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História Love at war - Jeon Jungkook - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oie...Olha.. Primeiro fic de terror que faço... Por favor ajudem minha pobre pessoa kkkk...


Boa leitura.

Capítulo 1 - Who are you


Fanfic / Fanfiction Love at war - Jeon Jungkook - Capítulo 1 - Who are you



Mammoth Lakes ( Califórnia )

17 de agosto de 2020

13:30 hrs


Nove anos atrás.


Eu estava no meu quarto brincando de boneca o dia estava nublado, meu pai tinha saído até o mercado e minha mãe estava na cozinha lavando a louça do almoço, eu tinha todo amor que um filho ou filha poderia ter, eu tinha amigos e uma boa vida.

Senti uma outra presença no quarto e direcionei meu olhar por toda parte até chegar na porta do meu quarto onde vi minha mãe parada na porta sorrindo boba ao me ver , me levantei do chão deixando minhas bonecas ali e fui até minha mãe na porta dando - lhe meu melhor Abraço.

Ela era um pouco alta com um 1,70 o quê me fez ficar abaixo de seu peito quando a abracei, seus cabelos era um pouco longos cor de mel, sua boca tinha um tom cereja sem precisar de batom pra isso, cílios grandes, rosto angelical e pele parda, era pra mim a mulher mais linda do mundo.

- Eu te amo coelhinha -esse essa meu apelido por eu ter nascido com dentes iguais de coelho.

- Também amo você mamãe -Sorri para ela que mantinha seus olhos brilhando.

-Bom... hora de tomar banho coelhinha -Fiz uma careta me soltando dela indo para longe da mesma.

-Ain não mãe eu não quero banhar está muito frio -Vi ela sorrir negando com a cabeça.

-Se é assim que você quer tudo bem -Sorri dando pulinhos -mas seu pai volta daqui a 30 minutos -senti um medo enorme e corri para o banheiro.

Meu pai era muito carinhoso porém sabia dar ótimos sermões, raras vezes, mas preferi tomar banho para evitar, assim que senti a água reclamei por estar fria mas depois surgiram as bolhas de sabão e eu acabei por ficar pulando e cantando, brincando de baixo do chuveiro, comecei a pensar em assistir algum filme com meus pais e sorri, o frio já tinha voltado outra vez, me coloquei na ponta dos pés para desligar o chuveiro e depois disso percebi que tinha esquecido a toalha, deixei minha cabeça fora da porta e chamei minha mãe .

-MÃEEEE -ouvi seus passos da escada e logo ela entrou no quarto.

-o que foi? -passou a mão no cabelo logo me fitando na porta do banheiro -esqueceu a toalha de novo? -tentei fazer a cara mais fofa possível e ela sorriu -essa é a última vez! -exclamou me entregando a toalha -Não demore coelhinha, Henry está te esperando na sala - ela saiu do quarto me deixando lá, fui até meu guarda roupa e coloquei um vestido florido que ficou solto em meu corpo de criança, escovei meus dentes, passei perfume e desci as escadas já sentido cheiro de bolo de chocolate, fui direto para cozinha encontrando meu melhor amigo Henry com sua boca toda suja de cobertura de chocolate.

-Você tá muito engraçado de boca suja -ele fez careta enquanto eu e minha mãe sorrimos.

-Tia Lily, seu bolo é o melhor de todos -agora ele chupava seus dedos se melando mais ainda.

-Deixa de ser puxa saco Henry -fui até ele fazendo cara feia arrancando uma gargalhada dele.

-Deixa de ser ciumenta Kaitlyn -Semiserrei os olhos para ele -eu vim até aqui para te chamar para darmos uma volta -olhei para minha mãe com um olhar pidão e ela verificou as horas.

-Esteja em casa antes do anoitecer -Me alertou bagunçado os cabelos de Henry.

-Tá bom mamãe, vamos Henry?! -estendi minha mão para ele que pegou no mesmo instante.

Henry e eu somos amigos desde que me conheço por ser humano nós somos muito grudados ao ponto de nossos próprios pais e amigos dizerem que formamos um belo casal, acho isso um absurdo até porque ele é meu melhor amigo e seria estranho ter algo com ele, as vezes ele é bem nojento sem tocar no fato de eu ter apenas 12 anos, Henry tem 14 mas mesmo assim consegue ser mais infantil que eu.

-Não esqueça sua luva e máscara Kaitlyn -ele me entregou os objetos um pouco preocupada por conta da epidemia que o mundo adotou. Ela passou sua mão direita pela minha trança me fazendo sorrir ao me despedir dela, logo saindo de casa acompanhada por Henry.

O tempo em Mammoth Lakes, estava frio, então coloquei meu casaco, Henry andava pulando pela calçada.

