História Love Forever - Capítulo 2


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Categorias Sherlock
Personagens Dr. John Watson, Rosamund Mary Watson, Sherlock Holmes
Tags Jawnlocknessacaralha, Johnlock, Odeiohashtag, Sherlock
Visualizações 74
Palavras 3.249
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pois é eu voltei, to entediada no aniversário da minha irmã e como a gente se odeia quis fazer algo bom.
Ae cap 2 pra vocês
Então.... esse talvez seja um pouco confuso, qualquer coisa só me perguntar.
E desculpe os erros que tiver #paz



Povo que assistir Supernatural reconheçam esse ouro de caso "Familia Bender"

Capítulo 2 - Capítulo 2 - Definitely Cannibal


Fanfic / Fanfiction Love Forever - Capítulo 2 - Capítulo 2 - Definitely Cannibal

(Sherlock) 

Era mais um final de tarde em Londres, a cidade dessa vez já era tão mais calma como aparentava. 

Com total inquietação no cérebro eu ficava a observar Rosie que brincava um de seus vários brinquedos babados. 

O tempo passada e nada de John Watson chegar em casa... Eu quero falar com ele... Mas ele deve estar chegando... espero. Por um momento me corre a memória de um caso que havia deixado de lado. 

"Mais uma pessoa vítima do monstro de estacionamentos" Título cafona até John faria um melhor. 

Pessoas continuam a sumir sem deixar registros em câmeras ou algo tipo apenas uma última mensagem no celular.  

-John. -Onde John está VAMO SHERLOCK, se fosse ficar mais tempo teria o avisado, ele teria avisado qualquer coisa, teria me respondido, teria feito qualquer coisa até sinal com fogueira, mil coisas corriam pela minha cabeça e acho que vou explodir a qualquer comento. 

Não solto meu celular nem por um minuto à espera da ligação de John, eu... estou preocupado, com ele. Meu celular toca, o toque que eu deixei para John, apenas para ele "Sherlock" Ele não me respondia nem me atendia, uma última mensagem, uma última coisa, um nome. 

-Droga John. -Seguro Rosie passo a mão em seus lindo cabelinhos loiros. -Eu vou trazer o John de volta. "Papa" ele se joga em meu pescoço me sufocando, mas eu particularmente amo essa demonstração de carinho dela. -Okay, meu bebe papai vai trazer a mamãe pra casa pode ser? 

Ele dá uma gargalhada e eu a deixo com a Senhora Hudson. 

Vou o mais rápido que pude para a clínica que ele trabalhava, odeio como a Rosie... é bom, bom demais, mas ela me distraiu bem agora em... e esse tempo. Foco Sherlock onde está John. 

Holmes entra correndo na clínica onde Watson trabalhava, mas em sua sala nenhum sinal dele nenhum sinal de sua bolça, olhando ele havia saído como normalmente, mas onde está o erro nisso? 

-Você. -Paro um homem, chefe? Cirurgião chefe... é visível pela sua aparência.  -John Watson? O viu? 

-Ele já acabou seu expediente! Agora me de licença. -Ele estava nervoso, tinha alguma cirurgia mal feita uma morte... Oh ele não conseguiu salvar o paciente. 

-Viu pra onde ele foi? -O paro andando novamente. 

-Não sei quem você é e muito menos me importo com isso, eu só sei que ele foi embora. -Ele queria me xingar, mas ele dá de ombros e sai bravo e incomodado do centro cirúrgico.  

Okay... estacionamento Sherlock estacionamento... correndo não encontro sinal dele, ligo para Lestrade... que atende... "Agora, John foi sequestrado." Digo encontrando a bolça dele suja de terra e também de pneus... de caminhonete. 

"VOCÊ VEM OU EU VOU SOZINHO?" Eu estava gritando ao telefone, visivelmente tenho 2 teorias de onde John pode estar, mas pra concretiza-las preciso de um computador. "Eu estou chegando, Sherlock, se acalme."  Olho o carro da "policia" vindo. "Eu estou calmo, mas a vida de John Watson está em risco." Desligo o celular e entro no carro. -Rápido vai pra este lugar...- Coloco a localização no GPS da viatura. 

A terra que tinha na bolça de John só avia em um lugar de Londres... Consigo com o computador da viatura localizar o celular de John, exatamente no local em que eu havia deduzido. 

