História Love and Power - Capítulo 16


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, voltei com mais um capítulo. Espero que gostem.

Capítulo 16 - Sensação ruim


Fanfic / Fanfiction Love and Power - Capítulo 16 - Sensação ruim

“Você sabe que eu adoro quando a música está alta. Mas vamos lá, tira tudo pra mim, gata. Agora, há muitas pessoas na multidão. Mas só você pode dançar comigo. Então coloque suas mãos no meu corpo. E rebola essa bunda pra mim, gata (rebola). Você sabe que eu adoro quando a música está alta. Mas vamos lá, tira tudo pra mim. – Liam Payne Ft. Quavo (Strip That Down)”

 

              P.O.V Kate

 

—Não, pai. É melhor não.

—Eu vou querer saber o que está acontecendo.

—O Chris vai te informar em tudo, então é melhor ficar em casa. Não quero você correndo perigo. – Digo pela milésima vez para meu pai.

—Você sabe que eu sei me virar, não sabe? – Ele fala e eu sinto o sorriso em seu rosto.

—Sei pai, mas não quero ariscar. – Digo e viro o volante chegando ao centro.

—Tudo bem, vou ficar em casa, mas vou querer informações a cada cinco minutos.

—Okay.

—Então, soube que você e o Justin estão juntos. – Enrugo as sobrancelhas.

—Quem te falou?

—Chaz pode ter me falado algo. – Bufo.

—Fofoqueiro do caralho. – Meu pai ri.

—Quero saber como isso aconteceu.

—Okay pai, mais tarde eu passo aí e conversamos, agora tenho que ir. Tchau.

—Tchau. – Desligo e estaciono o carro onde eu e Julie marcamos.

Desço do carro e o travo, de longe já avisto Julie me esperando e ando até ela.

—Hey. – Digo e ela se vira me notando e me dando um sorriso.

—Oi.

—Quer fazer o que? – Julie dá de ombros.

—Podemos dar uma volta e depois comer algo. – Concordo e começamos a andar.

—Tudo bem? – Pergunto.

—Tudo sim e você?

—Estou bem. Tem certeza que está bem?

—Tenho, por que?

—É que ontem quando você me ligou aprecia meio, sei lá, triste? – Ela me olha e suspira.

—Minha mãe. – A olho querendo saber mais. – Brigamos ontem.

—O que aconteceu?

—Meu pai comentou com ela que no meu aniversário queria me levar para a Disney, ela não gostou e veio me falar só que eu não sabia e eu falei que não sabia, ela começou a me xingar e falar que eu era uma mentirosa e começamos a discutir, até que ela se estressou e me empurrou. – Arregalo os olhos. – Bati na mesa e cai no chão.

—O que? Mas... – Ela levanta sua blusa e em seu quadril está uma mancha roxa e grande.

—Está feio e grande, mas não dói. – Fala e abaixa a blusa.

—Que cachorra. – Falo ainda em choque e ela ri.

—Está tudo bem.

—Não, ela te pediu desculpas pelo menos? – Ela ri e nega com a cabeça. – Você quer que eu de uma surra nela? Eu dou. – Ela ri. – Sério, ela não pode te bater e sair assim impune.

—Eu sei, mas ela é a minha mãe e não teria coragem de mandar alguém bater nela.

—Não precisa mandar eu vou e bato nela. – Ela nega.

—Está tudo bem, ela não vai fazer isso de novo.

—E seu pai? Sabe?

—Não.

—Você tem que contar.

—Não vou contar, eu ameacei. – Levanto uma sobrancelha.

—Ah é? Com o que?

—Eu falei que se ela tocar em mim de novo eu iria contar para o meu pai, tenho provas no meu corpo.

—O que ela fez?

—Ela ficou irritada e me deu as costas. Quer dizer que ela não vai mais encher o meu saco.

—Isso aí, fez bem.

—Não gosto dessas coisas, mas também não gosto que ela me machuque.

—Ela já te bateu antes?

—Não, essa é a primeira vez. Já tentou, mas meu pai nunca deixou.

—Por que ela ficou brava do seu pai querer te levar para a Disney? – Pergunto e nos sentamos em um café.

—Minha mãe não gosta quando meu pai me dá atenção, como sou filha única ele quer me dar tudo e ela não gosta, pelas palavras dela eu estou “roubando o homem dela”. Não faz sentindo pois eu sou filha dele, mas enfim, ela não gosta quando ele me dá atenção que é sempre.

—Ela é louca, teu pai já levou ela em um psiquiatra?

—Já tentou, mas ela sempre fala que não está louca e que a louca sou eu.

—Com certeza ela que é a louca. – Julie ri.

—Também acho.

