História Love is Not Over - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Jeon Jungkook, Jhope, Jin, Jung Hoseok, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Love Is Not Over, Min Yoongi, Park Jimin, Suga
Visualizações 31
Palavras 1.927
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite minhas uvas 🍇💜

Finalmente voltei com a fanfic, peço perdão novamente pela demora!

Voltei com a estória refeita, alterei várias coisas porém mantive a mesma essência de antes, eu espero que gostem tanto quanto da outra.

Ah, antes de começarem, quero deixá-los avisados que se virem esse sinal * (asterisco) em alguma palavra ou frase, significa que nas notas finais haverá um link com uma imagem que descreva tal coisa. As vezes quando eu leio algumas fanfics fico tentando imaginar tais descrições de algo, e acabo me embolando toda, então, achei que seria legal usar esse método, mas se não gostarem, podem avisar (se virem algum erro ortográfico sintam-se livres para comentar também)!

Bem, acho que já falei demais ksjdkdk, então vou parar por aqui.

Tenham uma boa leitura, espero que gostem e se sintam atraídos pela fic 💜💜💜🔮

Capítulo 1 - Primeiro Cap.


Fanfic / Fanfiction Love is Not Over - Capítulo 1 - Primeiro Cap.


"Traços e fragmentos seus estão em todos os lugares

A manhã brilha sobre mim, mas a realidade não mudará

É difícil até mesmo respirar com meu batimento cardíaco"

 - KARD: You In Me


Capítulo 1.

Acordei com uma das mucamas da casa abrindo as janelas de meu quarto, permitindo que a luz fraca do sol adentrasse o mesmo fazendo com que eu me despertasse preguiçosamente com a baixa claridade quente.

 - Bom dia sinhá.

- Bom dia Bá - digo sorrindo docemente para a mais velha. Bá já era uma senhorinha de idade que ficou encarregada de cuidar de mim desde o meu nascimento, por tal razão a tenho como uma segunda mãe - Que horas são? - digo coçando os olhos e passando as mãos pelos cabelos, os bagunçando ainda mais.

- Exatas 7:00 da manhã. A senhorita precisa se arrumar, teu pai me mandou te avisar para não esquecer de que hoje haverá uma reunião com a família Park. 

- Não acredito que acordei cordei cedo apenas para isto - volto a me deitar e me cubro com o edredom floral deixando apenas meus olhos descobertos.

- Sim, minha querida. Assim que terminar de se banhar estarei lhe esperando. Já preparei teu banho - Bá me chacoalhou levemente - Precisa levantar sinhá, sabe que sua mãe não tolera atrasos - me levantei sem vontade da cama, me encostando na cabeceira de madeira da cama - Seu café está sobre mesa, preparei o que mais gostas para hoje.

- Sabe que não precisa ser tão fomal comigo, te considero como uma mãe. A propósito, não estou com fome, pelo menos não agora - tirei o edredom de cima do meu corpo, esticando minhas pernas e as colocando para fora da cama, sentindo o chão gélido e liso de madeira com as pontas dos dedos.

- Não pode ficar sem comer minha menina, coma ao menos uma fruta, sim? - concordo com a cabeça apenas para não precisar dialogar logo cedo, enquanto caminhava até o banheiro.

 Tomei um banho bem relaxante, bem, não tanto quanto eu queria, no mínimo fora agradável, já que hoje o dia seria estressante a um nível que eu poderia socar a cara de alguém, o que não seria nada bom vindo de alguém como eu, não que eu me importasse com isso.

Terminei de me banhar e me enrolei no roupão macio, indo até meu quarto e vendo um vestido* na cor verde água com detalhes dourados, babados um pouco abaixo dos cotovelos, rodado na parte de baixo e bem acinturado.

Chamei por Bá que me ajudou com a vestimenta, que logo foi colocada. Ela me questionou sobre o espartilho que eu deveria vestir antes, mas apenas dei de ombros.

Ao meu ver usar um espartilho era tão desnecessário quanto esse casamento. Ambos me tiram o ar, e de maneira não muito boa.

Passei minhas mãos pelo tecido fino do vestido assim que o mesmo me foi colocado, suspirei pesadamente, olhando-me no espelho.

- Este vestido lhe cai muito bem, sinhá.

- "Qualquer coisa que eu use ficará bem em mim" - repetiu o que a velha senhora sempre lhe dizia - Acho perda de tempo isto tudo - observou Bá andar até sua penteadeira, que a esperou se sentar na cadeira.