-Ele foi mais uma vítima? -Ele pergunta, mas ainda dirigia focado no que havia em sua frente. 

-Sim... Mas não por muito tempo. -Falo olhando para a janela, ficando nervoso, não sabia o que eu encontraria por lá. Não fazia ideia mesmo é isso me irrita que PORRA. 

-Sherlock... se lembra do Billy? - O primo dele ai meu deus a três anos o primo dele foi sequestrado, mas não achamos nada, mas não ele foi mais uma vítima, morta... até então. 

-Não, John não é igual a ele, eu vou o achar... e seu primo também. 

Engulo seco, vendo mais uma mensagem em meu celular "Sherlock" -Droga John onde você está. -Novamente gritava... perdemos o sinal do GPS... John me atendia... onde ele se enfiou. 

-Encosta aqui... -Falo rápido apontando para a janela. 

-O que, por que? -Ele fala incrédulo, mas encostando o carro e eu vou saindo a olhar em volta, vendo marcas de pneu as mesmas do estacionamento. 

-Esse é o primeiro retorno desde que saímos e as marcas de pneu coincidem com as do estacionamento. 

Merda John, eu vou te encontrar tenha calma, vou andando até mais a frente do retorno não era um retorno era uma "rua" para uma casa. 

-Eu vou... vou ir ver se a alguém em casa. -Gary fala... indo.  

-Eu vou ver o local, Gary, tenha cuidado não sei com o que estamos enfrentando. 

-É Greg e tá bom. -Ele fala debochando de mim, não faz diferença o nome. 

Lestrade em passos mansos ia até a casa, muito abandonada, um design meio grotesco e assustador. 

Mesmo receoso ele bate na porta que é atendida por uma menina muito parecida com a casa, "acabada" de certo modo e gravida, 13 anos gravida. 

-Ei, olá... eh sua mãe está? -Ele fala ainda assustado, mas mantendo o controle mesmo a garota o intimidando. -Ela morreu. 

-Sinto muito. -Ele diz receoso e com um pouco mais de medo, como uma garota pode dar medo a um policial? 

Ela ria, da cara do policial. -O que... que foi? -Ele dizia calmamente  

-Isso vai doer. -E Lestrade é atingido por uma pá, na cabeça isso era de fato para a menina engraçado, mas na realidade era péssimo. 

Ele acorda em uma jaula... -Você está bem? -Essa voz era conhecida pelo policial. 

-John? -Ainda em dúvida, mas era mais pela pancada que havia levado.  

-Quem diria não é mesmo? -O médico dizia de modo engraçado para a situação, talvez medo. 

-Sherlock está atrás de você. 

-Onde ele está? -John se ergueu em um momento para poder enxergar melhor Lestrade. 

-Aqui. - "Deus proteja, Sherlock" Era o que John pedia, ele avia provado um pouco de como era assustador o porão. 

Nesse exato momento tudo fica em silencio, o medo e a tensão toma conta do galpão Lestrade e John ficaram minuciosamente quietos e alguém entrava em passos leves e sem rumo a alguma direção deste lugar. 

O corpo se aproxima mais da "jaula". -John! Está ferido? -Sherlock estava já com as mãos entre as aberturas segurando e olhando o John. 

-Não. -John se aproximava de Sherlock como se quisesse algo dele. 

-Que bom te ver. -Sherlock se aproxima mais passando seus braços pelas grades "abraçando John" e principalmente o cheirando profundamente em seu pescoço.  

John segura seu rosto o fitando intensamente. -Sherlock me tira daqui pelo amor de deus... essas pessoas são loucas, são canibais Sherlock... eu só quero voltar pra casa. -Ele choramingava de certo modo, mas o detetive sentiu pena de John. O puxou mais para a grade e dá um beijo em sua testa. -Sabe como desativar essas trancas? -Ele pergunta percebendo que era uma tranca automática, mas que não avia fios, como era possível?  

-Tem algo como um sistema de controle automático. -Ele dizia apontando para alguns fuzíveis que tinha pelo teto. 

O detetive procurava e não achava a única que lhe restou não funcionou ela estava quebrada a um bom tempo o que o entrigou , mas se John entrou ai era por que tinha alguma maneira de abrir. 

-Eu já volto. -Ele diz se afastando.  