Uma garçonete vem até nossa mesa e fazemos nosso pedido. Depois de cinco minutos ela volta com a comida e comemos.

—Foi por isso que você me ligou ontem e quis sair?

—Sim, quando brigamos que é quase sempre eu saio por aí sozinha, como dá última vez você falou que eu poderia te chamar eu pensei: Por que não? Ás vezes é melhor sair acompanhada do que sozinha.

—Concordo.

Conversamos mais um pouco até seu pai ligar e falar que já estava indo a buscar. Vamos para fora do café e ficamos ali esperando seu pai.

—Obrigada por me fazer companhia foi muito legal da sua parte sair e me escutar reclamar. – Riu.

—Tudo bem, eu te entendo. Quando eu queria conversar com alguém não tinha ninguém e vejo o que está passando, quero estar com você quando você precisar.

—Tipo uma irmã mais velha? – Sorrio.

—Tipo uma irmã mais velha.  – Ela sorri para mim e ouvimos uma buzina.

—Meu pai chegou tenho que ir. Obrigada por hoje.

—Disponha. – Digo e ela vai embora sem antes de entrar no carro acenar para mim, aceno de volta.

Ando até meu carro e entro no mesmo indo para a casa do meu pai. Deixo o carro na garagem e entro na casa vendo ele sentado no sofá vendo TV.

—Oi. – Digo e lhe dou um beijo no rosto.

—Olha quem veio, se eu não ligo você não me procura. – Fala e me sento em seu lado no sofá.

—Ando muito ocupada.

—Com o seu namoro com o Bieber? – Diz erguendo uma sobrancelha. Reviro os olhos.

—Não estamos namorando, estamos ficando.

—É a mesma coisa.

—Estamos vendo como é ficarmos juntos, se não der certos vamos continuar amigos.

—Tenho certeza que isso vai dá mais que certo. – O olho.

—Por que você tem tanta certeza?

—Por que ele gosta muito de você para não fazer isso dá certo.

—Eu também gosto dele.

—Não, você gosta dele mais como amigo. Ele gosta mais de você como mulher. – Ele se ajeita no sofá se virando completamente em minha direção e continua. – Pelo o que eu observo não é de hoje que ele gosta de você, ele tem um carinho muito grande por você como você por ele, mas eu vejo que desde crianças ele queria algo a mais que amizade.

—Pai, você... – Ele me interrompe.

—Não estou brincando Katherine, ele realmente gosta de você e seria bom se você não partisse o coração dele.

—O que você quer dizer com isso?

—Filha, eu te conheço bem e sei que namorar e essas coisas não são o seu forte, só estou dizendo que também conheço Justin e sei que quando ele entra em algo é de cabeça e se ele está tentando algo com você é por que ele gosta de você e realmente quer que dê certo. Só te peço que dê uma chance a isso, a vocês por que realmente pode dar certo e eu gostaria do Justin como meu genro. – Riu.

—Eu sei pai, quando eu aceitei em ficarmos juntos foi para dar uma chance para nós dois e para mim de entrar em algo novo, isso é diferente para mim, mas juro que estou tentando e realmente quero que der certo entre mim e Justin.

—Que bom filha, eu só quero te ver feliz.

—Eu sei pai. – Digo e pego em sua mão a apertando.

Meu telefone toca e é Justin, saio da sala e vou atender.

—Hey. – Ele fala.

—Oi.

—Vai vir aqui hoje? – Ele pergunta e pela sua voz ele parece estar inseguro?

—Claro, já estou indo. Vim aqui no meu pai falar com ele, mas já estou de saída.

—Está no Steve? Manda um abraço para ele.

—Mando, ele já sabe sobre a gente.

—Como?

—Chaz contou.

—Fofoqueiro do caralho.

—Sim, só vou me despedir do meu pai e já estou indo.

—Okay, estou te esperando. – Desligo o celular e vou me despedir do meu pai.

—Tchau pai.

—Me mantenham informado e se cuida.

—Tudo bem. – Dou um beijo no seu rosto e vou para o carro seguindo para a casa de Justin.

Chego lá e estaciono na garagem, desço e entro na casa. A sala está vazia então sigo para a cozinha e não encontro ninguém lá. Escuto uns barulhos e vozes no andar de cima, subo as escadas e escuto o barulho mais próximo na sala de jogos. Reviro os olhos, claro.

Me encosto no batente da porta e fico vendo meus meninos discutindo por causa de Ping-Pong.

—Sai fora Drew, tu tá roubando.

—Tô nada filho da puta, eu ganhei. Pode vazar daí.

—Meu cacete, tu roubou que eu vi.

—Foi sim Drew. – Chris fala.

—Saí daí cuzão, não roubei nada.

—Roubou sim.

—Não vi o Justin roubando não. – Chaz fala defendendo Justin.

