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História Love in Fire - Stlaus - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


SURPRESA PESSOAS

Eu não podia deixar esse dia passar em branco, não é?

Aniversário do nosso Joseph Morgan, eterno Niklaus Mikaelson, rei de tudo ❤

Espero que gostem!

Só queria um biscoitinho azul ~Dylwsn
#PJOnaBauducco

Capítulo 5 - O magrelo era irritante


Fanfic / Fanfiction Love in Fire - Stlaus - Capítulo 5 - O magrelo era irritante

O magrelo era irritante.

Pessoas, por muito menos, já foram mortas por mim, então, por que eu não conseguia matar logo aquele garoto sarcástico e com sorriso debochado?

Concordo que ele era de fato belo, uma beleza que jamais vista em todos os meus séculos, digno de ser representado por uma obra de arte ou comparado a um filho de Afrodite, se assim existisse.

Seus olhos cor de âmbar, seu cabelo castanho chocolate junto com sua pele pálida e cheia de pintinhas, essas que formavam constelações em seu rosto e desciam pelo pescoço.

De fato, belo.

Porém, como belo era também irritante.

O sorriso debochado e cínico dirigido à si como se sua presença não fosse ameaçadora o suficiente nem sua figura assustadora o bastante para botar medo nele. O sarcasmo e sua língua afiada sem medo das consequências ou do perigo próximo que corre, como se não tivesse medo da morte e quisesse desestabilizar o inimigo.

Qual o motivo de ele não estar morto ainda?

Sabia de sua fama, o humano imortal, o humano do pack McCall-Hale, o que não morre. Só queria testar para ver se ele era mesmo imortal, para tirar aquele sorriso desgraçado de seu lindo rosto, e tirar suas próprias conclusões.

Contudo, reconhecia que ele era gentil com minha pequena loba, acolhedor, simpático e adorável quando estava com ela, embora as situações ocorridas sejam devido ao fato da lobinha querer somente a companhia dele, e só dele. Então, ela fugia para ficar próximo dele. Com ele.

Isso me magoava, o fato de ela ir atrás dele para ter companhia, sem avisar alguém, como se ninguém mais importasse. 

Mesmo que eu não quisesse, reconhecia que o castanho parecia uma companhia boa para minha pequena, sempre a via mais leve e sorridente quando voltava de um tempo com ele, mais energética, cheia de vida. Era alegria em sua forma mais singela.

E o fato de ela preferi-lo é o que me irritar.

Esses eram o meus pensamentos enquanto nós, eu e Hope, entrávamos na mansão comprada a alguns dias antes, em algum lugar nobre da cidade, devido ao problema de Hope e que achamos, eu e meus irmãos, que seria melhor estar por perto do druida caso algo acontecesse.

Hope está toda animada, claro que devia ser efeito daquele magrelo irritante, e saltitante, sua roupa a deixava fofa, com a blusa de manga longa rosa de gatinhos, enquanto caminhava para a cozinha para comer alguns biscoitos, deixando-me na entrada da porta.

— Irmão – Profere Elijah enquanto desce as escadas gêmeas da mansão. — Vejo que retornou com Hope, onde ela estava?

— Ela estava com aquele garoto – Rosnei. — O da clínica.

— Vejo que não gosta dele, desde nosso último encontro – Pausou. — Pode me dizer o por quê?

— Ele é irritante, sarcástico, irônico, parece que não tem medo da morte que eu posso proporcioná-lo caso não cale a maldita boca – Expliquei.

— Hmm… – Refletiu. — O quer matar por que ele é irritante a si?

— O quê? Não, não quero matá-lo, só o acho irritante demais para estar com minha filha.

— E não teme que ele suma com ela? Desapareça com sua filha e nunca mais a veja? – Indaga.

— De alguma forma, não sei como e nem porquê, não o sinto fazendo algo prejudicial a Hope.

— Ainda não entendeu, Elijah? Ele gosta do garoto – Surge Rebekah vindo da cozinha, onde, supostamente, estava Hope. — Olá Nik.

— Rebekah – Cumprimentei-a. — Não diga bobagens que você não tem ideia.

— Será Nik? Ou você é cego o suficiente para não ver? – Provocou-me recebendo um olhar irritado de mim.

— Terei que concordar com ela, irmão – Elijah chamou minha atenção. — Parece que essa sua raiva inexplicada é porque gosta do garoto. 

— Viu? Até Elijah – Olhou para mim e se aproximou. — Você gosta do garoto, Nik e não adianta negar, você age de maneira incomum pelo que me é contado. Nem com a Camille você era assim – Disse-me e eu só me irritei ainda mais com a menção do nome. — Todo bravo pela maneira dele agir com você, talvez apenas esteja respondendo pela sua agressividade com ele. 

— Querida irmã – Sorri para ela. — Você não poderia estar mais enganada. Eu não gosto dele – Afastei-me deles e comecei a ir as escadas para subir rumo ao meu quarto. 

— Certeza? Ou está dizendo isso para não admitir que gosta dele? – Pergunta e eu apenas subo em silêncio.

Entro em meu quarto, o qual é bem amplo, paredes brancas e possui uma cama de casal moderna, com lençóis brancos e vermelhos misturados, além de um guarda roupa, de carvalho, grande e uma TV de frente à cama; e vou até a mesa que contém uísque e abro-a para tomar um copo, refletindo o tamanho absurdos que meus irmãos disseram.

Rebekah não poderia estar mais errada, eu não gosto daquele garoto da veterinária pelo modo dele interagir comigo. Ele é apenas um tolo por achar que a forma que me desafia é um modo de contestar minha autoridade, sendo que posso matá-lo em instantes se quisesse.

