História Love Happens - Trilogia - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Arrow, The Flash
Personagens Felicity Smoak, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Ray Palmer, Sara Lance, Thea Queen, Tommy Merlyn
Visualizações 169
Palavras 1.212
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite, meus amores. Tudo bem com vocês?
Peço desculpas pelo pequeno sumiço, mas essas duas semanas REALMENTE, não tive tempo nenhum.
Odeio não cumprir com minha palavra, é um saco!
Ainda vou tentar manter as publicações 3x por semana. (Talvez, sexta, sábado e domingo), vamos ver se dá certo hahaha.

Enfim, nos vemos nos comentários certo??? AAAAH, além de comentarem sobre o cap, me digam o que estão achando da FIC!

Boa leitura!
[Sem revisão]

Capítulo 9 - Angústias


2 semanas depois

Muita coisa mudou desde aquele beijo que vi. Faz uma semana que estou formada. Pois é, isso deveria ter me animado, mas não. Hoje, sou uma advogada mesmo.

Me sinto deprimida, como se fosse uma adolescente que viu o menino que gosta beijando outra. Aí a questão: “você tá com raiva do Oliver?” e a resposta é não. Por incrível que pareça.

Há duas semanas eu evito olhar para Oliver. Há duas semanas, se eu vejo que ele está em um corredor, eu pego o outro. Há duas semanas, eu não troco uma palavra com ele se não for sobre o trabalho.

Oliver não nasceu ontem, ele sabe o que está fazendo e isso me angustia ainda mais. Não está fácil essa situação. Não é fácil sentir uma atração imensa pelo seu chefe e saber que ele está com outra. Todos os dias, eu o observo enquanto ele não está vendo. Ele é simplesmente maravilhoso. Sério, extremamente profissional, possui uma postura que é invejada por muitos e é lindo sem nem mesmo saber.

Eu sei que estou parecendo uma idiota apaixonada falando, mas é verdade. Quando ele está preocupado ou confuso, franze a testa e faz uma carinha linda de menininho perdido e inocente.

Quando ele está bravo, fecha as mãos e trinca o maxilar. Quando está de bom humor (o que é muito raro) ele parece mais jovem. Suas feições suavizam e parece um menino. Quando está sorrindo, seus olhos ficam mais brilhante e mais azuis. Seu rosto se ilumina e eu fico hipnotizada.

São tantas coisas que é difícil dizer por que estou me apaixonando por ele. Cada coisa que ele faz, eu me apaixono mais.

Semana passada, por exemplo, eu saía do escritório para almoçar. Iria comer num restaurante pertinho do serviço. Estava quase chegando, quando vi Oliver entrar no mesmo lugar. Eu estava atrás dele, então ele não me viu. Eu estava indo embora de lá pra almoçar em outro lugar, quando vi um menino de rua cutucar Oliver. Eles conversaram por alguns segundos e ele mandou o menino esperar.

Depois de 5 minutos, Oliver saí restaurante cheio de sacolas para viagem. Ele as entregou para o menino que até chorava de alegria. Não tinha como me emocionar e acabei chorando no meio da rua mesmo.

Foi muito lindo ver Oliver ajudando o garoto que usava roupas rasgadas, sujas e que estava faminto. Depois desse dia, constatei que ele não é aquele homem ruim e frio que todos falavam. Também possuí um coração e ele é bom. Ele só mostra isso pra todo mundo, nem toda hora.

[...]

O dia de trabalho passou normalmente, tirando o fato de que estava no meu período e morria de cólica. Todo mês é assim e já até procurei um médico, mas ele me disse que é normal as mulheres sofrerem de cólicas menstruais e apenas me receitou uns comprimidos que ajudam em nada.

Passei o dia no modo automático e continuei com a rotina, que era evitar Oliver e fazer meu trabalho.

Cheguei em casa já eram 19h10 da noite. Minha cólica havia aumentado e, pra piorar, o trânsito estava infernal. Fui tomar um banho pra ver se melhorava e depois fiz uma pipoca enquanto via algo na TV.

A campainha toca e quero matar quem quer que seja. Me levanto morrendo de dor e praguejando. Quando vejo pelo olho mágico da porta, desejo não ter levantado do sofá. Oliver está ali.