—Cala a boca, seu baba ovo de merda. – Ryan xinga Chaz.

—Tomar no cú seu arrombado.

No meio da discussão Cailtin estava no outro lado da sala sentada no sofá observando tudo e quando ela viu e eu vi ela, não aguentamos e começamos a rir. Eles estão brigando por causa de Ping-Pong.

—O que vocês tão rindo hein? – Chaz pergunta e cruza os braços.

—Vocês. Discutindo por causa de Ping-Pong.

—Só estamos discutindo por que teu namorado é um filho da puta que fica roubando.

—Não roubei nada seu pau no cu.

—Tu que é um filho da puta que não sabe jogar sem roubar.

—Sei sim, por que não roubei seu merda. – Riu mais e vou até Justin passando meus braços pela sua cintura e o abraçando.

—Só por que tu perdeu fica acusando os outros. – Falo pro Ryan e ele fica mais puto.

—Toma filho da puta. – Justin fala e segura meu maxilar me dando um selinho.

—Tu só tá defendendo ele por que vocês tão juntos.

—Teu namorado que fica roubando do meu. – Caitlin fala chegando junto e abraça Ryan.

—O teu que não sabe perder. – Falo e ela me encara e eu encaro ela.

—Ih, agora são as mulheres. – Chris fala.

Caitlin me encara e levanta uma sobrancelha, a encaro e pego da mão de Justin sua raquete e Caitlin faz a mesma coisa com Ryan, vamos até a mesa nos preparando e ficando na posição.

—A bolinha. – Cailtin pede a Chaz e ele dá.

—Agora vai ficar bom. – Chaz fala e os meninos ficam em volta da mesa.

—Pode começar, vai perder mesmo. – Caitlin fala e me joga a bolinha, pego e concordo.

—Vai lá baby, ganha dela. – Justin fala.

Saco e ela rebate jogando para o lado esquerdo, rebato um pouco mais forte e ela bate na mesa e cai no chão.

Ponto meu. Chupa.

Saco e ela pega e rebate forte, mas consigo pegar e jogo de volta, ela rebate e a bolinha cai na mesa e vai para o chão. Desgraçada.

Ela saca forte e eu pego rebatendo de volta, ela pega e joga de volta, rebato para ela e ela rebate de volta fazendo mais um ponto.

2X1.

—Mais um e eu ganho. – Caitlin se gaba.

Ela saca e eu pego rebatendo mais forte por isso ela não consegue pegar fazendo eu ganhar um ponto.

2X2.

—Quem fazer ganha. – Chaz fala.

Saco e Caitlin consegue pegar rebatendo de volta forte, dessa vez ela não vai fazer ponto, rebato de volta e nisso ficamos em um rally, ela rebate forte, mas consigo pegar e jogo forte de volta a bolinha bate na raquete dela e caí no chão. Ganhei.

—Chupaaaaa. – Largo a raquete na mesa e Justin vem em minha direção me abraçando.

—Minha mulher é melhor que a tua. – Justin se gaba para Ryan que mostra o dedo no meio.

—Só nisso por que em outras coisas eu duvido. – Ryan fala e olha malicioso para Caitlin.

—Ih, vão se comer pra lá. – Chaz fala.

—Tá na hora de vocês irem embora, tchau. – Justin fala bem-educado.

—A noite vai ser boa. – Ryan fala e ele e Justin trocam olhares.

—Vamos embora. Tchau. – Caitlin fala e puxa os meninos com ela para fora.

Justin me puxa e nos sentamos no sofá, quando escutando o barulho dos carros e eles se distanciando Justin me puxa me fazendo sentar em seu colo e me beija.

Adoro seus beijos.

Nosso beijo é urgente e cheio de saudade, ele coloca suas mãos em minha cintura e eu passo meus braços pelo seu pescoço. Quando o ar começa a nos faltar vamos desacelerando aos poucos, no final Justin puxa meu lábio inferior se separando de mim.

—Como foi seu dia? – Ele me pergunta e eu começo a falar sobre minha tarde com Julie.

—A mãe dela não gosta dela.

—Sério? Por que?

—O pai dela sempre dá atenção para ela e isso faz com que a mãe dela fique irritada. Desde criança e ela é filha única, já sabe como é.

—Sim, deve ser chato.

—Sim, mas pelo menos ela tem o pai. Ontem quando ela me ligou tinha acabado de brigar com a mãe. A mãe dela foi discutir com ela e se estressou e a empurrou, ela bateu o quadril e está uma marca bem feia. – Justin arregala os olhos.

—Que diaba. E o pai dela?

—Ela não sabe, mas ela ameaçou a mãe dela e pelo o que ela me falou essa desgraçada não vai mais mexer com ela.

