História Love Is Not The End - Capítulo 12


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Categorias Tokyo Ghoul
Personagens Akira Mado, Hideyoshi Nagachika, Hinami Fueguchi, Juuzou Suzuya, Keijin Nakarai, Ken Kaneki, Kuki Urie, Kurona Yasuhisa, Nashiro Yasuhisa, Nishiki Nishio, Personagens Originais, Renji Yomo, Rize Kamishiro, Shuu Tsukiyama, Touka Kirishima, Uta, Yoshimura
Tags Touken
Visualizações 66
Palavras 1.326
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


POR ESSA VOCÊS NÃO ESPERAVAM, HEIN q

Capítulo 12 - Capítulo 12 - Vantagens


TOUKA KIRISHIMA — POV ON.

 

Eu confesso que não queria levantar da cama. Eu estava quentinha, com Kaneki me aquecendo. Essa noite dormimos de conchinha depois de assistir um filme com 2h e 30min. Não me arrependi de ter assistido o filme, mas quando acabamos, estávamos acabados. Não aguentamos o clima frio que deixava o ar ainda mais romântico entre nós. Ele é espetacular. 

Hoje, receio que seja o dia em que vamos receber as tão esperadas notas. Eu estou ansiosa, porque sei que fiz uma boa prova. O campus estava completamente inundado, por sorte, eu sempre estou preparada para dias de chuva. Hoje, não precisei me preocupar com a correria, em pegar veículo, porque Kaneki se ofereceu para me levar. Ele estava impecável. Seu cabelo branco não estava tão bem penteado, como sempre, repicado... Agh... Mas confesso que eu tenho vontade de enfiar meus dedos ali dentro e fazer um bom cafuné até ele dormir. Ele vestia uma linda camisa preta, e sua calça também era preta, para variar. Ele tem um estilo meio gótico, e acho que isso é o que chama atenção nas meninas. Odeio que ele esteja tão bonito... Seu perfume ficou impregnado no lindo carro de alto porte que ainda tinha cheiro de novo... Algo me diz que o garoto aqui ama trocar de carro como troca de cueca, mas deve ser apenas o seu bom cuidado, já que desde que eu cheguei, ele tinha esse carro em mãos. Eu odiava quando ele saía do apartamento sem me dar explicações, eu sempre ficava irritada porque imaginava ele se encontrando com a ex-namoradinha dele num luxuoso hotel. Mas quando isso não acontecia, ele sempre ia pro seu quarto transar com aquela coisinha lá dentro, mesmo. 

Ele por fim estacionou, e eu conferi se estava tudo dentro da minha bolsa até que percebo que ele abriu a porta, eu saí imediatamente, porque não queria que seu carro molhasse, embora a chuva não pegue tanto por conta da cobertura. Alguns alunos do campus ainda estava por ali, seus amigos, principalmente. Sinto as mãos do grisalho na minha cintura, me puxar num só movimento, e então, nossos lábios selaram em um curto período de tempo. Ficamos daquele jeito por alguns segundos... Foi um selinho demorado. 

— Eu vou sentir sua falta. — Ele sussurra, deixando um sorrisinho escapar. Coloquei a bolsa no ombro e agarrei seu rosto com minha palma. 

— Esteja certo de que também sentirei sua falta. — Depois disso, ele fecha a cara e olha para seus amigos, perplexo. Havia algumas meninas boquiabertas também, certamente, as amiguinhas da sua ex que não acreditava que a "Mosca-morta da colega de apartamento de Kaneki" acabou de dar um beijo nele, na verdade, ao contrário. 

Fomos em direção à entrada do Campus que era coberta. Não queríamos nos molhar, especialmente ele que é tão nojento com sujeira e roupa molhada pela chuva. Acho que ele é um gato, daqueles que morre de medo de água. O sinal havia tocado e tomamos direção diferente depois de conversar um pouco sobre o filme que assistimos. Ele era legal, de ação... heroico. Eu entrei no auditório e o professor estava com uma lista nas mãos, e uma papelada que receio ser as provas. Quando todo mundo entrou, ele suspirou, imagino que começaria seu discuso. 

— Estou decepcionado com vocês. — Ele disse, e uma parte do auditório gelou, comentando sobre sua breve frase. Logo, todos os murmúrios havia se tornado puro silêncio. — A pontuação de vossas provas me leva crer que não estão prestando atenção na aula. Até porque, a culpa não é minha porque sei que sou um excelente profissional. Eu pensei sobre isso, e, começarei a pegar mais pesado com vocês em questão de liberdade. Muito de vocês são filhinhos de papai que estão aqui porque seus pais queriam que se tornassem grandes advogados, o que eu acho que seja impossível se continuarem com essas notas. — Ele olha todos nós, a mim, em especial, ele faz um gesto com a cabeça ao terminar de falar, olhando para mim. Nesse momento, todos as minhas expectativas morreram. E se eu não fiz uma boa prova... E se minha nota foi baixa? Agh... Eu havia estudado tanto, tanto... 

