História Love and Hate - Capítulo 10


Escrita por:

Postado
Categorias Girls' Generation
Personagens Taeyeon, Tiffany
Tags Drama, Girls'generation, Romance, Taeny, Taeyeon, Tiffany
Visualizações 85
Palavras 2.969
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá para vocês.

Só digo uma coisa. Mantenham a calma!!!!

Sem mais. Boa leitura.

Capítulo 10 - Certezas


Fanfic / Fanfiction Love and Hate - Capítulo 10 - Certezas

Taeyeon P.O.V.


O que eu havia feito na noite anterior? Perguntei a mim mesma quando vi Tiffany em meu quarto. Eu não conseguia me lembrar dos detalhes, mas tive alguns flashs de memória e eles eram constrangedores. Quando Tiffany me ofereceu para conhecer o mundo lá fora, meu coração ficou leve. Dois minutos depois, sentir o pesar tomar conta do meu coração. Pela primeira vez me dei conta que ela não era a pessoa por quem eu procurava.


Um detalhe que sempre me chamou a atenção no corpo de Miyoung, não existia no corpo de Tiffany. Aproximei rapidamente confusa demais para controlar a minha reação. Agarrei a blusa de Tiffany afastando-a ainda mais do ombro. Ela me olhou assustada, mas eu não parei até ter visão do ombro todo. Eu não queria acreditar que estava enganada. Sempre tive certeza de que ela era a Miyoung apesar dela sempre negar, mas agora eu já não tinha tanta certeza.


- O que está fazendo? - Ela perguntou agarrando a minha mão tentando me impedir.

- Onde está? - Perguntei escaneando o ombro parcialmente nu.

- O que está fazendo? - Ela perguntou segurando em meus ombros. Me desvencilhei dela e afastei a outra manga do ombro esquerdo.

- Não está aqui. Cadê? - Falei voltando a examinar o ombro direito onde deveria haver uma pinta preta e redonda na ponta do ombro dela.

- O que está fazendo? - Tiffany falou agarrando os meus ombros e me sacudiu me fazendo voltar a realidade.

- A pinta… a pinta no ombro. - Falei sentindo o mundo desabar e pesar sobre os meus ombros.

- Do que está falando? - Ela perguntou me olhando séria.

- A pinta preta que você tem no ombro.- Falei confusa.

- Eu nunca tive uma pinta no ombro. Do que está falando? - Ela perguntou visivelmente confusa.

- Vá embora. - Falei sentindo a minha cabeça latejar.

- Que? - Perguntou ela me olhando nos olhos.

- Vá embora. - Falei empurrando-a em direção a porta.

- Taeyeon o que está acontecendo? - Ela perguntou enquanto eu a colocava para fora do quarto.

- Minha cabeça dói. Vai embora, por favor. - Falei tentando controlar o meu tom de voz.

- Ok. Se precisar de alguma coisa, é só me avisar. - Ela falou e eu concordei com a cabeça.

- Tchau. - Ela falou e eu fechei a porta sem me despedir.


Senti o quarto rodar, eu estava zonza. Fiz um esforço enorme para chegar até cama. Me joguei nela deixando o meu corpo se esparramar na cama. Tentei não pensar, mas as lembranças me invadiram como já havia acontecido em tantas outras vezes. Apertei os olhos e balancei a cabeça tentando afastar a imagem dela, mas foi em vão.


Flashback On.

- Vem, Tae. O filme vai começar. - Miyoung chamava da sala enquanto eu terminava de estourar a pipoca.

- Eu já vou. Espera dois minutos que já estou acabando. - Falei virando a pipoca em uma vasilha grande e corri para a sala.


Miyoung estava com as pernas cruzadas sobre o sofá. Ela sorriu assim que me viu chegar batendo com a mão ao seu lado indicando que eu me sentasse lá. Coloquei o balde de pipoca sobre o colo dela e voltei para a cozinha para pegar as nossas bebidas. Voltei e me acomodei ao lado dela. Miyoung iniciou o filme já com a boca cheia de pipoca. Entreguei a ela um dos copos e peguei a pipoca na vasilha. Estávamos tão próximas que novamente vi a pinta no ombro dela.


Foi a primeira coisa que notei quando cuidei dela na noite em que ela apareceu na fazenda. De forma automática toquei no desenho circular que ela tinha. A pele dela se arrepiou sobre os meus dedos. Miyoung me encarou me olhando confusa. Segurou em minha mão me afastando. Seus olhos estavam fixos nos meus. Havia dias que havia clima estranho entre gente que às vezes chegava a me incomodar. Sem saber o que estava fazendo direito, me aproximei ainda mais do rosto dela.


