com alguém inexperiente em mãos, muitos alfas não teriam paciência para esperar uma atitude do ômega, mas é como eu pai diz, ômegas não devem ser vistos como submissos, e sim como companheiros inseparáveis, alguém que vai te completar em qualquer momento de sua vida. E ali estava, meu garoto ajoelhado entre minhas pernas, tomando coragem após tanta coisa ruim, despertando para sua vida sexual, a fim de aprender tudo para saciar sua curiosidade em respeito ao corpo alheio.

     Senti suas mãos tremulas na barra de minha calça, não tendo dificuldade alguma em deslizar o tecido de moletom por minhas pernas. Os sapatos e as meias foram jogados juntos aquela peça para algum canto daquele lugar. A única coisa que restava em meu corpo era a boxer, então Jimin voltou a dar atenção ao meu rosto, me fazendo inclinar o resto do corpo contra as almofadas. Seu corpo ficou suspenso sobre o meu, seus traços delicados e seu aroma adocicado destacando naquele ambiente.

     -Eu te amo, Jungkookie! -Senti seus lábios rapidamente sobre os meus, antes de começarem a deixar beijos por meu maxilar.

     O ômega começou a beijar meu peitoral, beijos calmos e ritmados, ora ou outra usando a língua para deslizar sobre minha pele, o tipo de provocação que fazia meu membro doer dentro da boxer. É quase inacreditável que ele irá usar sua boca onde estou imaginando, talvez por não ter experiência tenha medo de me ferir ou até mesmo nojo, já me deparei com muitas pessoas assim. A ansiedade apenas aumentava em meu peito quando suas mãos deslizavam lentamente por minha pele, arranhando vez ou outra com suas unhas curtas.

     -Jimin-ah! -O gemido rouco escapou, quando senti um beijo ser deixado em meu membro, mesmo que este ainda estivesse encoberto pela boxer. -Continua, meu pequeno. Está indo bem.

     Então senti minha ereção finalmente livre, com a boxer sendo retirada de meu corpo. Me arrisquei a abrir vagamente um dos olhos ao perceber que seus toques haviam parado, Jimin parecia pensar em como me tocar, seus dedos deslizando por minhas coxas, beijos sendo deixados na pele ali exposta, fazendo os músculos se contraírem sem ao menos sentir seu toque em meu membro.

     -Ah, céus! -Gemi quando ele finalmente teve a coragem de segurar minha ereção dura feito pedra. -Jimin! Não me tortura, bebê!

     Então ele começou a mover uma das mãos envolta do meu falo, espalhando um pouco do líquido que já era expelido pela glande inchada e avermelhada. Minha reação imediata foi afundar os dedos na parte felpuda do carpete, torcendo para seus toques aumentarem um pouco mais a velocidade. Ele me masturbava de forma desajeitada, mas era o bastante para fazer meu abdômen se contorcer, enquanto meus músculos pareciam ser atingidos por uma eletricidade boa.

     Não consegui conter um som mais rouco quando senti seus lábios tocarem lentamente a glande, em um beijo meio casto, mas foi à chave para desencadear sua confiança. Como uma criança curiosa com o sabor de um doce, sua língua deslizou sobre a pequena fenda, me levando a loucura. Estava sendo torturado sem que o menor soubesse que era o carrasco em questão. Uma tortura boa que fazia meus pelos eriçarem e meu coração perder de vez a contagem das batidas.

     Minha pele se aqueceu, a dor aguda por conta da ereção tomou conta de meu membro, e suas mãos continuavam a deslizar ali, na medida em que ele aos poucos deixava beijos, substituindo os lábios por sua língua vez ou outra. É inexperiente, mas na medida certa para matar qualquer um de prazer, me sinto lisonjeado por ser a vítima de seu atentado, neste momento sou quase um boneco em suas mãos, completamente entregue e dominado ás suas vontades, nunca havia recebido um oral tão magnífico, mesmo vindo de alguém cuja experiência é mínima.

