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História Love In School - Imagine Choi Soobin (TxT) - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


•ignorem os erros, por favor 😊❤️

•nha 🤧❤️

•boa leitura, meus anjinhos 😔❤️

Capítulo 12 - Beijo de algodão-doce.


–Vamos comer algodão-doce, por favor! – o garoto que estava ao meu lado, deu um salto ficando parado a minha frente e me fazendo parar.

–Não, Soobin! Acabamos de voltar da escola! – falei com um tom de voz cansado. –Minha mochila está meio pesada, também.

–Por favor! – ele fez um biquinho adorável, e juntou suas mãos, implorando.

Aff! Por que esse garoto tem que ser tão fofo!?

–Tá bom. – me dei por vencida, e ele deu um sorriso largo. –Mas você vai ter que comprar para mim também! Não trouxe​ dinheiro, e não quero passar vontade. – avisei.

–Sem problemas! Agora vamos. – ele pegou a minha mão, e saiu andando comigo apressadamente, até o moço que vendia algodão-doce.

É difícil de explicar, mas, ultimamente, coisas tão bobas andam me deixando estranha. Coisas que eu, S/N, sou difícil de sentir.

É normal você ficar corada e sentir o seu coração batendo mais forte, quando alguém simplesmente toca na sua mão? Pois bem, foi exatamente assim que eu acabei de ficar, quando o Soobin pegou na minha mão para irmos até o moço do algodão-doce.

Antigamente, não gostava de tais gestos do Soobin, como pegar na minha mão, me abraçar, ou até mesmo, por ventura, beijar a minha bochecha e a minha testa – ele anda fazendo isso com muita frequência, inclusive –.

Mas como havia dito antes, eu não gostava, porém, hoje em dia, eu gosto, até. No entanto, tento evitar ao máximo que ele tenha esse tipo de afeto comigo, e sabe por quê? Sim! Vergonha.

É difícil de falar sobre isso, até porque eu nunca fui de sentir vergonha, tampouco ficar corada com gestos desse tipo. Sempre fui bem fria, em relação a "sentimentos". Entretanto, com o Soobin tem sido diferente, nessas últimas semanas.

Falei com a minha mãe sobre isso, mas ela disse o que eu não queria ouvir. O que eu não poderia ouvir.

"Provavelmente, você está desencadeando outros sentimentos pelo Soobin".

Eu odeio admitir, mas eu não duvido nada que isso esteja acontecendo comigo. Aquele garoto mexeu comigo de tal forma... Ele entrou na minha vida de tal forma...

–Toma. – ele entregou um algodão-doce para mim, da cor branca. O seu era amarelo.

–Obrigada. – agradeci, gentilmente e apanhei o algodão-doce.

O Soobin entregou algumas moedas para o moço. Não sei ao certo quanto foi, mas sei que a quantidade de moedas entregas pelo Soobin, era o suficiente para pagar os nossos algodões.

Acenamos para o moço, e saímos dali. Eu iria para minha casa, já o Soobin iria para casa da tia dele, fazer um favor que sua mãe havia lhe mandado. Favor no qual não me atrevi a perguntar sobre.

Como a casa da sua tia era perto da minha, iríamos juntos, como de costume. Tem sido assim, ultimamente.

–Eu amo algodão-doce. – o garoto​ ao meu lado comentou.

Ele estava andando feito um soldado.

Eu odeio quando ele anda assim.

Parece uma criança, Deus.

–Eu também gosto, apesar de ter uma quantidade absurda de calorias.– ri sem humor.

–Nossa, como você é estraga prazer. – ele falou em um tom brincalhão.

–Só estou sendo realista. – dei de ombros, e peguei mais um pedaço do meu algodão. –Isso aqui tem muita caloria, sem contar que pode lhe causar diabetes.

–"Isso tem muita coloria e pode causar diabetes". – ele afinou a voz, provavelmente, para imitar a minha. Depois contorceu os lábios e me olhou com desdém.

Lhe mostrei língua, e o olhei com indiferença.

–Você é fofa. – ele sorriu mostrando as suas lindas e invejáveis covinhas.

–Ah, obrigada... – sorri tímida e desviei o olhar, colocando um pedaço de algodão na boca.