Abro a porta e estaco no lugar. Ele está de tirar o fôlego. Calça jeans escura, camisa preta social e parece que acabou de sair do banho. Meu Deus, esse homem é uma tentação.

- O que faz aqui, Oliver? – Pergunto quando na verdade, queria agarrá-lo ali mesmo.

- Precisamos conversar, Felicity. – Ele diz e parece um pouco abatido.

- Você precisa conversar, porque eu não tenho nada a dizer. – Falo calmamente.

- Então só me escute, por favor.

Seu semblante sofrido me faz titubear um pouco.

Merda. Por que sou tão fraca?

- Está bem, então fale.

Nessa hora, ele me seca com os olhos e percebo que está olhando para minhas pernas.

Reviro os olhos, homens não podem ver mulheres de camisolas que babam.

Pigarreio com cara de brava e consigo sua atenção.

Ele me observa profundamente.

- Que se danem as palavras, eu não aguento mais. – Dito isso ele avança sobre mim e me beija com uma fúria que nunca vi antes.

Oliver me beija como nunca fui beijada. Sua boca tem fome de mim. Consigo sentir isso. Enquanto sua boca está na minha, uma mão está em minha nuca e a outra em minhas costas.

Meu Deus.

Eu esqueço de tudo durante esse beijo. Não lembro meu nome, o nome dele e muito menos onde estamos. Sua boca ainda me ataca com fúria e desejo.

Só paramos porque o ar se faz necessário. Oliver encosta a testa na minha e ficamos assim por alguns segundos.

Mesmo hipnotizada, me lembro de uma coisa.

- E a sua morena? – Pergunto me recordando daquele magricela. – Brigou com ela? É por isso que veio me procurar? Pra não ter que passar a noite sozinho? – Não estava com raiava até esse momento, mas imaginar ele a beijando do mesmo jeito que me beijou agora...

- A Laurel não é nada minha. – Diz ainda na porta.

Eu volto para o sofá, torturada pela cólica.

- Laurel? – Rio com escárnio. – Esse é o nome da vadia? – Tento disfarçar a dor, mas ela está piorando.

- Eu não vou negar que tive algo com ela no passado, mas só foi sexo. E aquele dia, ela que me beijou. – Olho pra ele e parece que está sendo sincero.

- Está falando a verdade? – Preciso saber.

- Sim, Felicity. Estava lá no hall te esperando, pois queria te ver de novo e talvez te dar uma carona pra casa. – Ele diz com um leve sorriso.

Sorrio também.

Oliver se senta do meu lado no sofá e pega minhas mãos.

- Está tudo bem? Suas mãos estão geladas. – Seu rosto mostra um pouco de preocupação.

- Estou com dor. – Prefiro ser direta.

Oliver se levanta na hora.

- Dor? O que você tem, Felicity? – Ele agora parece muito preocupado.

- Cólica. – Digo e percebo que estou suando frio. – Oliver parece procurar algo. – O que está procurando?

- Sua bolsa, vou te levar para o hospital.

Acho graça do seu comentário.

- Não, Oliver. Eu já tomei remédio, daqui a pouco eu melhoro. – Digo para acalmá-lo.

- Verdade? – Ele me olha analisando.

Suspiro sob a intensidade de seus olhos.

- Sim, não há necessidades de hospital. – Digo com um risinho.

- É assim todo mês? – Pergunta receoso.

- Sim, infelizmente. – Digo bufando.

- Ainda bem que não sou mulher. – O safado brinca, e percebo que é pra descontrolar.

Dou risada e taco uma almofada nele. Ele ri também.

- Tem certeza que vai melhorar? – Oliver está ajoelhado na minha frente

- Sim, tenho certeza. – Sorrio pra ele acreditar.

Ele suspira, me beijando novamente.

- Mulher, você sabe como deixar um homem nervoso.

Damos risada.

- E você sabe como fazer uma mulher se apaixonar.

Oliver abre um sorriso lindo, todo galante.

- Sei? – Filho da mãe, exibido.

- Sabe! – Confirmo já o beijando novamente. 

 


Notas Finais


Já podemos gritar??? HAHAHA vamos ver #Olicity

Beiiiijos e até o próximo!!!


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