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História Love is not over - Capítulo 1


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Capítulo 1 - 01


💔🥀

Jimin forçou ambas as mãos contra o volante do carro, mantendo o controle da respiração que começou a ficar pesada com o movimento suave com o qual Annabelle mexia as pernas. Droga! Ele se obrigou imediatamente a olhar para frente, prestando atenção no movimento da avenida.


– Shh… - ele soltou um pequeno ruído com a boca, não compreendendo o que estava acontecendo. De que lugar do inferno essa garota tinha saído? Quando ela chegou? Quando ela ficou tão maravilhosa assim? Por que diabos ela não ligou durante todos esses anos?


Não era possível um ser humano ter ficado terrivelmente atraente desse jeito e ainda por cima ser tão provocante. Droga, Jimin! Ele mordeu o lábio quando ela roçou uma perna na outra e aquele movimento proporcionou uma visão tão privilegiada que sentiu o suor escorrer pelo rosto.


– Tudo bem, Jiminie? - ela perguntou, sabendo que aquilo o deixava louco. Qual a necessidade de chamá-lo daquela maneira íntima? Tudo bem? Era isso? Ela perguntou apenas se ele estava bem? O que ela estava querendo provar? Que estava maravilhosa? Droga, Jimin! Você é um babaca!


– Tudo. – Jimin respondeu cortês, sentindo vontade de mandar logo um tudo vai ficar bem quando eu cravar meus dentes contra a sua pele e roçar meus lábios por todo seu corpo. AH! Ele sentiu o corpo arder com aquela provocação espontânea.


– Que bom. - ela sorriu, entortando um pouco a cabeça. AH! Esse sorriso que ele sentiu tanta falta. Será que tudo isso era arrependimento?


– Tudo bem com você? - ele devolveu a pergunta no mesmo tom e sentiu que ela ficou em silêncio, olhando para o vidro do carro.


– Tudo ótimo. - Annabelle ajeitou o cabelo, escondendo a expressão da resposta. Ótimo mesmo? Algo estava errado e ele conseguia sentir isso.


– Por que veio para Seul? Não estava esperando ver você tão cedo assim. - Jimin tentou aproveitar as chances de explorar o terreno.


– Problemas. - ela respondeu, não o olhando. Annabelle tentou não transparecer seus sentimentos assim dessa maneira tão rápida. Ela nem ao menos estava certa de que tinha sido uma boa ideia encontrá-lo tão rapidamente desse jeito.


– Algo mais? - ele forçou a conversa.


– Jiminie - Annabelle girou a cabeça, olhando dentro de seus olhos. Meu Deus! Esse olhar. Ele soltou um longo suspiro.


Jiminie? - Jimin questionou, um pouco confuso com todos aqueles pensamentos que estavam começando a perturbar.


– Ainda posso te chamar assim? - ela perguntou, tão séria que o deixou estranho. Annabelle estava maravilhosa, mas ao mesmo tempo tão fria. Tão distante!


– Claro que pode… - respondeu confuso.


Lentamente ele estacionou o carro na entrada de uma boate e antes de tirar o cinto, olhou para o rosto dela. Annabelle forçou o olhar por alguns segundos antes de abrir a boca novamente.


– Não tente criar uma relação entre a gente. - ela fez gestos com as mãos, agora sorrindo. – Caso role algum sexo hoje, não preciso que você me convide. Tudo bem? Eu vou saber no momento certo.


OUTCH! Que tapa na cara quando ela disse isso.


– Quem falou em sexo? - Jimin fez a sua melhor cara de tapado, tentando inutilmente convencê-la. Ela soltou uma gargalhada gostosa e ele fechou a expressão. – É sério.


– Tudo bem, você finge que me engana e eu finjo que acredito em você.


– Eu senti saudades. - mentira. Quem o escutasse naquele momento sabia que estava mentindo. Nem ele mesmo acreditava que tinha chamado a garota para essa boate atoa. Óbvio que ele queria relembrar os velhos tempos.


