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História Love Akatsuki (Parte II ) - Capítulo 3


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Notas do Autor


E vamos de capitulo 3! Tenham uma boa leitura !

Capítulo 3 - Capítulo 3: Solidão


Pain estava muito feliz por ter ganhado uma premiação de artes e recebia em Paris. O jovem era cheio de regalia e tem se tornado famoso.

Todos conhecem ele, um artista que demonstra por meio de pinturas, esculturas, e os mais diversos meios de comunicação da arte.

Suas obras retratam sobre o sentimento humano, tal como amor, angústia, frustração, alegria, gratidão, e as mais diversas formas de emoção humana. Pain se tornou um novo artista a ser estudados em escolas, de tão épica e notável era seu trabalho.

Ele aprendeu aquilo com Konan. Ela ensinou tudo que ele sabia da arte. Um rapaz que vivia da dor, agora vivia de passados e fama.
Ele nunca a esqueceu, e também nunca desejou se deitar com outra que nao fosse ela, mas isso seria impossível, Konan aprendeu a amar outra pessoa e ele ficou esquecido, por mais que seja impossível esquecer alguém que te machucou tanto.

Pain se arrependia de tudo que ele fez no passado, por isso decidiu ser artista,  queria pagar pelo que fez, e viver da forma que ele queria, pelo menos morrer em paz.

Ele queria que o chamasse de Yakiko, mas ele decidiu usar um nome artístico e seria Pain, por que ele aprendeu a verdadeira dor, e o nome significa isso Dor.

— Pronto senhor Yakiko, está tudo ok. — Falou a recepcionista do hotel que ele ousou ficar. — Tenha uma bom dia!

A jovem loira de olhos verdes se atirou toda para ele, mas o mesmo manteu-se no lugar. Pain era educado com elas, mas iria ser frio se a situação ficasse demais, ele nao gostava desse seu lado, pois lembrava o antigo Yakiko, aquele que nao conseguiu dizer, ou melhor, nao provou para a única mulher que ele amou, que ela era o amor da vida dele.
Hoje ele é completamente diferente, apesar do rosto ser sério ele é extremamente gentil com as palavras, aprendeu a usá-las.

Entrou no  recomendado e olhou o espaço enorme que a sala era, ignorou os detalhes da decoração e foi para o quarto. Abriu a porta e agora sim deu olhos para os mínimos detalhes, era explendido seu olhar perfeccionista e realçado a detalhes.

Era um quarto quadrangular e com tintas brancas nas paredes. Uma cama no centro com acolchoados  azul escuro encobrindo o tecido branco, tem-se também travesseiros fofos pretos, cheios de conforto.Ao lado esquerdo uma mesinha de vidro e uma luminária. O lado direto era composto por um mini sofá azul de veludo e com janelões de blindex arreado de cortinas de véu. Embaixo da cama havia um elegante tapete preto QUE Pain so queria deitar ali no chão e agora.

Fechou a porta e olhou mais um detalhe, o grande lustre de pedra azuis pairando sobre ele. O jovem sorriu, era lindo, aquilo havia lhe dado uma idéia.
Correu na sala pegou a mala a levou para dentro. Os seus seguranças estavam na sala conversando abrobinha e ele nem ligou para eles, o que queria era está esplêndida idéia que surgiu.

Abriu a mala e tirou o sketchbook de dentro, ele iria rabiscar. Foi até a porta, já fechada e sentou-se, ali seria o lugar perfeito para ver o lustre e a cama, onde ele iria carimbar no caderno.

Começou a rabiscar. Lápis para la e para cá, borracha intervia algumas vezes, e o rascunho estava feito.
Ele analisou e odiou, arrancou a folha e jogou longe frustrado.
Tentou umas "mil" vezes, mas todas fracassou. O desenho era que ele deveria fazer um projeto sobre o que ele mais sentiu na vida, qual foi a coisa mais importante para ele e derrepente tudo deu errado, traduzindo: O que te deixava com mais frustração e mistos de outros sentimentos? Como tristeza, raiva, amor e entre outros.

