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História Love Coffee - Capítulo 2


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Notas do Autor


Hummmmmm olá!!!!! Aqui está mais um capítulo 🤧🤧🤧💕 esperamos que vocês estavam tendo um bom final de semana!
🤗🍁Uma boa leitura a todos! 🍂

Capítulo 2 - Researching Your Past


Naquela mesma noite, Alec foi colocar seu filho para dormir como em qualquer outro dia.

Ele deu um banho no pequeno, o vestindo com um pijama das tartarugas ninjas, seu desenho preferido, e o colocou na cama… praticamente o escondendo com o edredom com tema de estrelas.

Como todas as noites, Max o pediu para contar uma história, normalmente ele escolheria um dos contos da prateleira infantil, mas Alexander realmente se sentiu particularmente inspirado naquela noite, então ele sorriu e se encostou no filho, suas pernas se estendendo por cima da coberta. 

A história sempre começava com um “Era uma vez…” ele amava começar assim, deixava as coisas menos reais para ele e mais fantasiosas para si mesmo. Era uma vez, nos tempos modernos, um príncipe e um plebeu que trabalhava em uma cafeteria onde ambos se conheceram… eles se tornaram amigos e, mesmo eles sendo tão diferentes, eles se apaixonaram, tendo assim que enfrentar vários desafios com os pais do príncipe por ele ser um mero plebeu, cujo a sua unica posse era uma loja de café e uma não grande propriedade cheias de animais. Mas o amor deles fez com que eles conseguissem passar por todas essas tribulações e no final formarem uma linda família com um casal de filhos.

Um final feliz.

Alexander gostou do sorriso emocionado que Max lhe lançou ao fim da história, mesmo que sonolento.

— Papa que histolinha linda. — Max murmurou com um sorriso em seu rosto, trocando um pouco as letras como sempre acontecia quando estava com sono.

— Sim, é uma história muito linda, meu pequeno. — Murmurou em resposta, afundando o nariz nos cachos escuros e macios do cabelo do filho. Max cheirava levemente a camomila e capim limão.

— Papa, o que você acha do meu amigo Magnus?

— Por que você considera Magnus como seu amigo?— Alexander perguntou, mal se movendo, Max era um calor confortável ao seu lado, mas ele estava curioso com o questionamento.

— Tia Lydia disse que amigos xão as pessoas que te fazem sentir bem e feliz e bem .. Magnus é isso pra mim. — Max explicou, rápido e simples como Alec já deveria ter se acostumado. Mas céus… era tão fofo!

— Isso é verdade, pequeno. — Alec confirmou, beijando o topo da cabeça do filho antes de começar a cantarolar baixinho, ninando o filho até o sono. 

Apenas quando Max finalmente relaxou ao seu lado é que Alec se permitiu sair da cama, diminuindo a luz, sem realmente apagar, e saiu do quarto. Ele seguiu sua rotina normal, a mesma que ele fazia todas as noite… tome um banho, escove os dentes, vista um pijama agradável, deite e durma.

Infelizmente ele teve problemas com a última coisa. Dormir não parecia ser tão fácil, não quando o rosto de Magnus aparecia em sua mente, o instigando a ficar acordado e pensar no quão intrigante o outro homem era. Ele decidiu tomar isso como um sinal do universo para ele se levantar e pesquisar mais sobre o empresário.

Ele fez exatamente isso.

Alec encontrou coisas realmente interessantes sobre Magnus, que aparentemente era novo, mas que ao mesmo tempo já era formado em algumas áreas de bastante peso como administração, economia, design e por último uma faculdade de moda. Magnus não era alguém pequeno, ele era uma pessoa com muitas posses e sucesso.

As revistas e reportagens diziam que seu patrimônio líquido era bem alto. Haviam também pesquisas que apontavam o pandemônio como o clube noturno mais visitado e famoso dos Estados Unidos. 

Magnus também era fundador da marca Bane, uma marca de roupas e calçados bastantes famosos, que inclusive chegava ao patamar da Prada, Gucci, Chanel e Armani. Sua irmã Izzy amava as roupas e calçados Bane, ela iria ficar encantada quando soubesse que ele conheceu o dono de tudo isso… não que ele vá ativamente falar sobre Magnus com sua irmã, claro. Não havia motivos para isso, mesmo que Magnus realmente fosse uma pessoa impressionante. 

