História Love is On The Radio 2 - Edição Shawn Mendes - Capítulo 5


Postado
Categorias The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Dra. Caitlin Snow (Nevasca / Killer Frost)
Tags Barry Allen, Caitlin Snow, Snowbarry
Visualizações 132
Palavras 3.182
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Científica, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá novamente, e daremos sequencia direta à fic de ontem!
Postando de madrugada pq amanhã ficarei fora de casa o dia inteiro
Espero que gostem da resolução da história, até

Capítulo 5 - "Will you let it die or let it grow?" por PaulooHenrique


CENTRAL CITY, ESTADOS UNIDOS

Barry Allen acordou novamente atrasado para mais um dia de trabalho na Divisão de Ciências Criminais e Forense do Departamento de Polícia da Central City. Levantou-se da cama rapidamente cambaleando um pouco e pôs a primeira roupa que viu, só notando depois que a camisa estava manchada de café e ele teria que troca-la. Rolou os olhos e foi até a cozinha vestindo sua segunda camisa e pos o cereal na tigela e o depois o leite um pouco rápido demais, respingando um pouco para fora. Droga. Com sua vida agitada e corrida mal lembrava o garoto que tinha passado um ótimo verão nas ilhas caribenhas. Um passado distante e a muito tempo esquecido, menos os incríveis olhos da garota que ele conhecera lá.

Olhou para a revista de fofocas que Cisco achava que ele ia se interessar por ver, o papel já estava amassado e manchado com marcas de copos de café do Jitters de tanto Barry pegar para admirar a foto dele com tristeza. A headline da capa comentava o noivado da herdeira do riquíssimo laboratórios Snow, uma sorridente Caitlin Snow, com um engenheiro galã chamado Ronnie Raymond. Barry enfim amassou a capa da revista e jogou no lixo. Aquilo era passado, um amor de verão destinado ao fracasso há muito tempo atrás, e já se passaram sete anos desde então. Move on Barry.

O dia de trabalho foi enfadonho, por falta de palavra melhor. Não havia nenhum assassinato misterioso que excitasse a curiosidade de Barry nem um roubo multimilionário que precisasse de uma solução rápida. E tinha levado mais uma bronca da administração por chegar atrasado. Infelizmente para Barry, a cidade estava com uma falta de criminosos gigantesca.

No final do expediente, recebeu uma carta de agradecimentos do professor Harry Wells, que o parabenizara por solucionar o pequeno problema de segurança do recém-inaugurado Stars Lab e o oferecia um ticket para o concerto de musica clássica que seria feita em homenagem ao aniversário de Tess Morgan, sua esposa. Não era bem o estilo de Barry, mas ele resolveu ir. Aproveite as oportunidades e aguce os sentidos, sua mãe sempre diz, e ele tinha perdido isso durante esses anos, mas talvez hoje sua sorte mudasse.

Tirou seu smoking do fundo do guarda roupas, cheirando-o para ver se estava com cheiro de guardado, mas não estava tão forte assim, graças à Nora, que vinha e o obrigava a ajuda-la fazer uma faxina geral de tantos em tantos meses. Batalhou um pouco com a gravata e tentou domar o cabelo até ele estar aceitável e desceu para se encontrar com Cisco, que sendo funcionário do Star Labs, foi convidado também.

“Barry Allen, é um prazer você ter vindo.” Harrison apareceu e apertou as mão de Barry com energia. “Queria apresenta-lo a minha esposa, Tess.” E fez um gesto para a linda mulher loira ao seu lado.

“É um prazer finalmente conhece-lo sr. Allen. Harry me contou tudo sobre o caso da centrifuga industrial perdida, e sua genialidade para encontra-la.” E parou o garçom e pegou uma taça para si e uma para Barry.

“Na verdade, não foi nada difícil, e é parte do trabalho...” Disse ele com humildade, mas seus olhos se perderam quando ele viu chegando no evento um par de olhos castanhos muito conhecidos.

Cisco também notara e o cutucava com o cotovelo nas costelas enquanto sorria maliciosamente.