     -Jimin! Ahn... -A respiração escapava do controle cada vez mais, meus dedos já doíam por apertar o tecido do carpete, e o suor começava a escorrer por minha testa. -Céus! Que boquinha maravilhosa.

     Aquele cômodo parecia pegar fogo, meus músculos passaram a reagir ainda mais quando ele começou a realmente me chupar, com se estivesse com um doce no lugar de meu membro. Gemi com vontade, sem tentar me controlar, impossível quando recebe algo tão magnífico. O corpo já em chamas por conta dos ingredientes afrodisíacos, talvez sejam eles os culpados por meu ômega estar ainda mais soltinho, devo me lembrar de agradecer a cozinha pela ideia depois.

     -Bebê, acho melhor tira a boca. -Não deu tempo dele se afastar como deveria, fazendo meu orgasmo ser expelido contra seu rosto e seu peitoral.

     Aquela imagem me deu ainda mais vontade, mesmo ofegante tive que me levantar para limpar a sujeira. Suas bochechas avermelhadas, os cabelos grudados na testa, os lábios inchadinhos e os respingos de sêmen por sua pele. Usei minha camisa para limpar tudo aquilo, antes de puxá-lo para um beijo calmo, o fazendo se sentar em meu colo, friccionando suas nádegas em meu membro ainda sensível pela carícia que recebeu agora a pouco. Me encontrava completamente sem palavras, e sem duvida a melhor forma de agradecer e lhe dando uma noite maravilhosa como recompensa.

     -Como eu fui... Jungkookie? -O mais novo perguntou ofegante, enquanto tratava de me levantar para levá-lo até a cama.

     -Vou ficar te devendo essa resposta, ou melhor... -Aproximei meu rosto do dele, já prensando seu corpo contra o colchão. -Vou te responder com atitudes.  

     Ajeitei seu corpo melhor sobre aquela superfície macia, deixando sua cabeça bem apoiada sobre um travesseiro. Meus lábios foram direto para seu pescoço, deixando um chupão mais forte sobre aquele local. Os beijos distribuídos em direção ao seu baixo ventre, passando por seu peitoral e abdômen, onde usei até mesmo minha respiração em um ritmo mais lento para provocá-lo. Usei a boca para retirar a última peça de seu corpo, deixando seu membro inteiramente livre para receber meus estímulos.

     Suas costas se flexionaram quando coloquei minha boca direto em sua área mais sensível. Tratando de penetrar sua entrada com um dos dedos, enquanto meus lábios trabalhavam o estimulando da forma mais excitante possível. É maravilhoso ver como seu corpo responde ao meu, algo imediato e sem explicação, sua respiração ofegante intercalada com os gemidos manhosos. Suas mãos vieram direto para meu cabelo, puxando os fios entre seus dedos, como se quisesse controlar a intensidade.

     Sabia que a substancia afrodisíaca iria afetá-lo ainda mais por ser um ômega e por ter a saúde um pouco mais frágil, nada que lhe fizesse mal, mas soou como se a potencia daquele estimulante natural fosse ainda mais forte em seu sistema. Seus quadris tremeram, assim como suas pernas ficaram um pouco mais inquietas quando seu orgasmo se mostrou cada vez mais próximo. A ansiedade para sentir novamente seu gosto é algo quase visível, chega a ser como um viciado a procura de sua droga, pouco se importando com o estrago que aquilo irá causar.

     Então senti seu líquido preenchendo atingindo o fundo de minha garganta, e seu corpo cair satisfeito contra o edredom, mas ele sabia, o ômega tinha conhecimento que não pararíamos ali, por isso já deixou um preservativo separado sobre o criado mudo, é isso que chamo de vontade insana de sentir um ou outro. Deixei que ele matasse sua curiosidade sobre o uso de preservativos, deslizando o mesmo sobre meu membro, antes de me puxar novamente para um beijo, Jimin estava mesmo com intenção de terminar exausto essa noite.

