História Love By Mail (Vmin) - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Hopemin, Hoseok, Jimin, Jin, Taehyung, Taejin, Vmin, Yaoi
Visualizações 98
Palavras 1.604
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura! ^ ^

Capítulo 8 - Não agora


Fanfic / Fanfiction Love By Mail (Vmin) - Capítulo 8 - Não agora

Jimin 

 

Eu não sei explicar o tamanho que aquela cama ficou ontem, quando me deitei sobe ela e senti todo aquele vazio... 

Antes, ela tinha o tamanho exato para mim. Mas, depois que ocupei todo o seu espaço, aquela noite louca, tudo mudou.   

Quando dei por mim, estava caminhando para o closet com cobertas e tudo, me acomodando naquele boneco e sentindo todos os meus músculos estranhamente relaxarem só de colar meu corpo ao dele. 

Eu não devia me deixar gostar disso. - Quantas vezes vou ter que repetir a mim mesmo que aquilo não era real? 

Mas a essa altura do campeonato, apenas dormir agarrado a ele, era o menor dos meus feitos.  

 

 

§§ 

 

 

Taehyung 

 

 

Eu quase perdi a noite inteira de sono, o admirando dormir.  - Ele é tão bonito, que chega dói.  

Suas palavras ainda rodavam minha mente e já estava me acostumando com a ideia de que mesmo se eu não tomasse coragem para ir embora logo, ele mesmo daria um jeito de sumir comigo.   

Ou não... - O que seria pior, porque aí, eu, teria de deixá-lo.  

Pensando bem, isso deveria ser o certo, não é? Então porque não sinto isso? 

Me endireitei assim que senti os movimentos do seu corpo, levemente despertando.  

Ele agarrou meu corpo, abraçando minhas costelas, enquanto enterrava mais seu rosto em meu peito, ainda de olhos fechados... - Ele ainda estava dormindo? 

Fiquei esperto e apenas permaneci imóvel.  

De repente, ele saltou do meu colo, abrindo os olhos bruscamente, jogando a coberta para longe de nós.  

- Que dia é hoje?! - Ele perguntou a si próprio, antes de sair do closet desesperado.  

Eu quis rir da cena toda, enquanto com a porta aberta o via correr de um lado para o outro na casa, tombando algumas coisas, até finalmente olhar o celular e descobrir que já era sábado.   

- Aishh... - Ele resmungou, passando as mãos no rosto e caminhando para o banheiro com os ombros caídos.  

Espera! Ele ficaria em casa o dia todo hoje? - Pensei, um pouco assustado com a ideia.  

Minutos depois ele saiu do banheiro, vestindo uma camisa enorme, escondendo sua box preta, mas deixando suas belas pernas de fora.  

Eu secaria a baba que escorria de meus lábios, se pudesse. 

O vi fazer uma sequência de alongamentos, estralando o corpo todo, tenso do cansaço da semana inteira.  

Eu sei que ele trabalha em algum lugar alimentício, pois já o vi diversas vezes, anotações no bloquinho colado a geladeira, marcando datas e tarefas que só podem ser feitas em um restaurante ou lanchonete. - Também sei que faz alguma faculdade, provavelmente depois do serviço, pois sua mochila sempre parece tão cheia e pesadas – me surpreendendo em uma noite que o vi tirar um tanto de livros enormes de lá.  

Ele só vive correndo, apressado, cansado. Eu queria poder algo para o deixar mais leve... Uma massagem? Quem dera.  

Ele saiu do quarto e ouvi um som sendo ligado. A música era conhecida, mas não condizia com o que ele queria viver.  

Era Dear No One - Tori Kelly”. 

Esperei por mais alguns minutos, sofrendo com aquele som e suas palavras ecoando em meu ouvido, refletindo em meu coração maltratado. - Até ele finalmente retornar ao closet, pegando meu corpo e levando para a sala, onde me colocou sentado no sofá.  

Ele pegou uma tigela com cerais e sentou ao meu lado, ligando a tv e apenas comendo.  

Eu não estava com fome. Não costumo comer àquela hora. Por isso pude ficar tranquilo quanto ao meu estômago. - Mas na primeira oportunidade que tivesse, comeria algo. 

Ele via um desenho na tela, eram dois ursinhos amigos, fazendo coisas idiotas. E quase morri de fofuras quando ouvi sua risada pela primeira vez. Era o som mais doce e gostoso que já escutei...  

Na segunda palhaçada ele se jogou em mim, tombando a tigela cheia em nós dois, sem conseguir parar de rir ainda mais alto. - Quando conseguiu se controlar, pode ver a baderna que fez, molhando nossas camisas com o leite e cereal que comia.  

- Oh, droga. - O ouvi resmungar, se levantando e colocando a tigela na pia antes de voltar e parar em minha frente, tirando a camisa dele primeiro, me deixando tonto com seu corpo delicioso bem na minha cara.   

Que maldade...  - Pensei engolindo quadrado enquanto ainda tentava ficar imóvel sendo encarado por seus olhos lindos.  

Ele se aproximou de mim e removeu a minha camisa, parecendo também ter ficado afetado ao se deparar com minha pele exposta.  

Um calor intenso tomou aquele lugar e sei que ele também sentia tudo aquilo...  

