História Love and Death - Capítulo 3


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Categorias Alycia Debnam-Carey, Arrow, Castle, Eliza Taylor-Cotter, The 100
Personagens Clarke Griffin, Costia, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Indra, John Murphy, Lexa, Octavia Blake
Tags Clexa, Elycia, Policial, Romance, The100
Visualizações 27
Palavras 1.718
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei ^.^
*AVISOS*
Esses três primeiros capítulos são capítulos introdutórios (Na verdade escrevi só um e dividi para não ficar enorme e cansativo de ler) eles servem para vocês se habituarem com o ritmo da narrativa e para apresentar os personagens mais recorrentes da história. A partir do próximo capítulo a série se torna mais policial, baseado em Castle <3, logo os capítulos ficaram um pouco maiores, gostaria que me dissessem se isso é um problema, se for, faço como nesses três primeiros, escrevo e divido (Se for assim, os casos ficarão em aberto, sendo solucionados só na última parte). Ficou enorme, mas espero que todos tenham lido hahaha.
Boa Leitura!

Capítulo 3 - Segunda-Feira


Fanfic / Fanfiction Love and Death - Capítulo 3 - Segunda-Feira

 

No capítulo anterior:  -Claro que não, me desculpe pelo ocorrido, foi imaturo da minha parte. –ela diz. –Vamos começar de novo, sim?

-Claro. –concordo e ela sorri.

Não sei por que, mas estou sentindo que isso não vai dar certo. 

********************************

POW!

Desculpa o barulho. Isso foi o meu despertador sendo lançado contra a parede depois de me tirar dos meus lindos sonhos. É segunda- feira, eu amo segundas feiras, é o início de uma longa semana onde eu estarei finalmente no comando sem precisar do alvar do meu pai até para pegar um café, apesar de já trabalhar com o velho eu ainda não tinha me formado, peguei meu diploma no inicio desse ano e desde então meu treinamento foi intensivo para responder pelos institutos que ficam no Brasil. Saio da cama e entro debaixo da água gelada para terminar de acordar, minha cabeça doía um pouco por conta da festa de ontem à noite, só meu pai para querer fazer uma inauguração em pleno domingo, a propósito eu e a senhorita Griffin não só trabalharíamos juntas como ela também seria uma espiã de papai, segundo ele eu tendo a me exaltar quando as coisas saem do controle –não sei de onde ele tirou isso- então tratei de ser educada com ela, eu que não ia dar motivos para meu pai me encher o saco. Ah, nós também trocamos alguns beijos na noite passada que me trouxeram maravilhosos sonhos, motivo para eu estar tão irritada com o despertador, mas sei que vocês não querem saber sobre isso, né?

Claro que querem seus safados, tudo bem, eu conto.

-Claro que não, me desculpe pelo ocorrido, foi imaturo da minha parte. –ela diz. –Vamos começar de novo, sim?

-Claro. –concordo e ela sorri. –O que acha desse começo ser na pista de dança? –levanto lhe estendendo a mão.

-Parece ótimo.

A música alta era agitada e as luzes em um piscar constante não me deixava apreciar sua beleza tanto quanto eu gostaria, mas aquele azul intenso ainda estava lá, mirando meus olhos.

-Vai dançar ou só ficar me olhando? –ela fala e me lança um sorriso... Malicioso?

-Na verdade eu estou bem aqui, você pode rebolar um pouco mais, por favor? –O que? Ela começou! E eu definitivamente não sei brincar. 

Ela ri. Uma gargalhada alta e gostosa.

-Eu adoro essa música. –ela diz quando o som de´beliver´começa. –Dança comigo. – diz e sem me dar tempo para resposta cola seu corpo no meu.

Não sei se foi pelo meu pedido, mas ela realmente estava rebolando mais, agora com o corpo colado ao meu que seguia seus movimentos e Deus, eu ia ficar louca com aquela mulher tão perto de mim, ela exalava um cheiro adocicado que estava me embriagando mais que aquela bebida verde e cantava a letra da música sem tirar o sorriso do rosto.