     Virei seu corpo de bruços sobre o colchão, deixando um dos travesseiros embaixo de seu abdômen. Me abaixei em direção as suas nádegas, ouvindo ele gemer um pouco mais quando usei a língua para prepará-lo, aproveitei para deixar alguns beijos e mordidas leves em suas nádegas, deixando aquela área também marcada, apenas para ele jamais imaginar procurar por outro alfa, quando somente eu posso satisfazer todas as suas vontades, por horas se assim ele preferir.

     -Jungkookie! -Suas pernas começaram a fraquejar, me fazendo rir por sua falta de resistência.

    Sei que é errado, mas chega a ser fofo ver ele tentar se equilibrar mesmo estando em seu limite. Sem lhe avisar, investi de uma vez, vendo seu corpo sofrer um pequeno solavanco pelo susto, mas logo se acostumando com o que estava dentro de si. O abracei, deixando alguns beijos na parte de trás de seu pescoço, esperando um sinal de que poderia continuar sem lhe ferir. O mesmo logo veio como um pedido sôfrego, me fazendo começar em uma velocidade baixa, não precisamos ter pressa.

     Suas mãos apertavam com força o lençol, puxando o tecido enquanto suas pernas tentavam se manter firmes. Segurei seus quadris com um pouco mais de força, ouvindo ele gemer assim que aumentei a velocidade. Sôfrego e necessitado, assim que meu bebê estava. Desci uma das mãos até seu membro, usando a outra para firmar em seu pescoço, erguendo seu corpo para usar mais força na hora de me afundar ainda mais. Aquilo foi o suficiente para os sons agudos tomarem o ambiente, se alguém ouvisse certeza que imaginaria que um pornô pesado estava sendo gravado dentro daquele chalé.

     -Jimin! -Seu nome saiu quase como um gemido, mas realmente fiquei preocupado quando o soltei e ele praticamente caiu sem forças contra o colchão. -Bebê?!

     -Continua... Jungkookie! -Ele sussurrou, quase sem fôlego, mexendo levemente os quadris, me fazendo sorrir.

     Decidi deitá-lo melhor sobre a cama, entre o travesseiro, o penetrei de vagar, ouvindo seu gemido manhoso e seu choro de prazer. Me inclinei sobre seu corpo, deixando meu peso sobre meus cotovelos, usando as mãos para acariciar seu rosto, enchendo ele de beijinhos. Poderia ser bruto, mas sei que meu garoto também precisa de um pouco de atenção, carinho e amor. Continuei a me mover lentamente, deixando meu rosto próximo ao seu.

     -Jeon-ssi, isso... Isso é tão bom. -O ômega gemeu, circulando meu corpo com seus braços, deixando suas unhas cravadas em minhas costas.

     Escorreguei uma das mãos por sua coxa direita, apertando a pele do local, o fazendo circular minha cintura com suas pernas, empregando um pouco mais de força na investida. As lágrimas acumuladas nos cantos de seus olhos, demonstravam que não era medo, e sim prazer acumulado. Estávamos à beira da loucura, em um local onde a timidez dá lugar ao prazer. Nossos corpos seguindo o mesmo ritmo, se perdendo em um mar de luxuria.

     -Céus! Como pode ser tão gostoso. -Murmurei, puxando seu lóbulo entre os dentes, me excitando ainda mais o imaginar esse ômega em pleno ciclo. -Jimin, você é uma loucura, amor!

     -Jungkookie, mais forte. -Ele pediu, quase exigiu nos auge do desespero, quando seu corpo dava sinais de um orgasmo violento.

     O surpreendi, posicionando seu corpo de lado, enquanto o penetrava escorreguei uma das mãos até seu membro, e a mão livre foi até seu maxilar, deixando dois dedos próximos aos seus lábios. Seus gemidos lamuriosos, me pedindo para ir mais rápido e forte, mas minha respiração começou a falhar, indicando o meu limite físico naquele instante. Ainda assim continuei no mesmo ritmo, até seus músculos tremerem de vez.