E Elijah? Desde quando ele concordava com as ideias absurdas vindo dela? Eu só me irrito com a forma como ele debocha das minhas ameaças e age como se fossem nada, não por negar meus sentimentos, esses que não existem pelo magrelo.

E mesmo se existissem, não poderiam ser mais fadados ao fracasso, como prova à sua história ao longo dos anos. Caroline não o quis, pois amava outro; Camille o deixou para ficar com Vincent Griffith e fugiu de Nova Orleans para não enfrentar minha ira, as outras e outros amores jamais ficariam comigo ao ver o monstro que sou em relação à isso.

Então, não, jamais daria certo.

Meus pensamentos são interrompidos pelo som de leves passos vindo até mim. Hope  apareceu na entrada e colocou a cabeça para dentro, a fim de ver se eu estava no cômodo, e ao me ver veio até mim correndo para os meus braços, estava vestida de uma blusa amarela embaixo do macacão jeans que estava usando.

— Minha pequena loba – Saúdo-a.

— Papai – Olha para mim. — Saudade.

— Não ficaria com saudade se não fugisse para ir ver o garoto – Ela ri.

— O Sti é legal. Você iria gostar dele – Afunda a cabeça no meu pescoço.

— Talvez – Olho para o copo de bebida, mergulhado em pensamentos se o que ela disse era verdade ou não.  

Mesmo eu já sabendo a resposta.

— Então, o que você veio fazer aqui? – Indago.

— Tia Bekah disse para chamá-lo para o jantar – Diz.

— E só por isso veio falar com seu pai? – Dramatizo um pouco e ela nega com a cabeça.

— Não, vim perguntar se posso ir para casa do Sti amanhã também – Ela ri quando vê minha cara de indignado.

— Você está andando muito com ele, minha lobinha jamais faria uma coisa dessas comigo.

— Vamos papai – Pede. — Por favor. Você vai gostar dele também.

— Não sei, irei pensar, okay? – Ela assente. — Agora vamos ir jantar. – Ela desce do meu colo e vai pro chão. — Espere, foi a Rebekah que cozinhou? – Pergunto.

— Não, foi o tio Elijah – Responde.

— Bom, não quero comer cimento hoje – Digo e ela ri de novo.

Saímos juntos do quarto, ela ao meu lado, e ela pegou minha mão ao descer uma das escadas, é instintivo, já que ela sempre pega nossa mão para descer e subir desde que ela podia ficar em pé; e chegamos à sala de jantar, encontrando uma bela, e típica, mesa branca com velas e um frango em seu centro.

Todos já estavam sentados, Elijah e Rebekah, que vieram comigo para cuidar de Hope caso algo desse errado comigo, enquanto Marcel ficou responsável por liderar e zelar Nova Orleans, com Freya dando assistência, e Hayley com os lobos, embora ela quisesse muito vir, alguns lobos estavam se demonstrando um pouco rebeldes em relação aos vampiros, sendo que estes estavam em paz.

Minha pequena foi ao seu lugar, ao meu lado, e eu a cadeira da ponta da mesa, e todos começaram a jantar.

— Tia, eu vou no Sti amanhã – Minha filha diz, atraindo olhares de meus irmãos para ela e depois para mim.

— Eu não disse sim, Hope – Digo.

— Até parece que nega algo a ela, Nik – Minha irmã fala. — É claro que vai deixar.

— E ir com ela, presumo – Elijah complementa.

— Presumiu certo, irmão, eu preciso saber se ele é confiável para ficar com Hope.

— Se fosse só isso, não é, Nik? – Rebekah me provoca.

— Papai vai para me fazer companhia, tia – Hope disse.

— Não é só isso que ele vai fazer Hope.

— E o que mais ele vai fazer, irmã? – Indaga Elijah.

— Admirar o garoto é claro – Olha para mim.

— Admirar? – Pergunta Hope.

— Seu pai gosta do "Sti", só não admite – Profere.

— Sério pai? – Hope se direciona à mim

— Chega! – Exaltei. — Não gosto dele Hope, não ouça os tamanhos absurdos que ela diz.

— Sabe o que estava pensando? Fazermos um jantar e convidar o garoto. Somente eu não o conheço e parece que Hope gosta muito dele, e então? – Sugere Rebekah — Assim, podemos ver se o Nik gosta ou não dele.

— Nã- – Fui interrompido por Elijah.

— Acho uma ótima ideia Rebekah – Concordou Elijah. — Hope, amanhã, quando for na casa dele, convide-o para um jantar amanhã. Diga-lhe que é um agradecimento por cuidar bem de você.

— Okay tio, irei dizer – Minha filha sorri enquanto diz, sua animação sendo evidente a todos do cômodo.

Após o jantar, depois de um tempo, coloquei Hope para dormir, com ela agradecendo por poder ir ver o castanho novamente, comigo, claro, e dormindo em seguida. Deixo seu quarto devagar, para não acordá-la e vou ao direto ao meu quarto, pela segunda vez, sento-me na cadeira e bebo um copo de uísque. 

Sorrindo de canto por poder ver o garoto no dia seguinte.


Notas Finais


E essa foi a surpresa do capitulo 5!
Um capítulo inteiro na visão de Klaus Mikaelson
Combinou demais com o dia, não?

O Klaus está okay? Personagem difícil de interpretar na fic, complicado T-T
Joseph faz tudo parecer tão fácil
Os diálogos estão okay para os irmãos?
Tenho que ter nota se estão bons
#PJOnaBauducco #HappyBJoseph

Bye bye


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