– Saudades é algo que eu vou fazer você sentir mesmo... - ela parou quando o host aproximou-se, abrindo a porta do lado dela. – Mas não é só isso que eu quero fazer você sentir.


Antes de sair ela deslizou levemente suas mãos para o seu peito, esbarrando propositalmente contra sua calça. OK! Ele precisava de ar antes que fosse capaz de jogá-la contra a parede daquela boate e fazer tudo o que queria ali mesmo.


– Como você é fácil, Park Jimin.


Ela sorriu maliciosamente, notando que aquilo o estava deixando transtornado. Como era simplesmente fazer com que ele perdesse o rumo da conversa ao tocá-lo daquela maneira.


– Vamos ver... - ele sorriu da maneira que ela mais gostava.


Jimin ficou alguns minutos em silêncio, encarando o volante do carro. Era impressionante a maneira que ela conseguia lidar com aquilo tudo. Por onde devia começar? Conversar era algo que estava fora de questão. Impressionar também. A única coisa que restava era logo atacá-la. Ele estava sendo razoável, tentando uma conversa, tentando um contato e ela logo cortou. O que podia fazer essa noite? Ficar bêbado ou deixá-la bêbada? E sem que nenhum dos dois perceba e se sinta mal acabarem trocando carícias em algum lugar daquela boate.


– Não é uma má idéia, Jimin. - ele balançou a cabeça, andando um pouco atrás dela vendo a maneira que caminhava para a porta da boate. Não era o único do local que estava impressionado com a sua beleza, ao passar por um grupo de rapazes notou a animação deles ao medir cada parte do corpo de Annabelle. Jimin foi obrigado a rir. Aquilo tudo tinha um único dono, pelo menos essa noite. E adivinhem quem era o dono? Ele, claro. O mais fácil a se fazer era ignorar completamente todas as cantadas que eles começaram a soltar quando pararam para pegar as pulseiras para o vip. Ao julgar pela expressão em seu rosto, Annabelle também estava ignorando ou não demonstrava em nenhum momento interesse por aquele grupo que ainda insistia nas mesmas cantadas idiotas de sempre. Ela realmente era um ponto de interrogação em sua cabeça.


– Preciso beber algo. - ela comentou, lançando um olhar para o bar assim que entraram. O lugar estava lotado e a música extremamente alta, quase não era possível escutar nada. Outro grupo de rapazes que iam nesses lugares achando que conseguiriam qualquer mulher olhou diretamente para ela e aquilo não o incomodou em nenhum momento. Sentiu pena de algum deles caso tentem algo, eles não sabem como ela consegue ser sedutora dessa maneira e acabar com o seu coração em frações de segundos depois. Cruel. Muito cruel.


– Vou pegar algo para você beber. - falou bem próximo da orelha dela, fazendo questão de tocar os lábios levemente em seu pescoço quando estava distanciando. Claro que você pode beber o que quiser essa noite e a quantidade que quiser também. - logo pensou, caminhando imediatamente para o bar. Quando você está bêbado e com esse nível de tensão no ar, a primeira oportunidade, o primeiro lugar que surgir, você somente agarra e descobre depois do ato completo onde estão. Nessa altura do campeonato qualquer lugar era certo para acontecer isso.


Duas e trinta e cinco da manhã...

– Annabelle? - ele a chamou depois de notar que algumas imagens estavam ficando turvas ao seu redor. – Você não acha que bebeu demais? - ela já estava bêbada logo nos primeiros minutos que chegaram ao local e não tinha parado ainda de beber. O dia estava sendo difícil e ela só queria ter um momento de tranquilidade sem se importar com qualquer outra coisa.


– Apenas comecei, amor. - ela respondeu divertida, aparentando realmente ficar mais bêbada a cada minuto. A garrafa de vodka não estava mais em cima da mesa e sim diretamente em sua mão.


– Annabelle...