- Vamos arrumar teu cabelo, venha querida. Tens alguma sugestão?

- Pouco me importa, apenas faça o que achar melhor.

- Lembre-se que vossa senhoria precisas estar inteiramente arrumada, dos pés até a cabeça, precisa chamar a atenção de seu futuro marido. Não gosto de vê-la frustada, mas infelizmente não podemos evitar certas coisas.

A jovem suspirou, sentindo as mãos de Bá puxarem levemente os fios do seu cabelo, que tratou de fazer uma trança. Colocou um pequeno laço nas pontas do cabelo para o prender e ajeitou alguns fios. Um penteado perfeitamente arrumado.

- Pode deixar que o resto eu mesma faço. Pode sair, Bá. Obrigada.

- Certo sinhá. Já irei me retirar, pegarei apenas a bandeja do café. Tens certeza de que não queres comer nada?

-Sim. E avise aos meus pais que logo irei descer.

"Futuro marido", essas duas palavras martelavam freneticamente em minha mente. Pensar que em menos de um mês estarei casada com uma pessoa que nunca vi em minha vida me deixava demasiadamente incomodada. Eu iria me casar com alguém que eu nunca havia visto antes, e só iria conhecê-lo hoje, tudo apenas por pura cobiça e vontade de aumentar os lucros, já que esse casamento traria uma quantia de dinheiro absurda para ambas as famílias envolvidas. Mas não havia outra saída, esse sempre fora meu destino, ele já estava traçado assim que eu nasci. Eu completaria meus 18 anos, casaria, teria meus filhos, e assim então daria continuidade ao nome de minha família e deixaria os bens materiais nas mãos de meu marido, como terras e obviamente dinheiro. 18 anos e meus pais já estavam exigindo um casamento de mim! E o pior nem era isso, e sim o fato de exigirem que meu noivo, seja alguém que nem conheço!                      

Abri uma das gavetas da penteadeira retirando uma pequena caixa aveludada de dentro, vendo meu par de brincos juntamente do colar delicado. Coloquei as jóias e guardei a caixinha no lugar.                                 

- Em que mundo um casamentos arranjado vale mais do que a felicidade da própria filha? Maldição, eu não posso nem sequer fazer minhas próprias escolhas nessa vida - bufei.

Me levanto e caminho até uma das enormes janelas do quarto, observando o céu azul e o sol, que agora emanava uma luz mais forte e quente. Sinto a brisa leve tocar-me a face, se fecho os olhos aproveitando a sensação. Uma sensação de paz. Minha última sensação de paz.

Se este casamento fosse com alguém que eu tivesse certo afeto, certamente eu não estaria assim agora, tão aflita e cheia de ódio.

Escuto batidas na porta e viro meu rosto na direção da porta, fitando minha mãe parada na porta.

- Deixe-me ver como está.

Caminho até a mais velha e giro sutilmente sem ânimo algum para que ela possa me ver por inteira.

- Está ótima querida! Venha, vamos descer, seu pai e os convidados lhe aguardam. Animada?

- Como eu poderia estar, quando estou sendo forçada a cumprir com um casamento banal?

- Vamos, Dawon, não vá desandar logo hoje! Acha que isto tudo é banal? Você não sabe a metade das coisas que te levam a cumprir com seu papel - vociferou.

- Sim, eu sei omoni. Sei muito bem, dinheiro e terras. Fortunas que valem mais que a felicidade da própria filha, mas que não deveriam valer nenhum centavo.

- Sem discussões, desça agora!

 Saímos do meu quarto e fomos em direção ao andar de baixo, ao encontro dos convidados para o anúncio de meu noivado, e claro, para ver o meu tão "amado" marido.

- Seu pai está resolvendo algumas coisas com o Senhor Park, não fique perambulando por ai - omoni disse assim como que chegamos no último degrau da escada - E lembre-se: tenha bons modos e compostura!

Apenas assenti e sai, olhei para trás e ela estava com um olhar intenso e ameaçador. Se eles estavam ocupados, por que eu precisei descer? Eu poderia ficar trancada no meu quarto, sequer me importaria.

Sai para os fundos da casa e deixei a brisa fresca da primavera atingir minha pele, trazendo novamente aquela sensação de paz, que eu nunca mais vou ter.

Antes que eu me movesse senti duas mãos segurando-me pela cintura, me virando delicadamente de frente com a pessoa.

- Bom dia, madame - aquele sorriso doce que só uma pessoa possuía, Min Yoongi.

- Bom dia Yoonie - suspirei.

