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História Love is not a game - Capítulo 4


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Notas do Autor


O título do capítulo foi o nome que eu dei para o caso. Eu tive algumas dificuldades em escrever esse capítulo, por que tive um bloqueio criativo, mas ele está aqui.

Se tiver algum erro ortográfico me perdoem, as vezes o corretor faz isso, ou eu não vejo o erro na hora de escrever.

Obrigado a todos que estão lendo. Meus textos normalmente são muito ruins, até hoje eu não consegui melhorar muito, mas eu tento fazer o meu melhor por vocês, obrigada mesmo

Boa leitura

Capítulo 4 - Capítulo II: o assassino da escuridão


SHERLOCK APENAS havia se movido para mandar uma mensagem para Mycroft, para confirmar o que havia visto, ele ficava contente por sua irmã estar ali vivendo no mundo real, e não vivendo naquela prisão. Eurus se aproximou do irmão e lhe deu um abraço que não foi correspondido no momento, pelo detetive ter sido pego de surpresa, enquanto isso do outro lado Molly sorria com a cena.

- nem parece que nos vimos semana passada, não é? – Eurus brincou. Sherlock ia visitar a irmã toda semana, afinal ela apenas tinha feito todos aqueles joguinhos, porque quando criança ela não tinha recebido a atenção do irmão preferido, então para compensar o tempo perdido Sherlock visitava sua irmã sempre que podia.

- pois é. – Sherlock observou toda a sala, até encontrar uma mulher de cabelos castanhos amarrados em um rabo de cavalo, olhos castanhos, batom rosa claro, rosto levemente corado, e um sorriso lindo, aquela mulher era Molly Hooper. Sherlock ficou um bom tempo parado lhe observando, como se ela fosse uma obra arte ainda mais valiosa do que a Monalisa.

- terra chamando Sherlock! – John passou a mão na frente do rosto do amigo, na tentativa de tira-lo de transe, mas sua tentativa foi falha, então se distanciou um pouco, e ficou ao lado da irmã do detetive. – Eurus seu irmão tem um sério problema de ser orgulhoso demais, para assumir certos sentimentos.

- ele é meu irmão! É óbvio que eu sei! – Eurus abriu um pequeno sorriso

Sherlock percebendo que estava sendo observado, saiu de transe, e se direcionou a maca onde se encontrava o corpo do jovem segurança, e começou a analisa-lo. – Molly pensou em falar com o detetive, porém desistiu pois sabia que ele não responderia, já que eles não se falavam à um mês. Após Sherlock terminar a análise, ele voltou para perto da porta, chamando John para irem para a delegacia, afinal ele já tinha uma dedução sobre o caso.

- sei que não falei nada, sobre eu estar vivendo com a Molly, mas eu não mereço nem um “tchau irmãzinha?” – Eurus colocou as mãos na cintura

- tchau Eurus! – Sherlock falou e abriu a porta, mas foi impedido por John, que por sinal estava quase bravo com o amigo pela atitude

- não é só sua irmã que está na sala! – ele sussurrou no ouvido do amigo

- ela não quer falar comigo! – Sherlock sussurrou de volta, e John lançou um olhar sugestivo para Eurus, e a Holmes mais nova apenas lançou um sorriso em resposta.

- Molls! – Eurus chamou – Sherlock falou que quer sair com você! - Eurus falou, deixando o irmão sem saída.

- você é inteligente, mas não vai funcionar! – Molly respondeu

- na verdade, Molly eu gostaria de conversar com você. – Sherlock falou – queria que me ajudasse no caso, já que o John se interessou em como a Eurus virou sua colega de apartamento. – Sherlock mentiu

- mas seu irmão me pediu para... – Molly foi interrompida por Sherlock

- eu sei o que meu irmão pediu, mas não tem problema, o John fica supervisionando ela! – Sherlock estendeu a mão para Molly.

- então, tudo bem posso te ajudar com o caso. – ela pegou a mão do detetive e os dois foram para Baker Street.

No hospital, John observava os dois saindo, ele tinha ficado muito surpreso, não conseguia acreditar que Sherlock tinha aceitado a armação, feita pelo amigo e a irmã mais nova. John olhou para Eurus, que estava surpresa mas não tanto quanto o médico, e os dois começaram a rir.

•••

Em Baker Street, Sherlock e Molly juntaram tudo o que tinham sobre o caso, até ouvirem batidas na porta, Sherlock abriu a porta e Lestrade entrou. Sherlock se sentou em sua poltrona e esperou o inspetor se sentar na cadeira para ouvir os detalhes de um novo mistério.

- antes de começar, cadê o John? – Lestrade perguntou, não era a primeira vez que ele via Molly trabalhando com Sherlock, mas John não tinha brigado com o detetive ou coisa do tipo, então o inspetor achou estranho.

- ele está conversando com minha irmã, no necrotério. – Sherlock explicou – Molly esta me ajudando, gostaria de uma legista experiente me acompanhando, já que eu imagino que novos assassinatos estejam acontecendo.