-Hey? Eu quero te avisar sobre a Judy. -pulou para perto de mim fazendo eu parar e encara - lo.

-Então fala ué -mostrei língua para ele.

-Ela quer ajuda -ele parecia resitante em falar.

-Diz logo Henry - Sorri para ele que timidamente balançou seus cabelos cacheados cor de mel.

-Ela quer saber se agente namora -Vi sua expressão mudar e ele baixar a cabeça com as bochechas coradas.

-Henry, não. Eca, porque agente namoraria? -baixei meu olhar para minha mão e fiquei brincando com meus dedos.

-Tem razão, porque eles continuam com isso? -colou seu braço em volta do meu ombro e eu dei uma cotovelada leve nele. -doeu! Sua grossa! -cobri a boca para sorrir e fomos andando para floresta.

Tinha um caminho limpo por conta de nós dois e nossos outros amigos estarmos acostumados a vir para cá, tinha uma casinha no meio da floresta, e não, não fizemos ela, simplesmente achamos e agora usamos ela, ela fica bem dentro da mata, escondida entre as árvores.

-Ouviu isso?? -ele segurou minha mão colocando o indicador na própria boca pedindo silêncio.

-eles já estão aqui? -Sorri soltando minha mão da dele correndo para dentro da casinha encontrando lá os nossos amigos.

-Olha só? Coelhinha você veio -Jimin correu e me abraçou. -Eu senti saudade.

-Deixa de besteira, agente não se vê só faz um mês -Sorri e ele me olhou incrédulo.

-Yah sem coração .

Jimim é coreano, seu tio é o Jin, que eu considero como tio para mim também, ele é muito amigo da minha família, Park Jimin é como um irmão pra mim, Judy é apaixonada por ele, ela tem 14 anos e ele tem 15, mas na minha opnião ele não quer se apaixonar.

Coelhinha -Lindy me abraçou de lado apoiando seu braço em meu ombro, ela era mais alta que eu e gostava de jogar isso na cara.

-Coelhinha? Sério? -uma outra voz se faz presente e eu olho para o lado vendo um garoto parado na porta.

Ele tinha uma pele clara, cabelos lisos e pretos deixando uma franja cobrir seus olhos, mantinha um sorriso sinico no rosto deixando suas mãos no bolso da frente na calça.

-Quem é o Playboy? -Disse tediosa vendo ele levantar levemente a cabeça e me encarar com o senho franzido.

-Playboy? -Ele fez bico me encarando ficando na mesma pose na porta.

-Você é surdo? -Arqueei a sobrancelha devolvendo o sorriso de lado.

-Bom, acho que esse foi um péssimo começo - Jullie entra na sala e minha expressão de menina raivosa muda, fazendo uma garota super meiga aparecer.

-Jii -Vou até ela dando um abraço na mesma.

-Não quer mais saber o nome do Playboy? -Ele olhou para o garoto que ainda estava na porta me encanrando.

-Ué, pra mim o nome dele é Playboy, pronto, acabou o assunto -cruzei os braços fazendo ela sorrir da minha expressão.

-O que o Henry fez pra você? Tá agindo igual criança - todos sorriram.

-Yah ela é uma criança -o Playboy se aproximou me esbarrando fazendo eu cair no chão.

-Desculpa aí idoso! -outra vez todos sorriram, mas dessa vez foi do garoto idiota na minha frente.

-Okay! Foi mal -ele estendeu a mão para que eu pegasse e eu apenas o encarei e levantei sosinha -De nada também -ele voltou a guardar as mãos no bolso da calça.

-Calma aí crianças, ela tem o humor do Yoongi as vezes! -Jimin diz segurando os ombros do "Playboy" na minha frente.

-De novo vão falar desse garoto que não conheço ? -Cruzei os braços altamente irritada.

-Além do humor ela também tem as frases dele -ele revirou os olhos e eu fui para pequena cozinha que avia ali, encontrando Henry sentando na mesa.

-Tá sosinho aqui porque? -Me sentei ao lado dele.

-Você não se deu muito bem com o primo do Jimin, foi engraçado. -ele baixou a cabeça deixando seus cachos caírem para baixo de sua testa.

-"Yah ela é uma criança" -imitei a voz do garoto arrancando risadas altas de Henry.

-Você é doida -ele apoiou a cabeça no meu ombro.

-ainda vai viajar? -Olhei para ele que ficou sério.

-Vocês estão aí? ! -Jimin gritou perto de nós. -Vamos coelhinha, o titio que falar com você.

Revirei os olhos segurando as mãos dele saindo da casinha, Henry estava ao meu lado junto do Jimin e o Playboy estava atrás caminhando em silêncio. Saímos da floresta indo a caminho da casa do tio Jin.


Quebra de tempo.


