História Love is evil - Capítulo 10


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Categorias Andrew "Andy" Biersack, Black Veil Brides (BVB), Taylor Momsen, The Pretty Reckless
Personagens Andrew "Andy" Biersack, Taylor Momsen
Tags Adultério, Andy, Paixão, Sexo, Taylor, Traição
Visualizações 65
Palavras 1.428
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem voltou?

Capítulo 10 - Sweet Things


Fanfic / Fanfiction Love is evil - Capítulo 10 - Sweet Things

Evil knocking at my door
Evil making me it's whore
I don't mind if you take what's yours
But give me mine
Evil I want you to know
That I'm much too young to be old
I don't mind if you take what's yours
But give me mine

(Sweet Things - The Pretty Reckless)

Aquilo foi loucura, sem dúvida.

Mas também foi a melhor coisa da minha vida! Me livrei daquelas malditas correntes Andy, por mais errado que tenha sido, eu fui livre aquele dia. Senti o que todos falam...

Na hora em que acabou, coloquei as costas no sofá exausta, tanto pelo esforço - ora, eu te dei o meu melhor - quanto pela minha culpa. Aquele dia, o pecado nos corroeu não é mesmo? Mas você parecia um anjo deitado em meu colo. Até que...

-Taylor... eu não.... Eu não queria fazer isso. - Confessou com a voz rouca.

Aquela frase despedaçou meu coração garoto. Sabe o que você foi Andy? Um filha da puta hipócrita! E eu, uma biscate.

Engoli seco, não esperava por aquilo. Acho que percebeu minha expressão, não sei ao certo, mas pegou uma mecha do meu cabelo e ficou brincando com a ponta, distraído em seus próprios pensamentos.

-Eu desejava isso, porra, e como! Eu precisava disso e no fundo, eu queria estar aqui, mas não queria ter feito dessa... forma. – Ele disse ainda aparentando estar se afundando cada vez mais na sua culpa.

-Namorando. -Conclui e ele assentiu.

-Mas você me dá paz Taylor. É a única coisa que me dá paz. - Os olhos dele ficaram marejados. - Eu sou um canalha Taylor. Com você e com Jully.

A pronúncia do nome da garota me causou náuseas. Era melhor daquele jeito, eu nunca a vi, muito menos sabia seu nome, eu gostava daquilo, a tornava menos real.

Engoli seco.

Nesse momento, uma lágrima escorreu dos olhos de Andy, depois outra e outra, até que finalmente ele se levantou e me envolveu em seu abraço. Os 40cm de diferença que tínhamos pareceram dobrados quando seu corpo maciço me abraçou.

"Merda Andy, não faça isso porra! Não faça isso se não...."

E então as lágrimas começaram a cair do meu rosto, esperei que continuasse chorando, mas não, ele pegou meu rosto e inesperadamente beijou minhas lágrimas. Depois, acariciou meu rosto com os dedos e delicadamente me conduziu até seu peito, para deitar a cabeça ali.

- Eu não quero te ver chorar Taylor, nunca mais. - Ele disse soando sincero. - Eu não suportaria te fazer sofrer.

Ah porra, você me fez sofrer desde quando eu te vi naquela merda de ônibus garoto, todos os dias que te vejo, que sentamos juntos! Você é minha perdição Andy Biersack, aceite e conviva com isso.

Minha cabeça latejava e a culpa me corroía, mas sua delicadeza me envolvia em uma paz que eu nunca provei, sem muita explicação, meu choro foi se acalmando, pareceu se dispersar como mágica e eu encarei aqueles olhos azuis matadores enquanto soltava-me do seu abraço.

-Você é um homem incrível Andy, queria ter te conhecido antes. – Ele abaixou a cabeça.

Olhou para mim, sem levantar o rosto e concluiu sério:

-Talvez, tinha que ser assim. – Ele olhou para mim mais uma vez e mordeu o lábio inferior, pensativo.

Não era para ser sensual, mas porra, porque eu senti meu corpo estremecer novamente?

Que merda aquele garoto era? Um tipo de demônio disposto a me enlouquecer? Sorri, sim, eu sorri feito uma boba e ainda tive a cara de pau de levar minhas mãos até seu rosto. Observando cada detalhe de seu rosto de feições bem definidas, os olhos claríssimos agora levemente avermelhados pelo choro, seus lábios.

-Se me olhar assim eu vou querer te beijar de novo. – Ele disse meio sem jeito.

Estremeci. E por que não beijava? Avancei na direção dele, pulei no seu colo sem pensar no que fazia, mas não dei um beijo ardente, meus lábios foram suaves na boca dele de forma delicada, quase puros, se não fosse a situação pecaminosa que estávamos envolvidos.

-Você é incrível. – Ele disse depois que me afastei.