Este projeto era uma chave de ouro para sua próxima premiação, ele teria "amigos" para competir ainda. É importante para ele ganhar está competição, era seu sonho desde que começou a cursar na faculdade, ganhar o Preamys Goldens (Eu inventei dai o nome vai ser assim mesmo) que era um evento que acontecia em Londres uma vez por ano. Pain queria vencer. Ele sentiu aquele sentimento de ganância tomar ele denovo, depois de tanto tempo. Oscilou a cabeça de um lado para o outro e parou no caderninho com o lápis em cima.
Sorriu e guardou o bloco de notas encapado sobre a mesinha de vidro e se jogou sobre a cama.

"Onde ela poderia estar agora? Ela ainda está casada? Me sinto tão só, sem ninguem e queria sentir o beijo dela, tao doce, e eu nao dei importância."

Quando viu suas faces estavam molhadas e um vazio o tomou, ele precisava ver Konan o mais rápido possível, pelo menos só para dizer desculpas por tudo que ele fez para ela, e que a mesma nao merecia.

Levantou de sopetão e pegou a carteira o celular, e abriu procurando Sasori na lista de contatos.
Demorou alguns segundos mas encontrou.
Sorriu ao perceber que i ruivo estava online e enviou uma mensagem.

"Oi Sasori, tudo bem?


Ola Pain! Tudo ótimo! e com você?


Estou bem.
hmmm


O que foi?



Queria te pedir um favor.
Pode fazer?


Olha, depende do que for.



Ok.


Qual é?


Você ainda se comunica com a Konan?


Hahaha, Pain sim, por que?
Não vai me dizer que ainda nao superou ela? Já faz quatro anos!


Desculpa Sasori, mas eu realmente a amo.
Nao tenho medo de falar, pois ja tive e agora sofro com isso.


Ok. Vou te enviar, mas se ela perguntar fala que foi o Deidara que mandou, quero ser imune a isso. E outra ela é casada está bem?


Sim eu sei Sasori! Nao vou dizer nada demais, so um oi, e pode deixar que eu te encubro. Até mais.


Falou parça.


Sasori depois de uns segundos enviou o número da amada de Pain, ele sentiu o coração disparado e as mãos trêmulas.
Queria enviar uma mensagem mas estava aflito e com medo que o marido dela respondesse, seria fatal.


Revirou os olhos e desistiu da idéia de mandar uma mensagem.
Levantou da cama e foi olhar o banheiro que ele nao havia olhado ainda, era explendido.
Sorriu e decidiu tomar banho na grande banheira, e assim fez.


Quando relaxou, encostou a cabeça na parede e suspirou de fundo. O celular estava ao lado dele. Uma luta estava na mente. Guerra, e confusão.


Ele queria enviar uma mensagem para vê-la, primeiro saber onde ela estava. Pain sabia que ela morava em Paris, mas onde?


Empurrou o medo e pegou o celular, abriu o contato enviado e enviou uma mensagem.


Oi.


  A mensagem foi enviada e recebida.
Ele apertou os olhos junto com os lábios, estava ainda com muito medo. Ele aprendeu respeitar o marido da mulher que ama, mesmo sem conhecê-lo muito.


Oi, quem é?


Uma súbita vibração no celular assim que a mensagem foi enviada.
Era gora ou nunca.


Ninguém interessante.


Poderia me falar?


Ok, é o Matheus.


Ele inventou o primeiro nome que lhe veio a mente. Arrependeu logo em seguida pelo ato.


Oiii Matheus, quanto tempo! Está procurando o Utakata?


Oi. Faz tempo mesmo. Nao. Quero saber quem esta falando.


Aguardou a resposta ansiosamente. Agora era para saber se era de Konan mesmo o número, ele estava desconfiado.


É a Konan, e outra nao sabia que seu DDD era de outro país que nao seja aqui, Paris.


O coração gelou. Nao por causa do DDD, era a Konan. Ela estava falando com ele sem saber, estava na hora de desmentir, uma hora ou outra ela deveria saber, chega de mentiras.


Konan, quero que você saiba de algo.


O que?


Eu sou o Yakiko, desculpe mentir, é que eu estava com medo.


Depois de tal mensagem, ela visualizou e não respondeu.


Ótimo ele havia levado um vácuo.


Respirou fundo e largou o celular de lado, encostou a cabeça novamente na parede e chorou amargamente.


Era o fim dele? O que Konan pensou?



Notas Finais


Eai? Gostaram? deixe seu feedback! bjsss


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