Quase que automaticamente ele jogou o nome de Magnus na busca de imagens, onde ele encontrou fotos do empresário com Camille, que com uma pesquisa a mais ele descobriu que ela é uma modelo famosa da Prada e que a mesma teve um relacionamento de dois anos com Magnus, os tabloides apontavam que eles se separaram por traição da parte da loira com Wooley Scott… Alexander não conhecia muito dela para descobrir se era verdade ou mentira. 

Ele também encontrou fotos de Magnus com seus amigos no seu aniversário no pandemônio, que de algum modo foram tornadas públicas, e até mesmo algumas fotos com uma garotinha, que deveria ter uns cinco ou quatro anos, que ele supôs que devia ser a afilhada dele. Alec sorriu quando aleatoriamente encontrou algumas matérias falando sobre as doações que Magnus fazia para orfanatos e hospitais em diversos pontos da cidade, assim como clínicas de reabilitação e clínicas veterinárias.

Talvez tenha sido a luminosidade do notebook no quarto escuro ou apenas o seu corpo exigindo algum descanso, mas ele finalmente sentiu sono. Alexander deixou o notebook de lado, apenas o empurrando para baixo do travesseiro oposto antes de deitar sob as cobertas macias e quentes, facilmente adormecendo com um último pensamento: “Magnus não é alguém ruim, não mesmo. Ele é uma ótima pessoa… talvez… talvez não seja apenas Max que… ”


 **


Haviam dias piores do que outros… Magnus, sinceramente, se sentia em um dia meio merda, bem, ele se sentia uma merda em geral e não sabia exatamente como conseguiu se arrastar para fora da cama e se arrumar.

Ele não ficaria surpreso se os outros clientes da sua loja de café favorita não saíssem correndo ao vê-lo entrar como um zumbi. Magnus gostaria de ter dormido mais, mas seu trabalho não seria feito em um passe de mágica e ele teve que trabalhar em pelo menos metade da papelada da boate.

Não ajudava nada que antes disso Catarina, sua melhor amiga, pediu para ele cuidar de Madzie enquanto a mesma ia fazer alguns exames de rotina no hospital local. 

Madzie era uma das crianças mais amáveis que ele conheceu… no entanto, ter recém completados cinco anos de idade a fez ter o poder de reduzir o famoso Magnus Bane em um caco.

Como padrinho ele nem sequer reclamou, na verdade ele amou a oportunidade de ficar mais próximo da afilhada, nem que ele acabasse com uma maquiagem que não fazia exatamente seu estilo e a cozinha mais bagunçada que o normal. Quando finalmente voltou a ficar sozinho, ele conseguiu arrumar um tempo para trabalhar nas coisas que Raphael pediu até às cinco da manhã e não eram nem nove horas e ele já estava de pé para mais um dia de trabalho… bem, conte com Magnus para, algum dia, transformar o próprio sangue em café.

Com um olhar para cima ele identificou Alexander atrás do balcão, secando uma bonita caneca de porcelana com um guardanapo branco.

— Bom dia moço! — Magnus se despertou um pouco quando sentiu algo se chocar contra sua perna e ele olhou para baixo, direto para um par de olhos avelãs de um garotinho de bochechas cheias e fofas.

— Hey Max. — Ele cumprimentou Max tentando soar animado, mesmo por cima do sono. — Bom dia baixinho.

— Eu não sou baixinho! — O menino retrucou, parecendo ainda mais fofo quando fez bico, revoltado com a ideia. 

— Claro. — Ele riu baixinho, finalmente chegando ao balcão, encontrando os olhos semelhantes aos da criança, só que mais experientes e, aparentemente, divertidos.

— Você parece um caco hoje. — Alec comentou, largando a xícara junto das outras e deixando o pano pendurado no próprio ombro. — O que vai querer?

— Que bom, porque eu me sinto exatamente assim. — Resmungou em resposta, se encostando no balcão enquanto via o filho do outro homem se afastar, quase saltitando para mesa em frente a janela. — Quero o café mais forte que você tiver, por favor?

— Em alguns minutos. — Alexander cantarolou, já pegando uma caneca mediana para começar a fazer sua mágica com a máquina de café. Magnus quase derreteu contra a madeira do balcão quando o cheiro de café cremoso pareceu ficar mais forte. Ele permaneceu em silêncio, apenas observando o moreno balançar de uma lado para o outro como se já tivesse feito o mesmo caminho tantas e tantas vezes… bem, quer dizer, Alexander realmente fez.

Era bonito de ver, em todos os sentidos.

— Tão rápido. — Magnus deixou escapar quando a caneca pousou em sua frente, cheia de café preto e forte. 