Ela olhou a minha boca e eu olhei a dela. Antes que eu pudesse me controlar, beijei seus lábios. Meu primeiro beijo na vida. Miyoung arregalou os olhos e se afastou me olhando visivelmente chocada. Então eu percebi o que tinha feito, e desviei o olhar constrangida demais para encará-la. Quando me levantei, tentando fugir daquela situação, ela me segurou pelo pulso me obrigando a sentar ao seu lado novamente. Olhei para sua mão quente presa em meu braço e a olhei confusa.


Então ela sorriu me fazendo sentir ainda mais estranha com a situação. Miyoung segurou em meu pescoço com delicadeza e me puxou para mais perto. Eu tentei resistir, mas meu corpo parecia ter vida própria indo em direção a ela. Os lábios dela tocaram os meus antes que eu pudesse impedir que acontecesse. Ela me beijou lentamente, eu não sabia o que fazer. Então ela foi me conduzindo até eu pegar o ritmo. Quando ela se afastou eu estava ofegante e feliz por estar com ela.

Flashback off


Apertei o travesseiro contra o meu corpo. Miyoung foi a primeira, e a única, pessoa que eu amei. Ela me ensinou tudo, foi com ela todas “a minha primeira vez". O meu primeiro amor, o meu primeiro beijo, a minha primeira transa, o meu primeiro orgasmo. Tudo eu aprendi com ela e posso dizer que muita coisa aprendemos juntas. Com ela, aprendi a conhecer a mim mesma. Eu não queria lembrar, mas as lembranças me sufocava de tal forma que não me permitiam chorar como em tantas outras vezes. Miyoung também havia sido a minha primeira desilusão amorosa.


Virei de barriga para cima e olhei o teto. Pela primeira vez eu quis terminar com aquele sentimento angustiante de não ter Miyoung por perto. Mas também não sabia o que fazer para esquecê-la. A pergunta de Tiffany martelava em minha cabeça fazendo-a doer ainda mais. “Porque você ainda se prende a uma pessoa que te deixou sem nenhuma explicação?” Aquela pergunta me pegou de surpresa apesar de eu ter uma resposta para ela.


A verdade é que nunca quis odiar Miyoung por ter me abandonado. Eu ainda tinha esperanças de que um dia ela retornaria e me explicaria o que aconteceu. E sempre acreditei que eu a perdoaria mesmo que a explicação fosse algo absurdo. Durante sete anos eu fiz um tremendo esforço para esperar que ela voltasse para mim. Doeu pensar que talvez a minha espera tenha sido em vão. Pela primeira vez, pensei no fato de que talvez ela nunca quis voltar por escolha dela. Era doloroso pensar nisso, e por isso eu sempre afastei esse pensamento, mas agora isso me torturava.


Levantei da cama e entrei no banheiro olhando o meu estado no espelho. Terrível era pouco para definir como eu estava. Liguei o chuveiro e tomei um banho demorado. Depois que terminei, tomei o remédio que Tiffany havia pedido para mim e me vesti. Peguei um óculos escuros e desci para tomar o café da manhã. Sentei próximo da janela que para o meu azar dava para ver exatamente onde Tiffany estava sendo fotografada. Tomei o meu café com calma enquanto a observava.


Por pura curiosidade, terminei o meu café e fui para área da piscina. Me sentei em um quiosque vazio e continuei observando Tiffany trabalhar. As lembranças de Miyoung tentavam atrapalhar o pouco de paz que eu tinha naquele momento. Aguentei firme e afastei qualquer pensamento sobre ela. Foi então que notei algo que me fez, mais uma vez, ter certeza que ela não era Miyoung. Tiffany vestia uma blusa frente única que deixava as costas totalmente nua. Não havia uma marca, nem mesmo uma cicatriz dos machucados como havia nas costas de Miyoung. Mesmo utilizando os óculos escuros era possível ver a pele alva dela a brilhar sobre a luz do sol.


Me aproximei devagar para ver de perto. As pessoas estavam ocupadas preparando para a próxima sessão de fotos por isso não impediram a minha aproximação. Tiffany sentou em uma cadeira de costas para mim folheando uma revista. Cheguei perto e toquei com a ponta dos dedos sentindo a pele lisa sobre eles. Costumava fazer isso com Miyoung, fechava os olhos sentindo o alto-relevo de uma de suas cicatrizes. Na pele de Tiffany não havia nada, senti a pele dela se arrepiar com o meu toque. Ela se assustou e se virou me olhando assustada.


- Taeyeon o que faz aqui? - Ela perguntou e eu tirei os óculos escuros.

- Tentando entender. - Falei olhando-a nos olhos.

- Você precisa de alguma coisa? - Ela perguntou se levantando.

- Não, eu não preciso de nada. - Respondi apesar de ainda tentar entender porque ela era tão idêntica a Miyoung.

- Tiffany, vem. Já está tudo pronto. - Alguém falou indicando o novo cenário onde ela seria fotografada.