“Ah, senhor Allen, permita-me apresenta-lo a dra. Caitlin Snow e seu noivo Ronald Reymond, os novos contratados do Star Labs.” Harrison introduziu beijando a mão da funcionária.

“Barry? Quais seriam as chances?” Caitlin abriu um sorriso enorme. Estava vestida elegantemente com um tom de azul escuro e um echarpe branco elegantemente caindo de seus ombros. Um colar de brilhantes faziam par com os brincos em formato de flocos de neve resplandecentes e o anel de noivado com um enorme diamante solitário. “Já fazem oito anos?”

“Sete. Mas o tempo só lhe fez bem.” E fez mesmo. Sua pele parecia mais macia que nunca e seus cabelos castanhos amarrados num elegante coque a faziam parecer mais madura e ainda mais linda. Barry até se esqueceu de respirar por alguns segundos.

“Então vocês já se conhecem? Que extraordinário!” Exclamou Harrison, e Cisco deu uma risadinha irônica e saiu em direção ao bar depois de dar uma piscadinha a Barry.

“Ronnie querido.” Ela se dirigiu ao noivo, mas continuou olhar Barry. “Esse é Barry Allen, um antigo amigo meu, que me ensinou o que as palavras Carpe Diem realmente significam e fez com que minha estadia do Caribe fosse muito recompensadora.”

“Então é a esse homem que devo agradecer as viagens anuais à lugares exóticos? Muito obrigado, se não fosse aquele safari, eu nunca teria conquistado a mulher dos meus sonhos.” Ronnie sorriu e Barry notou como eles faziam um casal perfeito. Nesse momento ele queria sair dali e achar um banheiro para vomitar.

“Você nos acompanha?” Perguntou Caitlin, e quando Barry tentou se esquivar dizendo que deveria procurar Cisco, ela soltou uma exclamação e disse que ele também deveria se unir a eles. “Chegamos ontem a cidade, tinha até me esquecido que você morava aqui. É ótimo ver rostos conhecidos numa cidade estranha.”

“Você não faz ideia.” Murmurou Barry sem ela ouvir e tomou um longo gole de sua taça.

Acharam Cisco no bar e Caitlin fez questão de abraça-lo e perguntar como a família dele estava e depois foram os quatro para o camarote de honra que os esperava.

Durante toda e execução das músicas, Barry não precisava olhar para o lado para sentir o calor da pele de Caitlin, tão perto e tão longe ao mesmo tempo, e viu de relance seus sorrisos íntimos com seu noivo. Ela parecia estar feliz com ele, e por mais que Barry dissesse para si que isso era ótimo, sentia algo em seu estômago se revirando.

Supunha que a musica estava ótima, já que todos pareciam estar curtindo a apresentação de As Quatro Estações de Vivaldi, mas seu julgamento estava um tanto nebuloso devido ao whisky que bebera um tanto a mais do que o apropriado para essas ocasiões. “Então você conseguiu ser um grande CSI como queria tanto?” Perguntou Caitlin baixinho no meio da apresentação.

“Sim, suponho que seja, menos para o Capitão Singh.” Murmurou Barry com um tom ressentido.

“Tenho certeza que você é. Um dia desses devemos tomar um café e botar o papo em dia.” Ela respondeu com um sorriso de conforto.

Barry não sabia o que responder direito então o silêncio constrangedor dominou o resto da apresentação, até a plateia ovacionar a orquestra e os sons de gente se levantando e saindo do lugar dominou o ambiente.

“Esse é o meu numero Barry, você me deve um café e um tour pela cidade.” Ela disse estendendo um cartão para ele. “Até logo.” E quando ela o abraçou, seu perfume tomou conta de seu olfato e ele não tinha vontade de solta-la, mas viu Ronnie pigarreando e estendendo a mão para ele.

“Foi um prazer conhece-lo Barry.” Ele disse com um aperto de mão um tanto forte. “Passe um dia desses no nosso apartamento e podemos conversar mais a vontade.”

“Com certeza.” O CSI respondeu mecanicamente. Não tinha vontade nenhuma de conversar com o príncipe encantado em questão.