— E o toque final. — Alec comentou, balançando um pequeno pote de canela em cima do café. — Prontinho, café preto com chocolate meio amargo, mel e canela. — os olhos de primavera encontraram os seus por um momento. — Isso deve servir para manter você um pouco mais acordado?

— Pelo cheiro? Sim. — Concordou avidamente, pegando a caneca entre as mãos antes de soprar um pouco a superfície. — Mas até um tapa me manteria acordado agora.

— Prefiro manter as coisas menos agressivas entre a gente. — O Lightwood sorriu, se encostando no balcão, um pouco ansioso para saber a opinião do outro sobre a bebida… claro que ele não verbalizou isso.

— Hunnh. — Magnus murmurou atrás da cabeça, concentrado em não agir feito uma criança e deixar a bebida derramar. — Céus, isso está ótimo!

— Hum. — Alec assentiu, satisfeito, olhando em direção ao filho, que parecia distraído ao desenhar… ele poderia apostar que a criança estava fazendo mais um desenho de dinossauro para a coleção.

— Porque ele não está na escola? — Magnus perguntou depois de mais um gole no café, permitindo-se aproveitar do calor agradável que se espalhava pelo seu estômago. — Digo, as escolas para crianças da idade dele não são quase sempre de manhã?

— Ele está de férias. — Alec deu de ombros com descaso. — Por isso que Max fica a maioria das manhãs aqui, ele disse que gosta de desenhar com o barulho dos outros clientes… — O homem franziu o cenho como se ainda não entendesse isso, mas deixou isso de lado em favor de continuar a falar. — Mas as vezes ele consegue ficar entediado e fica com Izzy.

— Essa Izzy… — As sobrancelhas de Magnus se franzem um pouco, identificando o carinho na voz do moreno. Bem, era razoável perguntar quem era, não é? —… ela é a mãe de Max? Sua namorada?

— Izzy? Não! — Ele fez careta, se sentindo um pouco, muito, enjoado com a ideia de namorar sua própria irmã. — Ela é minha irmã! Tia de Max.

— Oh… — Magnus sorriu sem graça, sua própria consciência lhe dando um tapa por presumir as coisas do nada. — Desculpe por isso.

— Tudo bem. — Alec massageou a parte de trás do pescoço, pigarreando. — Além do mais. — Não, ele não estava corando, ele não era assim… Alexander é.um homem adulto e pai, ele não cora por pouca coisa! — Isso não seria nem possível, eu não gosto de mulheres desse jeito, a minha preferência é por homens.

— Bem, isso é interessante. — Magnus não conseguiu evitar de dizer e ele acabou tossindo um pouco antes de notar o que disse, encarando o dono do café com olhos arregalados. — Desculpe! Isso foi um pouco invasivo demais. — Se apressou em explicar, preferindo esconder o rosto atrás na caneca de café mais uma vez, se deixando levar pela cafeína fazendo efeito e seu sangue, junto com todo o doce. “Ok, Magnus bane, chega de se envergonhar assim, ele provavelmente acha que você é um sem vergonha!”... “Bem… ele não estaria exatamente errado!”— Esse é o melhor café que já tomei! E olha que eu nem realmente tomo muito café pela manhã, mesmo precisando!

Na verdade, acontecia uma coisa engraçada com ele desde os tempos da faculdade, toda vez que ele consumia muita cafeína logo ela deixava de fazer efeito e ele acabava dormindo de um jeito ou de outro, as vez acordando várias vezes durante seu descanso e se sentindo inquieto. Magnus culpa inteiramente a alta quantidade de trabalhos da faculdade por ter estragado a bebida para ele.

— Por que você parece tão destruído hoje? — Alec perguntou, decidindo ignorar a sensação agradável que tomou conta de suas entranhas por um momento… Não havia como um cara como Magnus se interessar por ele, havia?

— Tive que cuidar da minha afilhada a noite. — O de olhos âmbar respondeu, antes de bebericar um pouco do café. — Eu a amo, mas eu ainda não conheço o botão de desligar dela, então foi um tempo agitado… então eu tive que trabalhar até tarde depois que Catarina a buscou.

— Eu entendo isso. — O moreno sorriu timidamente. — Eu praticamente criei meu irmão mais novo, Max… é daí que o nome do meu filho vem, acabar que combinou, ambos parecem ser movidos a uma bateria ilimitada!