     Seu limite foi alcançado, sujando minha mão com seu líquido e enquanto meu orgasmo não era atingido fui diminuindo a velocidade, prolongando a sensação em seu corpo. Não demorei a vir, preenchendo o preservativo, parei os movimentos, mas ainda deixei meu membro dentro de sua entrada que se contraía com os espasmos. Deixei meu rosto descansar na parte posterior de seu pescoço, assim como sua cabeça descansava na palma de minha mão. Jimin ficou imóvel, tendo como movimento involuntário apenas sua respiração descompassada.

    Ambos sem forças, exaustos sobre aquele colchão, mas tive que me levantar para ir ao banheiro. Me livrei do preservativo, o jogando amarrado na lixeira, em seguida molhei uma toalha pequena, voltando até o quarto para limpá-lo. O ômega estava incrivelmente na mesma posição que o deixei, meio amolecido sobre o colchão. Limpei sua entrada, em seguida seu abdômen e a parte que havia sujado do lençol. Coloquei seu corpo de forma mais cômoda sobre o colchão e finalmente o cobri com o edredom. Voltei ao banheiro para me limpar, só então me permiti deitar junto a ele.

     De forma instantânea seu corpo se juntou ao meu, sua cabeça apoiada em meu peitoral, seus dedinhos fofos deslizando sobre meu abdômen. Deixei alguns beijos no topo de sua cabeça, sentindo ele aos poucos recobrar as forças, até erguer o rosto em busca de um beijo calmo. O mantive por perto, com a temperatura ambiente, mas fresco sendo aquecido apenas pela lareira, já que apagamos as velas por questão de segurança. Com algumas caricias Jimin não demorou a dormir, e me vi impedido de fazer algo, já que nossa noite foi realmente maravilhosa e meu pequeno precisava descansar.

[...]

     Quando acordei pela manhã, o mais novo ainda dormir, tenho que tornar rotina um registro fotográfico diários, pois os fios alaranjados levemente espalhados pelo travesseiro, seu rosto inchadinho, o deixava ainda mais fofo. O deixei ali, após deixar um beijo fraco em sua bochecha. Sem barulho ele levaria mais algumas horas para acordar, me dando uma vaga idéia de retribuir o que havia sido feito noite passado. Me vesti para voltar a mansão, encontrando senhorita Kun distraída na cozinha.

     -Senhor Jeon, não sabia que estava acordado. -Ela se levantou, se curvando em sinal de respeito. -Desculpe por esta distraída, achei que...

     -Está tudo bem, senhorita. -Sorri vendo a expressão de surpresa em seu rosto. -Vou me trocar, poderia me ajudar a preparar um café para Jiminnie? Não precisa fazer a mesa.

     -Deixa comigo. -Ela sorriu visivelmente mais uma que se acostumou com a presença do ômega pela casa. -Devo levar até o quarto?

     -Não é necessário, apenas deixe sobre a bandeja que eu mesmo levo. -Caminhei para dentro da casa, ouvindo seu murmúrio de aprovação.

     Fui até meu quarto, tomei um banho rápido, fiz minha higiene matinal e me vesti com algo mais quente. Fui até a mala de Jiminnie, retirando uma boxer limpa, um suéter vermelho a calça jeans, com certeza ficariam perfeitamente em sue corpo. Joguei tudo em uma sacola, junto a sua escova de dente e uma toalha limpa. Quando cheguei à cozinha, estava tudo pronto, apenas tive um pouco de dificuldades para levar tudo até o chalé, mas não queria que ninguém visse meu ômega em um momento intimo como aquele.

     O mais novo ainda estava adormecido, embolado em meio ao edredom como um bebê, abraçando um travesseiro como um urso. Me aproximei, inclinando sobre seu corpo, antes de deixar um selinho em seus lábios, pouco mais de dez da manhã, ver seu sorriso deixou meu dia ainda melhor. Ainda meio manhoso, ele reclamou de dores nos quadris, me fazendo sentir um pouco de culpa por atender seu pedido e ir mais forte. Mas com algumas palavras, o convencia a se levantar para um banho, enquanto seu voltava à mansão para procurar um remédio.