-Sher..... Toma cuidado. -Mesmo que da boca pra fora o "Sher" ele se sentia preocupado. 

-Eu vou tomar, John... vocês também, tomem cuidado. -Ele some de vista de ambos rapazes enjaulados. 

-John, você viu algum Billy aqui? Ou um Corvete preto? 

-Sim, eu sinto muito... -John dizia, meio cabisbaixo pensando em Rosie e em Sherlock. 

"Sher" John eu prometo eu vou tira-lo daqui, mas o que olhos humanos? Que merda é essa... canibais de fato... Este lugar rustico, casada, poucas, quase nenhuma reforma. Caipiras.  

Havia uma escada eu subo devagar olhando tudo, tinha um homem na cozinha cortando um corpo, um barulho horrível, mas normal o babaca não sabe como decepar um corpo.  

A procura de uma chave... dou de cara em um brinquedo de ossos humanos, olha ai vou fazer um desse pra Rosie e pintar do rosa, ai que bosta em Sherlock concentresse. 

Eu olhava o mais rápido tudo a procura da chave, encontro dentes, das pessoas que ele matava pelo que deduzi, caça de pessoas, de pai pra família. 

Encontro a chave estava escrito nela "jaula" então ela abria aquela merda. Me viro para ir a escada e sair daqui e possivelmente chamar a polícia. 

-Shi shi shi eu não vou te machucar calma... -Dou de cara com uma menina, 13 anos, grávida pela 2 vez aparentemente e sem nenhuma higiene. 

-Ah, mas eu vou. -Desvio rapidamente da faca, mas que me pega de raspão. 

-PAPAI PAPAI. -Gritando e eu se como fugir me encontrei. 

Sou empurrado por trás, mas me viro dando um soco na cara do homem o mais velho o "pai" ele vai para trás, mas sou surpreendido por mais dois de meia idade eles me derrubam, mesmo dolorido me levanto acertando alguns socos e levando outros, vários, eles eram grandes assustadores, mas eu era mais. 

Até... 

*O "pai" acerta Sherlock por trás com uma panela* 

Acordo amarrado numa cadeira com 3 caipiras e a menina demoníaca me olhando rindo. 

-Vamos caçar pai, esse vai ser engraçado esse é um lutador. -Um dos de meia idade (filhos do pai) Jared fala rindo que nem um idiota. 

-Aí caipira babaca, me caçar aé? -Digo ainda meio sem entender, mas eu tinha entendido na verdade. 

-Eu cacei a vida inteira eu já cacei urso, veado e uma vez até peguei um pulma acredita, mas a melhor caçada é humana, a vida dele em suas mãos, o medo que vê em seus olhos antes de apagarem faz você se sentir muito vivo. 

-Ai meu deus que tédio, vai ficar falando da sua vida pra mim ou vai me deixar ir ser caçado pra meter pau em vocês. -Falo EU NÃO AGUENTO MAIS, "John eu sair dessa". 

-Da uma arma e deixa eles fugirem para que morram, de família pai pra filho isso é passado, um ou 2 para que a lei não caia sobre nós. - O velho continuava a falar. "blá, blá, blá" -Mas você concerteza não viveria. 

-Não me subestime seu caipira babaca. -Ele empurra minha cabeça para trás me puxando pelo cabelo. -Não mexa no meu cabelo com essas mãos sujas e fedorentas. Ele ria debochando de mim. -É o perfume de alguém no seu cabelo né? Daquele cara lá em baixo mais o John né. 

-Não. É meu perfume seu caipira. -Falo desviando minha cabeça o fazendo soltar meus cabelos. 

-Então, você veio com o policial? -Ele dizia atrás de mim colocando uma barra de ferro no fogo. 

Todos riram de mim e isso era de certo modo escroto, mas não assutador. 

-Você veio com o policial então você é o tira? -Ele dizia ao meu lado. 

-Claro que não eu sou Sherlock Holmes, não sou um policialzinho de merda. 

Ele coloca a barra de ferro em meu rosto o queimando de leve, me sinto por lacrimejar. 

-Só não te mato aqui e agora por que quero saber de uma coisa... -Ele aponta com o ferro para meu olho. -tem outros tiras vindo atrás de você? 

-O que? Não. -Por mais que eu me afastava do ferro ele vinha mais pra perto de mim, isso é péssimo. 

