História Love is Real? - Capítulo 1


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Categorias Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Bucky, Dr. Bruce Banner (Hulk), Edwin Jarvis, Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Loki, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pantera Negra (T'Challa), Pepper Potts, Peter Parker (Homem-Aranha), Pietro Maximoff (Mercúrio), Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers, Visão
Tags Capitãoamerica, Homemaranha, Homemdeferro, Steverogers, Stone, Tonystark
Visualizações 10
Palavras 985
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aviso: Pretendo postar no mínimo dois capítulos por semana, talvez eu poste mais. Isso é porque estou com meu outro livro e preciso terminá-lo.

Capítulo 1 - Rogers


Fanfic / Fanfiction Love is Real? - Capítulo 1 - Rogers

Já faz alguns tempos que eu venho tendo visões de um futuro aterrorizante. Não sei exatamente se são visões ou só pesadelos mas, neles eu sempre vejo meus amigos morrendo e não há nada que eu possa fazer. Steve não me deixa fala sobre isso e sempre que tento ele muda o rumo do assunto. Não estamos muito bem, desde aquela briga toda onde ele, como sempre, foi contra os meus ideais.

Flash back on

– Steve você mais do que eu entende que isso é necessário!

– Mas eu não concordo.

Eu estava calibrando uma das minhas armaduras enquanto ele, sentando na minha mesa me olha com os braços cruzados:

– Isso que eu não entendo.

– O que?

– Você que praticamente trabalhou para o governo, agora se parece mais com um rebelde sem causa.

Ele se levantou e veio caminhando para perto de mim, senti o cheiro daquele uniforme emborrachado que eu, particularmente, odiava:

– Você sempre soube que eu só me preocupo em salvar pessoas, não me importo com o governo.

– Não vou mais discutir Steve, mas eu temo que tenhamos que brigar por conta disso.

– Caso isso acontecer, eu não vou me segurar. – ele riu.

– Muito menos eu. Minhas armaduras melhoram a cada dia.

– Ah é?

Ele pegou uma das partes da mão que estava em cima da mesa:

– Isso parece tão frágil. – ironizou.

– Acho melhor não brincar com isso. – alertei.

– Ah Tony isso não tem...

Sem querer ele acabou ativando o sistema de disparo que passou raspando em minha orelha e acertou a parede atrás de mim, fazendo uma enorme cratera. Observei a cara de assustado dele e comecei a rir:

– Me dá isso aqui Steve. – ele ainda estava assustado.

– Como um brinquedo desse pode fazer tanto estrago?

– Isso é tecnologia Steve, tecnologia...

Percebi que ele estava sem graça pela bagunça que fez e acabei por acalmá-lo dizendo que aquele buraquinho na parede não era nada. Ele sorriu ainda sem graça e tocou em meu rosto:

– Espero que não me acerte com isso.

– Não garanto nada Capitão.

Ele me beijou e foi pelas escadas em direção a saída principal.

Flash back off

Preciso ver como o garoto está, desde que ele recusou meu novo projeto para ele, não nos falamos é querendo ou não eu me preocupo com aquele Aranha.

Peguei meu carro de passeio e fui visitá-lo. Chegando lá May abre a porta e simpática me convida para tomar um chá:

– Você está linda hoje.

– Obrigada senhor Stark. – percebi que suas bochechas estavam coradas. – Peter está no banho e já deve estar terminando.

– Só vim ver como ele está. Depois de ter que sair do estágio.

– Ele está bem. Só fiquei preocupada porque ele não me disse porque saiu.

– Coisas de adolescentes May. Eles são assim. Mas eu também não posso perder um gênio para outra empresa.

– Eu fico muito feliz por essa consideração que você tem com ele.

– Nós seríamos belos país para ele.

Enquanto ela ria sem jeito. Peter chegou na sala enrolado em uma toalha branca e quando viu que estávamos de conversa, ele acabou por cortar nosso assunto:

– Senhor Stark que surpresa o senhor aqui.

– Garoto! Vim ver como você está. Mas vai lá vestir uma roupa antes.

– Isso mesmo Peter.

Enquanto isso fiquei conversando com aquela mulher linda e simpática, confesso que se ela não fosse tia do Peter... É melhor não causar mais problemas, preciso do garoto na minha equipe:

– Pronto senhor Stark. – disse chegando na sala. – Tia, você pode deixar eu conversar a sós com ele?

– Claro! Fique a vontade senhor Stark. Eu vou preparar alguma coisa e já volto. – disse indo para a cozinha.

Acompanhei o garoto para seu quarto que por sinal estava uma bagunça:

– Escuta, eu sei que foi um máximo tudo que o senhor fez por mim mas, agora eu só quero ser o bom amigo da vizinhança.

– Mas você me deve um favor lembra?

– Isso é verdade. Mas temo cobrar outra hora?

– Não tem.

– Ai minha nossa.

– Você sabe quem é o Capitão América, não sabe?

– Mas é claro. Ele é aquele cara do escudo fortão...

– Menos garoto. Você gostaria de lutar contra ele?

– Tá louco? Olha pra mim!

– Fala baixo. – disse abaixando o tom de voz. – Não vai ser só você, vai ser uma equipe.

– E essa equipe é forte?

– Sim, muito. Eu estou nela então...

– Ah não sei se devo...

– Tá decidido. Amanhã meu motorista vem te buscar, você avisa sua tia que voltou para o estágio e que vai estudar em uma escola particular por conta da empresa. Diz ela que não vai demorar. Eu já vou, te espero lá amanhã.

Saí sem o deixar argumentar nada, peguei meu carro é acelerei na avenida que estava um pouco vazia:

– Ligue para o Steve.

– Sim, senhor. Senhor Stark ele não está em casa.

– Onde ele está então?

– Parece que na sua mansão.

– Aquele maldito burlou a segurança de novo.

Acelerei mais sem me preocupar com as multas, precisava chegar o mais rápido possível antes que ele causasse mais outro incêndio por não saber lidar com tecnologia.

Depois de algum tempo eu estava no portão da mansão, deixei o carro estacionado na frente e entrou correndo preocupado com o Steve. Acabei o encontrando brincando com um dos meus robôs de treino. Ele estava sem camisa e com uma calça de moletom que estava molhada de suor:

– De novo brincando com minhas criações. – parei para observá-lo.

– Eu achei que ia ser fácil mas, o boneco aqui é bem forte.

Ele acabou se distraindo e levou um soco certeiro que o jogou no chão. Dei a ordem para que a Mark III desligasse e fui verificar como o capitão estava:

– Essa foi bem forte. – disse se recuperando do impacto.

– Você está bem?

– Até parece que eu não estaria. – disse rindo.

– Às vezes eu me esqueço que você é um super soldado.

Comecei a rir o ajudei a levantar para irmos comer alguma coisa.



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