- duas pessoas morreram na noite passada, as duas vítimas eram da mesma turma do Alex. – Lestrade falou – houve uma queda de energia e quando a energia voltou as dia apareceram mortas, eram duas mulheres aproximadamente vinte e um anos. Os corpos devem estar a caminho do necrotério.

- vou ver o que eu posso fazer, mas no momento quero me focar na primeira vítima. – Sherlock guia Lestrade até a porta. – finalmente!

Molly apenas observava cada passo do detetive, afinal a legista não estava compreendendo a razão do qual ele lhe pedira para ajudar no caso, ela era uma legista experiente, e ele sabia disso, mas percebeu que ele mentia sobre John querer saber mais sobre como Eurus tinha virado sua colega de apartamento, afinal ele com certeza viu a conversa de Sherlock com o irmão mais velho, se é que não participou da conversa. A legista sabia que eles não se falavam a um bom tempo, e que o orgulho dele era muito grande para pedir desculpas por tudo o que aconteceu, e por não falar mais nada com ela. Juntando rodos esses fatos, Molly percebeu que não havia motivos para o detetive querer sua ajuda, afinal ele tinha um melhor amigo que era médico, e que já o acompanhava a bem mais tempo, então o porque ela tinha sido chamada?

- você já tem alguma dedução sobre o caso? – Molly perguntou coma voz baixa

- pouca coisa. – Sherlock falou sem emoção, mas ainda fitando a pasta de arquivos sobre as três vítimas deixadas na mesa por Lestrade

- então diga o que encontrou, sobre o Alex! – Molly pediu

- o tiro foi dado por um pistola, o que me faz pensar que a pessoa que atirou trabalhava na Polícia, essa pessoas também era um atirador experiente, já que conseguiu atingir um local bem próximo ao coração. O atirador era ligeiramente menor do que a vítima, o que me faz deduzir que não era um atirador, e sim uma atiradora. – Sherlock explicou sem deixar detalhes passarem – agora eu preciso ver o telefone dele, para ver quais eram as únicas mulheres das quais ele tinha contato, o que me faz pensar que eram poucas, e as duas possíveis suspeitas já forma eliminadas. – Sherlock apontou para a pasta das duas mulheres

•••

Ao chegarem na delegacia, Lestrade estava em sua sala como de costume. Sherlock entrou sem bater ou avisar, normalmente em um momento desses John retiraria os olhos pela atitude grosseira do amigo, mas como era Molly que o acompanhava e a patologista sabia muito bem das atitudes de seu amigo, não demonstrou nenhuma expressão de surpresa ou descontentamento.

- preciso do telefone de Alex Denvers! – Sherlock falou

- eu vou te dar, mas quero que devolva o mais rápido possível, isso ainda é uma pista! – Lestrade era um homem que quando se tratava do trabalho era sério, ele não desperdiçada seu tempo conversando com os amigos perto de uma viatura comento rosquinhas como a maioria dos seus colegas fazia. Ele procurava ajuda do consultor quando não sabia alguma coisa, e ouvia as opiniões de seus colegas, eram um dos melhores funcionários de toda a Scotland Yard, então deixar uma pista fora da delegacia seria um erro terrível.

Sherlock olhou a lista de contatos do rapaz, e pediu para que Molly apontasse alguns nomes em uma Folha de papel, logo em seguida olhou as redes sócias do rapaz, e Molly nove mente anotou os nicknames na frente do nome da Pessoa, e em seguida o detetive imprimiu algumas fotos que estavam no telefone, e aproveitando ele procurou na lista telefônica os contatos favoritos, e pediu para Molly anotar.

- Graham aqui está o celular. – Sherlock entregou o aparelho para o inspetor

- é Greg! – o inspetor o corrigiu

- Molly vamos até a Universidade de Londres! – Sherlock chamou a legista.

Os dois pegaram o primeiro táxi que apareceu, e seguiram para a Universidade. – Aquele lugar trazia boas lembranças para ambos, já que fora o lugar onde se conheceram. Sherlock era uma aluno de Química, e ela era uma aluna de patologia, as vezes eles tinham aulas juntos no laboratório, e Molly sempre era a dupla do detetive, já que muita das vezes Sherlock era exigente quanto a dupla, queria alguém que realmente fosse interessado em estudar, o que muitos ali não eram, mas Molly era uma das poucas que o real interesse era estudar.

Ao chegarem na Universidade os dois seguiram para a portaria. O porteiro estava lendo uma revista, quando notou a presença dos dois. O porteiro parecia ter cerca de setenta anos, tinha olhos Verdes, pele escura, já trabalhava naquele local a mais ou menos quarenta anos.

- senhor Olsen, precisamos do histórico escolar de um aluno chamado Alex Denvers. – Sherlock pediu ao idoso, que soltou uma gargalhada.

- quase vinte anos, e você não mudou nada Holmes. – disse o idoso, que lhes deu passagem para a diretoria da Universidade.