— Você deve gostar muito do seu irmão para nomear seu filho com o mesmo nome. — O estilista ergueu uma sobrancelha, mais curioso do que qualquer outra coisa. Alexander parecia um bom homem… bem, qualquer pessoa que falasse com tamanho amor sobre o irmão talvez parecesse fofo aos seus olhos.

— É claro. — Alexander realmente amava Max, mesmo que eles tivessem se afastado com o tempo… mesmo que os pais deles fossem uns filhos da puta na maioria das vezes. — Você tem irmãos?

— Não, mas eu tenho meus amigos… eu os considero como irmãos. — O empresário pousou a caneca no balcão, a ponta da língua limpando qualquer resquício de café abandonado nos lábios… não, Alec definitivamente não se perdeu um pouco em como os lábios do outro ficaram um pouco mais vermelhos, mesmo com o gloss falho. “Pare com isso Alec, vocês mal se conhecem!” — Catarina é como uma irmã mais velha do grupo, ela e Ragnor, meu outro amigo, são os mais responsáveis. — Magnus não sentiu vergonha de admitir. — Raphael é um pouco mais novo do que eu, mas trabalha comigo como secretário e meu salva vidas no pandemônio e da minha marca, ele é meu assessor… sinceramente, eu estaria perdido sem ele.

— De algum modo eu duvido disso. — O Lightwood se apoiou no balcão, não desviando a sua atenção do homem. — Eu fiz a minha pesquisa,... todos parecem achar você bastante competente.

— Oh? — Magnus sustentou o seu olhar. — Interessado em mim?

— Bem,não me julgue, eu devo conhecer quem é o homem com o qual o meu filho considera um amigo.

— Errado você não está. — Comentou, ambos desviando o olhar para Max que tentava organizar os lápis de cera em uma ordem por cores. — Max é um bom garoto, me sinto honrado com o fato de ele me considerar um amigo. — Alexander não soube como responder a isso, felizmente ele não precisou, já que o indonesio verificou o relógio de platina no próprio pulso, fazendo careta. — Sinto muito, eu preciso ir… acho, certeza, que estou atrasado. 

— Tenha um bom dia de trabalho. — Alexander desejou, observando o homem deixando uma nota de dez dólares no balcão. 

— Fique com o troco. — Magnus disse, já se afastando em direção a saída.

Alexander tirou seu tempo para a porta antes de pisar algumas vezes e recolher a nota de dez dólares, mas ele acabou se sobressaltando quando algo cutucou sua costela, o fazendo arfar.

— O que aconteceu para você ter esse olhar idiota no rosto? — Ela perguntou, descansando a bandeja de muffins no balcão e Alexander imediatamente sentiu seu rosto esquentar sob o olhar desconfiado da sua melhor amiga.

— Nada! E não estou com cara de idiota. — Alec respondeu, jogando o pano para ela e pegando a caneca de Magnus. — Vigie Max enquanto eu vou assar alguns bolos para renovar o mostruário. 

— Hummmm, você não vai fugir dessa conversa Alec! — Lydia retrucou, mal aguentando o riso em sua voz.

— Ah eu vou sim! Ih… olha, um cliente! — Alexander indicou a adolecente que entrava no café antes de se retirar em direção a cozinha. 

“Eu não fico com cara de idiota!” Ele pensou, um pouco mal humorado enquanto começava a separar os ingredientes na bancada principal, tendo um cuidado extra com os ovos.”Lydia é tão… tão precipitada! Ela se daria bem com Magnus!... Não, espera, não, minha sanidade provavelmente não sobreviveria a isso!’ Fungou, prendendo o cabelo em uma touca, mas um último pensamento ainda rondando sua mente. “Eu não fico com um rosto idiota quando olho pra ele!”

 

**


Magnus não ficou surpreso quando, no dia seguinte, Madzie insistiu para ser levada para um passeio no Central Park e tomar um sorvete. Magnus se orgulhava de ser o tio favorito da menina, a mesma sempre parecendo querer passar um tempo com ele… ele, é claro, fazia o possível para desgrudar do trabalho para lhe dedicar algum tempo.

Não faltava muito para o almoço, mas ele conseguiu, então não foi difícil buscar Madzie, que estava com Ragnor, a babá do dia, escondido e com alguma barganha para convencer o repolho mal humorado, já que se Catarina soubesse que a filha tomou sorvete antes do almoço iria o xingar até que ele entrasse no próximo ciclo de reencarnação!

Bem, depois ele se resolveria com ela. 

Eles foram de carro para o Central Park, que era surpreendentemente próximo da Pandemônio, Magnus a levou para a área de brinquedos infantis depois de conseguir uma casquinha de sorvete de morango. Ele realmente não contava que encontraria Max e Alexander… bem, com certeza ele não reclamaria disso.