Logo a música chegou ao fim, dando espaço a ´Animals´, esse DJ amava Imagine Dragons ou algo assim?

O ritmo da loira que se encontrava agora de costas para mim não mudou, ela estava mais afastada agora e meu corpo já sentia falta de seu calor, logo me aproximei colocando as mãos em sua cintura e me movendo junto a ela que jogou a cabeça para trás se apoiando na curva do meu pescoço, a musica terminou mais rápido do que eu gostaria e ela se afastou novamente para se virar de frente para mim.

-Vou me sentar um pouco. –ela diz sorrindo fraco.

-Qual o problema?

-Vamos trabalhar juntas, acho melhor mantermos um contato somente profissional. –ela fala por cima da musica alta.

-Está com medo de não resistir se ficar muito perto? –lhe lanço um sorriso malicioso.

-Pra falar a verdade, estou. –ela diz e eu não estava esperando por sua resposta.

Aproximo-me dela e seguro sua mão a guiando para fora da pista de dança, ela pergunta algumas vezes onde estamos indo, mas não lhe dou resposta, sigo para parte de cima do salão onde estávamos e entro na primeira sala que encontro e a tranco logo em seguida.

-Ficou louca? Todo mundo deve ter visto a gente vindo pra cá. –ela diz com o mesmo tom irritado que conversou comigo após nosso primeiro beijo.

-Você é muito nervosinha, Griffin. –respondo me aproximando e passando meu nariz no dela e meus olhos logo caem para sua boca, Deus, eu queria beija-la.

-Você é muito irritante, Woods. –sua resposta vem rápida.

Eu sorrio e me afasto com as mãos pra cima, como quem se rende e ela logo se aproxima novamente e me prensa contra a parede.

-Onde você pensa que vai? –pergunta e sem me dar tempo de responder cola seus lábios nos meus.

-Lexaaaaa... Lexaaa... –Está escutando essa gritaria? Alec! Ele está passando um tempo comigo.

O apartamento dele teve uma misteriosa inundação e  ninguém consegue arrancar dele o que diabos aconteceu lá, mamãe logo o mandou voltar para casa e em completo desespero ele me convenceu a deixa-lo ficar comigo um tempo, por que eu concordei com esse martírio? O maldito jeitinho brasileiro, se lembram?

Desligo o chuveiro e visto o roupão indo em direção à porta.

-Você sabe que tem um banheiro no seu quarto, né? –pergunto enquanto empurro seu corpo que estava encostado no batente.

-Ele não tem banheira. –ele diz sorrindo. –Fiz café pra você. –anuncia me dando um beijinho na testa e minha raiva logo se vai.

Droga, eu precisava arrumar um jeito de me imunizar contra esse garoto. Volto para o meu quarto e entro em um dos meus terninhos, faço uma maquiagem leve e vou tomar o café que meu irmão preparou, pego uma maçã na fruteira e sigo para meu primeiro dia no novo instituto.

O caminho fora rápido e tranquilo sem me dar muito tempo para pensamentos então isso é tudo que vocês terão sobre a noite de ontem, entro no prédio como um ser humano normal dessa vez e sigo diretamente para a sala de reuniões que contava com nossos acionistas, papai estava de pé ao lado da cadeira da presidência com um elegante terno preto e me ofereceu a cadeira assim que entrei pela porta, não pude conter um sorriso.

-Bom dia a todos- cumprimentei e recebi um bom dia em uníssono.

E lá estava ela sorrindo para mim com seu rostinho angelical, tão meiga e delicada que nem parecia à mesma mulher que me prendeu contra a na parede e quase transou comigo em uma das salas de conferencias na noite passada.

Sorrio com a lembrança.