– Não banque o imaturo, Jiminie! - ela respondeu imediatamente. Jimin ficou em silêncio, como se tivesse tomado um tapa na cara com aquela resposta. Ele estava aprendendo a lidar com as palavras antes que entrasse numa situação delicada com ela.


– Não estou bancando o imaturo. Só acho que você bebeu demais e podemos parar por hoje. - ele tomou o copo da mão dela, chamando o garçom para recolher a garrafa e todas as outras bebidas que estavam em cima da mesa. Annabelle ficou surpresa com aquilo e ao mesmo tempo nervosa por não conseguir relaxar o necessário para esquecer os problemas.


– Depois de 3 anos você ainda continua o mesmo chato. - ela resmungou, agarrando imediatamente a única garrafa de Vodka que havia sobrado.


– Chato? Eu estou cuidando de você.


– Cuidando? Eu pedi alguma coisa pra você? - o olhar dela cruzou com o dele e aquelas palavras foram outro tapa. Quantos foras eram necessário para que ele entendesse que ela não estava disposta a ter nada com ele novamente? – Você perdeu a chance de cuidar de mim há muito tempo. - ela disse rapidamente, sem ao menos perceber que estava virando quase a metade do copo de Vodka. Ele sabia que ela era fraca para bebida, mas hoje não parecia que era. Pelo contrário, a bebida parecia quase não estar fazendo efeito algum nela. O planejado da noite era relembrar os velhos tempos, mas se ela continuasse a beber desse jeito a única lembrança que iria ter era de carregar a garota nas costas até sua casa.


– Para com isso… - Jimin ficou sem graça, pegando o copo de sua mão. – Eu quis te encontrar porque eu estava com saudades, ainda somos amigos e eu me preocupo com você. - no fundo aquelas palavras eram verdade. Apesar de toda a separação, choro, traição e brigas os seus sentimentos por ela sempre foram verdadeiros. Principalmente nesse momento em que sentiu sua fragilidade.


– Idiota! - ela xingou, jogando o líquido do copo em seu rosto. Jimin tomou um susto e rapidamente levantou com dificuldade, não sabendo como reagir. Annabelle se sentiu descontrolada e queria que ele fosse embora para que a deixasse em paz de uma vez por todas. Não queria ser fraca e nem demonstrar que aquelas palavras ainda fazem muito efeito sobre ela. Principalmente a saudades que sentiu todos esses anos. ELA REALMENTE ESTAVA BÊBADA!


– Você ficou maluca? - ele perguntou incrédulo. Não acreditava no que havia acabado de acontecer. Olhou para o relógio da boate, notando que o tempo passou muito rápido e nem havia percebido. Tentou se limpar da melhor maneira possível e com aquele pequeno incidente ele já podia considerar que a noite não iria ser uma das melhores. Annabelle agora estava no meio da pista de dança, segurando outro copo de vodka na mão e dançando de uma forma sensual. Ela descia a mão pelo corpo, subindo novamente e moldando o formato de suas curvas. Jimin manteve-se sentado olhando, não perdendo nenhum lance daqueles movimentos. Ela queria provocar, e o fazia tão bem que era como se tivesse nascido para aquilo. Percebeu que ele estava encarando-a sem piedade, então riu e virou a vodka em um gole só. Em um gesto dramático, mas que caía perfeitamente com a intensidade da garota. Ergueu o copo de vidro vazio ao alto e o largou, fazendo-o cair e estilhaçar-se. Todos ao redor a encararam, e ela só jogou a cabeça para trás, rindo mais ainda ao receber a atenção que tanto queria. A música mudou, e ela recebeu essa mudança com uma mordida no lábio. Do What We Do, do Jay Park começava a tocar, e assim que Annabelle reconheceu as notas, rolou os olhos como num movimento de prazer. Depois girou a cabeça na direção dele, e olhou de forma tão sensual que foi suficiente para que ficasse excitado.