- Eu já vou. - Ela falou acenando para a pessoa e continuou. - Taeyeon, eu não posso conversar agora. Nos vemos depois. - Ela falou se afastando apressada em direção a mulher que havia chamado anteriormente.


Tiffany não olhou para trás me deixando incomodada com a atitude dela. Sentei na cadeira onde ela estava momentos antes e peguei a revista que estava sobre a mesa. Na capa havia uma foto de Tiffany com o título “A famosa modelo americana Tiffany Hwang visita pela primeira vez a Ásia”. Verifiquei a página e procurei pela reportagem. Havia pelo menos duas páginas sobre ela. Li tudo a procura de qualquer semelhança entre Miyoung e ela, mas no fim descobri que Tiffany era totalmente diferente. Nada combinava, da data de nascimento até os gostos pessoais.


Levantei a cabeça vendo a desenvoltura de Tiffany em frente a câmera. Um sorriso estava sempre estampado em seu rosto. A cada minuto eu sentia e via as diferenças entre elas. Passei o resto da manhã observando Tiffany trabalhar. Quando acabou eu ainda estava lá observando cada movimento dela. Tiffany me olhou de onde estava visivelmente confusa. Uma grande gritaria me fez desviar o olhar dela. Corri em direção ao som, uma mulher desesperada apontava enquanto gritava que o filho estava no fundo da piscina.


Vi Tiffany passar correndo por mim pulando na piscina. Ela trouxe o menino a tona e eu a ajudei a tirá-lo da água. Pedi que alguém chamasse uma ambulância e iniciei os procedimento dos primeiros-socorros. Tiffany segurava na mão da mãe do garoto visivelmente apavorada. Depois de cerca de cinco minutos, o garoto expeliu a água presa em seus pulmões. Respirava com dificuldade, mas estava vivo. A ambulância chegou cerca de dez minutos depois.


Decidi acompanhar o garoto e Tiffany informou que levaria a mãe do menino no carro dela até o hospital. Depois de deixar o garoto sob o cuidados dos médicos de plantão na emergência, fui ver como estava a mãe do garoto. Ela estava abraçada a Tiffany e chorava compulsivamente. Assim que me viu veio correndo em minha direção e agarrou a minha mão. Logo atrás vi o olhar desesperado de Tiffany. Acalmei a mãe do garoto dizendo que ele ficaria bem, apesar de precisar de cuidados.


Tiffany me olhou com desconfiança. Eu não queria desesperar ainda mais a mãe do menino e nem a ela. Chamei por uma enfermeira e pediu que levasse a mulher até a emergência. Ela estava pálida e com certeza desabaria a qualquer momento. Tiffany e eu ficamos do lado de fora da emergência aguardando notícias do menino. Me assustei quando senti a mão fria de Tiffany tocar em meu braço. Ela estava gelada e tremia de frio. Retirei o casaco que eu estava vestindo e coloquei sobre os ombros dela.


- O menino vai ficar bem, não vai? - Ela perguntou tentando controlar o queixo que batia de frio.

- O quadro dele é delicado. Ele está vivo e isso já um bom sinal. - Falei pensativa.

- Obrigada por ajudar. - Ela falou sorrindo.

- É o meu dever como médica. Você também é responsável por ele estar vivo agora, foi rápida em tirar o garoto d'água. - Falei lembrando da rapidez com que ela socorreu o menino.

- Eu sabia que cada minuto era precioso. Então nem pensei em nada, apenas pulei na piscina. - Ela falou se aninhando em meu casaco.

- Você deveria ir para o hotel. Agora cabe aos médicos cuidarem dele. - Falei indicando a saída.

- Não, vou esperar por notícias. - Ela falou e eu apenas concordei com a cabeça.


Cerca de uma hora depois, um médico veio informar que o garoto estava fora de perigo e ficaria internado em observação. Avisamos a mãe do garoto e deixamos que ela fosse vê-lo. Sem perguntar, coloquei a mão na cintura de Tiffany e a conduzi para a saída. Peguei a chave do carro na mão dela e indiquei que ela entrasse no lado do passageiro. Ela apenas concordou com a cabeça e entrou colocando o cinto. Voltamos para o hotel em silêncio, ela parecia aérea presa em seus próprios pensamentos. Parei na entrada do hotel e ela desceu.


- Tire essa roupa molhada e tome um banho quente. Vou pedir a recepção que entregue um chá quente no seu quarto. - Falei saindo do carro e entreguei a chave ao manobrista do hotel.

- Ok. - Ela respondeu caminhando em direção ao elevador.


Chegamos no meu andar e desci do elevador. Tiffany atendeu uma ligação no momento que eu desci, então não nos despedimos. Entrei em meu quarto preocupada com ela por passar tanto tempo molhada. Liguei para a recepção e pedi que entregasse o chá. Cerca de vinte minutos depois, alguém bateu na porta do meu quarto. Por engano, pedi que o chá fosse entregue em meu quarto. Foi só então me lembrei que não sabia em que quarto Tiffany estava.