—Fez bem.

—Falei para ela que quando ela quisesse sair para conversar poderia me chamar, deve ser chato passar por isso e não ter ninguém para conversar. Ela é uma pessoa tão legal, não quero que ela se sinta só.

—Você se deu bem com ela, não é? – Fala e coloca uma mexa do meu cabelo atrás de orelha.

—Sim, sei lá, senti algo que parece que nos conhecemos a bastante tempo, como coisa de outra vida sabe. – Ele concorda. – E quero ajudar ela no que precisar, quando ela me falou que a mãe dela não gostava dela me lembrou a minha, que de tanto que me odiava acabou prejudicando meu pai.

—Não pensa na tua mãe, de verdade ela é uma otária, não sabe a filha incrível que perdeu. – Sorrio. – Acho legal você ajudar ela, é como uma experiência que você quer passar ajudando.

—Sim, eu me ofereci para bater na mãe dela, mas ela não quis. – Falo dando de ombros e ele ri.

—Bem você querer bater nos outros. – Riu.

—Eu gosto. – Ele ri.

—Está cansada?

—Sim, preciso muito de um banho.

—Vem, vamos tomar banho então. – Nos levantamos e seguimos para o seu quarto.

Chegamos lá tiramos nossas roupas deixando no chão do quarto e seguimos para o banheiro. Ligamos o chuveiro e tomamos um banho relaxante, uma ou outra mão boba, mas nada a mais. Nos enrolamos na toalha e seguimos para o closet, Justin me dá uma cueca sua e uma camiseta. Ele veste só uma cueca e se joga na cama.

Me deito em seu lado e ficamos conversando.

—Meu pai gostou de nós juntos. – Digo e Justin me olha de baixo para cima, ele estava deitado em meu colo enquanto eu fazia carinho em seu cabelo.

—O que ele falou?

—Falou que te adoraria como genro. – Ela ri. Sua risada é tão gostosa e seu sorriso lindo.

—Não vai demorar muito. – Ergo uma sobrancelha.

—Convencido o senhor.

—Eu me garanto. – Fala se gabando.

—Se achando demais para quem não é tudo isso. – O desafio.

—Você não falou isso. – Ele se levanta ficando de cara comigo. Sorrio.

Me levanto e ligo meu celular na caixa de som e coloco uma música com uma batida lenta e sensual, apago a luz deixando só o abajur aceso e volto subindo na cama engatinhando até ele.

Justin me puxa tomando meus lábios aos seus. Me deito e ele fica por cima de mim me dando um dos melhores beijos que já provei. Ele puxa a barra da camiseta que estou usando para cima e a tirando do meu corpo. Enquanto lambe um seio ele massageia o outro e assim vai intercalando, descendo os beijos pela minha barriga até minha virilha, Justin tira sua cueca de mim me deixando completamente nua.

Começa beijando o meio das minhas coxas e vai subindo até chegando em minha vagina, enquanto chupa ele coloca dois dedos dentro de mim, aperto os lençóis e jogo a cabeça para trás gemendo. Deus, ele faz isso tão bem.

Quando sinto que vou gozar ele para tudo me deixando desnorteada, resmungo.

—Você vai gozar, mas em cima do meu pau.

Ele retira sua cueca e me puxa comigo ficando em cima dele. Seguro seu pau e coloco na minha entrada sentando aos poucos, quando chego no final jogo a cabeça para trás gemendo.

—Porra, você é tão apertada.

Começo subindo e descendo devagar e aos poucos vou acelerando, Justin segura em minha cintura me ajudando com os movimentos, quando sinto que ele está quase gozando acelero mais e o sinto gozando dentro de mim.

—Porra.

Justin me puxa me fazendo deitar em cima dele e segura em minha cintura metendo dentro de mim rápido e forte.

Meu Deus do Céus. Que maravilha.

—Céus. – Digo e ele mete mais um pouco e sinto meu líquido se misturando ao seu.

—Caralho. – Ela fala e sai de dentro de mim, me jogo em seu lado recuperando o fôlego.

—Isso foi muito bom. – Falo ofegante.

—Foi.

Me puxando para o seu peito, Justin passa seu braço pelo meu pescoço e me aconchego mais nele, ele pega um lençol e joga por cima de nós os dois.

—É amanhã. – Digo e ele concorda.

—Se prepara, vai acontecer bastante coisa. – Justin fala e me dá um beijo no topo da cabeça.

—Vai, com certeza vai, estou sentindo.

Tomara que essa sensação ruim sobre amanhã seja só algo da minha cabeça.


Notas Finais


Continuo ou paro?
Espero que tenham gostado. No próximo capítulo é o baile, o que será que vai acontecer?
Até o próximo.
XOXO.


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