- Está triste por causa de hoje, princesa? 

- Não chega a ser bem tristeza, tem um pouco de raiva também - me afasto dele.

- Você realmente não o conhece? - neguei.

- Ah Yoongi... a minha vida vai virar um inferno, eu não quero me casar.

- Eu prometo dar um jeito nisso - ele se aproxima de mim, entrelaçando nossos dedos.

- Dar um jeito, Yoongi? Não tem o que ser feito - bufei frustada.

- Não fique assim pequena. Tudo tem um jeito, certo? Mas agora, eu só quero que você venha comigo.

- E onde vamos?

- Aproveitar esse momento - sorriu, me fazendo fazer o mesmo.

Min Yoongi era realmente um doce, fazia de tudo para ver contente e bem, eu realmente prezo sua companhia, ele me faz tão bem quando nenhuma outra pessoa ao menos consegue me entender. Ter sua amizade ao longo desses anos só me fez bem, e ter tido algo a mais só melhorou tudo. Eu me sinto uma boba apaixonada perto dele.

Sigo o mais velho pelo enorme quintal, até pararmos frente ao enorme chafariz cercado de árvores. Quando éramos pequenos costumávamos nos esconder de nossos pais aqui, para ver o sol se pondo.

Suas mãos quentes entrelaçaram as minhas novamente, as apertando delicadamente, olhando ao redor do lugar como se procurasse por algo.

- Eu preciso fazer isso - sussurrou com seu rosto próximo ao meu.

Senti seus lábios pequenos se encostarem aos meus, dando início a um beijo delicado. Suas mãos rodearam minha cintura e me trouxeram para mais perto do seu corpo.

Eu sentia seu coração, sentia a ternura em nosso beijo e principalmente, a melancolia.

- Yoongi... - ditei baixo ao ter seus lábios separados dos meus.

- Won, eu prometo que vou fazer de tudo para tirá-la deste inferno. Eu não posso viver sabendo que você não está feliz.

- Eu não quero que você se preocupe comigo. Viva sua vida, Yoongi, e seja feliz. Você vai encontrar alguém que lhe faça bem. Esse é o meu maldito destino, mas você ainda tem o seu pela frente.

- Eu não posso ser feliz sem estar ao seu lado. Eu te amo, Choi Dawon, e não posso deixá-la partir assim.

Senti meus olhos pesarem, eu não me importaria de sofrer, se isso impedisse que quem eu amasse também sofresse, mas no momento, infelizmente, ambos estamos sofrendo. E isso me destrói pouco a pouco.

Senti seus braços me rodearem em um abraço apertado, e sua cabeça repousou sobre a minha.

Eu lhe apertei como se não fosse o soltar nunca mais, mas infelizmente isso estava fora da realidade, fora da atual situação.

- Eu te amo muito, Yoongi, obrigada por tudo - me soltei de nosso abraço - Prometa que vai ficar bem - selei seus lábios rapidamente - Eu preciso ir.

[...]

- Choi Dawon - escuto minha mãe vindo com passos pesados até mim assim que entro em casa - Onde estava?

- Bem... - cocei a nuca - Eu estava andando... por ai.

- Por ai? Onde já se viu garota, agora não é hora de ficar rondando por ai - pegou no meu pulso me puxando - Vamos, já está na hora. Trate de manter a postura, haja feito uma adulta. Filha minha não deve se comportar como uma qualquer.

- Eu realmente não entendo vocês - puxei meu pulso do aperto da sua mão - Vocês só pensam em vocês mesmos! - falei irritada firmando os pés no lugar.

- Como? - omma perguntou brava.

- Vocês prezam mais o dinheiro e terras do que a própria felicidade da filha de vocês! Vocês me criaram a vida toda com a ideia de que eu sou o bem mais importante de vocês, mas veja só agora, estão literalmente me vendendo! Qual o problema de vocês!?

- Dawon! - a maior grita irritada - É para o seu bem, não ouse dizer que não nos importamos com você! - encarei a mesma e juro que vi um rastro de mágoa em seu olhar. A mais velha suspira e volta a caminhar - Ande logo, não temos todo o tempo do mundo.

Apenas suspiro indignada e a sigo, rumo ao cômodo onde os convidados estavam.


Notas Finais


✓ vestido: https://pin.it/vxfo7agkyti35s

É isso, esse foi o capítulo de hoje.
Meio chatinho, mas o segundo será melhor.

Espero que tenham gostado. Vejo vocês na próxima atualização 👋💜


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