-Está achando engraçado? Você deu problema pra minha Família, desde que pegaram Franklin e Jimmy. -Os dois canibais do necrotério, eles são dá mesma, AH MEU DEUS, nossa como sou lerdo.

-Quer brincar então vamos brincar. -Ele se virava pros filhos dele, Jared e Thomas. -Vamos ter uma caçada rapazes.... -Voltando pra mim já sem o ferro, mas ainda me ameaçando e segurando meus cabelos. -Escolha o policial ou o cara? 

-Não tem ninguém atrás de mim, não à tiras. -Ele fecha o punho e tenha me acertar com um soco, lerdo demais até John desviaria. 

-Vou te deixar bem claro, na próxima te tiro um olho, O POLICIAL OU O CARA? 

O ferro quente ia se aproximando mais de meu rosto -Policial o policial, deixa o cara em paz. -Ele abriu a boca em um sorriso sem dentes o que foi extremamente nojento. 

-Jared! pega o cara, mas não o solte para caçar, atire nele na cela. -Pegando a arma apontando pra minha cabeça dessa vez, o "Jared" vai ai porão. 

-Você disse que era uma casada. -Grito sem perceber, babaca, não à possibilidade de eu fugir preso desse jeito. "Desculpe, John." 

-Jared. -O "pai" gritava que nem um idiota era perceptível as gostas de baba voarem de sua boca.-Depois de matar o cara mate o policial também, Temos que limpar a bagunça antes que venha mais pessoas pra cá. 

No andar de baixo os rapazes, John e Lestrade estavam apenas ouvindo e prestando atenção na briga que acontecia no andar de cima. John a cada momento a cada momento pedia a deus que protegesse seu amigo.  -Por Favor, Sherlock... 

 A cena "Vatican Cameos" da luta de Sherlock junto com Irene rodava a cabeça de John na esperança de que a pessoa que apanhava fosse os animais não seu amigo. 

-Se alguém descer a gente ataca. -Lestrade disse mesmo que receoso no que esperar. 

Alguns, vários minutos um Jared desce vindo em direção a jaula de John. -Você já era...  

John pula no homem quando abre a jaula, como um animal o derrubando, roubando a arma do cara, abre, desconcta a porta da jaula de Lestrade que segura Jared o enforcando.  

John leva um chute que faz com que ele acerte uma bala em Jared. 

-Jared! -Ele estava com medo? Jared deve estar apanhando deles, não contenho o riso. 

-Thomas você vem comigo, Misshe você fica de olho no bonitinho. -Misshe é a filha dele ela saca uma faca em meu rosto me ameaçando isso vai ser fácil. 

Lestrade estava escondido em cima de algumas caixas encostada na parede e John, escondido atrás de algumas maquinas. Thomas vinha de um lado e o "pai" andava do outro lado, em questão de segundo Lestrade se joga de cima da caixa em de Thomas que cai, mas se levanta dando um belo soco em Lestrade, John intervém e Thomas dispara...... acertando seu pai, sem intenção, em quando batia em Lestrade. 

John bate em Thomas com uma pá e o mesmo desmaia.  

O "pai" fica caído no chão com o tiro em sua perna, Lestrade com a arma do homem, mirava em sua cabeça em defesa caso o homem tente fugir. 

John o olha com insegurança. -Vai atrás do Sherlock... -Ele firmava a arma em sua mão. -Vai John! 

Ele sai as presas de lá entrando na casa vendo Sherlock vindo em direção as escadas. 

*P.O.V JOHN* 

-John! Tudo bem com você? -Ele vem vindo pra perto de mim, meio preocupado? Ele estava com sangue... no rosto. 

-Eu estava preso, Sherlock. É obvio que eu não estou bem. -Me jogo em seus braços o abraçando e o cheirando dessa vez. 

Seguro seu rosto nos separando. -O que aconteceu no seu rosto? -Sangue, queimadura, bem no rosto isso vai ficar uma marca... 

-O cara me queimou pra que eu falasse se tinha alguém atrás de mim e outras coisas. -Ele parecia bem pra quem foi queimado se fosse eu estaria no chão chorando. 

-John... -Ele me abraçou dessa vez, eu quero o beijar, ele não para de me cheirar, qual seu problema, Sherlock?  Um barulho... tiro. 

