História Love Between Brothers - Capítulo 50


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Categorias Originais
Tags Kashii
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, me desculpem pela demora em postar novos capítulos. Espero que gostem.

Capítulo 50 - Vinte e Dois


Cinco anos depois...

Cinco anos se passaram, atualmente estou com vinte e dois anos e Tae com vinte e um. Há quatro anos eu entrei na faculdade dos meus sonhos, arquitetura. Eram quatro anos de curso, e como esse era meu sonho desde muito novo, não poupei esforços para que essa fosse minha nova carreira. Eu tinha acabado de entrar na vida adulta e basicamente não sabia quase nada dela, a não serem as experiências vividas por mim nos anos anteriores.

No inicio do meu curso, em meu primeiro semestre, eu aprendi o conceito detalhado de arquitetura e também a sua história. No segundo semestre eu já aprendi sobre técnicas que deveriam ser usadas nos desenhos, quando e onde deveriam ser usadas nas plantas que seriam feitas por nós. No terceiro semestre aprendemos a fazer maquetes, sim, maquetes. Ensinaram-nos quais materiais deveríamos usar como deveríamos fazer uma maquete apresentável para apresentar novos projetos e seminários. No quarto semestre já estávamos desenhando plantas de variados tipos de moradias, dentre outras infraestruturas.

Continuei indo as sessões no consultório do Dr. Oliver, ele realmente me ajudou muito e graças a ele e também muitos esforços meus, e obviamente com esforços de Tae e Yumi eu consegui superar meus traumas da infância e adolescência. Consegui obter uma vida mais saudável. Consegui melhorar os sintomas da depressão, ansiedade dentre outros distúrbios que me afetavam bastante. De certa forma consegui perdoar Matthew pelos seus atos e as coisas que ele fez comigo e isso realmente ajudou em bastante coisa. Meu relacionamento com Yumi melhorou muito, consegui ver que ela realmente tinha mudado e que apenas queria nosso bem acima de tudo e isso me deixa muito feliz, feliz em saber que tem mais alguém além de mim que o Tae pode pedir ajuda ou chorar no colo quando acontecer alguma coisa. Fico feliz em saber que quando eu for embora ela vai estar lá cuidando dele exatamente como eu cuidava dele.

Quando terminei a faculdade eu basicamente já havia arrumado um emprego. Por conta de meus esforços, vários professores, mestres e doutores, enviaram cartas de recomendações para vários lugares diferentes, todos com ótimas condições e ofertas a oferecer. Uma das cartas fora enviada para Dublin, na Irlanda. Eles me contataram, suas ofertas eram excelentes, o salário era muito bom mesmo que eu não estivesse ligando tanto para isso já que eu queria somente trabalhar com o que eu gostava realmente. E depois de tantos anos eu consegui realizar meu sonho. Mas tinha um problema... Tae.

Eu não podia simplesmente deixá-lo aqui, mesmo ele dizendo que eu poderia ir e que não haveria nenhum problema. É claro que teria problema, eu deixaria o amor da minha vida aqui enquanto eu estou distante. Não poderia vê-lo frequentemente, não poderia abraçá-lo, beijá-lo, ou apenas observá-lo por longos minutos. E, além disso... Eu sentiria sua falta.

Pedi ao departamento de arquitetura de Dublin que adiasse minha ida até que eu pudesse resolver meus problemas e me decidir perfeitamente, eles me deram cinco meses para preparar tudo. Eu poderia ir para qualquer outro departamento aqui mesmo, mas todos ficam em outros estados, de qualquer forma nós ficaríamos distantes um do outro, mas mesmo assim poderia viajar e vê-lo com bastante frequência até e também não ficaria muito caro. Então, se passaram três meses e eu não tive coragem de falar com Tae sobre isso. Simplesmente tinha a impressão que ele sentiria que eu estava deixando-o sozinho, que estava em busca de outras aventuras e o deixando de lado, que eu simplesmente estava o descartando-o da minha vida depois de todos esses anos.  