Eu sei que sim...  

Era visível em seus olhos, ainda nos meus...  

Mas meu coração quase saiu da caixa do peito quando o se jogou em meu colo, sentando em meu membro já duro por ele, e me surpreendendo ao tocar seus lábios nos meus.  

Que tortura...  

Tive de continuar imóvel enquanto ele pela primeira vez beijava minha boca, e daquela forma... - Ele parecia tão sedento... Eu queria tanto poder dar tudo o que ele queria e merecia ter.  

Mas que droga! - Praguejei mentalmente quando o ouvi arfar em meio a um beijo, afetado com sua ereção, agora já formada, sendo prensada por minha barriga e a dele, enquanto não deixava um centímetro sequer de distância entre nossos corpos. 

Eu perco a linha com ele, já aceitei isso em mim. Só não aceito a situação em que estou. Eu o quero... Mil vezes repito que o quero, tanto...  

Ele rebolou em meu colo e quase salivei por sentir seu quadril se esfregar daquela forma em meu membro desesperado por ele. - Mas então me surpreendi quando ele pareceu segurar um gemido na garganta, ficando vermelho pelo que sentia, antes de tombar a cabeça em meu ombro, rindo fraco.  

- Não posso fazer isso... - Ele disse baixinho, sorrindo contra minha pele. - Muito menos aqui. - Completou, se afastando um pouco de mim, agora encarando meu rosto, me mostrando um sorriso perfeito.  

Como posso ficar tão bobo assim por alguém que nem conheço direito?  

- Minha vizinha. - Ele sussurrou, apontando para a parede a qual o sofá estava recostado, atrás de mim. - Ela me parou ontem, pra dizer que ouvi tudo que fiz com você.  

Que fizemos. - O corrigi mentalmente, enquanto escutava sua risada gostosa mais uma vez, recostando a cabeça novamente em meu ombro e ficando assim por alguns segundos.   

- Preciso fazer aquela carne no congelador. - Ele disse aleatoriamente, antes de se levantar e me deixar sozinho enquanto caminhava para a cozinha.  

Eu ainda me sentia bobo pelo ocorrido. Ele visivelmente parecia ter mudado de ideia, se comparado a ontem. Parecia tão bem e tão renovado.  

E, o que foi aquele beijo?! 

Meu coração ainda estava acelerado demais e isso só tinha uma explicação: Eu estava me apaixonando por aquele garoto.  

Mas, parei de sorrir ao imaginar que apenas sofreria outra vez por não o ter. - Afinal de contas, isso não pode durar para sempre e, nem imagino o quanto sua reação poderá ser horrível, assim que descobrir tudo...  

Não consigo pensar que simplesmente poderia dar sorte no amor dessa vez... - Mesmo assim não consegui segurar um pequeno sorriso que atravessou meus lábios. 

Congelei, rapidamente ficando imóvel, quando o vi voltar, algum tempo depois, pondo a mesa, a comida que havia preparado. - O cheiro despertou minha fome e segurei uma careta, quando meu estomago queimou.  

- Preciso lavar as mãos. - Ele disse a si mesmo, antes de caminhar até o banheiro. 

Rapidamente me levantei e roubei umas carnes de seu prato, enfiando tudo na boca de uma só vez, antes de correr de volta para o sofá e ficar imóvel.   

Ele voltou, agora secando as mãos no tecido da roupa, antes de parar no ar, quando ia se sentar, assim que observou o prato tão pobre de carne.  

- Oh – Ele resmungou confuso, se erguendo novamente, antes de pegar o prato e caminhar para a cozinha, me fazendo ser rápido em terminar de mastigar e engolir tudo.  

Minutos depois ele retornou com o prato novamente cheio nas mãos, se sentando a mesa mais uma vez. - Ele parecia faminto e comeu tudo bem rapidamente.  - Na cozinha, lavou tudo o que sujou para preparar o almoço e voltou ao banheiro para escovar os dentes.  

Eu só queria que ele voltasse para meus braços agora, e olhava na direção do cômodo onde ele havia entrado, ansioso para o ver surgir, com aquele sorriso lindo.  

Mas tive toda minha atenção roubada quando ouvi barulhos de passos, vindo do outro lado da porta, fora do apartamento.  

 Se for aquele vizinho babaca, eu juro que jogo todo esse disfarce para o ar e simplesmente rebento ele! Não vou deixar que faça nada a Jimin. - Mesmo que isso custe minha presença nessa casa, pois ainda não sei como poderia reagir a isso.  

Alguém tocou a campainha e juntei as sobrancelhas encarando a madeira da porta, antes de me posicionar, ouvindo os passos de Jimin, andando rapidamente até onde eu estava.  

- Preciso esconder você. - Ele sussurrou, antes de me arrastar para o closet, fazendo meu coração doer de preocupação assim que fechou a porta, encarando meus olhos, sumindo de meu campo de visão, logo depois.   

- Já vou! - Ele gritou, agora longe de mim. 

Fechei meus olhos, respirando fundo, enquanto travava o maxilar de nervoso. E, mesmo apenas atento ao que poderia escutar, me posicionei com a mão na porta...    

Eu espero muito que eu não tenha que fazer isso... Não agora. 



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