Me separo de Sherlock voltando atrás de Lestrade, o mesmo que vinha. -Ele tentou fugir... morto. -Ele foi claro e direto. -E a menina demoníaca? -Ele avia matado o cara... Oh meu deus... 

-Trancada no armário. -Sherlock coloca um pano em sua queimadura. 

Lestrade saiu da casa sem mais nem menos apresado. 

Eu e Sherlock também saímos, eu estava me sentido incomodado por ele ter aquela queimadura, devia estar doendo e muito... tadinho. 

-A polícia vai chegar em 20 minutos. -Lestrade dizia acedendo um cigarro e colocando o mesmo na boca e oferecendo um outro a Sherlock que recusa...  

-Eu vou indo, John me acompanha? -Sherlock mostrava um sorriso fofo no rosto. 

-Si...sim.  -Digo indo ao mesmo e ficando ao seu lado, andando até chegarmos onde ele disse que passava taxi que de fato passou. 

Sua mão estava no banco e a minha também a ideia de segurar a mão dele percorria minha cabeça como um vírus. 

Se o rosto dele já é fofo imagina segurar a mão dele, aveludada, deve ser bom, tipo beijar... droga John, tira isso da cabeça. 

-Pare aqui por favor. -Sherlock fala e logo saia do taxi. 

Batata... ele parou pra comprar batata? Idiota. -Vamos, John. -Ele chamava de dentro da batataria. 

Ele parecia uma criança mimada comprando algo que tanto queria, ele logo pede uma porção grande, pra nós dois? Claro que não. -John, vai querer o que? 

-Uma porção média. -Disse sorrindo, é ele realmente não vai dividir comigo. 

E além de não dividir comigo ele foi comendo-a no caminho pra casa em quanto eu levava a minha pra viajem. 

Ele devia estar morrendo de fome mesmo. 

Chegando em casa, Sherlock sobe e eu pego Rosie com a Senhora Hudson, a desejando boa noite. 

Deixo Rosie em seu bercinho na sala e eu me sento em minha poltrona pra comer MINHA batata, melhor pensar assim. 

Sherlock apareceu ao meu lado de pijama e roupão, sorrindo. -Me dá uma batata? -Só pode estar brincando? Nego com a cabeça e pego mais uma pra mim mesmo. 

-Vai John só uma... -Ele dizia tentando pegar uma. -Não, você comeu a sua eu não vou dividir e pronto. Ele se senta na sua poltrona de lado para não olhar pra mim, fazendo pirraça de cara fechada. -Não quero mais essa "sua" batata. -Ele deu ênfase em "sua". 

Fico o olhando um pouco e vendo como ele realmente era uma criança. 

-Sherlock. -Digo com uma voz manhosa o provocando... vamos Sherlock se entregue a mim. -Sher...lock... que batata? -Ele instantaneamente se vira a posição normal, com um lindo sorriso no rosto pegando o pote com batata pra ele. 

Filho duma mãe, não é mesmo esse Sherlock Holmes. Respiro fundo. -Sherlock devolve minha batata... 

-Vem buscar! -Ele se vira novamente do jeito que estava antes, e fica comendo minha batata. 

Sherlock Holmes você é muito mimado. 

Vou a sua frente. - Quer saber criancinha pirracenta, eu vou ir dormir, pode comer a batata. -Vou saindo ele joga a batata na mesinha e puxar meu braço, minha camisa, me fitando o mais profundamente possível, ele cheira meu pescoço, dá um beijo no mesmo e me solta. O.. o que foi isso..isso? Eu vermelho abro um sorrisinho sem mostrar meus dentes e cora. 

É agora John...  

O puxo pra mais perto de mim e o beijo, ele não negou como me puxou para mais perto dele, fazendo com que o beijo fosse mais intenso. 

Nos separamos por aquele famoso ar em falta. -Sherlock... -Ele me repreende. -Não fala... 

Eu beijei Sherlock Holmes, John Watson merece eu prêmio na verdade não mereço um prêmio eu já tenho o Sherlock, bom...  

Ele se levanta e fica na minha frente passando a mão em meus cabelos, só eu faço isso, mas... -Boa noite, John. -Ele me dá mais um beijo e eu mais uma vez fico parado em frente a sua poltrona. 


Notas Finais


'-'


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