Depois de todos esses anos... Nosso amor continua o mesmo. Tudo continua a mesma coisa, não, a mesma coisa não. Tudo se tornou mais forte, mais intenso e verídico. Mas eu ainda posso afirmar com toda a certeza que eu ainda amo ele. Exatamente como antes.

No primeiro mês que se passara, eu e Tae estávamos deitados em nossa cama. Ouvíamos música em volume baixo. Tae acariciava meu rosto e eu pousava uma de minhas mãos em sua cintura, olhando profundamente em seus olhos. Observando o quanto ele tinha crescido, como sua aparência também tinha mudado bastante. Seu cabelo havia crescido e ele usava o mesmo corte de sempre, seu corpo se definiu por inteiro também com a ajuda dos exercícios que ele realizava. Ele parou de crescer aos dezoito anos e hoje está com 1,85, ele continua um pouco mais alto que eu, mas nada que seja muito visível. Ele continua lindo, mais lindo do que anos atrás... Seu sorriso parece que fica mais belo e brilhante a cada dia que se passa.

 

_ Sabia que mesmo depois de todos esses anos eu continuo te amando? – Perguntei.

_ Sabia. – Ele sorri. – Eu também te amo.

_ Posso perguntar uma coisa?

_ Pode sim.

_ Já pensou em ter uma família?

Ele deixa sua boca entre aberta e nada sai da mesma. Seus olhos se arregalam e me observam. Até que ele responde.

_ Mas... Nós já somos uma família. – Ele diz ainda confuso.

_ Não Tae. – Começo a rir. – Estou falando de outro tipo de família...

_ Tipo... Filhos? – Vejo um sorriso em seu rosto.

_ Sim. Tipo filhos...

_ Já pensei sim. Mas... Por que essa pergunta agora? Tá querendo me engravidar é? – Começamos a rir.

_ Seu idiota. Eu só queria saber mesmo. Nunca... Nunca conversamos sobre essas coisas.

_ Ah sim...

Um silêncio paira sobre nós. E nossos olhares se desviam.

_ E você? – Ele pergunta.

_ Eu o que?

_ Já pensou em ter uma família, comigo? – Ele olhou para baixo.

_ Sim. Sempre pensei em nós dois cuidando de uma criança... Brincando. Cuidando. Amamentando. Sempre pensei nisso.

_ Nossa... – Olhei para ele e vi suas bochechas coradas.

Coloco minha mão em seu queixo e o viro para mim. Fazendo com que ele me olhasse fixamente. Aproximo-me e deixo um beijo em seus lábios.

_ Eu te amo. E um dia vamos ter nossa família... Tá bom?

_ Eu também te amo. Tá bom.

_ Prefere menino ou menina? – Ele perguntou.

_ Prefiro uma menina. E você?

_ Também. Qual nome?

_ Eu... Eu gosto de... De Maressa... E você?

_ Eu gosto de... De... De Anne.

_ Prefiro Maressa.

_ Anne.

_ Maressa!

_ Anne!

_ Tá bom, vai ser Maressa. – Começo a rir e ele faz bico, mas acaba rindo junto a mim.

_ Maressa... – Ele diz com um tom doce e com um leve sorriso nos lábios.

 

Dois meses depois dessa conversa...

Depois de tanto tempo adiando o assunto da viagem, eu estava ficando sem tempo. Então tomei coragem para encarar Tae e dizer o que estava acontecendo de verdade, já que eu havia inventado várias coisas, escondendo assim o motivo real de eu não ter ido viajar ainda. Ele estava no último ano da faculdade de psicologia dele, ele estava batalhando bastante para conseguir terminar logo e, além disso, ter ótimas cartas de recomendações. Esperei com que ele chegasse da faculdade para que eu pudesse conversar com ele e explicar tudo a ele. Yumi estava trabalhando e voltaria tarde, pois havia pegado um horário extra no escritório onde ela trabalhava. Depois de longas horas sentado no sofá, pensando exatamente no que eu iria dizer a ele, pensando em como seria ruim ficar longe dele, mas como aquele lugar seria o local onde eu iria realizar meu sonho de adolescência e também infância. Ele finalmente chega. Olho para a porta e ele sorri assim que me vê. Continuo sentado e ele vem até mim, sentando-se em meu colo. Ele me beija e me olha.

