História Love Happens - Trilogia - Capítulo 10


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Categorias Arrow, The Flash
Personagens Felicity Smoak, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Raymond "Ray" Palmer (Átomo), Sara Lance (Canário Branco), Thea Queen, Tommy Merlyn
Visualizações 368
Palavras 1.470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo, fresquinho pra vocês!!!
Talvez mais tarde libero outro, não sei... hahahaha

Obrigada pelos comentários!!

Boa leitura!
[Sem revisão]

Capítulo 10 - Oliver Queen


Duas semanas. Esse é o tempo que Felicity está me evitando. Também é o tempo que eu não durmo, não como e não trabalho direito. Tem sido um inferno e eu já não aguento mais isso.

Tentei varias vezes conversar com ela e me explicar, mas a teimosa sempre arrumava um jeito de fugir ou mudar de assunto. Não queria pressioná-la, afinal não tínhamos nada, mas agora ela nem fala mais comigo, percebi que gosto dela e que sua presença me fazia falta.

Sinto falta da sua voz, dos seus olhares afiados pra mim, do seu cheiro, de seu jeito atrevido que me deixa louco. Eu sinto falta dela.

EU não queria admitir, mas sinto.

A conheço a tão pouco tempo, mas se não a provoco ou a irrito, parece que meu dia não começa e não é o mesmo. Pode parecer bobo ou clichê, mas é a verdade e eu sempre gostei das coisas verdadeiras.

Eu sempre fui mau humorado e pavio curto, mas, nesses dias, eu estou me superando. Um simples “bom dia” direcionado a mim já me tira do sério. Nunca respirei fundo tantas vezes na minha vida quanto nessas duas semanas.

Chego em minha casa depois de mais um dia de merda. Avistei Felicity de longe hoje, mas ela não estava com uma cara muito boa e tive medo de piorar as coisas, então não fui tentar conversar.

Jogo minha maleta em qualquer lugar, enquanto tiro a porcaria da gravata. Bufo irritado e preciso de uma dose de whisky.

Escuto a porta se abrindo e sei que é meu irmão.

Só ele, além da minha empregada, tem as chaves. Toara que ele não venha com suas gracinhas de sempre, porque hoje realmente não é um bom dia.

- Hello, irmão -  Fala animadamente, como sempre.

Respondo com um leve aceno de cabeça.

- Xii, pelo visto alguém está de mau humor. O que foi, perdeu a mamadeira?

Porra. Não tenho paz nem dentro da minha própria casa.

- Se veio aqui pra encher o saco meu saco, pode ir embora agora, Thomas. Ou então, cala essa boca. – Sou curto e grosso.

- Calma, maninho. – Ele arregala os olhos. – O que aconteceu pra você está tão nervoso assim? – Agora Thomas está sério.

- Já te aviso que se rir, eu quebro sua cara sem pensar duas vezes. – Ameaço apontando um dedo pra ele.

Thomas continua com a expressão surpresa, mas não fala nada. Ele faz uma gesto pra eu continuar.

Suspiro.

- Duas semanas atrás, Laurel me procurou no escritório e me agarrou a força. O problema é que Felicity viu e está me evitando desde então. – Digo passando as mãos no cabelo.

- E qual o problema? Pelo o que você me falou, Felicity, era só mais uma em sua lista... – Thomas está confuso.

- Essa é a questão, meu irmão. Eu ainda não dormi com a Felicity. – Faz dias que isso nem me importa mais.

- Não? Por que não? – Ele pergunta

- Porque acho que estou gostando dela de verdade. – Admito e tomo um grande gole de whisky.

Thomas não fala, só me olha com incredulidade e desconfiança.

- Você tá falando sério? – Agora ele ri um pouco.

Lhe direciono um olhar irritado.

- Estou com cara de quem está brincando, por acaso?

Seu queixo vai ao chão. Reviro os olhos. Quando esse moleque vai crescer?

Thomas gargalha.

- Eu não acredito nisso! – Exclama. – Oliver Queen está apaixonado? Meu deus, o apocalipse está chegando. – Diz e põe a mão no peito enquanto gargalha.

- Qual é a graça, porra? – Taco meu copo na parede.

Thomas se assusta com minha reação.

- Calma, Oliver. – Ele ergue as mãos. – Eu estava só brincando.

- O problema é que eu não estou pra brincadeira, Thomas. – Resmungo. – Ela não olha mais na minha cara e eu não sei mais o que fazer.

- Já tentou falar com ela?

- Mas é claro que já. Ela foge e quando vem falar comigo, é sobre trabalho.

- Vai até a casa dela então. – Diz como se fosse obvio.

Hesito.

- E se mesmo assim não der certo?

- Aí pelo menos você tentou. – Diz ele dando de ombros.

Será?

[...]

Tomo um banho rápido, somente pra relaxar Escolho uma camisa preta e um jeans, nada demais. Dirijo nervoso  a caminho do apartamento de Felicity.