Let me come on over [Deixe-me entrar até o fim]

I'm gonna put you on a sofa [Vou colocá-la em um sofá]

And do just like I told yah [E fazer assim como lhe disse]

And work that body right Oo shawty [E trabalhar bem nesse corpo, oh, gata]

I know that you've been naughty [Sei o quanto tem sido travessa]

So get up on my lap [Então suba em meu colo]


Enquanto os primeiros versos da música eram cantados, Annabelle desfilava em sua direção, recitando as palavras sem deixar escapar nenhum som. Uma canção muda, o obrigando a fazer uma leitura labial deliciosa.


And work it work it [E mova-se, mova-se]

Twerk it oh twerk it [Mexa-se, mexa-se]

I wanna see you sweating girl [Eu quero vê-la suar, garota]

The best is what your getting girl [O melhor é o jeito que você está ficando, garota]

So lets take our time [Então vamos dar o nosso tempo]


Chegou até Jimin com um sorriso safado brincando no canto dos lábios. Esticou a mão direção ao seu pescoço, e ele ficou sem ação por um momento, completamente aturdido com as trajetórias que seu corpo seguia vindo ao encontro do dele. Tocou em sua nuca com as pontas das unhas afiadas, fazendo um arrepio percorrer por toda sua espinha. Annabelle inclinou-se na direção de seu ouvido e sussurrou junto com a música:


Lets go into the room in the bed [Vamos entrar no quarto, para a cama]

Make you wet its the best [Fazer você se molhar é o melhor]

When we do what we do [Quando fazemos o que fazemos]


Não aguentando ficar parado com tanta provocação, ele segurou a garota pelo quadril e a girou, obrigando-a a ficar de costas para ele. Jimin abraçou seu corpo por trás em um movimento rápido, colocou a boca em sua orelha e respondeu:


Or we can slip into the shower [Ou podemos nos esfregar no banho]

And make it last for hours [E fazer isso durar por horas]

When we do what we do [Quando fazemos o que fazemos]


E juntos, murmuraram:


– Oh baby oh baby oh baby, Oh yeah, It's the best when we do what we do. [Oh baby, oh baby, oh baby, oh sim, É o melhor quando fazemos o que fazemos]


Annabelle imediatamente agarrou as mãos do garoto e as guiou por seu corpo, descendo-as pela lateral de sua barriga e subindo-as pela parte frontal das suas coxas. Jimin tomou liberdade de controlar as próprias mãos, então com uma delas afastou o cabelo do pescoço da garota, para dar mordidas leves na pele fina e macia. Com a outra mão, deslizou pela parte interna de sua coxa, coincidindo um forte apertão com um chupão em seu pescoço. Fazendo a garota gemer.


Oh girl your making me wanna go crazy [Oh, garota, você me faz querer enlouquecer]

Out of my mind [Fora de controle]

The way you looking when you naked [O jeito que você olha quando está nua]

I get so impatient [Eu fico tão impaciente]

But then you tell me to hush [Mas então você me diz para ter calma]

Because you don't wanna rush [Porque não quer ir com pressa]


Jimin recebeu um tapa na mão que repousava pela coxa de Annabelle, e sem que percebesse, ela já estava no comando novamente. Virou para ele e começou a beijar sua boca, pescoço, o lóbulo da orelha. Mordeu levemente o lábio inferior e o chupou em seguida, enquanto ele a incentivava com apertões em seus glúteos. Annabelle quando deu conta, já estava com as mãos dentro das calças dele.


In the room in the bed, We do what we do [No quarto, na cama (fazemos o que fazemos)]

In the shower for hours, We do what we do [No banho por horas (fazemos o que fazemos)]

On the sofa on the floor, We do what we do [No sofá, no chão (fazemos o que fazemos)]

Girl anywhere you want, Girl we do what we do [Garota, em qualquer lugar que você queira, garota, fazemos o que fazemos]


Jimin sorriu com os toques. Seus dedos finos percorriam toda a extensão da sua ereção, numa frequência rápida e com uma firmeza admirável. Quando ela aumentou a velocidade, ele gemeu em seu ouvido:


– Me satisfaça...