-Não sou Andy, eu sou uma pessoa ruim... Você só não me conhece o suficiente.

Ele sorriu de uma forma doce, colocou as mãos no meu rosto.

-Nunca mais fale isso Tay.

Ri, inclinando o corpo para trás, assustou-se e envolveu as mãos em minha cintura.

-Eu sou terrível Andrew, se não, eu não estaria me divertindo aqui. – Disse voltando a ficar ereta, mas apoiando os braços em seu pescoço. Senti aquele cheiro amadeirado de seu perfume e aquilo me fez arrepiar.

Riu ironicamente.

-Então, somos terríveis. – Ele disse puxando meus lábios com os dentes dele, delicadamente e iniciou um beijo.

Estremeci por completo, nunca havia sido pega daquela forma, segurou-me pelos braços firmemente enquanto sua boca era macia e delicada. O ar me faltou.

“Ah caralho, porque seu beijo é tão bom?”

Com a outra mão, apertou minha bunda com força.

Era assim que eu gostava, assim que eu queria. Senti seu membro novamente rígido na calça. De novo? Aquele garoto era feito do que? Eu o sentia pulsar. Ardia tanto de desejo quanto eu.

-Andy...  – Sussurrei seu nome quando ele se afastou.

-Tay... Eu... Eu preciso de você. – Abaixou a cabeça, escondendo o rosto rubro.

-Tay? – Sorri enquanto começava a beijar seu pescoço.  – Nunca me chamaram assim.

-Então... – Ele suspirou e fechou os olhos. – Eu a chamarei okay? – Ele gemeu.

Esticou o corpo, pressionando o membro contra meu corpo, eu estava tão molhada! Queria ele dentro de mim e era o que Andy também queria.

Sorri para ele mais uma vez voltando a beijá-lo. Ele puxou meu cabelo para trás com força, forçando meu pescoço a ficar exposto, todo para ele. Me beijou com força e desceu as caricias com a boca para meu pescoço, arrepiei e gemi de prazer.

-Porra Andy. Eu quero tanto você... – Disse mordendo o lábio inferior. – É melhor você ir embora... Se não vamos transar. – Minha voz era arrastada, não queria que ele parasse.

-Só hoje Taylor. Hoje e nunca mais. – Sorriu maliciosamente e pressionou seu quadril contra o meu.

Aquela coisa grossa novamente roçando na minha virilha. Gemi e rebolei. Ele me deu um tapa na minha bunda e estremeci.

-Desculpa. – Ele soltou as mãos rapidamente, como se estivesse saído de seu transe. – Eu não queria fazer isso, me perdoe eu...

-Cala a boca e me fode! – Disse voltando a beijá-lo.

Ele me tomou pelos braços e voltou a me beijar, a pressão de suas mãos estremecia minha pele. Ele não se continha queria me possuir para ele e eu, estava sedenta para isso. Mas foi nessa hora que a mágica aconteceu.

Meu celular tocou, a velha musica batida do AC/DC, deixei que tocasse a segunda vez, o colo de Andy parecia mais gostoso, mas então, meus olhos bateram no visor acesso:

"Jacob"

Parei o beijo e desci do seu colo, peguei o celular e foi nessa hora que todo tesão do meu corpo saiu -e o álcool também. Minhas mãos tremiam e o ar me faltou.

-Atende. – Ele disse levemente irritado.

Peguei o celular e levei até o ouvido.

"Quero falar com você"

"Pode ser hoje?"

"Eu sei que fui um idiota. Me perdoe."

 

Eu não consegui negar, como poderia? Eu era a puta.

Andy ficou com raiva, não fez questão de esconder. Quando eu disse que sim no telefone, mesmo sem saber o motivo levantou-se e ajeitou o volume da calça, como se assim pudesse esconder, pegou o capacete e esperou que terminasse a ligação próximo da porta.

-Andy me perdoe eu... - Fui até sua direção.

- Você não tem que se desculpas para mim Taylor. - Cerrou os punhos, controlando a raiva. - Esse cara te humilhou, te maltratou, agiu como se você fosse posse dele. E você faz o que? Age igual a cachorrinha dele! Eu não sou ninguém para te julgar Taylor, mas pensa bem no que você está fazendo da sua vida. Você é muito mais que uma cachorrinha de um delinquente. -Virou as costas – Você tem que pedir desculpas a você mesma.

A porta logo a minha frente bateu e aquele que me tirou o fôlego saiu por ela, o ar me faltou e as lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto sem que eu pudesse fazer alguma coisa. Sentei no chão, encarando a porta como se a qualquer momento ele pudesse abrir novamente e me abraçar, mas é óbvio que nada disso aconteceu. Eu adormeci sozinha, como sempre, chorando compulsivamente, ali mesmo no chão.



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