Alec mal conseguiu esconder o sorriso quando identificou Magnus a distância e Max também não demorou a notar, praticamente o rebocando em direção ao empresário.

— Alexander! Que surpresa! — Magnus retribuiu o sorriso antes de olhar para Max ao lado dele. — Hey Max, olá!

— Olá! — Max respondeu, abrindo aquele sorriso ladeado por covinhas que fez o coração de Magnus gaguejar um pouco.

— Max estava se sentindo um pouco irritado por ficar confinado. — Alec explicou, se sentando no banco próximo a eles, sendo acompanhado por Magnus. — Então eu trouxe ele para gastar um pouco de energia.

— Entendo. — Magnus assentiu. — Eu sequestrei minha afilhada para tomar um sorvete. — Explicou, tentando sorrir inocentemente antes de apontar para a menina tentando escalar uma das barras do trepa trepa. — A mãe dela provavelmente vai me matar por isso? Sim, mas uma garota tem o direito de tomar sorvete!

— Você deu sorvete antes do almoço, não é? — Alec riu antes de cutucar o filho e apontar para o trepa trepa. — Hey meu amor, porque você não vai brincar um pouco?

Não foi preciso falar duas vezes antes de Max se afastar, correndo em direção a Madzie, deixando seus guardiões para os vigiar de longe. O céu da manhã estava semi limpo, poucas nuvens brancas e fofas aqui e ali pintando o céu azul.

— O dia está bonito hoje. — Alexander comentou, se encostando no banco, seu rosto voltado para o sol para aproveitar mais da sensação morna contra a pele.

— Sim, lindo. — Magnus murmurou em resposta, mas a sua atenção estava em Alexander e em como a luz do sol parecia deixar o outro homem ainda mais sereno… ainda mais bonito. — Não apenas o céu, mas você também.

— Magnus! — Alec exclamou, nem conseguindo negar a si mesmo o rubor que florescia em seu rosto, fazendo o Bane parecer ainda mais satisfeito.

— É verdade Alexander… isso… hum, isso me lembra de uma coisa. — O indonesio hesitou por um momento antes de finalmente tomar coragem. — Eu não tenho o seu número, mesmo você já tendo o meu… isso soa um pouco injusto, não é?

— Isso porque eu não dei. — Alec desviou o olhar pigarreando. Céus… Magnus realmente não iria pegar leve com ele? E as pessoas ainda diziam que ele era direto demais! — Eu havia esquecido… não parecia certo na época.

— Tudo bem, a situação não foi a mais fácil. — Magnus encolheu os ombros em aceitação enquanto o moreno apenas assentia em concordância. — Não lembro se alguma vez eu falei, mas você é um bom pai, Alexander.

— Não com essas palavras, mas falou. — Alec sorriu, suas sobrancelhas se contraindo brevemente. — É assim que você flerta?

— Hum… dizendo a verdade? Talvez. — Magnus disse, se encostando no banco, ainda o encarando. — Está funcionando?

— Talvez.

— Ótimo. — Assentiu, orgulhoso antes de se decidir… hora se ser um pouco Magnus Bane, o empresário decidido e que sabe o que quer. — Eu não gosto de enrolações Alexander, a vida é curta demais para jogos, desculpe se posso ser direto as vezes… mas eu gostaria de conhecer mais de você, se você permitir.

— Uau. — Alec ofegou, não exatamente surpreso com isso… quer dizer, ambos eram adultos, era normal agir como se soubesse o que quer. Ele também era adulto, ele sabia o que queria. — Também quero conhecer você. 

Magnus realmente gostaria de dizer que eles passaram o restante da manhã conversando e realmente se conhecendo e indo almoçar juntos, final feliz como nos melhores contos da disney, mas ambos eram responsáveis por crianças… e, no caso de Magnus, Catarina ligou, tão feliz quando uma mãe galinha poderia ser ao descobrir que ele alimentou a filha dela com doces antes do almoço.

Ragnor Fell e suas tendências traidores de ser um dedo duro.

No entanto, no fim da noite… Bem, tudo pareceu valer pena quando ele recebeu uma mensagem de um número desconhecido:

“Boa noite Magnus… agora você também tem o meu número.”

“E a propósito, gostei muito de te encontrar no parque. Passamos um bom tempo juntos.”

“Vejo você amanhã de manhã para um café!”



Notas Finais


E então? Oq acharam?


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