Se lembrou então de entregar seu próprio cartão para ela e dando um ultimo aceno de cabeça para Caitlin e foi embora com Cisco, que estava o esperando com um jeito travesso na porta da Ópera.

“Uma baita surpresa não? Quem diria que Harrison Wells ia conseguir contratar a herdeira do Snow Labs. E quem diria que a sua paixonite iria voltar...”

“Não enche Cisco...” Fuzilou o amigo com os olhos e o latino ficou quieto no resto do caminho até o apartamento deles.

E a semana que se seguiu foi mais agitada, para terror da cidade e alegria de Barry, e ele teve pouco tempo para pensar em olhos castanhos e na neve que se acumulava nas janelas e fazia padrões de gelo no vidro. Na sexta feira porém recebeu uma mensagem de Caitlin.

Oiii, tive uma folga no Star Labs hoje a tarde, você tem um tempo para a pequena tour na cidade?

Oiii Apagou tudo, muito is, Olá. Muito formal?

Oi

Posso arranjar um tempinho sim, podemos nos encontrar no Jitters? Sabe onde fica?

Eu não sei, mas o Uber tem GPS não? Ta marcado então. te vejo em breve. Xoxo

Acalme-se Barry! Ela é comprometida e só está sendo amigável. Ela está feliz com o Ronnie e você não quer tirar isso dela. Não tente iniciar um incêndio com essa fagulha inventada que está na boca do seu estômago. Ela não é real.

Mas então por que não conseguia deixar de visualizar o rosto dela enquanto se arrumava para ir no Jitters? Os olhos e as bochechas coradas de frio em conjunto com o sorriso mais bonito que ele já vira...

O seu tempo passou há sete anos, naquela maravilhosa semana no Caribe, jovens sem compromisso se divertindo, você está louco e se chegasse a tê-la de verdade, talvez fosse uma droga afinal, ele a idealizava, mas um casal tinha problemas reais e Ronnie parecia muito mais adequado do que ele.

Droga. Não deveria ter vindo, deveria dizer que estava com a papelada atrasada ou algo assim, e ela já estava um pouco atrasada, a garçonete já estava olhando-o com pena do outro lado do balcão quando enfim a porta abriu e a Snow sorridente adentrou no café, sacudindo a neve da capa e indo se encontrar com Barry na mesinha.

“Oi, está um lindo dia não é mesmo?” Caitlin disse o cumprimentando com bom humor.

“Lindo dia? Está nevando demais... Ah é mesmo, como pude esquecer? Você é uma Snow e honra o nome?” Barry disse batendo a mão na testa.

“E você não via beleza em tudo? Carpe Diem?” Caitlin cerrou os olhos pensativa.

“Bem, talvez a vida tenha me tornado mais sem graça. Preciso desenferrujar.” Barry sorriu um pouco na mesma hora que a garçonete enfim veio atendê-los.

E depois de quebrado o gelo, o papo fluiu com rapidez e era como se nunca tivessem dito adeus há anos atrás. Barry ficou confortável o suficiente para fazer piadinhas e Caitlin riu de todas, bem, quase todas, algumas eram tão ruins que fariam Cisco ter vergonha dele.

E as horas passaram rapidamente, como tudo que é bom, e a noite já começara aparecer quando Caitlin pediu a conta e desculpas para Barry, mas Ronnie a estava esperando para o jantar.

“Podemos nos encontrar semana que vem?” Caitlin perguntou depois de um tempo, e Barry notou com satisfação um avermelhado subir pelas bochechas dela.

“Claro.” Barry disse surpreso, e se levantou para se despedir, mas ela apenas acenou um tchauzinho com a mão e saiu um tanto nervosa, deixando Barry confuso e a garçonete erguendo uma sobrancelha pensando que nesse angu tem caroço.

Barry pagou sua parte e pôs o sobretudo para ir para casa e ficou pensativo no caminho até sua casa. Caitlin estava com vergonha? Ou se sentia culpada? O quão estranho era isso... Será que? Não, era ele que estava imaginando coisas, a mulher agiu o tempo todo de maneira amigável, não deixou nada subentendido e falou de seu noivo com alegria a tarde inteira.