-Tio, porque o senhor precisa sempre fazer amostra do meu sangue? -Ele se mantinha concentrando com a seringa injetada em mim para tirar um pouco do meu sangue.

-Já perguntou a sua mãe? -Ele tirou a agulha da minha veia e colocou algodão por cima para estancar o sangue.

-Ja, mas ela não me diz -Fiz bico vendo ele sorrir.

-É só pra saber se sua saúde está bem pequena - ele passou sua mãos pelo meu cabelo com tranças -foi você quem fez? -acenti com a cabeça. -ficou bonita -Sorri aliviada e orgulhosa.

-Tio Jinnie -segurei seu braço andando junto com ele para sala - Porque aquele garoto é chato? -apontei para o Playboy que jogava vídeo game na sala.

-pequena, ele só é um menino travesso -Sorriu me acompanhando para fora em direção ao seu carro. -Vamos, já vai anoitecer e sua mãe vai pirar se você não voltar pra casa. -Henry já estava no carro junto com Jimin.

-Não vai ficar lá com seu priminho? -Disse em deboche.

-Como é ciumenta Yah? Eu prefiro ficar com minha maninha -Ele me deu língua e eu sorri colocando o sinto de segurança.

Chegamos em casa antes do anoitecer e meu tio foi para o escritório junto de meu pai e minha mãe.

-Henry, já está ficando tarde não acha? -Jimin o alertou.

-Tem razão, estou de saída. -ele veio até mim e deu um beijo em minha testa. -Tchau coelhinha.

-Bay! -bocejei dando um abraço em Jimin. -Oppa eu estou com sono -Fiz cara de menina pidona e ele sorriu.

-Tá bom, vamos, vou te colocar pra dormir -subimos para meu quarto e ele me embrulhou na cama, e se sentou ao meu lado já sabendo o que fazer. -que história você quer dessa vez? -Sorri o olhando.

-Jimin-ssi, canta -ele depositou um beijo em minha testa.

-Acho que você está doente lindinha, eu não canto! -Ele ligou o abajur pois sabia do meu medo do escuro e saiu do quarto fechando a porta.

Acordei com um barulho na cozinha, levantei da cama e liguei as luzes do quarto indo pegar um roupão por conta do frio, quando viro para frente vejo minha mãe me encarando. Ela estava com seu vestido de dormir ensanguentado me encarando de forma diferente.

-Mamãe? -deixei uma lágrima sair pelo meu rosto, me lembrei que ela sempre me dizia para fechar os olhos e contar até dez, quando abrisse meus olhos eu teria acordado do pesadelo. Fechei meus olhos e me virei de costas para ela contando até dez, assim que terminei a contagem, abri os olhos devagar vendo minha mãe caída no chão e meu pai em pé com as mãos sangrando também, ele tinha acertado a cabeça dela com um vaso de flores e eu corri para seus braços.

-Papai o que tá acontecendo?

Eu era apenas uma criança em um ataque zumbi, tinha acabado de perder minha mãe, alguns de meus amigos, e não fazia idéia de onde Henry estava.

- Filha, fica no carro, não saia daí tá bom? -Ele diz abrindo a porta do carro indo para a casa de um de meus amigos na esperança de achar alguém vivo ali. No outro lado da rua vejo meu vizinho matar sua esposa e fecho meus olhos cobrindo os ouvidos para não ouvir seus gritos por misericórdia-.

- voltei, me desculpe filha. -ele baixa a cabeça e eu caiu em lágrimas por não acreditar que mais uma amiga minha e Tava morta, olho para janela no carro e vejo Judy sangrando na calçada, abro a porta do carro ouvindo meu pai gritar um "não" agudo e assutado. Corro até ela e toco em seu ombro, o que eu não esperava era que ela também estaria transformada, ela pega minha mão com força mordendo aquele lugar e eu sinto como se meu sangue estivesse pegando fogo, alguém dispara um tiro em sua cabeça e eu olho para trás vendo meu pai preocupado, ele cobre a mordida e me leva para casa do meu Tio Jin.

-Isso é estranho! A mordida não faz efeito nela. -meu tio Disse após ver minha mão.


9 Anos Depois


Depois que meu tio Jin, fez vários exames ele descobriu que minha mãe tinha o vírus desde de criança, porém ele não era avançado, assim que eu nasci o vírus veio para mim também, esse foi um dos motivos para a mordida da minha amiga não ter me transformado em um ser carnívoro, desde então nos escondemos debaixo da terra, nada é seguro, temos nossa própria família, criamos nossa família, com todos os que  achamos e salvamos. Meu pai me ensinou a me proteger, do grupo eu sou a melhor de mira, depois de meu pai é claro, meu tio me ensinou o base sobre curativos, conheci Namjoon, irmão do Jin, ele me ensinou e ser calma em momentos de desespero, saiu em caçada com os meninos, precisamos sair de semana em semana para garantir nossa comida e bebida. O grupo de caça está dividido assim.