Ao passar pela porta da diretoria, Sherlock e Molly se encontraram com uma das autoridades da instituição, o que facilitou bastante para os dois. – Era uma mulher alta, magra, olhos castanhos, pele clara, se chamava Elizabeth Wood, ela era supervisora. Após alguns minutos de busca pelo documento, ela entregou-o ao detetive e sua parceira.

•••

A noite já havia caído, e os dois ainda investigavam o caso. Sherlock não estava muito concentrado no papel que tinha em suas mãos, ele prestava mais atenção, era em Molly e em como ela e estava concentrada nos arquivos que a Polícia tinha lhes fornecido. O detetive se lembrou de uma das conversas que teve com John, e percebeu que aquele era o momento de falar sobre aquele assunto.

- Molly, precisamos conversar! – dias se o detetive, colocando o histórico escolar de Alex Denvers em cima da mensal

- encontrou alguma suspeita? – perguntou Molly, repetindo o ato do detetive

- não é sobre isso. – Sherlock começou a se sentir desconfortável – é sobre o que eu lhe pedi naquele telefonema.

Molly ficou um tempo sem reação, mas logo voltou ao normal, e pronta para ouvir o que o detetive tinha a dizer. Sherlock respirou fundo antes de começar, ele sabia que qualquer palavra mal falada, deixaria a medica triste, e que aquilo não era seu objetivo.

- naquele dia, eu estava passando por coisas torturantes, e uma delas foi que, minha irmã ameaçou explodir sua casa, caso você não falsos aquela frase. – Sherlock falou um pouco rápido – ela disse que aquilo não passava de contexto emocional, que não havia bomba nenhuma dentro da sua casa. Aquilo era só para ver até onde eu iria por você. Me desculpe, por fazer você acreditar nisso.

- você não me fez acreditar em nada. – Molly falou – mas me fez perder uma aposta com sua irmã!

- como? – Sherlock não parecia acreditar, bem no fundo o detetive esperava que Molly acreditasse no que ele tinha dito.

- sua irmã disse que você sentia algo por mim, e eu não acreditei, afinal você ainda é Sherlock Holmes, um homem que não precisa de ninguém. – Molly falou – mas as irmã está certa, acho que você sente algo por mim.

- eu não entendi muito, dada a coisa de sentimentos, então não posso dizer nada. – Sherlock voltou a pegar o histórico

- talvez eu pudesse te ajudar. – disse Molly – depois que você resolver esse caso, poderíamos sair juntos.

- não acho que seja necessário, já te conheço bastante. – Sherlock falou sem emoção – quem sabe, a gente conversa sobre isso outro dia.

- ok. – disse Molly um pouco triste. Sherlock notou a tristeza na voz da amiga, mas não disse mais nada sobre o assunto.

Os dois continuavam olhando os arquivos, e comentando as coisas peculiares que haviam encontrado neles. Os dois tinham voltado a Universidade e pediram para falar com alguns dos professores das vítimas, Molly anotava tudo o que achava importante, e depois da conversa, eles voltaram para Baker Street.

Os dois começaram a fazer um quadro de pistas, e onde deveriam começar as investigações. Os dois tinham perdido a noção do tempo quando chegaram da instituição, já era quase 00:00, e eles ainda estavam acordados, e tinham se esquecido completamente de Eurus e John estavam esperando por eles.

- seu irmão vai acabar comigo! – Molly começou a juntar suas coisas

- não se preocupe, tenho certeza de que o John sabe se virar sozinho, e que ele já deve ter comunicado meu irmão. – Sherlock falou despreocupado – se quiser pode dormir aqui, esse horário é um pouco tarde pra você voltar.

- eu tenho que ficar de olho na sua irmã. – Molly falou

- é só hoje, amanhã você volta cedo para sua casa.

- onde eu posso dormir? – Molly se rendeu e resolveu ouvir o Conselho do detetive

- tem o quarto do John, e se quiser pode dormir comigo no meu quarto, má eu imagino que queira dormir no antigo quarto do John! – Sherlock falou

- se você não se importar. – Molly seguiu o detetive até o quarto de seu amigo.

- se quiser tomar banho, o banheiro e bem ali! – Sherlock lhe indicou uma das portas.

- obrigada! – Molly falou antes do detetive sair do quarto.

Molly já havia dormido, mas Sherlock ainda estava investigando. Continuava a observar as anotações da amiga, quando notou algo em especial, o professor que lhes dera informações havia citado que ele andava com um grupo de amigos, até o dia em que eles tinham começado a trabalhar, Sherlock olhou novamente as anotações , e percebeu que o professor tinha citado alguns nomes, ele pegou a lista de nomes qu Molly havia feito na delegacia, e comparou cada um deles com o nome dos amigos da vítima que o professor tinha citado.


Notas Finais


Eu não sei quando vai sair o próximo capítulo, mas vai ser em breve. No próximo capitulo eu vou disponibilizar os links das minhas outras Fanfics, eu ia fazer isso hoje mas não teve jeito porque eu esqueci de copiar os links enquanto eu escrevia o capítulo

Espero que tenham gostado.
Até o proximo capítulo.


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