     Quando retornei, a cama já estava arrumada, e Jimin sentado no meio do colchão, com as pernas flexionadas e os olhos fechados, parecendo cochilar sentado. Óbvio que fiquei com dó de vê-lo tão cansadinho, e se meu ômega pedir com jeitinho é bem capaz de eu aceitar ficar o dia todo ali dentado, lhe dando carinho e proteção, tudo aquilo que ele merece. Como imaginei, as roupas o deixaram ainda mais fofo, ainda mais por vermelho ser minha cor favorita. Antes de colocar a bandeja de café em sua frente, selei seus lábios em um beijo calmo, transmitindo todo o carinho e amor em um simples ato. Jiminie sabe que não precisa de muito para tornar meu dia melhor.

     -Jungkookie! -Ri de sua reclamação quando empurrei seu corpo contra o colchão. -Que fogo! Eu estou dolorido.

     -Me lembra de ser carinhoso da próxima. -Deixe beijos em suas bochechas. -Vamos, precisa se alimentar.

     -Eu quero ficar deitado, ainda tenho sono. -E lá estava ele, fazendo manha enquanto puxava seus braços. -Deixa de ser chato, seu velho.

     -Aqui é igual Whisky, amor! Quanto mais velho melhor. -Seus olhos se abriram em minha direção, antes de sua gargalhada gostosa tomar o ambiente. -Se não quer ouvir outra piada horrível, comece a comer essa salada de frutas.

     -Não tem gengibre ou canela aqui, tem? Pois se tiver vou ter que esfriar meu bumbum na neve. -Ele brincou fazendo bico.

     -Posso esfriar por você. -Sussurrei próximo ao seu ouvido, recebendo um tapa fraco no ombro. -Só estou brincando, bebê!

     A segunda melhor visão daquela manhã foi ver meu ômega se alimentar como um leãozinho, claro senhorita Kun encheu a bandeja de coisas saudáveis, nada industrializado, óbvio que ele iria comer até não aguentar mais. O divertido foi vê-lo se atirar de costas na cama, reclamando de preguiça seria difícil tirá-lo de dentro de casa hoje. Claro, só não contávamos com o barulho de um carro esportivo entrando na propriedade.

     Jimin já se alarmou, acreditando que fosse um de meus contatos, mas era na verdade Chanyeol com a confirmação da data de seu casamento, em duas semanas. Ao seu lado estava Baekhyun, que na hora reconheceu meu ômega por conta de sua mãe, minha sogra é mesmo um ícone no mundo da moda, mas ser conhecido como filho de Min Jennie não parece ser o legado que o garoto quer levar para o resto da vida. Convidei meu amigo para entrar, eles vieram apenas para confirmar minha presença, mas o alfa deixou em aberto uma questão, se eu ainda iria entrar acompanhado de Yoona, agora que tenho meu pequeno ao meu lado.

     -Farei o que for melhor para você, não quero atrapalhar questões de organização, Jiminnie entende isso, não é amor? -Ele se mostrava meio incomodado, mas concordou. Praticamente criou certo tipo de ódio por minha secretária.

     -Não há problema, Jeon-ssi! Colocamos Yoona como par do meu irmão, você pode entrar com seu namorado. -Baekhyun tomou a frente da conversa. -É apenas questão de acordo, e convenhamos você combina mais com ele do que ela, ficará perfeito a foto de ambos em nosso álbum de casamento.

     -Baek e sua mania de... Como diz mesmo, amor? -Chanyeol o encarou. -Ah, lembrei! Baek e sua mania de enaltecer os casais, shipparia uma joaninha e um elefante se achasse fofo. Mas desta vez sou obrigado a concordar. Você fez uma ótima escolha, meu amigo. Parece até mais leve.

     -Jimin foi quem me escolheu, Hyung! -Abracei meu ômega pela cintura. -Não pretendo deixar essa chance escapar pelos dedos. Ficarei feliz em tê-lo ao meu lado em seu casamento, assim já posso apresentá-lo aos sócios.

     -Meu Deus! O filho da diva vai ser um dos meus padrinhos! -Baekhyun disse nos fazendo rir, até mesmo Jimin. -Pode conseguir um autografo dela para mim, bebê?