A reunião fora curta e objetiva, meu pai estava indo para Nova York em uma semana e eu comandaria essa nova filial e todas as outras no país, tudo deveria passar por mim sem exceções e é claro Jack Griffin fora apresentado como novo acionista e parceiro da Liga dos Assassinos e sua filha seria seu representante dentro da empresa trabalhando diretamente comigo, logo após disso a sala deu espaço para os capitães das delegacias do estado firmando os contratos de consultoria que relatavam como funcionariam os trabalhos com eles e as liberdades que tínhamos e as que não tínhamos referentes a casos como detetives particulares, apesar da resistência de alguns e falatórios de outros tudo ocorreu relativamente bem.

Já se passava do meio dia quando finalmente deixamos aquela sala e a maçã de hoje cedo não estava mais sendo suficiente para me manter de pé.

-Tem tempo para um almoço? –pergunto a meu pai que está caminhando ao meu lado rumo ao elevador.

-Claro, já sabe de algum restaurante bom por aqui?

-Na verdade o convite é para o meu apartamento, o novo hobby de Alec é cozinhar e não conte a ele que eu disse isso, mas ele é muito bom!

O almoço em casa foi leve e descontraído, Alec já estava se preparando para as turmas que pegaria já que decidiu permanecer em BH comigo, ele é um bom lutador e trabalharia como instrutor no treinamento de novos detetives, as turmas estavam fechadas desde o ano passado quando as obras começaram, estávamos definitivamente começando com tudo.

Voltei logo ao instituto e me direcionei para minha sala, dando apenas um leve aceno de cabeça para Titus, ele era meu secretário no instituto em Nova York onde eu trabalhava com meu pai, o homem sempre fora meu braço direito então assim que soube que meu pai me queria no Brasil lhe ofereci o cargo aqui ao qual ele aceitou no primeiro momento.  

-Senhorita Woods, a senhorita Griffin está ai dentro lhe aguardando. –ele me comunica assim que coloco a mão na maçaneta da porta.

Não lhe respondo, apenas lanço um aceno em concordância e adentro a sala, Clarke estava sentada em uma das cadeiras em frente à mesa principal, os pés calçando um salto alto empurravam o chão para que a cadeira rodasse enquanto sua cabeça se mantinha no encosto desta mirando o teto.

-Atrapalho? –pergunto com o sorriso que a cena me pôs nos lábios.   

-Finalmente, já estava desistindo. –ela se levanta.

-Estava almoçando com meu pai e meu irmão. –explico. –Tínhamos marcado algo?

-Não, mas o mala do Lincoln quer conversar com a gente. –Lincoln era um dos capitães que estava na reunião, ele fora o único a não assinar o contrato, disse que seus homens davam conta do serviço e que não iria jogar dinheiro fora com nossa ajuda.

-O que ele quer? Dar mais chilique? –pergunto já sem paciência.

-Ele tem um caso para nós, se for resolvido ele assinara o contrato. –explica me entregando uma pasta. –Parece que já tem um tempo que seus detetives estão nele e o estado se recusa a ceder mais recursos.

-Problema dele. –digo por fim e jogo a pasta em cima da mesa sem nem olhar o conteúdo nela.

-È um grande contrato Lexa, engula seu orgulho e vamos falar com ele. –ela diz decidida.

-Você sabe que eu que sou a chefe aqui, certo? –ergo uma sobrancelha.

-Seu pai é meu chefe e minhas ordens são para ficar de olho em você e não te deixar fazer burrada! –ela fala convencida e pega a pasta de cima da mesa. –Vamos. - diz por fim e vai em direção à porta da sala.

-Loira abusada. –murmuro para mim mesma com um revirar de olhos e a sigo por fim.    


Notas Finais


Fiiiiim! espero que tenham gostado, me deixem saber o que estão pensando e não esqueçam de avisar se querem o próximo capítulo inteiro ou que divida <3
Bjos, volto no domingo u.u


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