_ O que foi?

_ Por quê?

_ Você parece preocupado, aconteceu alguma coisa?

_ Na verdade... Sim.

_ O que aconteceu? – Seu semblante assume uma forma preocupada.

_ Precisamos conversar sobre meu trabalho.

Ele se levanta e se senta ao meu lado no sofá. E me observa, esperando que eu fale algo.

_ Lembra que eu lhe contei das cartas de recomendações que meus professores enviaram para vários lugares?

_ Sim.

_ Uma das cartas foi enviada para Dublin, na Irlanda... E as ofertas deles são muito boas... Eles iram me fornecer uma moradia, o salário é muito bom, eu teria dias de folga nos dias que eu decidir... Eles pagariam minha passagem... Dentre outras coisas... E, além disso, esse é meu sonho desde quando éramos pequenos, você sabe disso...

_ Sim... Eu sei... Mas... Não é muito longe? – Seu semblante ficou triste e sem brilho.

_ Sim, é sim... Muito longe...

_ Sami... Eu... Eu nem sei... O que dizer... Sei lá. – Ele olhou para o chão, observando seus pés.

_ Eu sei... Eu deveria ter falado sobre isso antes. Eles me deram cinco meses para me decidir e ver se era realmente isso que eu queria... E já se passaram três meses e eu não tive coragem de dizer isso a você, não tive coragem de dizer que estava te deixando aqui... E indo para um lugar muito distante daqui e que eu nem saberia quando eu iria voltar... Se eu voltasse.

_ Sam. Para com isso. Sabes que eu não sou egoísta. Eu só quero ver você bem, eu quero sim ficar ao seu lado em todos os momentos e se for pra ver você realizar seu sonho, mesmo que seja bem longe de mim... Eu não me importo... Porque pelo menos vou saber que você está bem. E está fazendo o que você realmente quer.

_ Mas eu não quero deixar você. Não quero deixar nossa mãe. Vocês são as únicas pessoas que eu tenho. Minha família. Você é meu namorado, irmão, melhor amigo... Eu não sei o que fazer... Por um lado eu quero ir e por outro eu quero ficar aqui. O que você acha que eu devo fazer?

_ Eu acho que você deve ir. – Ele disse enquanto olhava diretamente dentro de meus olhos.

_ Você quer que eu vá?

_ Sim. E quero que você seja o melhor arquiteto que já existiu. E quero que você esteja feliz com o que você esteja trabalhando.

Meus olhos encheram d’água e eu o puxei para mim. O abraçando fortemente e o apertando contra meu peito com toda a força que eu tinha naquele momento. Ele também fez o mesmo. E assim deixei com que as lágrimas caíssem e escorressem pelo meu rosto. Meus olhos começaram a arder, meu coração se apertou e ficou dolorido. Os batimentos se intensificaram. Lágrimas mornas desciam como fogo pelo meu rosto. Minha cabeça doía e latejava. E em meu pensamento uma pergunta estava exposta: Será que estou fazendo a coisa certa?

E depois de longos minutos envolvidos nos braços um do outro, então minha ficha cai que eu irei para um lugar muito distante de onde eu estou agora. Um local muito distante da pessoa que amo. Das duas únicas pessoas que eu amo. O aperto mais contra meu corpo. Afasto-me e o beijo fogosamente.

E agora eu teria de conversar com minha mãe sobre minha ida à Dublin. Assim que ela chegasse, eu e Tae sentaríamos com ela e explicaríamos tudo. Realmente espero que ela entenda meu lado e que seja gentil com minha escolha. E principalmente que ela saiba que eu não estou abandonando eles, apenas estou me afastando temporariamente e assim que der eu voltarei para vê-los novamente.

 

Algumas horas depois...

Assim que eu e Tae conversamos e depois daquele longo abraço. Fomos para a cozinha, pois já estava quase na hora do jantar e também da chegada de Yumi. Cozinhamos o jantar costumeiro sem nada de especial. Quando terminamos, fui para o sofá e me deitei. Depois de alguns minutos Tae volta depois de ter lavado a louça e se deita em cima de mim. Ele pousa sua cabeça sobre meu peito e eu passo meus braços sobre ele, o abraçando.