Na semana seguinte, ele convidou ela para patinar no Lago do parque de Central City que estava inteiramente congelado e ela aceitou. Eles se cumprimentaram mais formalmente dessa vez, e Caitlin se mostrou um pouco mais distante, mas na hora em que ela se desequilibrou e ele teve que se aproximar para segura-la, seus olhos se encontraram e novamente a faísca estava ali. Ela sorriu constrangida e fugiu o desafiando para pegá-la, e ele foi atrás e acabou caindo.

“Machucou?” Ela chegou de repente e se abaixou para examiná-lo e se apressou em pedir desculpas. “Você vai ter que amputar o pé.” Brincou quando eles estavam no pequeno banco e ela vez com que ele mostrasse o ferimento para ela.

“Que pena.” Disse ele se arrepiando com o toque dela na sua pele. “Uma chance de um beijinho curar?” Brincou com inocência e se arrependeu no instante seguinte, seus olhos arregalados e bochechas vermelhíssimas. Se Caitlin estava envergonhada, não demostrou, e beijou sua própria mão e a levou até o ferimento e sorriu para ele, que relaxou um pouco e sorriu também

Após isso, Barry colocou a meia rapidamente e disse que Cisco o esperava para ajuda-lo em uma pesquisa, e Caitlin se despediu com um abraço rápido e foi se encontrar com Ronnie.

E assim se passaram dois meses e eles se encontravam quando os dois tinham algo vago, e a tortura de Barry não se findava, porque algo nele queria mais do que apenas a amizade de dra. Caitlin Snow e as vezes, só as vezes, achava que o coração dela poderia sentir o mesmo, mas logo ela disfarçava com sorrisos simpáticos e amenizantes e mudava de assunto.

Não é como se Barry quisesse destruir a felicidade dela e com o amor que ela tinha ou tirar o sorriso de seu rosto, mas ele sentia que não tinha como Ronnie sentir o mesmo que ele, já que sua mente ia à loucura. Ele se sentia nervoso e novamente um adolescente, e não achava que iria aguentar mais tempo nessa agonia.

Barry estava pronto para nunca mais ver Caitlin e dar alguma desculpas para interromper esse ciclo vicioso, mas não conseguia por causa das poucas vezes que ela o olhava e parecia dizer ‘não me deixe ir embora.’

Mas ela hora dele ser honesto com ela, e abriria seu coração para ela, e se ele estivesse errado ou louco, ela o avisaria e eles fingiriam que tudo isso não tinha acontecido.

Mandou uma mensagem para ela pedindo para se encontrarem no Jitters assim que ela conseguisse um horário livre. Barry então acelerou seu trabalho a fim de dar conta da papelada e correu para o café logo que conseguiu.

Barry estava suando apesar do frio e engoliu em seco quando Caitlin sentou-se a sua frente com um sorriso que tentava ser confiante e calmo.

“Barry? Você está se sentindo bem?” Perguntou, e no instinto de médica, se pôs sentir a pele dele e ver se estava quente. Ele afastou sua mão com delicadeza, mas não tirou sua mão, e em vez disso entrelaçou seus dedos nos dela, sentindo a sua pele macia e quente. Ela não recuou, isso era um bom sinal?

“Estou bem... Eu acho que estou mas não, não estou, eu estou angustiado na verdade, e eu preciso saber disso. Eu sinto mais do que amizade com você Cait. Eu acho que estou, estou apaixonado por você.”

Caitlin recuou a mão instintivamente, mas não retirou a mão da mesa, como se dissesse. “Pegue-me novamente.”

“Barry...” Ela disse com lágrimas nos olhos, mas sem um tom magoado ou acusador.

“Caitlin, eu, eu nunca te esqueci, e eu sinto isso no meu coração e eu não posso continuar com isso sem falar nada, eu não consigo parar de enxergar teu rosto e eu sei que você tem Ronnie mas....”