Esses elogios dele me deixam tão envergonhada e sem graça, e acho que ele percebe isso claramente, pois sempre quando reajo de forma tímida aos seus elogios, ele ri, e hoje não foi diferente.

Quando acabamos os nossos algodões, Soobin queria jogar o palitinho no chão, vê se tem cabimento isso? Tinha uma lixeira a poucos metros de distância de nós, e ele queria jogar o palitinho no chão. Eu, como a boa cidadã que sou, dei um ótimo cascudo nele, e joguei o palitinho de nossos algodões no lixo.

Caminhamos por mais alguns minutos até que chegamos na porta da minha casa. Então, nos despedimos e eu entrei para minha casa.

Assim que fechei a porta, e joguei minha mochila no sofá, me aliviando do chumbo que estava aquilo (sério, parecia que eu estava carregando pedras dentro na mochila), alguém bateu na porta.

–Fala sério! Não faz nem 10 segundo que entrei. – resmunguei indo abrir a porta.

Quando abri, vi que era o Soobin. Tombei a cabeça para o lado, tentando entender o porquê dele estar aqui. Afinal, ele não ia na casa de sua tia?

–Voltou por que? – o questionei, já que ele não tinha dito nada desde então.

–Bem... – ele fez um careta engraçada e levou sua mão para a nuca, enquanto olhava para diversos lugares aleatórios. –Vem aqui. – ele pegou a minha mão, e num ato impulsional, me puxou para fora e fechou a porta da minha casa.

Confusa, essa era a palavra que me definia naquele momento.

–O que foi? Por que me trouxe aqui para fora? – questionei o garoto a minha frente.

–Então... – ele mordiscou seus lábios inferiores, parecia nervoso. –Uma vez me falaram uma coisa, então queria ver se era verdade.

Eu o vi se aproximar de mim, calmo, enquanto sorria gentilmente. Então, ele tocou o meu rosto e se inclinou um pouco mais para perto de mim. Tentei recuar, mas era inevitável, não tinha como escapar, e na verdade, eu não queria escapar.

Ele levou uma de suas mãos para minha nuca e se aproximou mais, enquanto a outra mão foi gentilmente posta em minha cintura. Nossos olhos foram lentamente se fechando até que pude sentir os seus lábios tocando os meus de forma sutil.

Antes que eu pudesse pensar em alguma coisa, ele já abria espaço entre meus lábios cerrados com sua língua, que logo adentrou em minha boca. Ele virou um pouco o rosto para o lado e nossos lábios se encaixaram com perfeição.

E essa foi uma das melhores sensações que já senti. Ele explorava a minha boca assim como eu explorava a dele, calmamente, sem nenhuma pressa. Nada mais no mundo importava além de nós ali.

Todas as emoções mais fortes que possam existir, estavam concentradas em nós. É como se o nosso beijo fosse nascido de uma antiga conexão, que eu nem sabia que tínhamos. Mas agora, sei que temos e sei também que ela é mais forte do que eu possa imaginar.

Nos afastamos, e meu olhar foi rapidamente direcionado para o chão. Eu estava um pouco envergonhada com o que tinha acabado de acontecer, e eu precisava processar as coisas também.

Senti as suas duas mãos segurarem o meu rosto, firmemente, e o levantar. Então nossos olhos se encontraram.

Ele sorriu de forma adorável para mim, e disse:

–Uma vez me disseram que quando se beija a pessoa certa, sente gosto de algodão-doce. E bem, eu acabei de descobrir que isso é verdade.


Notas Finais


•primeiramente, não sei escrever beijo, e eu sei que ficou ruim skksksk, mas eu dei o meu melhor e escrevi com muito carinho 😔❤️

•a sn seria bem cuzona com ele ainda, no entanto, percebi que vocês já estavam ficando com raiva dela 😂 então achei melhor dar uma aceleradinha nas coisas ksks ❤️

•não sei da onde que eu tirei algodão-doce, mas eu gosto muito ksksks e adoraria beijar alguém que tivesse a boca com gosto de algodão-doce 😊❤️

•comentem o que acharam, por favor. Quero saber a opinião de vocês 🙂.

•até o próximo capítulo 😊❤️


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