O professor entrega todas as provas, e nada da minha prova chegar. As reações de surpresa dos meus "coleguinhas" de turma estava começando a me deixar nervosa. Eu estava quase mordendo minhas unhas, as quais estava deixando crescer, minha perna balançava frequentemente e eu estava quase quebrando a caneta. Ele entregou todas, menos a minha. Ele parou no palco mais uma vez, com uma única prova em mãos. Receio ser a minha...

— Touka Kirishima, se dirija à mim aqui na frente, por favor. — Todos olharam pra mim. Sua voz foi fria e me deixou ainda mais nervosa do que eu já estava. Eu vi a loirinha filha de papai rir de mim... Ela pagará caro. 

Eu me levantei e fui andando até o palco, onde ele estava. Tentei não cambalear ou tropeçar e por sorte, nada disso aconteceu. Eu estava nervosa, meus batimentos acelerou e eu estava suando pelas mãos. O que eu ia dizer para o meu pai? "Ah... Minha prova foi uma humilhação, pai, me perdoe."

— Deve estar se perguntando porque a chamei aqui na frente. Pois bem, muitos aqui presente chegaram a deixar a avaliação em branco. Você, em diferente caso, encheu a prova com barbaridades... — Muitos riram, embora não tivessem o direito de rir por conta de suas notas. — ... barbaridades que, sem dúvidas, foram as melhores que já vi em vinte anos de carreira... Srta. Kirishima, permita-me dizer que estou encantado com suas respostas nas questões de interpretar. Você têm as melhores ideias para casos extremamente difíceis... Uma questão que muitos não responderam por falta de criatividade, você, por outro lado, completou todas as linhas. — Ouço murmúrios. — Parabens, Touka Kirishima, pela sua excelentíssima nota; você fechou a prova. 

O professor entrou a prova e se distanciou um pouco me aplaudindo, assim como alguns amigos que eu tinha na sala. Eu quase chorei... Não estava acreditando que eu, a mosca-morta, havia fechado uma das provas mais difíceis, a única em uma sala cujo ninguém havia tirado a nota máxima. Um sorriso saiu de repente, e não contive o desejo de abraçar o professor... 

Voltei para o meu lugar e deixei que ele começasse a introdução de um novo discurso, na verdade, estava falando sobre alguns casos e as regras que deveriam ser utilizadas, como também, alguns métodos que usou enquanto trabalhava como advogado. Enquanto isso, eu dava uma olhada na minha prova. Um "Parabéns" bem estampado... Agh, céus... Eu quero contar isso para o meu pai, logo! 

 

No fim da aula, quando não tínhamos mais nenhuma aula, saímos. Kaneki estava me esperando, conversando com alguns amigos, como sempre, ele era o fechadinho do bonde. Mas eu? Eu estava irradiante, esbanjando felicidade e distribuindo sorrisos. Quando ele percebeu minha saída, veio em minha direção, estava até preocupado com tanta felicidade. 

— Aconteceu alguma coisa? — Ele perguntou, franziu o cenho. 

— Nada que não devesse acontecer! — Selei nossos lábios com um beijo rápido, ele se despediu, e fomos em direção ao estacionamento. Do nada, começou a cair um "toró" — Pareceu que a chuva só estava esperando a gente chegar no carro... — Ele abriu a porta e eu entrei, logo depois ele fez o mesmo. O carro estava fechado. Não demorou um segundo e Kaneki agarrou meus lábios num beijo intenso, eu distribuí, sentindo toda sua euforia e excitação. Logo depois, paramos. 

— Eu quase morri sentindo sua falta, pirralha. — Ele se distanciou, afinal, poderíamos ter problemas com a direção do campus. Ele ligou o carro e saímos imediatamente dali. 

— O que acha de comer num restaurante de alta classe? — Ele pergunta, por isso notei a diferença no caminho, ele nem me perguntou se eu queria ir. Fiquei boquiaberta com sua audácia. — Não adianta negar, eu já reservei um lugar para nós dois.

— Ousado... Mas eu estou morrendo de fome. 


Notas Finais


Um pouco mais cedo dessa vez, KK. Se preparem, porque no próximo tem novidades e o começo de uma nova treta! RSRSRSRS ADORO


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