“Tudo parece mais divertido e fácil com você.” Caitlin disse e era como se ela tivesse tirando um peso das costas de ambos. Ela amava Ronnie mas Barry tinha algo a mais que ela não sabia definir, um sentimento único e avassalador. “Barry Allen, você tem o dom de me fazer loucuras quando eu estou contigo. É como se você acentuasse as chances de eu cometer erros.”

“Desde que sejam os melhores erros da sua vida, valeria arriscar sua vida por isso não?” Barry disse sorrindo ainda não acreditando que isso estava acontecendo.

“Pelo inferno, como valeria.” Disse Caitlin retirando o anel de noivado e guardando em um bolso, se aproximando e fazendo o que ela mais queria já fazia alguns meses. Beijar novamente Barry Allen. E era como respirar normalmente depois de anos, seus lábios nunca tinham esquecido os dele e era como se mágica estivesse acontecendo e aplausos imaginários estivessem ocorrendo, não... Espera...

“Sério Chyntia?” Barry disse se separou e olhou para a garçonete, que parou de bater palmas e deu de ombros.

“Já era hora...” E ela voltou a ler sua revista.

“Então, o que vai acontecer agora?” Caitlin perguntou.

“Bem, acho que daremos uma chance ao imprevisível” Barry sorriu. “Tem algo mais empolgante do que isso?” E voltou a beijá-la.

No caminho de volta, Barry comprou uma incrível rosa azul em uma floricultura e entregou amada.

“A rosa azul não é encontrada de forma natural e só através de variações genéticas e por isso significa o alcance do impossível, um desejo realizado e o amor misterioso.” Ele disse para Caitlin. “Você me acompanha nessa jornada?”

“Isso soa interessante.” Disse e depois o beijou novamente, sorrindo.

Na mesma noite Caitlin desmanchou seu noivado, que não aceitou muito bem, mas ela saiu antes que ele pudesse falar alguma coisa e ligou para sua mãe avisando do ocorrido, Carla pareceu tão empolgada quanto a filha ao lembrar do jovem que conhecera na Republica Dominicana há anos atrás.

“O que importa é sua felicidade meu amor, e se parece que está fazendo uma loucura, é porque está no caminho certo.” Sua mãe a aconselhou. “Eu sinto muito saudades de você, venha nos visitar em breve e traga seu pitelzinho para nos visitar também...”

“Mãe!” Caitlin exclamou ficando vermelha. “Pode deixar, eu levo, também estou com saudades, te amo.”

Chegou no apartamento de Barry e Cisco e bateu na porta, Barry atendeu antes da segunda batida.

“Cisco saiu.” Disse rápido. “Um encontro com Chyntia.”

E Caitlin se jogou em seu colo, quase desiquilibrando o homem, que retribuiu seu beijo com vontade, e logo suas roupas estavam espalhadas pelo chão do apartamento enquanto os vizinhos ouviam alguns rangidos e gemidos.

E o imprevisível aconteceu. Caitlin e Barry se casaram não muito tempo depois, já que não tinham tempo a perder. Viajaram o mundo para lugares fantásticos e passaram a lua de mel em Amsterdã. Quando o acelerador de partículas do Star Labs explodiu e os concedeu poderes, se apoiaram a ajudaram a entender como seria sua vida daqui para frente, e encararam o desafio de manter a cidade à salvo. Tornaram-se heróis juntos, tiveram filhos juntos, envelheceram juntos e viveram a vida plenamente, e Caitlin Snow não deixou de cuidar de uma peculiar e linda roseira azul no quintal de sua casa.

Barry adorava contar essa história para seus bisnetos, com alterações para a idade obviamente, e sorriu quando Isak pediu para que ele contasse outra história. De longe, Caitlin sorriu para ele enquanto ensinava Noora a fazer panquecas.

Ela ainda era o amor de sua vida.

I'm not tryna start a fire with this flame

But I'm worried that your heart might feel the same

And I have to be honest with you baby

Tell me If I'm wrong, and this is crazy

But I got you this rose

And I need to know

Will you let it die or let it grow?

Die or let it grow?


Notas Finais


Espero vocês no encerramento, onde terei mais uma one....
bjs de luz e trevas


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