Com o chá na mão, saí no corredor e olhei para os dois lados. Por sorte, vi uma das mulheres que estava com Tiffany mais cedo. Ela disse que não poderia ir entregar o chá, pois estava indo embora naquele momento e poderia perder a carona. Me informou o andar e o quarto de Tiffany. Entrei no elevador e apertei o botão 10, ela estava dois andares acima do meu. Desci e conferi a indicação dos quartos na placa. Me senti ansiosa sentindo o meu coração bater acelerado. Toquei a campainha do quarto e esperei.


Tiffany abriu a porta vestindo apenas um roupão, mas ela não me olhou. O perfume do banho recém tomado me atingiu em cheio. Delicioso. Tentei respirar direito, mas estava impossível. Tiffany sumiu dentro do quarto deixando a porta aberta. Mesmo receosa, entrei no quarto vendo-a mexer em sua mala. Nem mesmo fez questão de olhar quem havia entrado no quarto totalmente alheia a minha presença. De costas, ela abriu o roupão e vestiu a calcinha que ela escolheu. Fiquei paralisada sem saber o que fazer.


- Daisy, qual é agenda de amanhã? - Perguntou ela virando na minha direção ainda com o roupão aberto.

- Taeyeon! - Ela exclamou arregalando os olhos ao mesmo tempo em que fechava o roupão.

- Me desculpe. - Falei constrangida.

- Eu que peço desculpas, não vi que era você quem tocou a campainha. O que faz aqui? - Ela perguntou constrangida ganhando um leve rosado em suas bochechas.

- Sem querer pedi que entregasse o chá em meu quarto, vim trazer. - Falei indicando a xícara em minha mão.

- Obrigada. - Ela falou pegando a xícara colocando-a sobre a mesinha.

- Então é isso. Tchau. - Falei caminhando em direção a porta.

- Tchau, obrigada por tudo. - Ouvi ela falar antes de eu fechar a porta.


Encostei na porta fechada e respirei fundo. Meu coração parecia que ia sair pela boca. Foi então que percebi que havia algo errado comigo. Corri em direção ao elevador que coincidentemente ainda estava no andar com as portas abertas. Apertei o botão do meu andar, impaciente para chegar no quarto. Desci do elevador e andei apressada até o quarto. Entrei e fechei a porta ainda me sentindo ofegante. Eu não sabia do que eu havia fugido, mas sabia que era necessário fugir do que quer que fosse aquilo.


Fiquei em meu quarto até anoitecer. Pedi o meu almoço e o meu jantar no quarto. Não queria correr o risco de sair e dar de cara com a Tiffany. Adormeci sem perceber após comer o meu jantar. Acordei assustada com alguém batendo na porta. Peguei o celular e conferi as horas. Passava da meia-noite, levantei sentindo o frio da noite. Olhei pelo olho mágico vendo uma mulher do lado de fora. Abri uma fresta da porta olhando o olhar desesperado dela.


- Você é a doutora Kim? - Perguntou ela parecendo cansada.

- Sim, sou eu. Porque? - Perguntei confusa.

- Você pode me ajudar com a Tiffany? - Ela falou me fazendo perceber que ela estava preocupada.

- Tiffany? O que ela tem? - Perguntei preocupada.

- Febre, febre alta. Ela se recusa a ir ao hospital. Você pode ir até lá ver o que ela tem? - Ela perguntou quase implorando.

- Posso, me dê cinco minutos para me vestir. - Falei deixando a mulher na porta.

- Obrigada. - Ouvi ela responder de lá.


Peguei o celular e algumas coisas que poderiam ser necessário. Fui para o quarto de Tiffany sem pensar muito no que eu estava fazendo. A preocupação tomou conta de mim de tal forma que caminhei rápido em direção ao quarto dela sem esperar pela mulher. A porta estava destrancada, por isso entrei sem dificuldade. Parei assim que percebi que a luz estava apagada vendo a sombra do corpo de Tiffany sobre a cama. Não queria lembrar de Miyoung, do dia em que a encontrei no celeiro.


A mulher me olhou confusa e acendeu as luzes. Eu era médica e não deveria entrar em pânico, mas as lembranças me deixaram paralisadas sem saber o que fazer. A certeza que eu tive naquela manhã de que Tiffany não era Miyoung, foi embora no momento em que vi Tiffany dormindo na mesma posição em que Miyoung dormia todas as noites.


Notas Finais


E eu estou aqui para que? Para confundir e não para esclarer kkkkk Mas não morram de ansiedade, no próximo capítulo trarei informações importantes. Aguardem!!!

Até lá.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...