_ Enxuga a louça depois, por favor? – Ele diz.

_ Tudo bem amor.

_ Ok.

Depois de meia hora ouvimos um barulho na porta, ela nossa mãe. Ela aparentava estar bem cansada e feliz ao mesmo tempo. Tae se levanta e em seguida eu também me levanto, assim que ela nos ver, ela sorri e se aproxima de nós. Ela se senta ao nosso lado e nos observa.

_ Oi meninos. – Ela sorri.

_ Oi mãe. – Falamos juntos.

_ Tudo bem?

Tae e eu se entre olhamos. Solto um suspiro, tomando coragem para conversar com ela sobre isso.

_ Preciso contar uma coisa a você.

_ O que aconteceu?

_ Eu... Eu recebi uma proposta em uma empresa, para que eu trabalhe para eles.

_ Sério? Nossa que ótimo Sam! – Ela diz alegre.

_ Sim... Mas tem uma coisa... – Seu sorriso murcha.

_ O que?

_ A empresa é em Dublin, na Irlanda...

_ O QUE!? COMO ASSIM??

_ Mãe! – Tae diz.

_ Ok. – Ela fechou os olhos e se levantou e ficou andando em círculos. Até que ela para, suspira e olha para nós.

_ Tudo bem... Eu... Eu me precipitei... Eu não quero ser egoísta. Eu quero... Eu quero ver vocês bem e fazendo o que vocês querem. Eu... Eu estou muito orgulhosa filho. – Ela se aproxima se abaixa em minha frente e beija minha testa. E passa as costas de sua mão em meu rosto.

_ Eu te amo filho.

_ Eu também te amo mãe.

Ela me abraça e percebo que ela começou a chorar. Retribuo o abraço e ela me aperta em seu peito.

_ Vamos comer gente! – Tae diz.

_ Seu estraga clima! –Digo.

_ Sorry, sorry.

_ Vamos comer meninos.

Fomos para a cozinha e nos servimos. Sentamos-nos à mesa e comemos. Depois de muita conversa e risadas. Terminamos de jantar, Yumi foi tomar seu banho e ir dormir, pois se encontrava bastante cansada. Eu lavei e enxuguei a louça enquanto Tae estava sentado à mesa me observando. Assim que termino, ele se levanta e pega minha mão, nossos dedos se entrelaçam. Ele me guia até nosso quarto, assim que entramos ele solta minha mão e começa a tirar sua roupa, o observo até que ele pede para que eu também tire a minha, e eu o faço.

Quando nos encontramos despidos, ele pega minha mão novamente e me leva até o banheiro. Abre o Box e nós entramos. Ele fecha o Box atrás de si. Ele liga o chuveiro. Empurra-me para debaixo da água que caia me entrelaça com seus braços e me beija. Ele passa sua mão pelo meu peitoral, depois meu abdômen até chegar a meu membro. Ele o pega com sua mão firme, e começa a movimentá-lo. Solto um gemido. Ele começa a aumentar a velocidade e força. Meus gemidos começam a se intensificar. Ele para, e eu pego seu membro e começo a masturbá-lo. Faço do mesmo modo que ele, aumentando cada vez mais a velocidade. Até que ele goza em meu abdômen, a água cai e limpa meu abdômen. Ele se vira e eu o penetro com meu membro. Começo a estocar lentamente dentro dele, e assim vou aumentando a velocidade. Ambos começam a gemer. E depois de alguns minutos, acabo gozando dentro dele. Tiro meu membro de dentro dele e água cai sobre ele o limpando. Passo a mão no orifício de Tae o limpando. Ele se vira para mim, seu rosto está corado. O beijo. E assim tomamos nosso banho. Saímos do banho e fomos para o quarto, nos vestimos e nos deitamos para dormir, pois já era muito tarde.

_ Boa noite Sami. 


Notas Finais


Talvez eu esteja demorando a postar porque estou corrigindo diversos erros que se encontram na história. E também porque as vezes acontecem algumas coisas que não me deixam apta para trabalhar.


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