Eu, Jimin e Hoseok / Yoongi Namjoon e meu pai.

Somos os únicos que saem pra caçar, cinco anos atrás achamos o Taehyung, desde então ele faz parte da família , mas deixamos ele com o Jin pois o mesmo é muito bom em experiência químicas, temos a Taityn, ela cuida das crianças que achamos. E somos apenas esses, o resto morreu no decorrer do tempo, eu sou imune em visão aos zumbis, meu tio descobriu que só fui atacada quando mais nova porque o vírus ainda não estava tão forte em mim, agora ele já pode ser sentido pelos outros, eles não me vêem como humana ou melhor como "comida", o que facilita para matar eles.

Meu pai estava outra vez tentando ensinar o Taehyung a atirar , sorri ao ver a sena, ele tenta fazer isso a tempos, o Taehyung não aprende, Jimin senta ao meu lado me dando um copo de cerveja.

-Um brinde a perseverança de meu pai! -Ele sorriu e brindou comigo logo seguida virando o copo junto comigo. -saiu escondido para pegar cerveja outra vez? -Ele baixou a cabeça sorrindo.

-O seu pai não sabe que você sai de madrugada para casar refugiados, então -Ele levanta coloca o dedo na boca -shiii, nosso segredo -bato em seu ombro indignada.

-Hora da caçada! -Hoseok aparece atrás de nós com um sorriso no rosto!

-Você é bem psicopata né? -encaro o mesmo sorrindo.

-Eu amo matar esses bixos -Ele se alonga sorrindo e eu empurro o mesmo bagunçado seus cabelos vermelhos.

-Vamos -Jimin correu para pegar as armas e eu fui atrás.

-Calmem aí crianças, estejam de volta .. -interrompo meu pai.

-Antes do amanhecer, já sabemos papai -seguro os ombros dele sorrindo. -Ele pega  meu canivete e me entrega.

-Quando você cresceu tanto assim? -segurou minhas tranças e eu sorri pegando meu calibre o guardado na cintura.

Saímos do armazém de baixo do solo Onde estávamos e fomos rumo a floresta para ir para cidade, estava nevando, eu amava a neve, não conversamos durante o caminho, era mais seguro assim, já sabíamos o que fazer, passamos da floresta indo em direção às ruas, procurando algo vivo que não sentisse fome de gente, escuto um tiro e olho para o lado vendo Hoseok sorrindo por ter acertando um zumbi.

-Tá doido? -ralho com o mesmo.

-Yah qual é? -assim que ele caminhou a frente um zumbi foi em sua direção e eu como uma boa amiga atirei minha faca na testa do bixo vivo morto, fazendo ele cair de boca aberta no chão.

-de nada! -Disse assim que cheguei perto dele pegando minha faca na cabeça daquela coisa -presta mais atenção Hope.

Fui andando para frente, até decidimos nos separar.

Fui andando pelo rumo leste, entrei em um caminho de terra com pouca neve, tinha marcas de sapatos ali, zumbis não deixam pegadas assim! Segui as marcas do chão até sentir uma corda segurar meu pé e meu corpo subir para o ar.

-MAS QUE MERDA??? -Espraguejei puxando/curvando meu corpo para meu pé amarrado a corda no tronco de uma árvore, puxei meu canivete do sapato e cortei a corda caindo de costas no chão, fiquei sem ar por sete segundos depois respirei fundo me arrastando para pegar minha arma perto de uma pedra, assim que ia alcançar ela com minha mão, alguém se abaixa em minha frente pegando a arma e me encarando, viro meu corpo pra cima tentando raciocinar, aquilo não era um zumbi, quem diabos era aquele cara.

-Esta perdida? Donzela? -Ele ainda estava na mesma posição.

-Cale essa merda de boca -Digo ainda sem fôlego.

-O que você disse? -Ele levanta e segura meu braço me carregando como um saco de areia.

-Me solta seu ridículo - dou tapas na costa dele e ele sorrir, ele estava me testando, jogo minha perna por cima de seu pescoço trazendo meu corpo inteiro para trás dele, empurro ele para frente puxando minha arma de sua sintura. -Quem é você?  

Engatilho a arma encarando ele.

-Atirar? Você vai atirar? Nossa, que medo! -sorriu provocativo e chutou minha perna me fazendo cair para o lado, ele joga a arma para longe e segura meus pulsos pra cima. -Meu nome é Jungkook.





Notas Finais


Eai???


Gente... Me perdoem se tiver algum erro tá bom?? Bom... Por hoje é isso...

Eu espero muito que tenham gostando.


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