História Love is in another country - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Arthur Weasley, Cho Chang, Dino Thomas, Gina Weasley, Harry Potter, Lílian Evans, Luna Lovegood, Molly Weasley, Rolf Scamander, Tiago Potter, Tiago S. Potter
Tags Hinny
Visualizações 125
Palavras 1.117
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Era pra ter capítulo apenas quarta, mas a Marcella não para de me encher...
Então, boa leitura!!

Capítulo 17 - Um Dia Agitado


P.O.V. HARRY

Assim que sai do quarto, fui onde os meus amigos estavam e comecei uma conversa normal, sem mencionar o casamento, meu filho ou Ginny. Apenas quando já estava de madrugada e eles já estavam indo embora, é que me desejaram felicidades e eu não podia esconder um sorriso enorme que insistia em ficar no meu rosto.

Abri a porta do meu quarto para encontrar minha ruiva dormindo tranquilamente com a respiração lenta e parecendo que não dormia a dias. Pensei no quanto ela estaria sofrendo e com apenas vinte anos já tinha a responsabilidade de criar uma criança. Era óbvio que eu ia ajuda-la todos os dias. Iríamos nos casar, criar uma família e eu estaria sempre com ela. Eu ia dar a melhor vida que eu poderia dar, mas não podia substituir-la. Tem coisas que apenas ela consegue fazer. Eu sabia que ela podia fazer o que ela quisesse, viajar para qualquer lugar, estar com qualquer pessoa, mas ela estava na Inglaterra, aqui, comigo. Isso me faz sorrir e perceber que ela me amava como eu a amava. 

Me deitei passando o braço pelos seus ombros e a puxando. Mesmo dormindo, ela passou o braço pela minha cintura e me puxou contra ela. Só então percebi o quanto estava cansado e dormi rapidamente.

Acordei primeiro que Ginny e percebi que ela deveria estar exausta. Andei calmamente até a cozinha, fazendo um café da manhã caprichado cheio de vitaminas para ela, que o médico que tinha a examinado na Holanda, havia recomendado. Levei a bandeja pra ela e assim que a acordei, ela saiu correndo para a minha suíte.

- Não tranca a porta! – gritei para ela.

Ela apenas fechou e ficou lá por um bom tempo. Eu sabia que isso era normal, mas ver ela naquele estado me cortava o coração. Ela voltou alguns minutos depois parecendo bem melhor.

- Quando tivermos nosso filho, você vai ver que vale a pena. – falei passando a mão pelos seus cabelos e pelo seu rosto, quando ela sentou ao meu lado.

- Não estou reclamando. Só é chato. – suspirou olhando para frente.

- Dando trabalho pra mamãe, filho? – me inclinei em direção a sua barriga.

Ela riu e fez carinho nos meu cabelos enquanto eu a puxava para um beijo.

- Você que preparou? – me perguntou olhando para a bandeja.

- Dúvida das minhas capacidades? – ela negou rindo. – Acho bom. Mas se você duvidar eu te provo cada uma delas. – disse num tom malicioso e ela me olhou com as sobrancelhas arqueadas em sinal de desafio.

- Seria ótimo, mas eu estou com fome. – me empurrou e puxou a bandeja para o seu colo.

- Eu não comi ainda, sabia? – peguei uma torrada.

- Uma pena, não é mesmo? – ironizou. – Porque eu vou comer tudo isso sozinha.

- Nossa, amor! – falei em falso tom de indignação. – Você vai comer tudo isso e não vai dividir com seu noivo?

- Seu filho vai comer tudo isso.

- Agora o filho é meu. – falei indignado e ela riu. – Quer fazer alguma coisa hoje?

- Ficar dormindo com você na sua cama.

- Você acabou de acordar. – reclamei. – E eu estava pensando em nos mudarmos o mais rápido possível para nossa casa.

- Quer começar a embalar as coisas? – perguntou mais desperta e eu concordei rindo de sua empolgação.

Passamos a manhã e a tarde inteira arrumando algumas coisas que eu ia precisar na nossa casa, mas que não usaria aqui e ajudando Ginny nas coisas necessárias.

- Vamos para a Holanda, logo. – determinei. – Precisamos pegar suas coisas.

- Não vai dar para trazer tudo em uma viagem.

- A gente dá um jeito. – pensei um pouco. – Podemos pedir para os seus pais trazerem as coisas mais importantes e depois nós vamos pra lá pegar o que falta. É mais fácil.

- Pode ser. – suspirou e se encostou na parede. – Eu estou tão cansada.

- Eu também, mas quanto antes terminamos mais rápido nos mudamos. É isso que você quer, não?

Ela sorriu e voltou a me ajudar a embalar coisas necessárias. Afinal, eu ainda moraria aqui por mais um tempo.

- Vou comprar as passagens amanhã. – anunciei e ela me olhou sorrindo.

Quando sábado chegou, John me convidou para mais uma das nossas rodas de amigos, mas eu recusei. Quando falei pra Ginny que ficaria com ela naquele dia, ela quase me expulsou de casa, falando que não era culpada por eu não me divertir. Então, uma hora depois eu estava saindo de casa, sozinho, para ver um bando de pessoas que eu via quase todos os dias (não que eu não gostasse), e preocupado com Ginny.

Enquanto todos conversavam, eu ficava pensando nela. Logo, obviamente, John percebeu e começou a série de perguntas:

- O nosso barulhento está quieto, hoje.

- Estou preocupado, é diferente. – corrigi.

- Conte seus problemas, sr. Potter. – assumiu a forma de um profissional.

- Não tem problema nenhum. Só estou inquieto. – ele me incentivou a continuar. – Não sei se vocês lembram, mas a Ginny está grávida.

- Por que não ficou com ela?

- Ela disse que a culpa não era dela se eu não me divertisse. – eles riram e eu os acompanhei.

- Mas eu acho que você e ela se divertiram bastante na noite que ela ficou grávida. Você tem que ter outros tipos de diversões também. – John comentou e eu corei enquanto todos gargalharam.

- Vou ver se ela está bem. – murmurei me levantando e pegando a chave do carro, ainda ouvindo eles rindo.

Dirigi com certa pressa, mas tomando muito cuidado, para ver Ginny e me acalmar de vez. Parecia exagero esse desejo constante de estar perto dela, mas era isso que me deixava feliz. Além do mais, ela está grávida de poucas semanas e minha mãe me explicou que nessa fase, tem chances de ocorrer aborto espontâneo, o que não me tranquilizava muito.

Abri a porta e encontrei Ginny dormindo, enrolada na coberta e com a televisão ligada. Estranhei essa atitude. Ela sempre dizia que odiava dormir no sofá e ainda mais, assistir programas.

- Ginny... – sussurrei.

Ela resmungou e abriu os olhos me olhando cansada.

- O que aconteceu? – questionei e ela balançou a cabeça.

- Eu estava com um pouco de dor no abdômen e não consegui dormir. – minha cara deveria estar muito apreensiva, porque ela passou a mão no meu cabelo e continuou. – É normal, Harry! É o nosso filhinho crescendo. – falou num tom calmo.

Eu me esforcei para não discutir sobre isso. Com certeza iríamos nos estressar, acabar brigando e eu não queria isso. Acabei por assentir, peguei ela no colo e a levei para o meu quarto com ela gargalhando me fazendo rir também.


Notas Finais


O próximo capítulo vai sair no sábado, pois está muito corrido para escrever...
Espero que tenham gostado, porque eu ri muito revisando..
E comentem, ok?? 💚💚💚


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