Como eu descobri onde ela mora? Além de ser o chefe e possuir informações sobre todos os meus funcionários, eu sempre descubro e consigo tudo o que eu quero. Foi moleza.

O elevador parece não se mexer. O tempo está mais devagar, os segundos viram dias e devo isso ao meu nervosismo. Que droga. Nunca fui um homem inseguro, nem nada disso. Mas se ela se negar a me ouvir, não sei o que eu faço.

Bato em sua porta e poucos segundos depois ela se abre. Felicity parece em choque, mas noto que ela me seca com os olhos. Se não estivesse tenso, daria risada.

- O que faz aqui, Oliver? – Pergunta sem rodeios.

Respiro fundo.

- Precisamos conversar, Felicity. – Digo cansado.

- Você precisa conversar, porque eu não tenho nada pra falar. – Diz calmamente e percebo que ela não vai facilitar pra mim.

- Então só me escute, por favor. – É a primeira vez que imploro algo.

- Está bem, então fale. – Ela diz com a mão na cintura e só agora percebo o que ela veste.

Felicity usa uma camisola branca delicada, bem curta. Ela deixa suas pernas... nossa.

Ela pigarreia, me chamando a atenção.

Felicity está com aquela carinha de brava, que a deixa mais linda ainda. E meu Deus, eu não posso mais.

Estou no meu limite.

- Que se danem as palavras, eu não aguento mais.

Então, e avanço sobre ela e beijo sua boca.

Seus lábios macios me pedem para continuar e eu não quero parar. Nunca beijei mulher nenhuma assim, com tanta fome e intensidade.

Perco a noção da hora, esqueço e Jesus... nada mais importa no momento. Só paramos porque estávamos ficando sem ar. Estamos com nossas testas encostadas e sinto minhas pernas bambearem.

Felicity se afasta um pouco e parece pensar em algo. Pelo menos alguém aqui consegue pensar em alguma coisa...

- E a sua morena? Brigou com ela? É por isso que veio me procurar? Pra não ter que passar a noite sozinho? – Vejo a raiva tomar o seu rosto, pouco a pouco.

- A Laurel não é nada minha. – Digo a verdade.

Não é e nunca foi.

Felicity se senta no sofá.

- Laurel? – Ri, ácida. – Esse é o nome da vádia? – Tenho vontade de rir, mas sua cara não está nada boa.

- Eu não vou negar que tive algo com ela no passado, mas foi só sexo. E naquele dia, foi ela que me beijou. -  Conto, sincero.

- Está falando a verdade? – Ela me analisa.

Meu Deus, sim.

- Sim, Felicity. Estava lá no hall te esperando, pois queria te ver de novo e talvez te dar uma carona pra casa. – Sorrio ao me lembrar de como corri para dar tempo.

Pela primeira vez, ela sorri e esse simples fato já me acalma um pouco.

Me sento do seu lado e pego suas mãos. Estranho, pois suas mãos estão muito frias.

- Está tudo bem? Suas mãos estão geladas. – Ela me olha.

- Estou com dor.

 Me levanto na hora. O que ela disse?

- Dor? O que você tem, Felicity?

Mil coisas se passam pela minha cabeça e estou me desesperando.

Meu Deus, o que ela tem?

- Cólica. – Ela responde e percebo que está meio pálida.

Cadê a bolsa dela? Inferno, cadê? Preciso leva-la ao médico agora.

- O que está procurando?

Minha sanidade...

- Sua bolsa. – Respondo, ainda olhando ao redor. – Vou leva-la ao hospital.

Felicity ri um pouco. Do que ela está rindo, pelo amor de Deus?

- Não, Oliver. Eu já tomei remédio, daqui a pouco eu melhoro. – Diz

- Verdade?

Ela não mentiria pra mim, mentiria?

- Sim, não há necessidades de hospital. – Fala com um risinho.

- É assim todo mês? – Pergunto, tenso.

Não quero vê-la assim constantemente.

- Sim, infelizmente.

Ela parecia meio tensa, então brinco:

- Ainda bem que não sou mulher.

Felicity ri, tacando uma almofada em mim. Rio também, pois percebo que ela já está melhor.

- Tem certeza que vai melhorar? – Ter certeza absoluta.

- Sim, tenho certeza. – Ela sorri mais uma vez e mil quilos saíram de meus ombros.

A beijo de novo.

- Mulher, você sabe como deixar um homem nervoso.

Gargalhamos.

- E você sabe como fazer uma mulher se apaixonar. – Sorri e não há nada melhor de se ouvir.

- Sei? – Quero ouvir de seus lábios.

Ela revira os olhos.

- Sabe! –Afirma e nos perdemos nos lábios um do outro, mais uma vez.

 


Notas Finais


Esse casal!!!!! #Olicity


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