     -Até um café da tarde, Hyung! -Meu ômega respondeu de forma simpática. -Talvez eu consiga até mesmo levá-la ao seu casamento, se tiver permissão, é claro.

     -Está brincando? Chan! Me belisca, eu estou sonhando. -O mais velho fez, recebendo um tapa de seu ômega. -Era brincadeira, seu idiota.

     -Ah, amor! Vem aqui, eu dou um beijinho para sarar. -Pareciam um casal de adolescentes, até Jiminnie se porta com mais maturidade. -Bom, tenho que ir, Jeon. Marquei uma reunião agora à tarde.

     -Algum problema? -Perguntei sério, vendo ele sorrir para tranquilizar.

     -Não. Apresentação de gráficos apenas, seu pai está dando conta do serviço. O velho mestre está mais ativo nos negócios que nós dois juntos. -É um alivio saber que meu pai se recuperou perfeitamente de seu problema de saúde. -Era para ser segredo, mas ele está até jogando charme para cima da senhora Yoo.

     -A diretora daquele jornal importante? -Me surpreendi, não disfarçando o orgulho do velho. 

     -Parece que ser galã é de família. -Baekhyun comentou, chamando a atenção de seu alfa. -Acho que já está na hora de irmos, não é, Amor?

     -É, senhor Park. Precisa abaixar o fogo dessa sua bunda. -Chanyeol disse com ciúmes do comentário do noivo. Mal reparando que havia colocado seu sobrenome como forma de tratamento, mais casado que isso impossível.

     Jimin e eu acompanhamos eles até a porta, esperando que o carro saísse da propriedade e ganhasse espaço na estrada. O mais novo deixou a risada escapar, chamando seus hyungs de malucos, e definitivamente são, coisa que percebemos com pouco tempo de convivência. Fico feliz que eles tenham se dado tão bem, e principalmente em saber que não irei precisar entrar ao lado de Yoona, por mais que desconfio que sua reação não será uma das melhores, mas quanto a isso, pouco me importo.

     Arrastei o mesmo para a biblioteca, ficamos abraçados em frente à lareira até o almoço ser servido, trocando beijos e caricias, até mesmo planos para o futuro. Jimin sabe que irá retornar a escola na próxima semana, mas acredita que ficará livre dos garotos que vivem o importunando por conta de meu aroma presente em seu corpo, e lógico, a aliança em seu dedo. Mas sem que ele soubesse, pedi que Taehyung o protegesse, até mesmo ameaçasse sair no tapa com o garoto se fosse preciso.

     Me preocupo mesmo com a integridade de meu pequeno, principalmente depois que vi de perto aquelas agressões, talvez agora estando mais confiante, Jimin consiga se defender sozinho, mas é sempre bom deixar alguém em alerta. Juro por tudo que é mais sagrado, se meu ômega aparecer com algum hematoma, e dizer que a culpa é de um daqueles garotos, dou um jeito de acabar com a vida acadêmica dos mesmos, de uma forma que eles consigam concluir os estudos apenas se forem exilados do país. O único que pode deixar marcas naquela pele macia, sou apenas eu, lógico que marcas feitas com carinho e amor, não agressões.

     Jimin já sofreu demais nas mãos do destino, não é justo que continue sofrendo na mão de pessoas que não são amadas como deveriam. Agora que sou presente em sua vida, não receberá apenas a proteção dos pais e do melhor amigo, serei como um anjo da guarda, assim como esse pequeno ômega é para mim. O mais novo acabo adormecendo em meus braços, deixando visível o quão cansado estava, obvio que também tem a contribuição do remédio que lhe dei para aliviar as dores, e por ora, o que me resta é apenas deixá-lo dormir.

     -Dorme, anjinho! Eu vou te proteger. -Deixei um beijo em sua testa, ouvindo ele murmurar algo, e se agarrar ainda mais em meu braço. Manhoso e fofo. -Meu gatinho.


Notas Finais


Beijos e até o próximo capítulo! <3


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