História Love Dream Camren AOB G!P - Capítulo 70


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Categorias Fifth Harmony, Justin Bieber, Once Upon a Time, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Regina Mills (Rainha Malvada), Shawn Mendes
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Palavras 1.203
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 70 - De volta ao futuro


Agora

Pov Maura

Acordei me sentindo revigorada, escutei o som do chuveiro ligado indicando que Jane já tomava banho para ir trabalhar. Não me dei o trabalho de conferir as horas, apenas levantei indo direto ao banheiro atrás de me aliviar.

- Isso é invasão de privacidade. – Observo minha alfa dizer, enquanto eu olho ela tomar banho.

- Não vejo você reclamar quando faz o contrário. – Eu digo voltando a escovar os dentes.

- Não é a mesma coisa quando sou eu que estou olhando. – Ela sai em toda sua plenitude e sinto meu centro pulsar.

- Amor, não me olha assim. – Ela sorri sacana. – Sabe que eu começar, você nem vai conseguir andar hoje. – Diz convencida.

- Acho que anda se garantindo demais. – Provoco.

- Está duvidando de mim? – Ela se volta para mim, agora com o olhar semi cerrado.

- Eu nunca. – Digo de forma inocente, voltando a fazer minha higiene.

Ela resolve deixar quieto ou se atrasaria e Jane anda muito obcecada em conseguir sua promoção.

- Vai falar com a Michelle? – Ela questiona do quarto e eu acabo me lembrando que deveria levar ela novamente ao médico para outros exames, já se completaram um mês e além de não achar sua família, ela não tinha conseguido recuperar a memória.

- Vou sim vida, obrigada por lembrar. – Saio do banheiro, me aproximando dela e entregando sua maleta. – Não esquece. – Aponto o item.

- Sorte minha ter você. – Me beija se despedindo e sai apressada.

Deito na cama tentada a ficar ali o dia inteiro, mas eu ainda tinha minha recém adquirida amiga para ajudar.

Levanto indo até o quarto dela, e não a encontro lá. Passo pela cozinha e também nem sinal, na sala muito menos e começo a me preocupar até que escuto barulhos de latidos e pela janela da sala eu vejo ela pulando de um lado a outro com uma criança e um cachorro.

- Michelle o que faz ai? – Chamo vendo ela correr como uma criança atrás do cachorro com um disco na boca.

- Oi. – Acena animada. – Eu comecei a brincar aqui com o Oliver, filho da vizinha e me distrai desculpe. – Ela entrega o disco que enfim consegue pegar do cachorro para o garotinho que sorri acanhado em minha direção.

- Vem cá. – Chamo, me virando e entrando, sem esperar que ela me siga.

- Aconteceu alguma coisa? – Ela me questiona preocupada.

- Não, sente-se. – Aponto o sofá e ela se senta receosa.

- Fiz algo que vocês não gostaram né. – Ela tem sua voz triste.

- Não, jamais Michelle. – Sento-me próximo a ela, tocando de forma suave em suas mãos. – Eu te considero uma amiga, e sempre serei sincera com você certo? – Questiono vendo ela acenar em concordância.

- Certo. – Concorda mais calma.

- Eu preciso de oferecer supressores, eu sei que é chato, mas agora seria um problema te arrumar uma ômega. – Confidencio.

- Entendo, acho melhor mesmo. – Ela assume.

- Também queria dizer que vamos voltar ao médico. – Seu olhar assume um tom decepcionado.

- Eu sei que não me lembrei de nada e estou aqui só sendo um peso para vocês duas. – Ela diz se levantando.

- Não! – Nego firme. – Eu e Jane estávamos nos afastando aos poucos, agora ela conversa com você, mudou a hora que chega em casa está sempre antes do jantar aqui, se aproximou mais de mim. – Confidencio. – Não sei se foi o medo de me perder ou ciúmes de você. – Eu rio. – Mas independente disso eu te considero uma amiga. – Digo sincera.

- Obrigada, eu sei que estão fazendo mais por mim do que deixam transparecer, você é rica Maura, poderia me colocar em um abrigo ou sei lá. – Ela diz, voltando a se sentar.

- Acima de tudo eu sou humana Michelle, eu não deixaria você abandonada, me coloco no seu lugar. – Sorrio.

- Ela não achou nada da minha família? – Ela me encara com expectativa.

- Não, infelizmente. – Nego triste. – Sem informações como seu nome, de onde veio, ou qualquer documento fica impossível dizer de onde você é, e seu sotaque também é forte, talvez nem seja daqui. – Eu digo sinceramente.

Ela desvia o olhar encarando as fotos espalhadas pela sala, de Jane e eu. E sei o que se passa em sua cabeça, por mais que não se lembre ela quer pertencer a algum lugar, quer encontrar o motivo que a fazia sorrir antes, porque sempre temos algo que nos trás paz.

- Olha, não desanima tá. – A trago de volta para a realidade. – Vamos a uma consulta mais tarde, talvez tenhamos boas novas. – Tento parecer confiante, para que ela se anime.

- Me promete uma coisa. – Ela diz se aproximando de mim e ajoelhando a minha frente.

Sua mãos encostavam de leve na minha perna, trazendo toda minha atenção para si.

- Prometo, fale. – Digo firme.

- Caso o exame não de em nada, você vai me ajudar a arrumar um emprego, não quero continuar sugando vocês. – Ela diz chateada.

- Mas você não me suga, eu sou rica. – Afirmo.

- Eu sei, mas quero me reerguer, preciso disso. – Ela se afasta, indo até o quarto dela.

( - )

Pov Michelle

- Vamos Maura. - Bato na porta do seu quarto, vendo que ela estava demorando para sair.

- Estou me arrumando eu já desço. - Ela grita de volta e desisto de esperar, indo até a cozinha para roubar uma cerveja de Jane.

Entro sem notar que uma mulher se fazia presente ali. Ao fechar a geladeira esbarro na cadeira e quase infarto com o susto.

- Ai meu coração! – Digo alto, e ela ri da minha cara de exasperada.

- Você é nova para enfartar querida. – Ela diz risonha.

- Quem é você? – Observo a mulher que lembrava muito alguém.

- Angela Rizzoli, muito prazer. – A senhora diz simpática. – O que faz perdida aqui na casa da minha filha desnaturada? – Ela indaga, procurando por indícios de que eu não fosse uma assaltante com sede.

- Ela não te contou nada? – Me sento em sua frente tomando um gole da bebida.

Antes que a senhora pudesse responder, a loira entra na cozinha e nota a presença da sogra.

- Angela! – Maura diz se aproximando da mulher e troca um abraço caloroso. – Não me avisou nada, eu estou de saída querida. – Maura confessa acanhada.

- Ah, você sabe como minha filha é. – A senhora bufa. – Se eu avisasse que viria, ela com certeza daria um jeito de sair. – Diz revirando os olhos o que me fez rir.

- Na verdade ela pegou um plantão hoje. - Eu entrego.

- Já era de se esperar que aquela folgada não estaria em casa. - A mulher diz de forma irônica.

- Você é muito bem-humorada, certeza que é a mãe da Jane? – Brinco.

- Foi o que o médico disse, mas vou procurar indícios que trocaram ela na maternidade. – Devolve a brincadeira.

- Uma pena que estamos de saída, quer nos acompanhar e no caminho eu te conto tudo? – Maura convida, as duas saem conversando e me esquecem sentada com a cerveja.

Acabo me conformando e sigo até onde elas me esperavam. A visita ao médico não foi bem como eu esperava.

 

 


Notas Finais


Força Família Jauregui


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