– Sabe a saudades que eu te disse? - ela perguntou e ele quase não foi capaz de ouvir em meio a excitação que estava. – Essa saudades? Você vai ficar sentindo! - no instante que a música parou ela riu, se afastando lentamente e o deixando totalmente perdido sem saber o que fazer.


– ANNABELLE! - ele gritou, correndo em direção a ela, que nem olhou para trás. O álcool não era o suficiente para fazer com que ela esquecesse de tudo o que havia acontecido anos atrás entre eles, mesmo ainda sentindo alguma coisa por ele, não era capaz de aceitar que ele a fizesse de boba novamente. Não depois de tudo o que estava passando, não depois de tudo o que passou quando foi obrigada a ir embora de Seul.

Depois de procurá-la pela festa toda, ele a encontrou perto do banheiro, provavelmente passando mal depois de tanta Vodka. Apesar de ter sido inútil todos os avisos para que ela não bebesse daquele jeito. Decidiu que era melhor tirá-la de perto dali, antes que ela acabasse com a noite de outras pessoas. Ou que algum cara mal intencionado além dele tentasse algo a mais com ela, isso era algo que ele realmente iria ficar nervoso. – Vem comigo, Annabelle. - Jimin a puxou pelo braço, mas ela se esquivou, ainda sem falar nada. Respirou fundo para não apertar o braço dela tão forte ao ponto de machucá-la, e perguntou, com a maior paciência: - O que foi, Belle?


A garota começou a rir histericamente, como se ele tivesse contado uma piada interessantíssima. Jimin rolou os olhos quanto àquilo, mas apenas repetiu a pergunta:


– O que foi?


Annabelle se virou para encará-lo, e ele percebeu que seu hálito estava pior do que imaginava. Bêbado ele também já ficou, mas achava que Annabelle tinha exagerado dessa vez, hein?


– O que foi, Jimin, é que eu não te aguento mais! - ela o atacou, livrando-se de suas mãos. Não queria contato nenhum com ele. Muito menos qualquer tipo de preocupação. Queria apenas distância.


– Como é? - Jimin olhou para a garota, estupefato. Não entendeu como assim, de uma hora para outra, ela não o aguentava mais. A noite estava tão tranquila e a dança tinha sido a melhor parte disso. Sem contar que ela era a única pessoa que o aguentou durante todos esses anos!


– Você ultrapassou todos os limites, Jimin! - ela respirou fundo, e ele achou que ia se acalmar, mas, ao contrário, ela começou a gritar: – Nós tínhamos um acordo, Jiminie! Eu pensei que você honrasse seus acordos! Eu pensei que depois de tudo aquilo você não ia ter coragem de tentar algum contato corporal comigo!


– Eu não tentei nada com você, garota!


– VOCÊ ESTÁ TENTANDO A NOITE TODA! ACHA QUE EU SOU ALGUMA DAS SUAS GAROTAS IDIOTAS?


– Cala a boca! - ele berrou, revoltado. – Annabelle, cala a boca! Escuta o que eu tenho a te dizer! Eu não...


– Eu estou pouco me lixando para o que você tem a dizer, Jiminie Na verdade, eu estou pouco me lixando pra você! - a frase ecoou, mostrando que os mais próximos estavam prestando atenção à discussão. Ela se dirigiu para a saída, deixando-o sozinho. Antes de sair, porém, virou para ele e disse:


– Cansei de tentar ser sua amiga. Não me procure mais, por favor.


E seguiu seu caminho. Nitidamente estava muito bêbada porque mal conseguia andar com aquele salto. Jimin tentou avançar para impedir que ela caísse no meio da multidão, mas aquelas palavras o atingiram de uma maneira que não teve coragem de fazer alguma coisa.


– Tudo bem... - disse baixo, sabendo que ninguém escutaria. Hoje ele encontrou uma garota diferente. Por mais que essa noite tivesse sido um desastre, algo também estava diferente com ele.



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